Strange Things
13 Treze
Notas iniciais
I can’t barely breathe when you’re here loving me
Fire meet gasoline, burn with me tonight
Hoje era o grande dia de Hermione e Rodolfo ainda não tinha recebido uma carta sequer. Quanto mais tempo passava, mais sentia que a havia afastado percebendo que a tinha trazido para mais perto do que pensou um dia. Há duas semanas não era chamado pelo mestre e estranhava isso.
Abotoou a camisa no punho colocando as abotoaduras de seu avô Radolfo. Parecia estar arrumado demais. Nunca havia se arrumado demais. Passou as mãos nos cabelos e puxou o copo com uísque do criado-mudo, estava quase na hora de ir para Hogwarts.
Colocou a sua capa preta e abriu a porta da frente, descendo as escadas em direção ao ponto de aparatação. Quando deu por si, já estava em Hogsmeade. Respirou fundo e subiu a rua em direção a escola, hesitando em alguns pontos. As portas do Pátio Interno já estavam abertas e subiu, vendo que algumas pessoas já estavam lá. Viu Cissa e Lúcio de longe com Draco. Ronan e Delena Parkinson estavam juntos, ela era tanto sua prima quanto Astolfo era seu primo, filhos de sua falecida tia-avó Lucrécia. De fato, todas famílias de sangue puro pareciam estar interligadas pelo sangue. Helena, a irmã de Ronan, estava segurando Emília e Neville Longbottom pelos ombros. Nott estava com o filho e a menina Lovegood. Tudo parecia tão insuportável.
Buscou com os olhos por Hermione, tendo a infeliz constatação de que talvez ela não estivesse ali porque não queria vê-lo. Andou até onde sabia que era o Salão Principal e viu que ele já estava totalmente ornamentado nas cores de todas as Casas. A diferença principal era que esse ano a atmosfera pesada e sombria tomava conta do ambiente. Se sentou longe, quase no fundo, esperando que logo tudo isso começasse.
“Rodolfo”, Astolfo Greengrass lhe dirigiu a palavra. “Gemma e eu vamos nos sentar com você, estamos esperando Dafne terminar de se arrumar para poder descer com os outros colegas. Hermione está com ela e Astoria, que Merlin a proteja de minhas filhas”, ele riu.
Não disse nada, apenas assentiu com a cabeça e permaneceu calado até que o salão começasse a se encher e nada de Hermione. Não demorou muito para que Dafne Wood fosse até eles com Astória.
“Aonde está Hermione?”, perguntou ansioso. Astolfo olhou para ele e deu meio sorriso.
“Ela está terminando de se arrumar, não quis minha ajuda por muito tempo. Minerva deixou que ela falasse pela Grifinória”, Astória respondeu. “Vocês viram Jorge?”
“Ele estava com Olívio, querida”, ouviu Gemma dizer.
Passou a não prestar muita atenção no que eles estavam falando e mais tempo se concentrando em achar Hermione. Tudo em vão, logo percebeu que ela estava ao lado de Minerva McGonagall à frente de todos sob as luzes das velas. Não demorou muito para que todos começassem a realmente se sentar e Dafne foi para as primeiras cadeiras se sentar com os seus amigos sonserinos. Se pegou se lembrando da sua formatura e depois da do irmão, a qual o seu pai havia se recusado a ir.
Todos os alunos estavam dispostos nas cadeiras e viu Hermione de vestes negras com detalhes em vermelho e dourado, com os cabelos semi-presos e o rosto diferente. Ela parecia mais corada e com os lábios mais brilhantes. Sacudiu a cabeça e tentou prestar atenção no que ela diria a seguir.
“Eu confesso que não estava me sentindo pronta para esse momento, disse à Profa. McGonagall que não era eu quem deveria estar aqui, eu não estive aqui durante os últimos meses. Mas ela disse que seria uma falta e tanto com os meus amigos se não falasse por eles. Não os que estão aqui, mas aqueles não podem mais estar no nosso convívio. Perdemos Harry há algumas semanas e estamos aprendendo a nos ajustar a isso tudo, a vida sem ele, a esse novo mundo que nos foi apresentado e que estamos entrando. Temos que ter cuidado com que nos relacionamos e precisamos cuidar muito bem de nós mesmo e dos nossos amigos e familiares. Como eu disse, não tenho muito mais a falar, mas quero que saibam que a memória de Harry Potter sempre estará conosco assim como a do Prof. Dumbledore, Remo Lupin, Ninfadora Tonks, Fred Weasley e tantos outros que acreditaram em nós. Não foi em vão”, ela finalizou.
Hermione, o que você fez?
Deixou o seu casaco aonde estava e andou pela lateral até chegar perto de onde ela estava. A tocou pelo braço, ela se assustou mais do que pensou que se assustaria, como se não estivesse esperando ser chamada logo para alguma coisa que não fosse aquilo.
“Precisamos conversar em particular, mas depois”, sussurrou e a deixou, retornando para o seu assento com os Greengrass. Teria explicações do que foi aquilo.
Viu outros alunos discursarem e receberem as suas honrarias, Hermione acabou sendo destacada como a última Nascida Trouxa a se formar em Hogwarts. Achou humilhante e não só para ela. Só queria que tudo isso acabasse logo para que pudessem ir para casa. Já tinha se levantado uma vez para mandar um recado a Alef para que buscasse o malão de Hermione no dia seguinte. Não ficariam para recepção ou qualquer outro tipo de festa, só queria ter Hermione para si o tempo todo agora que o seu sangue esfriou um pouco.
O salão começou a esvaziar e viu Helena passar com Emília Bulstrode e segurando Neville pelo braço, ele não lhe lançava um olhar sequer pelo que tinha feito com os pais dele. Viu que ela berrava com ambos e tentava atrair a atenção de Ronan, o irmão mais novo dela.
“Mas que coisa, Ronnie! O papai disse que Emília poderia ir para a sua casa depois da formatura enquanto eu cuido desse aqui para que se comporte melhor”, a ouviu dizer.
“De novo não, Helena! O nosso pai é um homem velho e que não sabe o que diz, foi ele mesmo quem tirou você da tapeçaria. Não insista mais”, Ronan respondeu. Não demorou muito para que um rabo de porco saísse de sua calça e já sabia aonde isso ia acabar, se azarariam até que não fosse mais possível se reconhecerem.
Viu Hermione andar até ele devagar conversando alguma coisa baixo com Ronald Weasley e ele parecia bastante constrangido, talvez até frustrado. Ela chegou a resmungar antes de ser puxado pela filha de Ronan. Tocou o braço de Hermione e fechou a sua mão ao redor dele, trazendo-a para mais perto delicadamente para que que não chamassem a atenção. Por sorte o Lorde das Trevas não estava acessível para ir a tal evento, nem Pio estava doente e Yaxley estava cuidando para que as vontades do seu lado prevalecessem nele.
“No que você estava pensando, Hermione?”, perguntou quando se aproximou dela, dando aos outros a impressão de que estavam conversando aos sussurros.
“Harry era meu amigo, ele merecia que isso acontecesse, Rodolfo. Me pareceu a oportunidade perfeita”, ela respondeu em um tom desafiador. A estúpida bravura grifinória da sua esposa da casa de Godrico.
“Você teve sorte hoje, eu nem sempre posso estar do seu lado para proteger você”, disse com mais ferocidade. Hermione estava brincando com fogo.
“Já percebeu que quando você tenta me proteger de algo você entra em confusões maiores ainda?”, Hermione disse cortante. Isso confirmou que ela desconfiava e agora tinha certeza que ele tinha matado Aleto e Amico Carrow.
Ela tinha razão, se metia em confusões maiores ainda por causa dela. Não podia evitar. Ficou sem falar até que sentiu os olhos dela relaxando e o corpo amolecendo. Soltou o braço da esposa e a puxou pela mão até um canto mais afastado.
“Sim, eu já percebi. Se o seu sermão já acabou, há algo que eu gostaria de fazer”, antes que ela pudesse protestar, Rodolfo agarrou Hermione pela cintura para que pudesse beijá-la, falariam disso depois, em outro momento. Agora queria matar a saudade que estava de sentir as curvas dela contra a sua mão e o seu corpo.
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Rodolfo precisava parar de fazer coisas assim, interrompê-la só com um beijo. Suas pernas ainda estavam trêmulas com o contato dele com o seu corpo. Sentia que não demoraria muito para que terminassem o dia do jeito que fizeram há algumas semanas. Teria a conversa sobre a morte dos Carrow e confrontaria Rodolfo, mas deixaria que ele estivesse completamente calmo e em paz para que fizesse isso.
Se deixou levar pelo beijo e notou que o barulho das pessoas foi ficando mais baixo, como se estivessem se calando. Apartaram o contato e percebeu que algumas pessoas olhavam para onde estavam, se perguntando que diabos havia com eles.
“É melhor irmos para casa, Alef virá buscar as suas coisas amanhã. A menos que queira ficar para o baile, é deprimente, já vim a dois”, o ouviu rir tentando descontrair. Ele estava desconfortável.
“Sim, vamos. Só preciso me despedir de duas pessoas”, saiu de perto de Rodolfo e andou até o meio das pessoas.
Viu Luna com Nott, pai e filho, o pai de Theo não parecia muito receptivo a outras pessoas, mas mesmo assim a abraçou com a promessa de que escreveriam uma para a outra. Tinha se apegado aos amigos mais que nunca. Depois foi até onde estavam os Bulstrode e Parkinson para se despedir de Neville e Ron mesmo o ruivo não merecendo. Não prometeu que escreveria e Neville parecia estar sentindo raiva e decepção, foi a primeira vez que a viu com Rodolfo em um momento mais afetuoso. Por último, viu Gina com Draco Malfoy e Narcisa.
“Narcisa vai me deixar escrever para você, Mione, mas só porque ela ainda considera Rodolfo da família e essas coisas. Papai e mamãe vão me visitar nas férias e acho que posso tentar convencer Narcisa a deixar que você nos visite. Estarei em contato sempre. Boa sorte, Mione”, ela falou.
“Você também vai precisar muito de sorte de Gina. Eu escreverei toda semana”, a abraçou e deixou que rapidamente aquele momento se esvaísse.
“Se cuide. Por Harry, Mione”, a ruiva sussurrou a última parte antes de serem separadas por Minerva McGonagall.
A professora lhe lançou um sorriso doce e lhe entregou um medalhão com um leão dourado com olhos de rubis. Era com certeza mais uma das quinquilharias de Godrico pelo que parecia e riu baixo. A senhora lhe abraçou fortemente e lhe beijou a face como uma mãe faz com a sua filha. Também disse para se cuidar e realmente precisaria a partir de agora, estava por si só.
Andou de volta até Rodolfo e viu que ele estava de cenho franzido por ter colocado algo no bolso das vestes de formatura. Ele beijou a sua testa e foram em direção ao pátio interno, sentindo que logo desceriam até Hogsmeade. Andou silenciosamente com ele até um ponto em que pudessem aparatar com segurança. Tocou o braço de Rodolfo e se sentiu ser sugada para outro lugar que era o que chamava de casa agora.
Desaparataram nos jardins de entrada da Mansão Lestrange e olhou com mais atenção para a fachada da casa, para as suas pilastras brancas e seus parapeitos vazados em estilos diferentes. Nem em um milhão de anos pensaria que aquela casa pertencia aos Lestrange e que lhe pertencia agora também. Também não demorou muito para que Rodolfo a agarrasse pela cintura e a puxasse para mais perto tirando-a do chão. Claro que conseguia, ele era muito mais alto e bem mais forte que ela.
Sentiu o homem lhe beijar os lábios com fervor e desejo, como se não houvesse mais nada no mundo que tivessem que fazer além de ficarem se agarrando pelos cantos. Então pensou no que aconteceu no Três Vassouras e viu que não deveria ter feito isso. Sentiu o corpo esquentar nos braços do homem e não demorou muito para que passasse os braços pelo pescoço dele, trazendo-o para mais perto. Notou que Rodolfo pareceu gostar disso e percebeu um meio sorriso quando finalizaram os beijos.
Uma mão grande foi em direção à abotoadura das suas vestes e logo a peça foi facilmente descartada, mostrando o seu vestido negro solto. Se sentiu um pedaço de carne quando Rodolfo sorriu mais abertamente para o seu decote. De novo ele a agarrou, mas dessa vez conseguiu levantá-la pela cintura enquanto subiam as escadas cautelosamente. Já na porta de entrada, Rodolfo girou a maçaneta da porta e a puxou para dentro. Esse homem parecia ter um fogo crepitando dentro de si que parecia aumentar quando em contato com ela, isso acontece quando fogo encontra gasolina.
“Eu vou agarrar você pela cintura e você vai enlaçar as suas pernas no meu quadril, do jeito que estou não vamos conseguir chegar no quarto”, ele falou enquanto mordiscava a sua orelha já tocando a sua cintura com um pouco mais de força.
Dito e feito, ele a segurou pela cintura para que pudesse enlaçar as suas pernas pelo quadril dele. O fez e logo sentiu as mãos de Rodolfo a segurando pelas nádegas enquanto a beijava, indo na direção da biblioteca e depois fechou os olhos. Se sentiu sentando em algo duro até ver que tinha sido sentada sobre a escrivaninha. Os beijos agora desciam pelo seu pescoço indo em direção ao seu colo. As mãos de Rodolfo foram parar nas suas costas e sentiu o zíper da sua roupa descer. Com fúria contida ele desceu as alças do vestido pelos seus braços revelando os seus seios que sabia que eram modestos. Tudo isso a fazia lembrar o tempo todo de que talvez estivesse a minutos de perder o seu último bem mais precioso, a sua virgindade. Sabia que isso aconteceria uma hora ou outra no seu casamento, só não esperava que fosse acontecer tão rápido.
Percebeu que divagava quando sentiu Rodolfo tirar os seus braços da frente dos seus seios e começar a roçar os dedos na pele para logo depois ir de encontro aos seus mamilos. A mão dele era grande, então não foi difícil para ele começar a massagear essa sua parte do corpo enquanto sentia lábios quentes no seu outro seio, beijando, mordiscando levemente e passeando com a língua. Rodolfo seria céu e inferno para Hermione e não demoraria mais muito para começar a queimar junto dele.
O seu corpo respondia, queria. Apesar da apreensão e expectativa que tomaram conta do seu corpo, não conseguia não pensar que Rodolfo Lestrange seria um excelente amante pelo modo como estava-a tratando até o momento. Parecia reverenciá-la a todo momento e isso era um conforto. Só não sabia se ele percebia que ela deveria ser intocada e ficou na sua cabeça sobre contar ou não. Ele eventualmente descobriria.
Rodolfo, depois de fazê-la ver estrelas com as suas carícias, a puxou da escrivaninha para irem para o chão. Não sabia se isso era um fetiche dele ou não, mas se deixou levar até que ele retirou completamente o seu vestido. Viu quando ele franziu o cenho.
“Por que não rendada?”, ele perguntou deslizando a peça pelas suas pernas. Percebeu que estava agora completamente nua na frente dele.
“Porque eu não tenho dinheiro e você é pão-duro”, respondeu rindo.
“Um erro meu, perdão”, ele disse tocando o seu quadril com uma mão e descendo beijos pela sua barriga. “Vamos resolver isso logo, quero ter visões sensuais com você o tempo todo”.
Rodolfo beijou a sua intimidade e gemeu alto, ele acertou em cheio o seu ponto mais sensível. Ficou beijando e mordendo levemente os seus lábios íntimos até que começou a brincar com os dedos na sua entrada. Falaria? Arqueou as costas quando percebeu que ele tentaria colocar um dedo em si e gemeu alto quando o seu corpo encontrou resistência. Ele tentou mais algumas vezes até sentir vontade de fazê-lo parar com isso para que fizessem amor logo. Ele pareceu ler a sua mente. Sentia que que estava preparada o suficiente para o que quer que aconteceria a partir de agora
Rodolfo se levantou e ficou de joelhos. Ouviu o barulho do metal do cinto sendo desafivelado e jogado para longe, depois ouviu o zíper da calça de Rodolfo ser abaixado e a peça ser arremessada longe junto com os sapatos sociais que ele calçava. Sentiu as mãos dele afastando as suas pernas e se colocando entre elas. Algo rígido lhe cutucou a intimidade e o homem se deitou por completo em cima de si.
“Eu prometo que vou com calma, devagar. Mas só dessa vez porque é a sua primeira”, Rodolfo sussurrou no seu ouvido e beijou o seu rosto delicadamente. Sentiu quando a mão esquerda dele tocou a sua e o seu instinto lhe disse para segurá-la pois precisaria de um mínimo de conforto.
Sentiu Rodolfo entrando e logo a ardência da sua virgindade indo embora começou a pressioná-la. Não doía tanto quanto tinham lhe dito que doeria. Tinha lido a respeito e era normal doer, mas só doeria demais se estivesse muito ansiosa. Estava tão relaxada que sabia que não sentiria quase dor, só o seu hímen se rompendo.
Quando sentiu que estava completamente dentro, Rodolfo parou e esperou um pouco. Abriu os olhos e sentiu que ele estava se controlando para algo não acontecesse. Precisava se acostumar com a sensação do novo acontecendo no seu corpo. Tocou o rosto de Rodolfo com a mão esquerda e ele levantou a cabeça, beijando a sua palma. Assentiu com os olhos e ele percebeu que poderia voltar a se movimentar.
Sentiu um pouco de dificuldade nas primeiras vezes em que ele investiu, mas depois o incômodo foi sendo gradualmente substituído por um leve sentimento de que tudo estava certo e daria certo no final. Rodolfo não demorou muito para ficar mais rápido e mais determinado. Se segurou nele o mais forte que conseguiu e sentiu algo quente lhe preencher. Rodolfo urrou baixo e enterrou a sua cabeça no ombro de Hermione. Ele saiu de dentro de si e se deitou no chão ao seu lado, respirando ofegante. Passaram minutos até que algo fosse feito.
Rodolfo se aproximou e abraçou Hermione desajeitadamente, apoiando o queixo no seu ombro e beijando.
“Nós devíamos ter feito isso em uma cama apropriada, não no chão da biblioteca dos meus pais”, ele riu.
“Eu não teria pensado em um lugar melhor para isso”, falou baixo.
“Por que?”, Rodolfo perguntou curioso.
“Pela primeira vez na vida eu fui espontânea. Eu me deixei levar, eu quis que acontecesse. Foi como voar, eu acho”, riu.
Rodolfo a abraçou mais forte e talvez só saíssem dali depois de horas.
(Fire Meet Gasoline – Sia)
Eu mal posso respirar quando você está aqui me amando
Fogo encontra gasolina, queime comigo esta noite
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