Stepfather

4 Um pequeno agrado para o Benson


Notas iniciais
Hey, girls. Boa leitura!

P.O.V Da Sam

Me olhei no espelho pela última vez, minúsculo biquíni vermelho ficou perfeito em meu corpo. Vesti um short jeans curto e dei uma chocoalhada em meus cachos deixando-os um pouquinho volumosos, sorri satisfeita e saí do quarto. Fui direto para a área onde ficava a piscina, e para a minha surpresa o Freddie estava deitado numa das espreguiçadeiras, ele estava usando apenas uma bermuda preta e óculos escuros.

Até os deuses gregos teriam inveja se estivessem observando aquele homem tomando sol ali na beira da piscina. Sua pele levemente bronzeada parecia brilhar e que corpo perfeito é esse? Ele tem um corpo lindo e acho que deve ter os 6 perfeitos "quadradinhos" formando o seu tanquinho de Adônis, vou contar só para confirmar minhas suspeitas.

Me aproximei desfilando até ele, e parei em sua frente me inclinando um pouco, rapidamente ele retirou os óculos e sentou na espreguiçadeira, seu olhar subiu pelo meu corpo me devorando e depois focou em meus seios que estavam comprimidos e nem tão cobertos, fiz bem em ter comprado um micro biquíni.

— Eu poderia te comparar com uma Ninfa, com uma deusa ou até mesmo com uma Sereia, mas puta merda você é uma puta de uma gostosa sem comparação! — Me elogiou e sorriu malicioso.

— Eu sei. — Sorri para ele e tirei meu short, ele mordeu o lábio inferior com força enquanto me comia com os olhos.

— Dê uma voltinha. — Pediu e eu obedeci, ele até assoviou e bateu palmas. — Agora vem aqui. — Apontou para o seu colo, fiz o que ele pediu e sentei em seu colo de frente para ele, suas mãos foram para a minha cintura e ele olhou para os meus seios quase à mostras.

— Só vai ficar me olhando? Acho melhor eu dá um mergulho, assim não perco meu tempo aqui com você quase babando em cima de mim. — Falei ameaçando sair do seu colo e ele segurou minha cintura com força.

— Você está carente? Quer carinho? Dou tudo o que você quiser, princesa! — Avisou me encarando, fitei seu belo par de olhos castanhos e sorri animada.

— Aceito receber carinho. — Falei manhosa deslizando as mãos por seu peitoral malhado e lisinho, desci para o seu abdômen sentindo cada músculo e realmente ele tinha os perfeitos "quadradinhos", seu tanquinho era maravilhoso.

— Como quiser... — Mordeu o lábio e desamarrou um dos laços da minha calcinha, ergui meu corpo e ele afastou o pequeno tecido que me cobria.

Abri as pernas me expondo para ele, arfei sentindo seus dedos me tocarem sem nenhum pudor.

— Você capricha mesmo na depilação, é perfeitamente lisinha. — Disse com a voz completamente rouca.

— Aah! — Gemi ao sentir seus dedos deslizarem sobre meu clitóris.

Logo senti um de seus dedos me penetrando, gemi alto, a sensação era gostosa e como eu ainda era virgem, aquilo causava uma pequena dorzinha e desconforto.

— Tem certeza que não é mais virgem? — Perguntou desconfiado, seu dedo ficou imóvel dentro de mim.

— Tenho. Não sou mais virgem! — Menti e ainda continuaria mentindo se fosse preciso.

— Hum. — Mordeu o lábio e voltou a mover seu dedo lentamente, entrava e saía me fazendo gemer baixinho.

Agarrei seus ombros e comecei a rebolar em sua mão, ignorei o desconforto e a maldita dorzinha, seu dedo estava me estocando freneticamente.

— Aaah. Aaaah. Aaaah. Aaah! — Comecei a gemer alto só para provocá-lo.

— Caralho! Já estou ficando completamente duro só de ouvir os seus gemidos! — Avisou e aquilo me deixou feliz, eu estava conseguindo enlouquecê-lo.

Ele retirou o dedo e num gesto rápido, me agarrou pela cintura e trocou nossas posições, ficou em cima de mim. Puxou meu sutiã com força para baixo deixando meus seios expostos, quando ele já ia tocar nos meus seios eu o empurrei. Ele quase caiu para trás, girei meu corpo para o lado esquerdo e escorreguei para fora da espreguiçadeira, só não caí porque sou foda e consegui apoiar minhas mãos no chão, me levantei rapidamente e corri pulando na piscina.

— Mas que porra! — Ele quase gritou frustrado e confuso com a minha "escapada".

— SEGURA! — Gritei jogando meu sutiã em sua direção. Ajeitei minha calcinha e amarrei os laços, ele conseguiu agarrar meu sutiã e saiu da espreguiçadeira sorrindo malicioso.

Me apoiei na borda da piscina e observei ele tirar a bermuda, quase perdi o ar quando vi seu volume coberto por sua sunga azul prussiana, aquilo era... Assustador.

Ele pulou na piscina e em poucos segundos já estava atrás de mim, seu corpo me prensou contra a borda piscina quando ele me agarrou pela cintura.

— Ah! — Arfei sentindo sua ereção fazendo uma certa pressão enquanto roçava em minha bunda.

— Gostosa! — Sussurrou em meu ouvido direito e mordeu meu lóbulo.

Ele se afastou e me puxou agarrando meus seios, a temperatura da água da piscina estava refrescante, mas meu corpo parecia estar em chamas.

— São tão macios e cabem perfeitamente em minhas mãos. — Comentou massageado meus seios.

Meus seios eram médios, bem redondinhos e firmes. Sempre achei lindos e ele estava amando tocá-los, não sou convencida, sou apenas sincera.

Fechei os olhos e passei a desfrutar daquela "massagem" deliciosa, gemendo baixinho sentindo suas carícias em meus seios.

— Me solte. — Pedi e ele me soltou, saí da piscina e peguei meu sutiã que estava em cima da espreguiçadeira.

[...]

— O que você acha desse vestido? — Minha mãe perguntou apontando para a foto de um vestido de noiva numa revista, estávamos rodeadas de revistas de vestidos de noiva e acessórios, estávamos sozinhas em casa, em seu quarto.

— É lindo. — Falei olhando para a foto do vestido, mas não prestei atenção, minha mente estava em outro lugar.

Eu não conseguia parar de pensar naquela voz sexy e rouca, naquelas mãos fortes me tocando e naqueles belos olhos castanhos.

— SAM! — O grito da minha mãe me fez despertar, olhei para ela que estava me encarando. — No que tanto está pensando? — Perguntou curiosa.

" No seu noivo." Respondi mentalmente.

— Ah, eu é... Estou pensando...

— Em um garoto, não é? — Indagou risonha e eu assenti.

" Não é um garoto, é um homem, mamãe." Tive vontade de corrigí-la.

— Me fale dele, é do seu colégio?

— Ah, não quero falar dele. Estou com fome. — Me levantei da cama.

— Tudo bem. Pode ir comer, eu termino de ver as revistas sozinha. Percebi que você está no maior tédio e não gosta de ver revistas de noivas! — Falou com calma.

Saí do quarto dela e fui direto para a cozinha, preparei um lanche, coloquei tudo numa bandeja e rumei para o meu quarto. Decidi ligar para a Carly, ela atendeu no segundo toque, tomei um pouco de suco e falei com minha amiga.

— Resolveu me ligar para dizer que decidiu parar de cometer uma grande besteira? — Perguntou.

— Não, Carls. Vem aqui em casa, mas antes passe numa loja de doces, pegue um papel para anotar tudo que eu quero. — Pedi.

— Okay. — Ouvi ela suspirar e dei uma mordida no meu sanduíche.

[...]

— Está tudo aqui, senhorita irresponsável! — Carly sentou na minha cama e me entregou um pacote com os meus doces.

— Valeu, Carls. Eu já disse que te amo? — Sorri jogando todos os doces em cima da cama. — Quer uma balinha de Caramelo? — Ofereci e ela negou.

Peguei um pirulito de Cereja, tirei a embalagem e fiquei encarando aquele pirulito vermelhinho delicioso.

Minutos depois...

— Já chupou cinco pirulitos e você nem gosta tanto de pirulitos assim. — Carly observou.

— É que eu estou treinando. — Falei.

Contornei o pirulito com a ponta da língua e o chupei lentamente.

— Pra quê? — Perguntou confusa.

— Para não fazer feio quando eu for agradar o Freddie! — Respondi sorrindo maliciosa.

— Você vai fazer aquilo? — Indagou baixinho.

— Aquilo o quê, Carls? — Me fiz de desentendida só para deixá-la ainda mais envergonhada.

— Você vai fazer oral nele? — Sussurrou quase morrendo de vergonha.

— Vou e isso vai enlouquecê-lo ainda mais. — Falei pegando mais um pirulito para treinar.

— Você é louca, Sam! — Exclamou asustada.

— Eu sei. — Ri e coloquei o pirulito na boca.

"Chupar, lamber e sugar lentamente". Isso é fácil, apenas tenho que repetir isso com o "amiguinho" do Benson.

— Tenho que ir! — Ela se levantou.

— Posso treinar em você? — Brinquei prendendo o riso e ela arregalou os olhos.

— Não. Tchau, sua louca! — Falou rapidamente e foi embora quase correndo, caí na risada.

— Espero que não seja tão ruim. — Sussurrei encarando o pirulito. Mas eu estava decidida a retribuir todas as suas carícias e principalmente o oral que ele havia me proporcionado.

Horas depois, às 23:50 da noite.

Será que ele não vem? Ah, com certeza deve estar esperando minha mãe cair no sono. Sentei na cama, estava ansiosa para sua visitinha em meu quarto, vesti apenas uma regata preta e uma calcinha da mesma cor para dormir, sei que isso vai atiçá-lo. Não fechei a porta e ele poderia entrar à qualquer momento, e a cada minuto que passava, eu ficava ainda mais ansiosa.

A porta foi aberta e eu me levantei, ele entrou e trancou a porta, se encostou na mesma e sorriu para mim. Seu sorriso é tão pefeito, é torto e tão lindo, e ele estava apenas usando uma calça de moletom preta.

— Você está muito sexy! — Sorriu malicioso, me aproximei e parei em sua frente.

— Vem aqui, eu quero te dá uma coisa. — O puxei e o conduzi para a cama. Fiz ele sentar e subi em seu colo. — Vou te dá um pequeno agrado. — Sussurrei no seu ouvido esquerdo e mordi seu lóbulo.

— Que delícia, estou louco para receber. — Apertou minha cintura.

— Levante. — Pedi saindo do seu colo, abaixei sua calça de moletom junto com a cueca, senti um friozinho na barriga quando vi o seu membro.

— É grande, não é? Aposto que nunca viu um desse tamanho. — Sorriu convencido, começou a se acariciar na minha frente.

[...]

Me ajoelhei no tapete diante dele, eu estava muito nervosa, seu membro ereto era tão grande e grosso. O peguei, agradeci aos céus por não estar tremendo, apertei sentindo sua textura, parecia um ferro revestido de veludo. Tão duro e com a pele macia, umedeci os lábios e finalmente o coloquei na boca.

Freddie gemeu agarrando meus cabelos, tomei cuidado para não roçar meus dentes nele. Comecei a chupá-lo colocando em prática tudo que eu fiz com os 10 pirulitos, seus gemidos eram roucos e ele puxava meu cabelo na medida que minha boca engulia seu membro até onde poderia caber.

— Que boquinha divina. — Gemeu alto.

Passei a dar um tratamento especial para aquela cabecinha rosadinha, suguei sua glande lentamente e na medida que eu sugava passei a sentir um gosto levemente salgado.

E o que não cabia em minha boca, eu apertava e acariciava fazendo ele enlouquecer, seus gemidos eram deliciosos de serem ouvidos e seus puxões em meu cabelo se tornavam mais fortes.

Ele soltou alguns palavrões, senti seu membro começar a pulsar, parei de chupá-lo e me levantei me afastando. Sorri satisfeita quando vi ele segurando o membro, um líquido esbranquiçado estava escorrendo pelos seus dedos, ele havia gozado e quase fez isso em minha boca.

Minutos depois...

— Boa noite, Freddinho! — O empurrei para fora do meu quarto e fechei a porta na cara dele.

Coitado. Ele pensou que eu iria para a cama com ele, pobre iludido. Não darei o que ele quer, sei que ele está louco para me foder, mas eu não deixarei ele tirar minha virgindade.

Notas finais
E aí, o que acharam? Comentem! Bjs Ps: Essa Sam tcs tcs tcs