Notas iniciais
Olá! Obrigada a você que está aqui lendo e espero realmente que goste.
Sem mais! ♥

AH! A HIST?“RIA TAMBÉM É POSTADA NO SPIRIT

— Sr° Gibbs? — digo suavemente para aquele velho porco deitado no chão com uma garrafa de rum sobre suas mãos. — Sr° Gibbs? — repito. O homem continuava a dormir. — Imprestável — penso. — Onde esse paspalho poderia ter deixado o meu navio? — indago.

— Seria aquele ali? — a magnífica loira que estava ao meu lado pergunta.

— Sim, aquele é o pérola. — digo entusiasmado. — Mas… — penso. — Por que o meu navio partiu se eu estou aqui? — tento entender tal situação.

— Você disse que ia nos levar para passear. — diz a jovem ruiva de olhos esbugalhados.

— Pois bem meninas. — me viro para o Senhor Joshamee conseguindo finalmente o acordar. — Sr° Gibbs, teria alguma razão para o meu navio sair sem o capitão?

— Navio? Estamos no navio — o homem diz ainda sonolento. — Espera. — desperta. — O pérola, eles levaram o pérola. — se levanta assustado.

— Nem para cuidar de um navio o senhor presta senhor Gibbs. — me viro para as damas que agora já estavam se esbofeteando. — Bom meninas. — sorrio. — Agora eu terei que ir, preciso recuperar o meu navio. Sim eu menti pra você. Não eu não amo você! E é claro que isso deixa você gorda. Eu nunca estive em Bruxelas e a pronúncia é N-O-T-Ó-R-I-O, falando nisso. Não eu não estive em pizarro mas adoro pizza e tudo perde sentido em vista do fato que meu navio se foi novamente! Foi muito gratificante passar esse momento com duas doces adoráveis mulheres, mas eu tenho que ir.

As jovens se olham e em sincronia dão um tapa em cada lado do meu rosto. Olho para o Sr° Gibbs e lhe estapeio. O mesmo sorri e eu sorrio de volta.

— Preciso de um navio. — digo. — Só que antes... — avisto um bar. — Um rum não cairia mal. — ando até o local.

Me sento em uma das cadeiras velhas daquela espelunca e peço uma bebida. Um homem mal encarado me atende e me entrega uma garrafa de rum e um copo. Sorrio, porém paro logo ao olhá-lo novamente. É de assustar. Bebo até cair e então adormeço.

Acordo com um barulho estranho. Estou deitado na calçada em frente ao bar e ainda está escuro. Escuto o barulho novamente e me levanto ainda cambaleando. O som fica cada vez mais alto a cada passo que dou. Entro em uma rua escura onde o som está bem alto. Chego até o final desta e não vejo e nem ouço mais nada. — Talvez seja coisa da minha cabeça. — digo batendo sobre a mesma. — Eu preciso do navio. — me viro voltando a rua, até que escuto novamente o barulho. — Bem… — olho novamente e noto um homem parado sobre a escuridão. — Olá! — digo.

O homem aos poucos anda até a minha direção. Pego minha espada, já preparado para o que fosse. Então finalmente a luz reflete o rosto daquele homem. Sua pele pálida, seus olhos assustadores e suas roupas estranhas me fizem semicerrar os olhos. Talvez possa ser um sonho. Ou um pesadelo no caso.

O homem continua a andar em minha direção e coloco minha espada em prontidão.

— Oi. — finalmente ele diz. — Você deve ser Jack Sparrow. — diz com um sotaque estranho.

— Capitão. Capitão Jack Sparrow. — digo sorrindo. — Como sabe quem sou?

— Meu nome é Barnabas, Barnabas Collins. — ele estende a mão direita em minha direção. — Eu soube que você está recrutando para um navio.

— Quem disse está tamanha façanha? — o homem abaixa a mão ao ver que eu não estenderia a minha.

— Você. — ele diz me olhando estranho. — Enquanto bebia naquela espelunca, não se lembra?

— Pois bem. — penso um pouco. — O que te faz pensar que eu deixaria você ir em meu navio?

— É simples. — ele diz se aproximando um pouco mais. — Primeiro, você não tem um navio.

— Ainda. — digo.

— Ainda, certo. — ele começa a andar de um lado para o outro. — E se eu disser que posso te ajudar a arrumar um navio? — o olho desconfiado.

— Como?

— Talvez eu tenha algumas cartas na manga. E tem mais. — ele começa. — E se eu disser que além do navio, nós teríamos muito e muitos runs?

— Acha que pode me subornar com rum? — digo cerrando parcialmente os olhos. — E o que você ganharia com isso?

— Sei que gosta de rum e … — para um tempo de falar. — Velejar ao lado do Capitão Jack Sparrow seria uma honra. — o estranho ser curvar-se em reverência.

— Pois bem, você já me ganhou no rum. — digo guardando minha espada. — Onde está o navio?

— Bem… — faz uma pausa. — Nós vamos roubá-lo. — diz. — Tenho uns amigos que irão nos ajudar nessa. Vamos. — ele diz e seguimos até uma casa amarela.

Notas finais
E então, gostou?
Em breve posto a continuação, ok?