Stepfather

10 Repreensão & Excitação...


Notas iniciais
Será que devo continuar com essa Fic? No começo tinha vários leitores acompanhando e tals, mas agora quase ninguém está lendo. Sinceramente, estou ficando desmotivada. Mas enfim, boa leitura para as poucas leitoras fiéis.

No dia seguinte:

P.O.V Da Sam

Despertei ouvindo uma música, praguejei baixinho me virando na cama. Depois de alguns segundos, eu finalmente consegui identificar que era o celular do Freddie que estava tocando, o aparelho estava tocando e vibrando em cima do criado-mudo. Me levantei com muita preguiça, estava sozinha no quarto dele, peguei o celular que havia parado de tocar.

Seis ligações perdidas, todas da minha mãe. Joguei o celular em cima da cama e me encaminhei para o banheiro, lavei o meu rosto e prendi meu cabelo fazendo um coque. Lembrei da Lizzie, ela havia ficado no meu quarto, eu precisava dá uma olhada nela.

Ao chegar no meu quarto, encontrei a cama vazia e devidamente arrumada. A espertinha acordou primeiro que eu, sua mochila ainda estava ali, em cima de um dos meus travesseiros. Freddie e Lizzie já haviam acordado, com certeza os dois estavam na cozinha tomando café, tranquei a porta e comecei a me despir.

Fiz minha higiene matinal, coloquei uma roupa confortável e decente. Não podia ficar desfilando pela casa vestida de maneira ousada e inadequada enquanto minha irmãzinha estivesse conosco. Desci para tomar café faminta, sentindo o meu estômago reclamar...

— Bom dia, Bela Adormecida. — Freddie me saudou sorridente quando entrei na cozinha.

Já se passava das 09:00 horas da manhã, ele estava tomando café com a Lizzie como eu havia previsto.

— Bom dia, querido padrasto. — Sorri cínica para ele, ocupando a cadeira vazia ao lado da ruivinha.

— Acordou cedo, Raio de Sol? — Acariciei sua cabeça.

— Sim. O tio Freddie é legal, ele arrumou a cama com a minha ajuda. Eu já sei tomar banho sozinha, sabia? O tio Freddie me ajudou a me vestir e fez esse lindo penteado em mim. — Disse animada, apontando para as duas trancinhas mal feitas, ambas tortas.

Prendi o riso. O Benson sorriu para mim, ele estava usando uma camisa social branca, os dois primeiros botões estavam abertos.

— Preciso ir para a empresa, já estou atrasado. — Avisou levantando depressa.

— Quer ajuda para colocar a gravata? — Perguntei com segundas intenções.

— Claro. — Respondeu sorrindo.

Me levantei e saimos da cozinha, deixando a Lizzie sozinha terminando de comer seu cereal.

— Minha mãe ligou seis vezes. — Avisei quando entramos em seu quarto.

— Droga! — Resmungou se encaminhando para o enorme guarda-roupa preto.

Pegou um terno preto que estava num cabide, me aproximei pegando o cabide e ele abriu uma gaveta, tirando de lá uma gravata azul-Royal.

Tirei seu terno do cabide com cuidado para não amarrotar e entreguei o cabide para ele que colocou no guarda-roupa. Voltamos para perto da cama, deixei o terno ali e o Benson pegou o celular.

Me coloquei nas pontas dos pés para arrumar sua gravata, enquanto me concentrava ajustando sua gravata corretamente, ele estava fazendo uma ligação...

— Oi, amor. — Disse usando um tom carinhoso, falando com a minha mãe. — Desculpa por não ter atendido, deixei o celular no quarto, estava tomando café. Não, ela não foi para o colégio hoje... Não se preocupe, ela está bem. A Sam está cuidando da irmãzinha dela, seu ex-marido deixou a garotinha aqui... Você chega amanhã? Hum... Eu também não vejo a hora te ver, não se preocupe, irei te buscar no aeroporto... Preciso desligar agora, estou atrasado para o trabalho, beijos. — Se despediu, encerrando a ligação e sorriu para mim.

— Ela chegará mesmo amanhã? — Perguntei lhe entregando seu terno.

— Uhum. — Assentiu terminando de se arrumar.

— Que bom. — Murmurei desviando o olhar.

— Que desânimo, hein? Devia estar feliz porque sua mãe está voltando para a casa. — Falou me puxando pela cintura, olhei para ele.

— Por quê acha que eu não estou? É claro que estou. — Forcei um sorriso, me soltando de seus braços.

— Você sabe muito bem que ela é minha mulher, Sam. — Me puxou novamente para os seus braços. — E você é a minha garota... — Sussurrou e mordiscou o meu lóbulo direito, me deixando toda arrepiada.

[...]

Horas depois, às 16:36 da tarde...

— Eu quero ir pra casa. — Lizzie disse me olhando com aquela carinha fofa. — Quero a minha mãe! — Cruzou os bracinhos, fazendo bico. — Por quê o papai está demorando? — Perguntou baixinho olhando para os próprios pés.

— Ele já vai chegar. — Falei incerta. Vamos tomar sorvete? — Convidei tentando animá-la.

— Sorvete de chocolate? — Me olhou e eu assenti, ela sorriu e nos levantamos do sofá.

Fomos para a cozinha e eu coloquei Lizzie sentada na bancada. Abri a geladeira e tirei um pote de sorvete do congelador, tinha de Baunilha, Creme com biscoito e Chocolate. Coloquei o pote em cima da mesa e peguei duas taças de plástico coloridas e duas colheres, enchi as taças e subi na bancada, sentando ao lado da ruivinha.

— O tio Freddie vai demorar para chegar pra brincar com a gente? — Perguntou toda lambuzada, sorri e tomei um pouco de sorvete.

— Eu não sei... — Respondi.

Eu realmente queria brincar com Freddie, mas não de uma maneira inocente. Queria brincar com o Benson jogando o nosso joguinho proibido, um jogo sem regras, sem controle e principalmente sem limites...

Ficamos ali na cozinha, sentadas na bancada saboreando aquele delicioso sorvete de chocolate, o favorito de Lizzie. Minha mãe sempre implica comigo, me alertando que eu não devo comer tantas "porcarias", mas eu não ligo, ela não pode me proibir de tomar sorvete todos os dias.

43 Minutos depois...

— Ela deu muito trabalho? — Meu pai perguntou pegando a mochila rosa que minha irmã segurava.

— Não. Ela é bastante comportada. — Falei sendo sincera, a Lizzie era um anjinho. — E como está a Karen e o Bebê? — Perguntei os acompanhando até a porta.

— Eles estão bem. Karen já está em casa repousando. Obrigado por ter tomado conta da sua irmã. — Ele agradeceu sorrindo para mim.

— Ah, que isso? Não precisa agradecer, pai. — Falei indo com eles até o carro.

— Se cuida, filha. E se seu padrasto se engraçar para o seu lado, não hesite em contar para sua mãe. — Disse com seriedade, colocou o cinto na Lizzie e fechou a porta.

— Está bem, pai. — Assenti.

— Eu te amo. — Me abraçou com força. — Diga a sua mãe que eu mandei um abraço. — Murmurou me soltando.

— Okay... Pai, por quê o casamento de vocês não deu certo? — Perguntei querendo saber da boca dele.

— Foi sua mãe quêm pediu o divórcio, nos casamos muito jovens. Eu a amava, mas depois de um tempo Pamella não tinha certeza se sentia o mesmo por mim, ela já estava grávida quando pediu o divórcio...

— Agora eu entendo. — O interrompi. — E eu cheguei a pensar que você era o culpado, você nunca quis ficar longe de mim... Vocês ainda estariam juntos se não fosse pela minha mãe. — Falei chateada.

John suspirou me olhando triste, minha mãe havia omitido aquilo de mim. O casamento deles não havia chegado à ruínas por culpa dele, e sim por culpa dela que quis deixá-lo, que não se permitiu retribuir o amor que ele sentia por ela...

[...]

Horas depois, às 20:08 da noite...

Acordei do meu cochilo quando ouvi um barulho estrondoso, quase caída poltrona do Benson com o susto que levei. Me levantei atordoada, ele havia chegado, então eu olhei para a porta entendendo que ele havia batido com força, que bicho havia mordido ele para chegar em casa quase quebrando a porta?

— O que está olhando? — Perguntou rude jogando a pasta de couro em cima da mesinha de centro, por cima das minhas revistas.

— Ui, está de TPM? — Me aproximei rindo, seu topete estava desfeito. Freddie estava sexy com aquela carranca, os cabelos desalinhados e a gravata frouxa.

— TPM? — Me fuzilou arqueando a sobrancelha esquerda. — Não brinque comigo, garota! — Bufou tirando o terno e o jogou em cima de sua poltrona.

— Uh, ele chegou estressadinho do trabalho. — Cantarolei me aproximando. — O que aconteceu? — Perguntei parando em sua frente, comecei a desabotoar sua camisa social.

— Meu dia foi extremamente estressante e esgotante. — Suspirou e fechou os olhos, começando a massagear as têmporas. — Eu tive uma reunião que foi um tremendo fiasco, tudo por culpa da minha secretária, aquela vadia incompetente... Hoje eu acabei demitindo três funcionários, e a porcaria do elevador travou e eu passei mais de uma hora preso, acredita? Minha secretária estava dando em cima de mim e derramou café em alguns relatórios, também sujou a minha calça. E outras coisinhas inconvenientes e estressantes aconteceram estragando o meu dia. Eu quase atropelei uma garota que atravessou na frente do meu carro, foi por pouco. Estou com dor de cabeça, com fome e estou muito cansado. — Desabafou e eu o fiz sentar na poltrona, aproveitei para sentar no seu colo.

— Nossa! Hoje você deve ter acordado com o pé esquerdo, hein? Teve um péssimo dia, que pena. — Comecei a massagear seus ombros. — Quer que eu prepare a banheira? — Perguntei olhando em seus olhos.

— Cadê a sua irmã? — Olhou para os lados, procurando a Lizzie.

— Já foi embora para a casa dela. — Respondi saindo do seu colo. — Vem, você precisa de um banho bem relaxante. — O puxei pela mão direita.

Peguei sua pasta e o seu terno, subimos para o seu quarto. Enquanto o Freddie terminava de tirar a roupa, eu estava preparando o seu banho. Guardei os sais de banho no armário, sorri olhando para a banheira cheia de espuma que transbordava.

— O que você quer comer? — Perguntei quando ele entrou no banheiro completamente despido.

— Quero "comer" você. — Sorriu malicioso.

— É sério, você não disse que estava com fome?

— E eu realmente estou. — Afirmou entrando na banheira.

— Vou ver o que eu posso fazer para a gente. — Avisei antes de sair dali. Eu queria muito ficar e tomar banho com ele, mas eu também estava com fome...

[...]

— O que é isso? — Fez careta,a apontando para a comida que eu servi numa tigelinha.

— Macarrão instantâneo. Prove, está gostoso, coloquei ervilha, salsinha, cebola e extrato de tomate. — Falei me servindo, enchendo a minha tigela.

— Hum. — Cutucou o macarrão usando um garfo.

— Melhor usar a colher. Como vai conseguir tomar o caldo usando o garfo? — Indaguei prendendo o riso.

— Prove primeiro. — Largou o garfo e me encarou sério, estendendo sua tigela para mim.

— O quê? Acha que eu coloquei veneno na sua comida? — Exclamei ofendida.

— Veneno, pimenta, laxante, quêm sabe? Você poderia muito bem ter colocado uma dessas coisas na minha comida! — Acusou apontando para mim, desconfiado.

— Idiota! — Me levantei irritada pegando minha tigela e saí da cozinha. Fui comer na sala, bem longe dele.

"Como ele pôde desconfiar de mim? Eu cozinhei para nós dois e ele vem com esse papo? Que cara babaca, eu não seria capaz de colocar veneno na comida dele... Mas laxante sim."

— Ei, mocinha, pode ir tirando os pés de cima da mesinha. — Freddie apareceu pensando que podia mandar em mim.

— Vai se ferrar, seu babaca. — Fiz careta para ele que parou na frente da TV, minha boca estava cheia de macarrão.

— É falta de educação falar de boca cheia. — Me advertiu.

— Dane-se, eu falo do jeito que eu quiser. Agora saia da frente da TV, não está vendo que estou assistindo? — Retruquei irritada, quase gritando.

— Abaixe o seu tom e fale direito comigo, Samantha. — Me fuzilou, cruzando os braços.

— ME DEIXA EM PAZ E SAIA DA FRENTE DA TV, PORRA! — Gritei deixando a tigela vazia em cima do sofá e me levantei indo até ele. — VOCÊ É SURDO POR ACASO? — O empurrei para o lado direito, tirando-o da frente da TV.

— Escuta aqui, Samantha, você não pode...

— FODA-SE! VOCÊ É UM CRETINO, PERVERTIDO, IDIOTA! APOSTO QUE VOCÊ ANDAVA COMENDO A SUA SECRETÁRIA E AGORA DEMITIU ELA PORQUE A VADIA DERRAMOU CAFÉ NAS SUAS PORCARIAS DE RELATÓRIOS! — Esbravejei.

— ME RESPEITA VOCÊ, NÃO SABE DE NADA, NÃO PASSA DE UMA ADOLESCENTE REBELDE E MIMADA QUE ACHA QUE JÁ PODE FAZER TUDO QUE QUISER E NÃO GRITA COMIGO EU SOU SEU PADRASTO, PORTANTO, TRATE DE ME RESPEITAR! — Gritou furioso.

— O que você vai fazer? — Recuei quando ele avançou em mim. — ME SOLTA! — Gritei sendo arrastada por ele que apertava meu braço direito. O Benson estava fora de si, saiu me puxando escada acima me deixando assustada, tentei me soltar, mas ele era mais forte.

— VOCÊ É UM CANALHA, PARE ESTÁ ME MACHUCANDO. — Meus gritos ecoaram pelo corredor quando chegamos no segundo andar.

Tentei correr quando chegamos no seu quarto, mas Freddie foi mais rápido trancando a porta e me jogou na cama, me encolhi ali, meu corpo estava tremendo.

— Não... — Sussurrei quando ele subiu em cima de mim, ficando entre minhas pernas, desabotoando e abrindo o zíper do meu short.

— Você merece umas boas palmadas. — Disse ainda irritado se afastando e me fazendo ficar de costas, virando o meu corpo com certa brutalidade.

Estremeci quando senti o short deslizar por minhas pernas.

— Eu vou contar para a minha m... AAAAIII! — Gritei com a primeira palmada que levei, dolorida e estalada.

Mordi o lábio inferior com força, recebendo mais três palmadas em minha bunda. E Freddie desferiu mais duas me arrancando gemidos, ele estava me repreendendo com palmadas, aquilo era um enorme absurdo.

— Você não sabe nem bater. — Comecei a rir.

— Você está rindo, é? — Se indignou puxando minha calcinha para baixo.

Meu grito de dor ecoou pelo quarto quando ele bateu com força causando um forte estalo e um terrível ardor, meus olhos lacrimejaram.

— Está molhadinha por quê, hein? — Arfei apreciando seus toques, seus dedos em mim, me acariciando lentamente. — Ficou excitada, é bom saber que você gosta de palmadinhas. — Sussurrou no meu ouvido esquerdo, seu corpo inclinado sobre o meu e seus dedos brincando com o meu clitóris.

— Pare de falar e me faça sua a noite inteira. — Pedi sentindo meu corpo febril, queimando de puro desejo.

Aquilo era tão errado, desejar o marido da minha mãe. Eu deveria evitar, mas eu já estava envolvida demais com o meu padrasto... Por quê ele tinha quer ser tão lindo, sexy e gostoso? Um verdadeiro pedaço de mau caminho.

Notas finais
Devo continuar??? Apareçam, leitores fantasmas!!! Bjs #Chateada