Strani Amori

10 È dolce il suo respiro fra i pensieri miei.


Notas iniciais
[É doce sua respiração entre o meus pensamentos]

SukiTa:

explicação básica pelo atraso:
eu pedi pra dona Naa postar aqui por que meu pc estava de cu comigo.
Ela disse que ia postar.

Descobri essa semana que ela não postou.

fim.

ok, desculpem pelo atraso >__>
juro que vou me esforçar para não acontecer mais.

então, hoje capítulo 10 e 11 pra vocês.

e desculpem de novo.

Voltaram para casa do mais velho pelo mesmo caminho.
— Senta aí que eu preparo pra você. — Leo sorriu, pondo as compras que tinha trazido sozinho sobre a mesa. Estava em humor de cuidar bem de Mic, como se ele fosse quebrar por qualquer coisa que lhe acontecesse.
— Eu ajudo! — Michelangelo exclamou. Leo o estava tratando como se fosse incapacitado.
— Você sabe cozinhar?
— ... — ficou quieto. Nunca tinha cozinhado em sua vida.
— Fique ai tá? — Leonardo riu.
— Me diz o que fazer e eu faço! — apontou um dedo no rosto do moreno — Não haja como se eu fosse inválido!
— Certo. — pegou um avental xadrez rosa e estendeu para Mic — Use isto, então.
— O QUE?! VISTA VOCÊ ESSA COISA!
Leonardo ignorou os protestos do menor e o vestiu do mesmo jeito, a força.
— TIRE ISSO DE MIM! — Leo interrompeu o chilique de Michelangelo pondo o dedo em sua boca.
— Falou que queria ajudar, mas só está atrapalhando. — o olhar sério do mais velho gelava — Corte a massa para que caiba aqui. — apontou para a forma que usaria.
— C-certo... — Mic ficou sem reação diante da forma autoritária com a qual Leo se dirigiu a ele.
O pequeno estava cortando a massa enquanto Leonardo punha o forno para esquentar. Vira e mexe Mic olhava de esguelha para o maior. E foi num desses momentos de distração que ele cortou a mão.
Não fora um corte muito profundo, mas doía.
— O que aconteceu?! — Leo o veio acudir depois de ouvir a exclamação dolorida do menor — Lava essa mão, AGORA.
Enquanto fazia o curativo em Mic, Leo esquecera do forno que estava ligado. Logo sentiram o cheiro de queimado.
Leo correu para a cozinha a tempo de ver o fogo consumir a última parte de sua cortina.
— PUTA QUE PARIU! — abriu o armário que ficava debaixo da pia e tirou um extintor de lá, atacando as chamas.
Os dois ficaram olhando para os restos de cortina sobre a pia.
— Pizza? — Mic sugeriu. Algo lhe dizia que se tentassem de novo a casa poderia ir abaixo com outro incêndio.
— Pizza. — Leo concordou, puxando o celular do bolso.

Já estava começando a escurecer.

— Eu te levo para casa, Mic. — Leo sorriu falsamente. Não queria que ele fosse embora.
— Posso dormir aqui? — as bochechas dele estavam muito rosadas.
Os dois estavam sentados no sofá, assistindo a seriados aleatórios na TV, abraçados. Provavelmente o loirinho não queria interromper aquele momento.
— Claro que pode! — sorriu, o abraçando com mais força.
Deu meia noite quando resolveram dormir.
— Aqui, use esse pijama. — Leo entregou um conjunto de seda marrom que era, no mínimo, duas vezes o tamanho de Mic, como a maioria das coisas naquele armário — E você dorme aqui. — apontou para sua cama.
— Onde você vai dormir? — Michelangelo imaginou que acabariam na mesma cama.
— No sofá. — Leo pegou um pijama para si sorrindo — como dizia minha avó: as visitas em primeiro lugar. — completou e saiu do quarto.
Mic se trocou um tanto envergonhado, o pijama era realmente muito grande. Era a primeira vez em muito tempo que dormia fora de casa.
Na verdade, não queria dormir sozinho, mas não achava que seria muito seguro dormir com Leo.
Apagou a luz e se deitou. Ainda sentia dor nas partes baixas, mas tentava continuar sem pensar naquilo. Havia conseguido quase se esquecer passando o dia com Leo. Tudo, a partir do momento em que acordara depois da escola tinha sido mais prazeroso que o mês inteiro.
Enfiou a cabeça no travesseiro, sentindo o cheio de Leonardo, imaginando como devia ser morar sozinho. Estava calmo, sentia-se em paz.
Foi quando ouviu um barulho. Imaginou ser Leo, mas ouviu um barulho mais alto. Levantou num pulo, pronto para ajudar. Correu pelo corredor até a sala, onde viu Donatello segurando os braços do dono da casa sobre sua cabeça, encostando-o na parede. Leo chorava.
— Mic! Foge! — o moreno gritou ao ver o menor.
— Porque não gosta da minha aula, Michelangelo? — Donatello o olhou por cima dos óculos, sorrindo — Tem muita distração? — enfiou uma peixeira na barriga de Leo, arrancando o líquido vermelho junto com um grito de dor. Começou a desenhar um corte que ia descendo em direção as pernas de Leonardo, que gritava e se contorcia.
— Mic! — Leo dizia por entre os lábios destoados pela dor — Corre, seu idiota!
Mic continuava olhando para a cena, assustado. Não conseguia correr, gritar e o pior, ajudar Leo.
Donatello soltou o aluno no chão. Leo mal conseguia abrir os olhos, lotados de lágrimas. Começou a tossir, expelindo sangue.
Donatello tinha a faca na mão e vinha em direção de Michelangelo.
— Pobre Mic... — o professor lhe acariciou o rosto. O loiro suava frio, apavorado — Não quer ver isso não é? — Donatello apontou a faca nos olhos de Mic.
Michelangelo acordou com um pulo, se sentando na cama. Estava ofegante, suava frio e tinha o coração acelerado.


Notas finais
Uffa, era um sonho -rs
diz aí, já estavam até com medo e -NOT
enfim, passem pro próximo ~>