Notas iniciais
Gentneys!!!!! Que loucura esse atraso, quase que não o capítulo :v Geralmente temos apenas o ponto de vista da Mione e do Dolfo, mas hoje... hoje não... hoje temos SEIS pontos de vista, apenas para sabermos o que anda acontecendo com o resto do pessoal :3 Também andei bastante atarefada por conta da faculdade, tem sido um tormento esse meio tempo: projeto de pesquisa, artigo, tenho oito textos analíticos pra escrever e só comecei um, alguns livros para ler... a lista é longa e acreditem: eu chorei desesperada na segunda-feira porque não estou conseguindo me ajustar a isso tudo :/ já estou mais calma (à base de chá de camomila e relaxantes musculares) e consegui finalizar o capítulo porque eu devia isso à vocês ♥ Posso demorar um pouco para atualizar, mas vou continuar atualizando tanto ela como Angel of Light: pode levar esse mesmo tempo, algo entre 10 e 15 dias, nunca passando disso; fora que estou trabalhando em duas oneshots e uma delas é de HP... duvido vocês acertarem de quem seja :) Ah, um recadinho: à minha amiga Milla Corecha, feliz aniversário ♥ (pensou que eu tinha esquecido? Nope, só queria te parabenizar mesmo, amiga, e fazer isso de um jeito legal :3) Agradecimentos a Fhany Mazus Malfoy, Princesa Mestiça, Taís Cordeiro, Rainha do Nilo, Milla Corecha, LeleMalfoy, Áster, Mayume Hyuuga, Dany Targaryen e C Black pelos comentários no capítulo anterior ♥ Apreciem a leitura! PS: o próximo capítulo será completamente +18 3:)

If you could see that I'm the one who understands you, been here all along

So why can't you see me, you belong with me

Astória via como Jorge passava boa parte do tempo: encolhido no quarto de hóspedes, sem querer ver ninguém que não fosse a mãe dele quando avisava que iriam visita-la. Julho já havia chegado e nada da situação dele melhorar. Já fazia dois meses desde a morte de Fred Weasley e não via muita evolução na aparência de Jorge, de como ele se sentia.

Quando batia na porta do quarto dele, à noite, para deixar o prato de comida do lado de fora, via que ele não se dava ao trabalho de abri-la. O seu coração se apertava quando imaginava o rapaz definhando enquanto deitado na cama. Há quanto tempo Jorge não abria as janelas do quarto? Há quanto tempo ele não tomava um banho de verdade?

A noite estava abafada para o mês, era sinal de que o verão seria intenso aonde moravam. Estava sozinha em casa, ouvindo o som do silêncio e a chuva sem vento cair lá fora. Os seus pais estavam fazendo sabe-se lá o quê com Cardiff e Dafne tinha saído com Olívio para irem ao litoral, também não fazia ideia do que poderiam estar fazendo lá. Estava sozinha, mas tinha a paradoxal companhia de Jorge Weasley.

O mesmo Jorge Weasley que tinha sido coincidentemente pareado com ela a partir desta Lei de Casamento estranha. Sabia o que estava acontecendo, podia ser jovem, mas não era burra.

Subiu as escadas e viu a porta do quarto de Jorge entreaberta. A luz do banheiro no corredor estava acesa. O seu coração começou a bater mais forte ao ver um mínimo de fagulha na vida de Jorge. Se aproximou na ponta dos pés e ouviu o barulho do chuveiro. Além do seu coração acelerado, ele ficou quentinho ao saber que Jorge tinha saído do quarto depois de um dia inteiro. Talvez ele fizesse isso pela madrugada, quando sabia que não havia ninguém acordado. Se sentou no chão do corredor e esperou pacientemente cantarolando uma música baixo.

Quando Jorge abriu a porta, os cabelos pingavam na camiseta do pijama o seu rosto estava limpo, sem barba. O resto do rosto parecia inchado, como se estivesse chorando há dias e não dormisse por isso.

“Por que você está sentada aí?”, ele perguntou.

Não sabia o que responder, tudo parecia extremamente bobo ou tolo quando se ouvia na sua cabeça. Sentia um calor no seu rosto subir, estava extremamente sem jeito.

Jorge se aproximou e lhe ofereceu a mão para que levantasse. Tocou as mãos macias e frias dele.

“Eu estou com fome”, ele disse.

“Eu não sei cozinhar muito bem. Na verdade, não sei cozinhar nada. Mas se você quiser nós podemos lanchar, fazer sanduíches não é difícil”, falou rápido.

Não disseram nada, só andaram juntos e devagar até a cozinha no andar inferior. Os elfos estavam lá, seria mais fácil se pedisse que eles cozinhassem para eles. Tinha que decidir em menos de dez segundos o que faria. Dotti e Poppi olharam para os dois e sinalizou para que eles saíssem depois de pedir silêncio.

A cozinha da sua casa era muito intuitiva. Sabia onde ficava o pão, os condimentos, os embutidos, o suco de abóbora, só estava nervosa por ter que fazer isso pela primeira vez sozinha. Era a primeira vez que impressionaria Jorge de algum modo. De fato, era a primeira vez que tinha uma interação que não fosse unilateral com ele.

Não podia usar a varinha pois era menor de idade e isso a irritou um pouco no momento, teria que fazer tudo isso. O jogo de facas dos seus pais estava disposto em cima de onde ficava a gaveta de talheres. Buscou tudo o que seria necessário e o seu maior desafio seria cortar corretamente o rosbife.

“Você quer ajuda?”, Jorge perguntou calmo.

Viu Jorge pegar uma faca com serras e cortar algumas fatias de pão. Depois foi o queijo, a carne, os vegetais... até que percebeu que ele fez todo o trabalho e riu.

“O seu pai pode me levar para ver os meus pais novamente?”, ele perguntou.

“Acho que sim, eu posso perguntar dele quando todos voltarem”.

“A minha mãe gostou de você, só achou que você é nova demais para se casar com alguém como eu”, o ouviu.

“Sabe, não é como se fossemos nos casar amanhã. Isso só vai acontecer daqui a uns anos”, disse desconfortável.

Tinha desenvolvido uma queda por Jorge, mas isso não significava muita coisa agora. Ele estava quebrado e não olharia para uma garota boba de quinze anos.

“Só... dê tempo ao tempo, Astória. Eu ainda estou me acostumando com tudo isso”, Jorge disse tocando na sua mão. “Ainda estamos em julho, eu gostaria de uma olhada na Gemialidades, ver como tudo está por lá”.

“Acho que o meu pai pode providenciar isso”.

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A luz do sol batia estranha na janela do quarto que passou a dividir com Luna. Dormir tarde e acordar cedo não havia se tornado um problema. Às vezes nem dormiam, apenas olhavam um nos olhos do outro tentando encontrar algo familiar ali.

O seu pai havia dito que tinha sido uma sorte e tanto lhe terem entregado uma garota aceitável. Por aceitável ele queria dizer uma moça de sangue puro mesmo não sendo do Sagrado Vinte e Oito. Uma Lovegood, sim, mas eu tinha planos melhores para você, Theo.

Não precisou fazer perguntas a amigos ou ir à casa de Xenofílio Lovegood, Luna não era tão estranha quanto a pintavam na escola. Era apenas mais diferente do que ele pensava. Ela lia com bastante frequência e gostava de se trancar no quarto que era deles. Quando o seu pai estava em casa e tinha tomado várias doses de conhaque depois do jantar, a reclusão da sua noiva se tornava um problema.

Viu o seu machucá-la da primeira vez. Ele a segurou tão violentamente pelos pulsos que pensou que ele fosse quebrar Luna. O seu amiguinho morreu. E você é patética, Lovegood, uma vergonha o meu Theo se casar com alguém como você.

Não tinha demorado muito para perceber qual era o papel dos amigos de Harry Potter nessa história toda: não haveria jeito melhor de humilhá-los do que fazendo-os serem pais da próxima geração de Comensais da Morte. Tinha dezoito anos, uma noiva um ano mais nova e sabia que seriam pais jovens pois a marca serpenteante no seu braço esquerdo exigia isso. O Lorde das Trevas exigia que a descendência deles lhe fosse dada de bom grado.

Não faria isso. Não sabia quanto tempo mais Voldemort pretendia se manter no poder, mas sabia que seria muito.

Luna sentia quando se inquietava por essas coisas, ela parecia ser muito sensível a qualquer mudança no ambiente e parecia ser extremamente ligada às suas mudanças sutis de humor. Tinha todo um cuidado de disfarçar, mas ela sempre sentia.

Faltava pouco para que ela voltasse à escola, a briga para que ela estudasse tinha sido travada e parecia não acabar tão cedo até que o seu pai pareceu cair em si depois que conversou com Ronan Parkinson. Sim, agora eu vejo: se ela não estudar e tiver a mente ocupada, vai ser que nem o marido da garota Pansy e ele já decepção suficiente para a família. Mais um ano negro a aguardava e isso parecia um pesadelo que não teria fim nunca.

Pôs a cabeça no travesseiro e fitou o teto, Luna estava dormindo depois de tomar uma poção para dores. O seu pai não estava muito bem nos últimos dias.

Tinha visto Rodolfo Lestrange ser torturado e quase morto diante dos olhos de todos que faziam parte do círculo íntimo do Lorde das Trevas, sabia o que poderia acontecer se ousasse revidar algo. Rodolfo era um adulto e mesmo assim poderia ser descartado a qualquer momento, por que o Lorde não faria o mesmo com ele?

Astolfo Greengrass estava se arriscando muito em tentar manter contato com eles.

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Tanto fazia para Dafne. Estar casada com Olívio Wood ou não, nada havia mudado na sua rotina, só havia uma pessoa com quem poderia discutir à vontade. Estavam protegidos pelos prospectos da Lei de Casamento.

Foi a primeira a ler a carta que Rodolfo Lestrange mandou avisando sobre o fato da nova esposa dele estar grávida. Grande coisa! Seria mais um mestiço no mundo, e daí? Achava que Hermione Granger não era tão apaixonada assim por Ronald Weasley assim, por isso não se importou muito sobre o fato de ele ter engravidado Pansy na primeira oportunidade que teve. Era nojento só de pensar.

Olívio estava estranho. Ele saía e não falava nada, fazia coisas para o seu pai e não era claro sobre o que estava fazendo de verdade. Desconfiava que eles pudessem estar mexendo com algo que não deveriam e isso a congelava.

Não era o ideal o que tinham, todos eles. A sua irmã levaria mais dois ou três anos até se casar com o Jorge Weasley, Pansy já estava mais que casada com Ronald Weasley, Draco se casaria no Natal com Gina Weasley. Os Weasley todos estavam se embrenhando nas famílias de sangue puro e contava também com Hermione já que ela era uma Weasley honorária. Estavam deitando e rolando e nada podia fazer.

Via Olívio e o seu pai tramarem algo e não poderia sair por aí com uma informação que era meia verdade, meia mentira. O Lorde das Trevas mataria ela e Pansy por estarem levantando uma hipótese. Havia algo dentro do seu coração que dizia que deveria entregar o que quer que fosse, mas havia outra parte que não queria ver a sua família desmoronar.

Era uma praia trouxa, perto de um farol abandonado, Olívio disse que ia ser algo bom passarem algum tempo juntos e jurava que se ele falasse mais alguma coisa sobre quadribol, o acertaria com a Maldição Cruciatus sem pena. Ele ficava mais insuportável ainda quando o tempo passava e ele não subia em uma vassoura. Poderia enviá-lo para jogar junto com Draco, andou sabendo que ele e Blásio estavam jogando com Gina Weasley.

O clima não parecia tão pesado naquele local. As gaivotas estavam voando e Olívio estava catando conchas da areia. Não queria se sujar, então ficou em cima da toalha de banho azul. Estava entediada, completamente.

O resto da sua vida seria entediante assim?

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Tinha conversado há não muito tempo com Dafne. Se sentia como ela, como se algo errado fosse acontecer a qualquer momento. A diferença era que já tinha se adapatado ao que tinha acontecido.

Era estranho passar na frente do quarto de Neville e vê-lo conversando com uma planta. A sua mãe nem sabia porque tinha arrancado a porta do quarto dele, só gostava de implicar mesmo. Não tinha gostado muito do tom de Dafne quando ela mencionou o filho de Hermione Grange e o Monsieur Lestrange, a sua amiga às vezes esquecia que Milla também era mestiça ou fazia isso somente para irritá-la.

Era difícil sentir o que as pessoas sentiam olhando para ela. O seu pai era um Bulstrode, mas era mestiço assim como ela. A sua mãe era uma Parkinson, o sangue puro e orgulhoso que escondia alguém que era apaixonada pelo marido e pela filha. O seu tio Ronan odiava quando apareciam, mas Pansy não parecia se importar tanto com o fato de Milla não ser filha de dois pais de sangue puro... contanto que não começasse a simpatizar com trouxas e nascidos trouxa estava tudo bem. Ela não tinha dito nada sobre traidores de sangue.

Milla e Neville não tinham o melhor dos relacionamentos. Relacionamento no sentido de se relacionarem como pessoas civilizadas que eram. Haviam dias em que tudo o que ele gostaria de fazer era implicar com a sua mãe para que ela implicasse de volta; haviam dias em que se sentava no banco que havia no quintal da sua casa para vê-lo cuidar do jardim. Não tinham o melhor dos relacionamentos, mas também não era um dos piores, tirava por Pansy e Ron Weasley.

Quando sentia fome, Neville a acompanhava na cozinha e lhe fazia companhia. Quando Neville sentia vontade de ler, apenas se sentava com ele na sala de leitura que foi do seu avô Bulstrode. Eles se completavam de um jeito estranho, talvez o mesmo jeito estranho que completava Hermione e Rodolfo Lestrange.

Neville havia sorrido para ela da última vez, algo entre o cansado e o triste, como que se houvesse algo demasiadamente complicada na vida dele. Nem todos ainda estavam se dando conta de que o mundo permaneceria daquele jeito e isso não era um elogio.

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Gina Weasley era malcriada. Respondia para Narcisa Malfoy, sua mãe, de que não seria uma boneca de alta costura para ser vestida e despida e vestida novamente, não teria o seu cabelo arrumado, nem faria as unhas sempre. Observava tudo isso de longe e não poderia deixar de rir do que acontecia, essas ações davam algum alívio cômico a toda essa situação.

Ainda tinha pesadelos sobre a noite em que teve que carregar o seu tio escada acima na Mansão Lestrange. Pensou que ele fosse morrer naquela noite. O corpo do seu tio Rodolfo, espasmando na mesa de jantar da sala da sua casa, foi a coisa mais horrível que viu nos últimos tempos. Observada de longe a evolução do relacionamento dele com a Granger e isso o surpreendia, o fato de estarem tão ligados foi impactante: vê-la chorando sobre o corpo dele havia sido o fato final.

Nas primeiras semanas, Gina basicamente o ignorou. Na verdade, ignorou a todos: não saía do quarto, não queria comer, não estava muito interessada no mundo lá fora. Depois retornaram a Hogwarts e tudo foi calmamente melhorando: ela viu os amigos, não parecia faltar algo ali. Mas faltava Harry Potter. Ambos sentiam a falta dele em níveis diferentes.

Gina sentia falta de alguém querido. Draco sentia a falta de quando o mundo ainda era bom.

Quando as férias chegaram, imaginou uma situação completamente diferente da que encontrou com casa. A Weasley lhe confrontou sobre o que fariam a partir daquele momento, lhe impôs condições de convívio e disse que deveriam pelo menos agir com civilidade se iriam passar o resto da vida juntos.

Não demorou muito para que começassem a conversar sobre alguns interesses em comum, quadribol era o principal. Sabia que ela queria jogar profissionalmente e agora esse anseio foi interrompido. Ela era engraçada também, o modo como ria e roncava depois era hilário. Talvez fosse o alívio no meio disso tudo.

Foi Draco quem mostrou a Gina a carta do seu tio, a que informava sobre o filho dele com Hermione Granger. Amparou a assustada ruiva, ela não acreditava que tudo isso estivesse ficando tão real. Ela não sabia ainda que o objetivo disso tudo era tão obscuro.

Na noite em que mostrou a carta a Gina, tomou coragem e roubou um beijo entre os livros dos seus pais. Depois isso se tornou tão frequente a ponto de vê-la se sentir culpada todas as vezes que faziam isso. Harry Potter há morrido há semanas e sabia que sempre seria um fantasma na sua vida.

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Pansy viu Ron queimar a carta de Rodolfo Lestrange com a varinha.

Certeiro. Feroz. Raivoso. Amargurado.

Viu todas essas facetas do pobretão em um único olhar quando ele levantou a cabeça depois de ter lido aquele pergaminho. Lembrava de cada palavra dele.

Caros Ronan e Delena Parkinson,

É com grande satisfação que anuncio a espera de minha descendência. Hermione Lestrange está gestando a continuação de nossa linhagem. Conto com a compreensão de todos.

Rodolfo e Hermione Lestrange.

Aquilo havia sido o suficiente para que Ronald explodisse as janelas do seu quarto e gritasse enfurecido. Ele não tinha razões para isso. A vida dele era com Pansy agora e nada poderia mudar.

Era excitantemente perigoso entrar nas salas vazias da escola para fazerem as suas sacanagens à vista de todos. Não havia sido o garoto com quem perdeu a virgindade, mas com certeza foi o garoto com quem mais transou visto que não tinha tido tantas experiências assim, os garotos da Sonserina eram feios e estranhos. Tantos encontros às escuras nas salas vazias renderam um fruto que agora não a deixava dormir pois se mexia demais e estava começando a deixa-la gorda.

O seu filho terá a mesma idade que o filho de Hermione Granger e sentia certa hipocrisia emanar do corpo de Ron. Ele havia seguido em frente, por que a Granger não poderia também? Pelo que viu nas vezes em que o sr. Lestrange a visitou em Hogsmeade, os dois pareciam bem íntimos.

Se enfurecia todas as vezes que o via enfurecido por causa do pergaminho. Isso rendia sessões de sexo com raiva e às vezes poderia ser bastante interessante se olhasse por essa lente às vezes. Só às vezes. Na maioria delas queria Ronald longe.

Dafne e Milla tinham perguntado como ela conseguia se dar bem com Ronals Weasley e a única coisa que respondeu foi que não precisava conversar direito com ele, o lance dos dois era puramente carnal. Como estavam abençoados pela maldita Lei de Casamento, poderiam pintar e bordar tanto quanto gostassem.

Só odiava todas as vezes que ele mencionava que ele deveria ter ficado com a Granger, ele parecia obcecado, doente por ela. Nada de bom poderia sair dali e temia o pior, que o seu filho crescesse sem o pai, mesmo ele sendo um inútil.

(You Belong With Me – Taylor Swift)

Se você pudesse ver que eu sou quem entende você, estive aqui o tempo todo

Então por que não pode me enxergar? Você pertence a mim

Notas finais
Há um motivo para o ponto de vista da Astória ter ficado maior e ter tido diálogos. Me deixem saber se gostaram :)