Notas iniciais
Boa leitura!

O Verão Está Chegando

PODDRICK

Pela manhã, partiu de Winterfell em direção ao porto, para o leste, enfrentando o resto das poças de gelo que derretiam com a chegada do verão. Ele adoraria estar em sua cama, adormecido entre colchas de pele, com seu casacão e seu lobo a lhe aquecer. Também adoraria estar servido de vinho e silêncio, embora a floresta estivesse especialmente barulhenta ainda na madrugada. As árvores balançavam-se com rapidez, batendo seus galhos finos nos cavaleiros, que cavalgavam com fúria, logo atrás dele. Abrindo caminho, o filho de Lorde Stark liderava a excursão em direção ao porto da Ponta do Dragão Marinho, passando por dentro de Bosque Profundo. A missão era banir e julgar os foras da lei que atormentavam a estrada do rei e os Glover, Casa juramentada aos Stark.

Ao menos estava em seu cavalo de guerra preferido, um montanhista de pelo negro e focinho marrom. Chamava-o de Feroz, embora o cavalo não atendesse por outro nome além de “Milho”, ele adorava milho. As orelhas do alazão continuavam erguidas, como sempre estavam quando ele tinha energia para correr por milhas sem parar o ritmo. No entanto seus homens não possuíam cavalos tão bons, e por isso ele costumava se distanciar deles e refrear Feroz, até que o bando conseguisse acompanhá-lo. Isso apenas cansava mais o bicho, e Poddrick sentia pena dele.

— Milorde! – ouviu um dos homens gritando a suas costas. Era seu mestre de armas, que trouxera exatamente para ajudar Bosque Profundo, um castelo tão debilitado. Uma reforma em sua forja traria boas novas aos Glover. – Poddrick!

O homem refreou Feroz e virou as rédeas, fazendo a cabeça do cavalo acompanhar o movimento. O animal parecia contrariado, estava ofegante e raspava os cascos de tal forma que a qualquer momento poderia sair correndo. Se fosse um cavalo rebelde, o faria, mas Pod o treinara bem. Quando se aproximou dos demais cavaleiros parados, perguntou o que acontecia. Pareciam muito transtornados e até mesmo apavorados. Seus olhos se fixavam em uma árvore, ligeiramente fora da trilha que seguiam para o Leste. Quase escondido.

— Pelos deuses – o filho do Lorde murmurou, encarando firmemente o cadáver pendurado no troco da árvore, com o galho a lhe perfurar o peito. Seu sangue já estava seco e os cabelos todos raspados, mas era possível ver que se tratava de uma mulher, por causa da curva da cintura e dos seios através das roupas de saco e linho de lã. – Tirem-na dali! – ele ordenou imediatamente, apontando para dois homens mais afastados do grupo. – Cavem uma cova agora. Vamos enterrá-la e então continuaremos nossa viagem normalmente.

Eles obedeceram sem hesitar, os homens do Norte não se feriam facilmente e sabiam obedecer ordens. Em pouco tempo o cadáver estava envolto em um manto puído e dentro de uma vala rasa, eles jogaram terra por cima e apalparam com os pés, de modo que apenas uma ondulação fosse visível.

— Que os deuses tenham piedade de sua alma – murmurou Poddrick, montando em seu cavalo novamente. – Vamos, não teremos tempo, as pessoas que fizeram isso estão nos alertando sobre quão maus são. Precisamos acabar com eles.

E dito isso, apertou a barriga de Feroz com o salto da bota e o cavalo saiu em disparada, descansado e pronto para uma nova corrida. O grupo continuou por mais horas, sem descansar ou avistar cadáveres pendurados em árvores. Um pequeno riacho cruzava a trilha e eles desmontaram brevemente apenas para beber e dar de comer aos animais. Todos falavam sobre o julgamento que fariam contra os rebeldes e como lutariam pela honra de suas famílias, pois ninguém era páreo para a justiça dos justos e para a honra dos dignos. Os deuses os elevariam em seu paraíso quando retornassem com a vitória, pois o bem sempre prevaleceria. E eles estavam protegendo a todos.

Poddrick apenas lembrava-se de como seu filho bastardo ficara irritado com o fato dele ter “despedido-o” daquela missão, mesmo que fosse seu escudeiro. O rapaz era muito ousado e bravio, mas ainda tinha treze anos e nada faria além de ser um peso a mais. Sendo a única família que lhe sobrou, Pod tinha medo de perdê-lo. E no entanto querem me casar com uma menina da mesma idade. Se o rapaz fosse seu filho de sangue, talvez casassem a menina Bolton com ele. Pod jamais aceitaria aquele noivado, preferia matá-la e provocar uma rebelião do que ter uma Bolton ao seu lado. Optava por se casar com uma Glover, assim como era oferecido a filha do Lorde. Iria ter com eles, livraria suas terras da aflição dos foras da lei e conheceria a moça. Caso ela o interessasse, poderia arranjar um noivado. O pai o permitira. Assim como o permitira ir até Cerwyn visitar os avós de suas irmãs Clarysse e Bryanna, que possuíam outra neta, uma donzela de dezenove anos de beleza “nortenha”. Também estava autorizado a ir ter com os Umber e os Tallhart. E suas donzelas, claro.

Queriam vê-lo casado imediatamente, agora que o corpo de sua primeira esposa havia esfriado nas catacumbas de Winterfell. Ele ainda sentia um pouco de receio. Ter uma responsabilidade era algo, ser filho de Lorde era algo. Mas lidar com uma mulher poderia ser três vezes pior que lidar com a morte de um homem na guerra. Os mesmos problemas iriam perturba-la sempre, e ele teria de se redimir sempre. E caso se demorasse a dar notícias, ela iria se jogar de cima de uma torre.

— Milorde, sugiro que continuemos agora. – o mestre de armas disse sutilmente, despertando-o de seus pensamentos obscuros. Pod raramente pensava em sua esposa e normalmente era sobre como ela ficava bonita em um vestido verde. Era menor que as mulheres nortenhas comuns, e tinha cabelos louros ao invés de negros. Mas era bela, de qualquer forma. Impaciente e deselegante, mas bela.

O grupo deu seguimento a viagem. O Sol já brilhava fortemente no alto do céu quando adentraram a Mata dos Lobos, em direção ao norte. A trilha perdia-se entre os carvalhos, embora as folhas ainda não tivessem voltado a crescer nas árvores. Todo o assunto de casamento e alianças por causa de uma possível tensão política o estavam deixando louco, e mal notou quando as cercas de Bosque Profundo surgiram a frente, numa planície de elevados morros, onde o castelo fora erguido. Na base, encontravam-se casas de camponeses que trabalhavam para o Lorde Glover, junto de algumas tavernas e estalagens. Em seguida, no próximo nível estavam as oficinas, a forja e o comércio em geral. No alto da colina, encontrava-se o castelo, uma construção consideravelmente pequena, com uma torre de vigia de quinze metros apontada em direção ao Mar de Gelo.

— Não vi um fora da lei sequer. – comentou o mestre de armas, juntando-se ao alazão de Pod em sua corrida. Passaram pelo cercado de madeira e subiram em direção ao castelo. – Além daquele cadáver perto de Winterfell, não há nada aqui. Chegamos cedo demais para a caçada? – o homem tinha um nariz grande e feio, vermelho por causa do frio. Porém era forte, tinha um grande machado em suas costas e os cabelos longos presos por uma fita de couro. Chamava-se Morgus.

— Caçaremos pela encosta do Mar de Gelo, onde seus acampamentos estão. Os Glover os observaram durante semanas, estão se juntando, todos que pretendem se unir nessa rebelião tosca. Serão exterminados pelas forças dos lordes, sem sombra de dúvidas. Apenas me perguntou por quê. Se não houvesse algo maior atrás dessas pequenas rebeliões, eles estariam por aí, ainda? Me pergunto quem está organizando o maior evento. – Poddrick comentou, o cavalo caminhava calmamente, a cabeça baixa e as orelhas arriadas. Estava enfim cansado. O mestre de armas assentiu, ouvindo concentrado todas as opiniões de seu jovem mestre.

— Ouço falarem sobre os Bolton, sobre uma possível fuga. Eles estão em Forte do Pavor no momento, comemorando o casamento do filho de Lorde Bolton com a menina Lannister. Mas as suas malas já foram feitas antes deles viajarem até Correrrio. Dizem que se mudarão para lá.

— Lorde Tully retornará a Correrrio antes. O filho precisa enterrar seu pai e abandonar Porto Real. Namond seria tolo de não fazê-lo.

— Pergunto-me se Namond diria o mesmo a vossa senhoria, se recebesse do rei novas terras, próximas a Porto Real. Os Tully realmente fizeram um lar ao Sul. Não o vejo há anos, desde que o velho Lorde enviou suas filhas para se casarem com nossos homens. – Morgus bufou. – Eles perderam a ciência do que é um lar e do que é uma cultura. Não são mais de Correrrio, eles pertencem a Corte. Prefiro um Bolton assentado nas Terras Fluviais e cuidando dos homens como merecem, do que um Tully em Porto Real ignorando seus senhores.

Pod franziu as sobrancelhas, encarando o mestre de armas. Ele realmente havia dito que preferia um Bolton como Lorde Protetor das Terras Fluviais? O que os homens costumavam pensar, além de bobagens? Seriam eles apenas ignorantes ou benévolos? Os Bolton mereciam a foice, e apenas isso.

Não prolongou o assunto, pois não queria ainda mais frustrações em sua mente. Tudo o que lhe importava agora era se apresentar a Lorde Glover e beijar a mão de sua filha, ter um desjejum em sua mesa e passar o tempo com os homens de Bosque Profundo. O cavalo parou em frente a um cavalariço, que segurou suas rédeas e ajudou Pod a descer. Ele recebeu suas trouxas e sua espada, enquanto um pajem o ajudava a achar o caminho até o salão de Lorde Glover, onde o homem estaria. No pátio em frente ao castelo, muitos jovens rapazes tentavam a sorte no arco e flecha, provavelmente em treinamento intensivo para a expedição do dia seguinte. Morgus o acompanhou de perto, ambos subiram as escadas e adentraram o castelo de madeira. Era velho, cheirava a mofo e o fez espirrar algumas vezes, antes de se acostumar com o ar pesado e frio.

— Houve um dia que meu finado pai disse “abençoado será quando um Stark pisar em minha fortaleza” – ele ouviu a voz jovial do velho Glover ecoando de uma parede de pedra recém construída dentro do castelo, provavelmente para sustentar a construção antiga. – E eu vivi para ver isto.

Lorde Glover era um velho de cinquenta anos, tinha cabelos brancos e uma barba longa, andava curvado sobre uma muleta de madeira, que também lhe servia de cadeira. Era um homem pequeno, tão pequeno que muitos pensaram ser um anão, mas não o era. Magricela e sem carne, poderia adoecer e morrer a qualquer momento, principalmente morando em um lugar como Bosque Profundo. Mas continuava firme e forte. Ele avançou sobre Pod mais rápido do que muitos poderiam em suas condições e o envolveu em um abraço animado, beijando sua face brevemente com um estalido seco.

— Sorte! Isso é o que chamo de sorte! Por favor, queira me acompanhar, Pod Stark, meus homens estão ansiosos para conhecê-lo. Nunca viram o rosto de um homem mais nobre do que eu. Coitado deles! – e soltou uma gargalhada – Venha, milorde, venha. Há muito para ver aqui. Precisa conhecer meu filho herdeiro, Hulice e minhas queridas meninas. Irão cantar para nós hoje, após a ceia. Janice, Jenolya e Elyna. Três moças encantadoras, asseguro. Se minha querida Marthe estivesse viva, creio que já o teria puxado até as meninas para se assegurar de que se apaixonasse por todas. Mas eu não sou ela. Então venha adorar os meus filhos, por favor.

Ele soltou outra gargalhada e o puxou com a mão em seu pulso. Pod já havia se acostumado com recepções como aquela. Os velhos lordes juramentados a sua Casa normalmente tendiam à melancolia taciturna ou a animação eufórica. Ele preferia a segunda opção, pois ao menos o deixava feliz junto. Poddrick conheceu Hulice, um homem de trinta anos, casado e com filhos, provavelmente apenas esperando para se tornar o próximo Lorde Glover. Tinha um escudeiro muito parecido consigo mesmo, o que sugeria que fosse seu bastardo. O rapaz possuía dezoito anos, um homem feito, olhando furtivamente para as criadas (e às vezes os pajens). Pod não gostava do tipo dele.

— Jeny estava a procurar o senhor, papai. – disse Hulice, após uma breve mesura para Pod. – Disse que tinha sérios problemas com sua aia, que não entendia nada sobre cabelos.

— Essa menina não se contenta com nada além do melhor. E é difícil arranjar boas aias nesse lugar. – ele apontou seu castelo. – Somos um pouco esquecidos aqui, embora tenhamos defendido Winterfell e a Muralha por milênios.

— Seus feitos sempre são lembrados, Lorde Glover – garantiu Pod, e o velho gostou do elogio. Poddrick queria riscar logo o nome de pretendentes se sua lista, e com certeza as moças Glover não estavam em posição favorável. A menina Jenolya já fora desconsiderada. Não quero outra reclamona no meu ouvido. — Hulice vem treinando os novatos? Vejo o pátio cheio de recrutas.

— São apenas meninos, se ofereceram ontem e os treinei hoje desde o amanhecer. São fracos, mas mais vale a bravura que a compra, melhor seria tê-los do que mercenários, que fogem quando são ameaçados. – Hulice concordou, cruzando os braços. – Até amanhã já saberão atirar as flechas que precisamos para a investida.

— Nas florestas, nossos homens mais experientes treinam em árvores com seus machados e alabardas. – contou o velho, gabando-se. – Temos lenha até para o inverno do ano que vem – e soltou outra gargalhada que resoou em sua parede pedra.

O pai e o filho caminharam com Poddrick pelo castelo, cumprimentando guardas e passando as estratégias da batalha. Não seria uma batalha de verdade, apenas expulsar os foras da lei do Mar de Gelo e manter Bosque Profundo em segurança. Na Mata dos Lobos era impossível de manter todos os desertores da Patrulha da Noite e criminosos presos, eles se escondiam muito bem e a floresta era grande, porém a trilha e a Casa Glover permaneceriam intactas.

Eles pararam em frente a uma janela no segundo andar do castelo, observando a floresta dos lados e a planície que seguia em frente até o Mar de Gelo. Era uma boa vista para o silêncio e a meditação. Velho Glover deixou-os brevemente para ir até o quarto de suas filhas, onde elas estavam bordando (ou ensaiando para a noite). Ele retornou com todas elas ao seu redor, seus olhos estavam brilhando, ansiosas por ver o herdeiro Stark. Eram donzelas, todas as três, embora a mais velha possuísse quase trinta anos e a mais nova quase vinte. Seu pai não o queria casado com Jenolya, a mais velha, mas apenas com uma. Seria vergonhoso para Jeny ver uma de suas irmãs menores casadas, enquanto ela permanecia donzela. Mas o seu tempo havia passado.

Elyna e Janice pareciam mais moças e tinham sorrisos pequenos, comprimidos por trás de uma leve timidez. A primeira possuía cabelos castanho-avermelhados, madeixas curtas, batendo em seus ombros e encaracolando nas pontas, seus olhos eram negros como os de uma corça e o nariz era fino e arrebitado. Sua testa e queixo eram sardentos, porém ela não parecia agredida pelas sardas, apenas adornada. A segunda era morena, dos cabelos a pele, com olhos mais claros que a da irmã, porém com sobrancelhas grossas e negras. Sua boca era grande, lábios grossos e pouco delineados. Possuía algumas pintas grandes no rosto, mas não sardas. Eram mais bonitas que sua irmã mais velha, porém não especialmente agradáveis.

— Milorde, deixe-me apresentar minhas filhas, a mais velha, Jenolya, a inteligente Janice e minha doce Elyna. Elas insistiram em conhecê-lo antes da ceia. – o velho deixou que elas se aproximassem e Pod beijou a mão de cada um com uma mesura cortês. Quando parou em frente a Elyna, a jovem deu um risinho envergonhado e quase puxou a própria mão. Ele achou aquilo engraçado.

— Não precisa ter medo de mim. – ele garantiu, e a irmã Jenolya deu-lhe um apertão no braço que ficou vermelho na pele branca da moça. Ela gemeu num sussurro e se afastou, escondendo-se entre as irmãs. A mais velha parecia uma espécie de mãe, e estava ralhando com a mais moça.

— Jeny é realmente atenta a todas as educações. Não a julgue – pediu Hulice, quando elas se foram. – Janice é realmente inteligente, já leu todos os livros que dispomos e sabe mais sobre nossa família do que todos os Lordes souberam juntos. Mas Elyna é... como dizem os cantores? Ela é uma donzela da Lua. Vive em sua pureza e candura. A timidez esconde uma alma nobre.

— Acredito nisso. São todas jovens estonteantes. E o que dizem sobre casar? Imagino que Janice não goste muito da ideia, as meninas mais espertas não gostam e elas estão certas nisto.

— Realmente Jane não gostou de saber que vossa senhoria viria nos visitar, mesmo que para expulsar os foras da lei e nada mais. Mas nosso pai insistiu em apresentá-las como pretendentes. Jenolya está especialmente nervosa. Há anos não vê o rosto de um homem solteiro e treme todas as noites com medo de morrer sozinha e se tornar uma irmã silenciosa.

— Seria triste, sendo uma dama tão educada.

— Sim. Elyna, como já deve imaginar, está estonteantemente encorajada. Ela sonha com um casamento bom, com um príncipe de cantigas que escuta desde pequena. Seria terrível decepcioná-la.

— Não que nós tenhamos que decepcioná-la – Pod suspirou, cruzando os braços. – Lorde Stark gostaria que eu me casasse com alguma moça solteira do Norte, para fortalecer o vínculo com meus senhores. Minha mãe era uma Greystark e minhas madrastas foram Cervwyn e Reed. Todos moram mais ao sul do que gostaríamos e todos já estão profundamente envolvidos conosco. Por isso o extremo Norte nós é importante. Elyna não precisa se decepcionar, nem Janice se preocupar com um casamento precoce. Poderíamos deixar a todas felizes.

— Menos Jenolya – Hulice resmungou, com certa irritação. Parecia o tipo de irmão mais velho que entendia o que os pretendentes de suas irmãs pensavam. “Velha demais. Essa não me quer. Inocente e boba”. Ninguém poderia culpá-lo por ser tão consciente de suas irmãs.

— Jenolya poderia vir a Winterfell conosco. Aposto que algum dos cavaleiros de meu pai se interessaria por ela.

Hulice ergueu os olhos para ele por fim soltou um profundo suspiro.

— Claro. Jeny amaria Winterfell. Quando devo dar as boas novas à Elyna?

— Prefiro retornar da batalha primeiro – Pod sorriu, tocando o ombro do homem. – Nós dois precisamos voltar. Depois daremos as boas novas a todos.

Notas finais
Próximo capítulo acontecerá a enquete. Todos no facebook? Beijos de Lady Savoy.