Strokes
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Notas iniciais
Demorei de novooooooooo! Não tem jeito! A Fuvest e o Senac estão/estavam me matando!
Estava porque o Sanac acabou e está porque a Fuvest ainda está por vir.
Apresentei meu TCC sobre Atendimento Diferenciado para Deficientes Auditivos na minha empresa McDonald's, segundo meu professor/psicólogo/tio/cupido Gabriel Marques das Neves, eu dei um show. u.u* Linda de bonita com o cabelo rosa ainda por cima kkkk
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Gente, espero que pra quem fala nos reviews 'esse cap não adiantou de nada' 'ainda estou confusa' e até 'não estou entendendo nada capítulo péssimo' essas duas mil palavras os ajudem!
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Se tiverem tempo, passem na minha One-shot "O Confeiteiro" que fiz para o concurso da 5 Drabbles, é curtinha! Me digam o que acharam!
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E aviso que na minha page do face (Distímica), em Outubro, vou promover um concurso de one-shot temática onde a 1º colocada ganhará um livro e mais! Será Especial de Halloween! Espero que nesse você participem! Vou começar a promovê-lo a partir de se Setembro!
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Cappuccino (provavelmente um fruto do meu amor pela Coffee [brincadeira Isabella!!]), me fez uma recomendação linda! *----------------* Obrigada filha!!! Beijoooooos no seu miocárdio!
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Enjoy!
-Bom dia. –Disse fazendo uma reverência. O cabelo loiro claríssimo preso no topo da cabeça escorregando para frente como uma cascata.
-Olá, Ino. –Tsunade a cumprimentou, pouco entusiasmada. A chamara como último recurso, já que não considerava Ino confiável e capaz de algum serviço daquele calibre. –Como está seu pai?
-Ahm. Está bem. –Respondeu confusa.
-Ótimo. –Parou de escrever para dar atenção à garota. –Sabe por que a chamei?
-Na verdade não, o jonnin passou na minha casa por volta das oito da manhã, não me disse muita coisa. É sobre o time? Porque o Shikamaru está…
-Dessa vez o trabalho é para você.
-Pra mim? Puxa… Obrigada! Mas não sei se você sabe, eu nunca fiz missões sozinha, só com os meninos, e…
-Vou te propor uma missão interna, Ino, aqui, na vila, mas a longo prazo.
-Como assim? –Tsunade ignorou sua pergunta.
-Diferente de outras missões, nesta, você não é obrigada a aceitar, mas caso o faça, não há mais volta, ou você a executa, ou falha. Caso falha, não haverá recompensas… -A menina estreitou os olhos, pensativa. Não entendia bem o que Tsunade dizia, não sabia se devia dizer algo…
-E sobre o que se trata essa missão?
-Espionagem. –Sorriu de canto.
-Mas isso não é trabalho da ANBU?
-Nenhum membro da ANBU é capaz de concluí-la. As informações que preciso só você pode me fornecer. –Depois de muito ponderar e acumular coragem, a menina respondeu:
-Se for espionagem do meu clã, sinto muito, mas não vou fazer. Meus pa…
-Se fosse para espionar seu clã certamente não chamaria você!
-Não tenho ideia de quem…
-Olha, vou dizer de uma vez antes que me arrependa.
-Tá.
-Soube que você tem relacionado-se com Sasuke. Quero que o espione. –Ino riu, não conseguindo conter seu embaraçamento.
-Como soube? –Perguntou ainda desconsertada.
-O próprio contou em uma das consultas com Shizune. –Ino riu mais.
-Na boa, não entendo por que ele diria isso! –Tsunade revirou os olhos. -Ele é tão… estranho! Fala só o necessário, o que pode economizar de palavras, ele economiza!
-Preciso que faça esse serviço para mim. –Disse já ficando irritada com a imparcialidade da garota. –Essa proximidade pode ser útil.
-Mas à que finalidade? Eu ainda não enten…
-Não interessa! –Vociferou. –Você só precisa dizer sim ou não!
-Mas… -Parou e ponderou, depois continuou. –Por que eu?
-Porque é próxima dele, mas não o bastante para me trair, certo? –Ela balançou a cabeça em sinal positivo. –Exatamente por isso que não convoquei Naruto ou Sakura, eles são fiéis uns aos outros.
-E o quê precisaria descobrir sobre ele que você já não saiba? Ele nem fala direito comigo, a gente só…
-Me poupe de detalhes da sua vida íntima. Se ele não fala, faça-o falar, reagir, se abrir. Torne-se para ele alguém… considerável.
-Era mais fácil me mandar para uma vila oculta lutar com ninjas renegados. –falou baixo, revirando os olhos.
-O que disse?! –Perguntou com a voz imponente.
-N-nada! Nada! –Levantou as palmas alegando defesa.
-Certo. Então estamos resolvidas?
-Bom, só mais uma pergunta. –Informou cautelosa.
-Que é? –Perguntou já irritada.
-A recompensa que comentou…
-Paga sua casa e lhe concede uma recomendação assinada por mim para tornar-se jonnin. –Queixo caído e um sim dito quase sem pensar. –Então é isso, Ino Yamanaka. Você é minha mais nova ratinha de espionagem. Trate de fazer seu trabalho em sigilo ou eu corto a sua cabeça!
-S-sim! Godaime-sama!
-Agora volte para sua rotina e aguarde instruções.
-Com sua licença. –Última reverência do dia, a cascata loura caindo do topo da cabeça e vira-se para partir.
O Time Tsupai já estava formado.
.o0o.
Ela pensou que havia sido um sonho, mas ao passar em frente ao quarto de livros, onde ele dormia coberto e sem os sapatos, percebeu que não era coisa da sua cabeça, ela realmente havia levantado no meio na madrugada para tomar seu chá santo de toda madrugada; o ouviu gritar em seu pesadelo; o acudiu, inconsciente, o cobriu e esperou, encostada no divã desconfortável, que a respiração dele acalmasse, afagando seus cabelos e vendo suas expressões ficarem mais suaves. Aconteceu. Cuidou dele como uma mãe cuida de um filho com medo da chuva. Ela cuidou dele. Depois de tudo o que disseram um ao outro, depois de tê-lo mandando dormir no quarto abafado impregnado por traças, ela se agachou, no meio da noite, e o acalentou até que ele dormisse.
Aconteceu.
Enquanto passava o café pensava em tudo o que estava acontecendo naqueles meses, pensava em Naruto, no alter-ego de Tsunade, nos seus pais, em tudo! Quando foi que se deixou levar? Onde estava a Sakura controladora e focada? Não estava vendo o tempo passar, as coisas acontecerem, estava a mercê das decisões alheias, das escolhas mal escolhidas por Naruto, Sasuke e cia… Onde estava a Sakura? Por que se abriu desse jeito para um tonchiki como o Sasuke? Por que foi para a cama com o Naruto? Por que estava tão indiferente em relação aos seus pais ultimamente? Quando foi a última vez que os visitou no cemitério? Não se lembrava mais. Precisava dar um fim. Precisava acabar rapidamente com esse contrato que a mantém parada no tempo ao lado de Sasuke e Naruto.
Precisa tornar-se jonnin, restabelecer sua vida financeira, sua imagem. Olhava-se no reflexo do armário da cozinha, os cabelos claros, ressecados, cheios de pontas, já passavam dos ombros pelo menos um palmo; os olhos fundos, sobrancelha quase igual a do Lee, barriga transbordando pelo cós da calça de moletom do Naruto, seios soltos cobertos pela fina camiseta do Sasuke. Maria-Macho. Feia, em outras palavras. Tinha que acabar com aquilo.
A porta se abre. A porta se fecha.
-Oi. –Disse o olhando com estranhamento. Sorria demais. Se não fosse seu estado até que estável diria que estava bêbado, que havia virado a noite ou traçado alguém. –Quer café?
-Já tomei. –Respondeu sentando-se na mesa e apoiando o queixo nas mãos com a mesma cara de tolo. –Tem amor para me dar?
-Não, só café mesmo. –Respondeu. –Por que tá com essa cara de panaca? –Antes que Naruto respondesse, reformulou sua pergunta. –Ou melhor, onde passou a noite?
-Andando por aí, sob a luz do luar…
-Estamos em lua nova, não tem luz, idiota! –Jogou sabão da louça da noite anterior no cabelo do amigo que nem se moveu.
-Sabe, eu acho que estou reamando. –Disse filosoficamente.
-Espero que seja eu.
-Pode ser.
-Se for eu é bom tirar esse ‘acho’ e colocar uma ‘certeza’. –Dizia brincando. –Meu coração não suportará outra desilusão. –Atuava.
-Que outra desilusão? –Naruto perguntou, inocentemente, caindo no mundo real.
-Esquece! –Sakura riu sem graça e voltou para a louça. Por incrível que pareça, estava interessada no que Naruto diria à ela.
-Por que chegou com essa cara de doente? Comeu alguém ontem? –Negou com a cabeça, mostrando decepção.
-Ontem eu me comportei, juro!
-Então por que está tão feliz?
-Ah, estou me sentindo bem. Acho que me amo, entende o que é isso?
-O Sasuke entende! –Disse sem pensar, lembrando do ego inflado do que dormia.
-Por falar nisso, onde está ele?
-Dormindo.
-Humm. –Tirou do bolso uma carta do bolso do casaco. –Peguei agora, estava embaixo da porta. –Quando Sakura fez menção de pegar o envelope, ele recuou a mão. –É para nós!
-Você não sabe ler! –Tomou o papel da mão do outro que jogou em sua cabeça uma laranja murcha. O grito birrento de Sakura fez questão de acordar o Uchiha. Abriu o lacre com o vapor do bule com o restante da água para o café e tirou a carta de dentro. Ambos sabiam do que se tratava, era uma missão Rank-A, pelo selo vermelho. Era enviada a carta ao invés de chamar pessoalmente ao QG para falar com o hokage quando a missão era de extrema importância e urgência e os denegados deveria de aprontar para sair assim que terminassem de lê-la.
-O que diz? –Perguntou ao ver a expressão séria de Sakura enquanto lia.
-Não entendo…
-Fala! –Berrou.
-Sasuke não estava fazendo missões sozinho?
-Sim, deviam ser missões triviais para…
-Não eram.
-O contrato diz…
-O contrato um caralho, Naruto! –Vociferou, já aflita pelo que acabara de perceber. –Até agora suas missões, as minhas e a nossa em relação a esse maldito contrato eram farsas, forjadas de propósito para nos testar, não percebe?
-Mas Tsunade disse que foi apenas a primeira!
-Para quantas missões saímos no total?
-Nós três umas oito, eu acho. Fui uma vez só com o Sasuke porque você tinha uma cirurgia…
-Isso é contra o regulamento.
-Como sabe?
-Sou a futura Shizune da Tsunade, você sabe que eu tenho acesso aos documentos legislativos e judiciários de Konoha.
-Não, não sabia.
-Sim, você sabia.
-Sabia que tinha seus privilégios, mas não a ver com a corte.
-Agora sabe…
-Peraí, se você tem acesso a esses negócios de lei e blá blá blá, você tinha informações sobre a prisão do Sasuke, não tinha?
-Naruto, foco! O assunto é outro!
-Não, não! –Levantou-se. –O que fez ou deixou de fazer por ele? –Ela deu um passo a frente e disse com a voz bem baixa.
-Eu lia, ria e tinha vontade de dar para a Tonton comer. Infelizmente ter acesso a esses conteúdos não significa ter voz. –Naruto a olhava com raiva.
-O que é isso? –Sasuke perguntou tentando ignorar a confissão de Sakura que nem desviou o olhar do Naruto.
-Acabou de chegar isto. –Entregou nas mãos do moreno. –Ah, desculpe, você ainda tá meio cego, não consegue ler!
-Não liga pra ela, Sasuke! –Ele não ligava, só Naruto que ‘se doía’ pelas pirraça infantis de Sakura. Não percebia que era tudo charme para ocultar seus verdadeiros motivos. –Que missão será?
-Em Suna no Sato. –Olhou para Naruto. –Parece que você irá ver seu amigo Gaara.
-Ou não. –Tomou a carta das mãos da rosada. –Não descreve nada sobre a missão, somente onde, quando devemos ir, um prazo…
-Por isso digo que não é uma missão Rank-A confidencial comum. Não sei quem está tramando isso, mas…
-Como não sabe? –Sasuke perguntou. –Quem nos dá essas missões fajutas?
-Tsu… -Naruto ia responder.
-Ela é hokage, se você não sabe! É simplesmente sem nexo ela estar nos dando ‘brincadeirinha’, é com certeza sem sentido ser ela, que é tão séria e obcecada pela perfeição do trabalho. Outra pessoa que está fazendo isso…
-Essas cartas lacradas com o selo de Konoha e o brasão do País do fogo só podem vir dela, até mesmo trabalhos da ANBU têm que passar pela autorização da Godaime. Não faria sentido se fosse outra pessoa, ninguém tem esses recursos.
-Está bem informado, canalha. –Sakura comentou, tentando não transparecer sua desconfiança.
-Durmo em um quarto com livros.
-Você não os enxerga!
-Parem! –Naruto chamou atenção. –Você disse que nem a ANBU tem acesso à esses recursos sem passar pelas mãos da Tsunade-baa-chan, certo? –Sasuke confirmou o que havia dito. –Mas e a ANBU Raiz?
-A ANBU Ne? –Sakura perguntou em dúvida.
-Ela não tem esse vínculo com Konoha, é praticamente independente!
-E contra o regime da Godaime… -Sakura completou para si mesma.
-E o que eles lucram brincando com a gente? –Sasuke insistiu. –Apenas essa missão nos foi delegada indiretamente, as outras, todas, foi a Tsunade que nos convocou e nos instruiu.
-Que cisma com a Tsunade, cara! Senta aí, você está muito rebelde. –Jogou Sasuke na cadeira e Naruto sentou-se também, pensativo.
-E se for a ANBU Ne em conjunto com a Tsunade?
-Impossível!
-É provável. –Sasuke contestou.
-Sasuke, cala a boca, tá? É da Tsunade que estamos falando! Ela simplesmente adora o Naruto e eu! Jamais faria essa palhaçada coma a gente.
-Mas comigo, sim. –Respondeu levantando-se e ficando próximo demais de Sakura a ponto de ter que abaixar a nuca para olhá-la. Naruto, incomodado com a cena, também levantou-se e observou. Esqueceram que só estão nesse contrato por causa de mim? É tudo sobre mim! Você sabe, Sakura, que não estão afim de saber da minha saúde, do meu desempenho nem nada, querem testar a nossa lealdade a vila.
-Não, pera… -O cérebro de Naruto estava processando as informações.
-Como eu sou amigos de você e do Naruto -“Acredite”, Sakura disse em sua mente –Eles testam os dois também, talvez porque acham que vou instigá-los a algum plano maligno estilo Madara contra a aldeia.
-Sakura, desculpa, mas dessa vez vou ficar do lado do Sasuke. Isso fez sentido. –Naruto anunciou, colocando o braço entre os dois para separá-los, já que estavam quase roçando uma barriga na outra de tão próximos.
-Você sempre fica… -Ela disse sem prestar muita atenção, andando pela cozinha. O bule com a água apitava. O café na pia, esperando para ser posto na garrafa térmica esfriara. –Não sei que diabos a levou a pensar que você poderia me influenciar, mas… -Suspirou. –Faz mesmo sentido. –Disse o olhando com o orgulho abalado. –Isso não quer dizer que ela seja uma cretina que está brincando conosco.
-Desculpa, mas não posso concordar,
-Dane-se. A questão é: iremos ou não à essa missão.
-Temos escolha? –Naruto perguntou. Estava certo, haviam assinado um contrato. Sasuke era 100% obrigado a ir, eles eram 99%.
-Então se aprontem. Saímos em dez minutos.
Notas finais
foi assim que fiquei quando descobri que minha maior fanfic, A Hóspede, foi plagiada por uma impostora no Anime Spirit. Com a ajuda das meninas no grupo 'Coffee' consegui banir as desgraçadas no fandom com a fanfic plagiada e tudo! Se eu não fosse, de curiosa, procurar uma fanfic com o mesmo nome que a minha por lá eu jamais descobriria...
Peço à você que por favor, se virem em outros fandom's fanfics iguais ou semelhantes com as minhas, me avisem! A Nyah! e a black swan têm fics 'baseadas' em A Hóspede com a minha permissão, fora elas, se verem qualquer outra obra igual ou semelhante, por favor, não hesitem em denunciar!
Minha conta na Anime Spirit é "Milk Oficial" e não tenho fanfics postadas lá.
Ajudem a combater o plágio!
Beijos e obrigada!
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