Strani Amori

8 Dimmi perché, perché lo fai.


Notas iniciais
[Diga-me porque, por que faz isso.]

O menor estava desesperado, com medo, angustiado. Tremia, suava frio, estava completamente paralisado. Não tinha idéia do que aquele homem pretendia fazer a ele, mas com certeza não queria apenas conversar.

- Só por causa daquele seu namoradinho ter ido me fazer uma visita casual? — falava bem próximo ao ouvido de Michelangelo — Só porque eu e ele...

- NÃÃÃO! — gritou, tentando fugir das mãos do adulto. Mas sendo capturado de novo, só que agora pressionado contra a parede fria do banheiro pelo mais velho, que fazia seus braços musculosos demais para um simples professor de história uma prisão para Mic, que estava de costas para ele, tornando a cena ainda mais apavorante.

- É melhor você não abrir sua boquinha viu? — Donatello pôs o dedo indicador sobre a boca de Mic. — Nem sobre o que viu em casa...Nem sobre o que vai acontecer agora. — foi então que o professor abriu uma das cabinas bruscamente e jogou Michelangelo dentro, entrando logo em seguida, trancando a porta.

O pequeno olhou-o desesperado, tão perto de si. Pensou em gritar, mas antes que pudesse, a mão grande cobriu sua boca. A outra mão percorreu o corpo de Mic até sua cintura. A sensação de impotência do mais novo era angustiante. Donatello abaixou sua calça larga, junto com sua boxer. A nudez o deixou ainda mais desesperado, fazendo-o se debater.

- Shhh... Não torne isso mais difícil do que já é.

Os olhos de Michelangelo começavam a derramar lágrimas desesperadas.

O professor tirou a mão da boca do garoto, passando a beijá-lo. Uma mão segurava as mãos de Mic sobre sua cabeça, e a outra começava a subir por dentro de sua camiseta. O mais baixo tentava se debater, mas o homem era muito mais forte que ele.

- Hm, não acho que este seja o melhor jeito de fazer isso. — Donatello riu quando separou o beijo — Não grite, eu posso e vou te machucar se o fizer. — e se abaixou, ainda segurando as mãos de Mic e pegou o cinto da calça do garoto para amarrar-lhe as mãos. Agora o mais velho tinha as duas mãos livres — Como você é pornográfico Michelangelo. — murmurou no ouvido do menino, rindo do rosto molhado dele, adicionado a sua involuntária ereção — Mas ainda tem roupas demais. — puxou a camiseta do garoto para cima, a deixando presa atrás de sua cabeça. O tronco, agora nu, mostrava os ossos da caixa toráxica por baixo da fina pele. O peito agitava-se com a respiração acelerada do estudante — Como você é magro Michelangelo — o professor atacou os mamilos do garoto.

- P-pare! — a voz do garoto saiu fraca, o cabelo estava grudando em seu rosto com o suor. Seu rosto estava em pânico e vermelho. Chorava. Alguém tinha que o ajudar. Ele rezava por ajuda. Alguém precisava aparecer, ele tinha de acreditar que alguém apareceria. Jogava suas esperanças no aparecimento...dele, mesmo que parecesse bobagem.

- Por que deveria? Eu sei que você aqui... -tocou a cabeça de Mic carinhosamente — não quer. Mas, aqui... — envolveu o membro do garoto com a mão, apertando para arrancar-lhe um gemido alto — Você não para de desejar. — desceu mais a mão começando a pressionar um dedo para dentro o garoto — E aqui, você não poderá se conter. — O pequeno o olhava aterrorizado e impotente.

- Você não quer esperar mais não é? — perguntou com o rosto muito próximo ao do garoto, aproveitando sua boca aberta para beijá-lo. Michelangelo tentou virar o rosto, mas Donatello o segurou — Vamos passar logo para o próximo passo, Mic. — o mais velho desencostou-o da parede, o virando para que se apoiasse no vaso — Que bom que está sendo obediente, querido. — abri as calças, abaixando a cueca — Agora vai doer, não grite.

— Para, por favor! — Mic chorava desesperado e com medo — Porque está fazendo isso?

— Para entender por que ele gosta tanto de você. — sussurrou à orelha do menor, começando a penetrá-lo com seu membro. Michelangelo mordeu os lábios com força, fazendo-os sangrar, gemendo alto. — Uh... — Donatello também gemeu, entrando completamente no menino e, sem esperar, já começou a se mexer lá dentro.

A cada estocada, o impotente Michelangelo queria morrer, chorando aterrorizado. Apoiado no vaso, só via suas lágrimas pingando e escorrendo pela tampa do vaso. Estava tão ofegante que mal conseguia respirar e, provavelmente, se tentasse falar qualquer coisa, ou pedir ajuda, se engasgaria. O gosto de sangue em sua boca tinha uma textura grossa.

Em algum momento, a porta do banheiro fez um estrondo.

- MICHELANGELO! — gritou a voz conhecida de Leonardo.

Notas finais
capítulo MINÚSCULO! -qq