Strokes

15 New strife


Notas iniciais
- Demorei? Demorei. Por quê? Porque vocês estávam de castigo muahahahaha ~por quê tia?~
- Porque tá tendo pouquíssimos reviews. Er
Mas aí está mais um fresquinho.
Enjoy

Como Naruto voltaria para casa no fim do dia, não viram necessidade em deixar alguém de “babá” para o Sasuke, apenas manteram jonnins nos arredores por precaução. A chegada de Naruto pareceu uma eternidade para ele que ficou praticamente o dia todo sentado, fitando o rombo que fez na mesa de manhã e pensando em coisas aleatórias. Queria ir ao quarto bagunçado buscar algo de seu interesse, ler, se conseguisse, talvez até montar a estante para Sakura, mas do jeito que estava, era mais fácil a estante desmontar ele.

-Alguém? –Naruto chamou e fez eco na sala quase completamente livre móveis, só com o sofá e a mesinha de centro. O silêncio era tamanho que ele conseguiu ouvir a respiração típica de Sasuke. Puxava o oxigênio pela boca e soltava com um suspiro. “Asma”, Sakura respondeu quando ele perguntou então parou de se preocupar tanto, a menos quando Sasuke começava a tossir compulsivamente até o lenço branco ficar manchado de vermelho. –Sasuke?! Você tá bem? –Aproximou-se do amigo que estava sentado de costas para ele na cozinha. A luz estava apagada e a pia limpa, ele não havia comido nada o dia inteiro. Sasuke não se mexeu com excessão do olhar se voltando para Naruto, olhar abatido, como se ele estivesse a um fio de chorar. O loiro olhou ao redor, viu a xícara, o bule e o buraco na mesa, fingiu não se importar e sentou-se na cadeira que ficava de frente para o amigo. –Tudo o que precisa fazer é confiar em mim. –Sasuke nem se moveu. –O que posso fazer por você, me diz?

-O primeiro passo é calar a boca. –Disse seco e Naruto não rebateu como Sasuke gostaria que ele fizesse. Naruto calou e ficou assim por mais tempo do que o outro pensou ser possível, o que o impulssionou a falar. –Sakura me torturou. –Naruto arqueou a sobrancelha. –Mexeu nos meus olhos e piorou tudo. –Disse mal humorado. –Não consigo enxergar nem as espessas linhas da palma da minha mão. –As colocou do fronte ao seu rosto e as observou atentamente com uma ruga na testa. –Tsunade me deu um chá de cadeira no QG, Kakashi me fez um interrogatório e eu não tenho consigo me sentir entusiasmado com nada.

-Essa última parte é típica de você cara, sem ofensa… -Naruto interrompeu. Ele levantou e se arrastou para o banheiro.

-Hey, espere aí! –Naruto se levantou e foi atrás.

-Já terminamos esta conversa. –Entro no banheiro batendo a porta atrás de si.

Naruto olhou para o relógio pendurado na parede de fronte a si, torcia para dar tempo de arrumar tudo antes de Sakura chegar e até se possível arranjar uma mesa nova, ou quando a garota chegasse arrancaria os testículos dos dois.

Quando Sakura foi liberada de sua missão, isto é, após ter terminado a arriscada cirurgia, não hesitou em negar o obséquio da vila que lhe emprestava companhia para voltar à Konoha ainda no mesmo dia. Já estava cheia de Sasuke e de Naruto, não parara de pensar nos dois o dia todo e isso a fez ter dores de cabeça. Sabia que seria dificícil a convivência com o dois garotos, mas não imaginava que até longe deles ficaria presa a recente rotina conturbada de ter a presença de ambos em casa, na sua nova casa.

Imaginava que tudo seria diferente do que era naquele momento. A independência total, a casa só para si, liberdade de sair e voltar a hora que bem entendesse sem dar satisfações… Não que não pudesse fazer isso agora com os meninos na casa, mas ela era justa e não gostaria que eles fizessem isso consigo, então, não fariam com eles. Seus planos, todos, profissionais e pessois, além de adiados foram alterados por conta da saída de Sasuke. O restante do dinheiro que lhe sobrou seria praticamente todo gasto na reforma da casa de Naruto e no pagamento das multas que cometera e que vai cometer posteriormente.

Nua, após um longo banho de sais, deitou-se na cama da hospedaria e respirou, tentando relaxar, buscar em seu interior uma fonte de paz, só que seu coração estava aturdido, seus braços esticados no colchão tentavam alcançar algo invisível e intangível e foi nesse momento que ela percebeu que a agonia que ela sentia se chamava saudade. De quê ou de quem nem ela sabia, tudo o que tinha ciência era do desconforto que sentia por estar deitada numa cama tão grande e vazia. Virava de um lado e imaginava Naruto deitado ao seu lado com o corpo quente e preparado para qualquer brecha que ela desse, com um fogo incandescênte inabalável, a envolvendo e persuadindo em suas chamas até ela ficar completamente entregue ao seu charme e persistência; do outro, via Sasuke, por sua vez frio e imaculado como uma estátua de um deus no cimo da beleza e glória, o via exatamente como fantasiava na adolescência, peito nu sem pêlos, músculos e a expressão serena depois de uma longa noite de amor.

-Oh, casa! –Sussurrava. Pelo visto, passaria a noite em claro.

.o0o.

Konoha ainda estava adormecida quando ela chegou. Foi direto no QG deixar o relatório da missão, Tsunade estava ausênte, ela ficou feliz por isso. “Finalmente uma folga”, pensou consigo. Deixou tudo nas mãos de um auxiliar e foi para casa, subiu as escadas do prédio, foi destrancar a porta e a descobriu aberta. Entrou. Estava tudo do jeito que deixou, com excessão do Naruto com enormes olheiras e o braço desenfaixado.

-Acordado a essa hora? –Perguntou fechando a porta atrás de mim.

-Que horas são? –Ficou nervoso de repente.

-Seis e meia.

-Pensei que fosse mais tarde… -Comentou indo em direção à cozinha enquanto ela foi checar o restante dos cômodos.

-O que está fazendo?

-Ahm… Nada de legal. –Respondeu ao longe. Sasuke estava dormindo num sono pesado na cama.

-Jurava que quando eu chegasse não fosse o encontrar em casa. –Comentou indo ao encontro de Naruto na cozinha. –O que houve com a minha mesa? –Perguntou calmamente.

-Também gostaria de saber… -Sakura o olhou confusa. –Não está brava?

-Não porque essa é mais bonita do que a outra. –Naruto sorriu aliviado. –Mas não combina com as cadeiras. –Lançou-lhe um olhar mortal.

-Em minha defesa, já adianto que não fiz nada! Quando cheguei a mesa tava com um arrombo do tamanho de uma jaca e o Sasuke tava olhando para o buraco feito um tonto. Tava até agora tentando consertá-la para você antes que chegasse, mas como vi que não ia conseguir, tive que recorrer ao Yamato bem no meio da madrugada. Ele só deixou uma mesa simples, igual apenas no tamanho e largura da sua, o restante eu tive que fazer, lixar…

-Entendi! Entendi! –Naruto bocejou.

-Me desculpe. Nem perguntei como foi a missão. Está bem? –Foi ao seu encontro, com seu cuidado costumeiro.

-Bem. –Sorriu. –Ainda bem brava com você! –Marchou até o quarto.

-Ah, não vai me dizer que…

-Oh, desculpe-me, não perguntei como foi a tarde ao lado da Hotaru! –Falou de forma infantil, no quarto, sem me importar com a figura de Sasuke dormindo.

-Ela é só uma enfermeira! –Esganiçou inconformado, enterrando a mão nos cabelos dourados e os puxando com força de tanta irritação. Quando Sakura enfiava uma coisa na cabeça, não mudava de ideia nem com lobotomia.

-Sei… -Falava sem dar créditos ao que ele dizia. Tirava as vestes por cima da camiseta e do short simples, ficando aliviada por se livrar do calor daquelas roupas que há muito a incomodavam.

-Ora, Sakura, pare de chilique!

-Chilique?!

-É, chilique! –Esbravejou. –Está descontando a raiva que sente dela em mim porque ela está te substituindo, achou uma situação perfeita para disfarçar sua insegurança.

-O quê?! –Exclamou. Sasuke se remexeu sobre o colchão e desejou estar apenas em um pesadelo ruim do qual logo fosse acordar.

Naruto amoleceu a expressão indignada e vestiu a máscara de pena, este gesto, para Sakura, foi o seu maior insulto.

-Você não irá perder o que é seu por direito para uma aprendiz sem sal que nem ela, eu te garanto. Quanto a mim, não faz sentido ficar brava… Não tenho o menor interesse nela, e mesmo se tivesse, não haveria tanto mau, sou solteiro, não sou? –Falou justamente no sentido de feri-la, assim como ela fazia quando mencionava o tal “namorado secreto” à ele.

Infantis? Em abundância. Mas quando se trata desses assuntos, quem é que não perde um pouco a maduridade só para esconder o que sentem um pelo outro?

Ele estava encostado no batente da porta e ela próximo a janela. Depois dessa declaração, nenhum dos dois falou. Sasuke sentou-se na cama, ainda sob o edredon, esfregou os olhos, checou o relógio e a luz do dia. Em seguida, olhou com desdém para os dois ao pé da cama e resmungou “você poderiam discutir relacionamento num cômodo vazio e num horário que de preferência eu não esteja dormindo?”. Sakura revirou os olhos.

-Tudo bem. Está certo. Não há mal nenhum em levar uma criança para cama, fazê-la apaixonar-se por você e depois descartá-la.

-Você não se importa com ela.

-Não mesmo.

-Então por que diz isso? –Sasuke suspirou.

-Porque é esse o perfil que você está adquirindo!

-Eu tenho necessidades!

-Partir o coração de garotas?

-Não, transar com elas! –Corrigiu. –Uma garota dessa idade se envolve com alguém mais velho já sabendo dos riscos, ou melhor, dos privilégios, as chaves que podemos lhes dar para abrirem portas que só seriam abertas anos mais tarde. É uma escolha delas.

-Arg! Eu me poupe de seus argumentos fajutos! –Tirou a camiseta sem importar-se com a presença dos garotos.

-Fajutos?

-E machistas! –Acrescentou ajustando o top nos seios.

-Vai levar para o pessoal esse assunto? –Fez cara de entediado.

-Para o pessoal? –Tirou o short. Usava uma calcinha estilo caleçon, de laterais largas que tapava quase todo o bumbum. Não ficaria passando calor por causa deles, também não ficaria nua, então optou por usar –em último caso- peças que tapassem o máximo possível as áreas íntimas. Óbviamente a mudança não passou despercebida aos olhos dos garotos, mas a peça era tão comportada que chegava a ser broxante. –Não se preocupe, esse assunto vou levar para a mesa da Godaime. –Vociferou covicta e deitou-se ao lado oposto do de Sasuke que automaticamente se levantou, constrangido pela atitude dela.

Apesar de se odiarem, ele era homem e ela uma mulher, a natureza conspirava para que pensamentos indevidos fluéssem na cabeça dele de forma rápida com a visão da Haruno com poucas vestes.

-Então tudo bem! –Jogou as mãos para o auto desistindo da possibilidade de resolverem-se de uma vez. –Faça o que quiser! Pense o que quiser! Mais cedo ou mais tarde sua pose de birrenta vai pelos ares e eu irei te ridicularizar por isso.

-Mau posso esperar! –Ironizou. –Agora cale a boca e me deixe descansar, tive uma longa viagem. Naruto saiu do quarto batendo o pé e soltando o ar pelo nariz, fodido de raiva. Se socasse algo, quebraria no meio, isso era certo, mas precisava ser racional e usar sua ira ao seu favor, como o Erro-sennin o ensinara.

-Vai fazer o que agora? –Sasuke perguntou-lhe enquanto vestia uma blusa fina de manga longa.

-Num sei. –Respondeu do sofá.

-Me leve até o parque. –Naruto arqueou a sobrancelha. –Para treinar.

-Essa hora?

-Mais tarde vai ter gente.

-Qual o problema.

-Eu. –Respondeu e Naruto entendeu de cara o que ele queria evitar. Agora Sasuke sentia na pele o que Naruto sentia a infância toda por ter a Kyuubi no corpo.

Uma vez, mais precisamente no Vale do Fim, chegaram a comparar suas dores e a resposta sempre pairou entre ambos. É mais difícil perder tudo o que já teve e amou na vida ou já nascer e crescer sem absolutamente nada?

Difícil questão. Obviamente naquela época eles não eram sábios, cada um colocava mais peso em seu lado da balança, mas naquele momento, na sala quase vazia de Sakura, na primavera de seus dezenove anos, Naruto achou que talvez perder tudo fosse demasiadamente doloroso, mais ainda é perder a si mesmo.

-Desculpe, mas essa eu vou ficar devendo. –Negou. –Passei a noite acordado arrumando a mesa para a Sakura… -Estendeu o braço em direção a cozinha e Sasuke virou-se para ver o trabalho, uma mesa aparentemente intacta, muito diferente da que estava exatamente ali quando ele foi dormir. –Não vou aguentar treinar com você. –Sasuke meneou a cabeça em sinal afirmativo e sentou-se em frente ao outro.

-Sabe quem pode me acompanhar?

-Para quê quer tanto ir?

-Preciso de força.

-Sim, precisa, mas também precisa de outras coisas como comida, descanso, lazer, sexo…

-Você e Sakura vão dormir e eu vou ficar aqui fazendo o quê?

-Pode fazer o relatório da minha missão, se quiser. –Respondeu Naruto acomodando-se no sofá, encolhindo sob uma mantinha.

-Não consigo assinar nem meu nome!

-Já tentou? –Sasuke desistiu. Tornou ao quarto e deitou-se com Sakura, de costas para ela. Imaginava se ela já estava dormindo, se sim, com o que sonhava, lembranças, sonhos ou pesadelos; se não, em quê estava pensando. Naruto?

Eles pareciam se gostar, mas eram tão orgulhosos e idiotas! Não que ele torcesse para os dois ou algo do tipo, para ele não fazia a menor diferença, mas se fosse para um bem maior como silêncio e paz naquele lugar… Foi pensando em silêncio e preso neste mesmo que ele notou que havia mais de uma pessoa acordada naquele quarto e uma delas soluçava baixinho, como se tentasse a todo custo disfarçar um choro.

Ele poderia tê-la consolado, a abraçado, dito que tudo ficaria bem entre ela e Naruto, poderia ter puxado assunto, lhe dado conselhos, escutado suas lamúrias e xingamentos próprios para o Uzumaki. Quantas coisas ele poderia ter feito! Como ela gostaria que ele o tivesse feito naquele exato momento… Praticamente implorava que as mãos cálidas e ósseas escorregassem pelo seu corpo desnudo num abraço singelo e sem malícia, mas isso como previsto não aconteceu. Sasuke ficou ali, imóvel como ela, esperando que aquilo passasse, aquela coisa estranha dentro de si. Era como se ambos estivessem mergulhados num lado lago desesperados para voltar a superfície e isso só aconteceu quando dormiram: eles na cama e Naruto no sofá, comprimido como uma sardinha enlatada.

Sakura acordou por volta das dez da manhã com o mamilo quase para fora do top que cobria, ou melhor, deveria cobrir seus seios. Se recompos rapidamente e olhou para o lado, Sasuke ainda dormia, de barriga para cima e com o rosto voltado para ela e a luz da janela. “Lindo”. Era automático. Talvez para todas as garotas que tinham a oportunidade de contemplá-lo daquele jeito tão vulnerável, desprovido da carranca e do mau-humor matinal. O peito descoberto parecia chamá-la, os lábios finos e nudes entreabertos e o cabelo caindo no rosto de forma natural, desuniforme, dando um ar divino e surreal aos seus traços inconfundíveis.

-Buh. –Abriu os olhos.

-Ah!!! –Gritou e deu um pulo de susto, caindo no chão em um estrondo.

Sasuke sorriu da cena ridícula. Esse era o máximo que expressaria, para a sorte de Sakura. Se fosse Naruto, gargalharia para a aldeia toda ouvir. Ele estava perfeitamente acordado quando Sakura acordou e se pôs a fitá-lo com luxúria dos pés à cabeça.

-Eu sei que sou bonito, mas…

-Filho da puta! –Jogou um sapato na direção dele que se esquivou sem esforços para o lado oposto do que estava. –Você me paga!

-Não, o ciclo termina aqui, você me paga por aquele dia. –Falou sério.

Sakura pulou na cama, mas precisamente em cima dele e começaram um guerriar com o outro. Não se batiam, pois a cada investida, um bloqueio, e nenhum ficava em desvantagem por mais de trinta segundos. E não se enganem ao imaginar isto como uma briga de namorados, Sasuke tentava sufocá-la no momento em que ela lhe deu uma chave de coxa forte o bastante para quebrar sua bacia. Ela era jogada contra a parede, ele contra o chão e o sono pesado de Naruto uma hora não conseguiu mais ignorar. Ele levantou e pelos ruídos já imaginou que tinha algo errado. Foi no quarto e se deparou com Sasuke em cima de Sakura, segurando seus cabelos róseos com possessividade e ela com uma mão arranhava as costas dele, com a outra segurava sua nuca.

Relembrando: um estava tentando matar o outro, mas mesmo que eles tentassem explicar, era meio que difícil de fazer alguém acreditar neles sendo que guerreavam com roupas íntimas e em cima de uma cama.

Sakura notou a aproximação dele, mas fingiu não ver. Aproveitou a situação para pirraçá-lo e beijou Sasuke de um jeito que jamais beijou homem algum, nem seu namorado. Sasuke inconscientemente retribuía, desnorteado, o que ela fazia com sua boca, o invadindo de repente, o provando de forma cálida, quente, com sede, com pressa. Ele mal teve tempo de desvencilhar-se do ataque quando viu Naruto com cara de pasmo na frente da porta, ela era muito forte e o agarrara pela nuca e pelas costas, grudando seu corpo magro o dela.

Ela começou, ela parou. Olhou Naruto com mágoa e disse:

-Por que nos olha assim? Somos solteiros! –Naruto riu.

-Então assume que essa historinha de namorado é tudo lorota!

-Ahm?

-Felicidades! –Deus as costas.

-Hey! Volta aqui! Onde você vai? –Sakura saltou da cama e seguiu Naruto pelo apartamento.

-Buscar minha felicidade por aí, talvez na sala da Hotaru! –Pirraçou.

-Eu tenho namorado tá! –Dizia enquanto Naruto se trocava. –Não lhe apresento porque ele é seu amigo e eu sei que você me ama!

-Três coisas: se você tem namorado, é uma grande vadia por estar na cama com o Sasuke; se ele fosse meu amigo, me contaria, não acha?; e eu não de amo. Você caiu no meu conceito. É como o Sasuke diz, não passa de uma depravad… -Não completou, ela o impediu com um tapa na cara.

-Pega a merda do seu conceito sobre mim e as coisas que Sasuke diz e enfia você sabe onde! –Abriu a porta e o empurrou para fora.

-Meu braço! –Reclamou se referindo ao braço enfaixado. Sakura tinha os olhos lacrimejados quando disse:

-Eu te avisei que se o trouxesse acabaria com o que tínhamos, mas você não me ama, nunca amou, ou pelo menos, sempre amou mais ele do que a mim.

Notas finais
Deixem reviews que posto mais sexta-feira, pode ser?
Sim? Não?
Comentem, pois a partir de agora os curiosos vão saber se a fic é narusaku ou sasusaku.