Stepfather
20 Quando tudo desaba... - Parte 1
Notas iniciais
P.O.V Da Sam
Minha mãe já devia ter embarcado, fazia mais de meia hora que o Benson havia a deixado no aeroporto. Tudo tinha saído como planejamos, teríamos a casa só para nós durante duas semanas. Isso mesmo, eu teria o moreno só para mim durante duas semanas e eu ia aproveitar cada segundo ao lado dele. Eu estava radiando felicidade.
— Quero jantar fora hoje. — Pulei em suas costas e beijei seu pescoço.
— Faremos tudo o que você quiser, linda. — Agarrou minhas coxas e correu me carregando para fora da cozinha.
Ri e apertei meus braços ao redor de seu pescoço.
— Me leva para a sua cama. — Pedi quando ele estava subindo as escadas com cautela.
— Claro. Quero muito te comer na minha cama, vou te deixar exausta, se prepare. — Me arrancou mais risadas.
Quando chegamos ao quarto principal, desci de suas costas e sorri excitada. Foi exatamente ali naquela cama de casal que perdi minha virgindade com ele. Freddie fechou a porta e me agarrou, beijando-me com avidez, urgência e paixão.
Paramos o beijo apenas para despirmos um ao outro. Ele me jogou na cama sem nenhuma delicadeza e parou por alguns segundos para admirar meu corpo nu.
— Tão linda... — Abriu minhas pernas e beijou as partes internas de ambas as coxas. — Amo beijar e tocar cada centímetro do seu corpo... — Beijou minha virilha e deslizou a língua por ali.
— Me chupa logo! — Agarrei seus cabelos.
— Com o maior prazer, sua danadinha. — Umedeceu os lábios e me abocanhou.
Fechei os olhos e me contorci sentindo sua língua quente me percorrendo, me estimulando.
— Céus, isso é tão bom... — Apertei a colcha apreciando o prazer que ele me proporcionava lambendo-me, chupando-me e enfiando a língua em minha fenda.
— Amo chupar você, minha loirinha gostosa. — O cretino pausou o sexo oral apenas para me falar aquilo.
— Cala a boca e continue... — Empurrei sua cabeça e ele voltou a me estimular, dando mordidinhas leves e sugadas no meu clitóris.
Ele só parou quando gozei em sua boca e o safado me sorveu, e ainda lambeu os lábios saboreando o meu gosto.
O moreno já estava ereto, não perdi tempo e foi a minha vez de saboreá-lo. O masturbei sentindo-o crescer e inchar, as veias estavam salientes e o pau dele já estava babando. O segurei pela base e coloquei apenas a glande na boca, suguei o pré-gozo, era salgadinho e não era tão ruim, eu já estava acostumada com o sabor dele.
— Minha garota safadinha... Isso, assim, me chupa bem gostoso. — Agarrou meu cabelo.
O abocanhei até aonde conseguia, chupando-o sem frescura, eu amava dar prazer à ele. Eu lambia e o chupava com prazer, fui relaxando a garganta e deixei ele meter em minha boca, simulando estocadas lentas e profundas.
— Você é uma loirinha muito gulosa. É uma verdadeira putinha, sabia? — Enfiou mais fundo e eu senti meus olhos lacrimejarem.
Acabei engasgando e ele se retirou da minha boca. Tossi um pouco.
— Ainda não terminei. — Agarrei seu membro e lambi a cabecinha vermelha.
Ele estava bastante inchando, pulsando em minhas mãos.
— Eu vou gozar, bebê. — Avisou.
— Pode gozar na minha boca. — O coloquei na boca de novo e voltei a chupá-lo.
— Ohhh, assim você me mata... — Jogou a cabeça para trás e gemeu rouco, se liberando em minha boca.
E como uma boa menina, eu enguli cada gotinha e deixei seu pau bem limpinho.
Minutos depois...
— Um dia eu vou te comer por aqui... — Desferiu um tapa estalado em minha bunda.
— Por quê não faz isso agora? — Perguntei me sentindo ainda mais excitada.
— Hoje não. Outro dia a gente experimenta, ok? — Afastou minhas pernas e deslizou o membro na minha entrada.
— Peça para eu te comer bem gostoso! — Mandou apenas se roçando em mim.
— Me come. — Pedi, eu já estava latejando.
— Peça direito! — Desferiu outro tapa em minha bunda.
— Me come bem gostoso, querido padrasto! — Aquilo estava ficando ainda mais excitante, se era possível.
— Seu pedido é uma ordem, querida enteada! — Me penetrou e eu gemi sentindo seu pau se afundar todo em mim numa única estocada. — Caralho! Você é tão quentinha... Gostosa pra cacete. Feche as pernas! — Pediu.
Eu estava de quatro, obedeci e ele começou a meter lentamente.
— Mais rápido... — Implorei.
— Calma. Por quê a pressa? — Apertou minha cintura.
— Oh, isso é uma tortura, seu filho da puta! — Me empurrei contra seu pau.
— Afaste as pernas... — Pediu e o fiz. — Você quer assim? — Se retirou e me invadiu com força.
— Sim... Hum... Mais... — Gemi e suas estocadas se intensificaram.
— Então, toma, sua puta! — Passou a meter bem rápido.
A cama começou a se mover abaixo de nós, agarrei a cabeceira. Ele foi pausando aos poucos e se retirou.
— Freddie... — Gemi protestando.
— Quero gozar olhando para você. Quero você gozando, olhando em meus olhos. — Avisou.
Mudamos de posição e eu fiquei por cima.
— Você é tão linda. Não me canso de olhar para você. — O moreno sorriu quando eu montei dele, ele me ajudou, introduzindo seu membro em minha fenda que estava encharcada.
Sorri e ele abriu minhas pernas, me mantendo bastante exposta.
— Vai, cavalgue em meu pau, eu te ensinei aquele dia e você aprendeu, não é mesmo? — Sorriu malicioso.
— Oh, sim... — Concordei.
Comecei com os movimentos, subindo e descendo devagar, fui aumentando a velocidade aos poucos.
— Oh! Isso! Continue nesse rítmo! — Suas mãos seguravam minhas pernas e ele se movia junto comigo, levantando os quadris e a pélvis.
Nossos gemidos ecoavam pelo quarto, suor descia por minha nuca e costas. O sexo era mais intenso naquela posição. Eu estava no comando, sentindo-o profundamente dentro de mim. O calor se espalhou por meu ventre, virilha e foi se alastrando como fogo em líquido, comecei a me fechar ao seu redor, meus músculos contraindo, enquanto nossas carnes se chocavam... Tombei a cabeça e deixei escapar um gemido de puro êxtase.
Alcancei o orgasmo, ainda com a cabeça tombada para trás, as costas arqueadas, abri os olhos e vi a figura alta e loira parada na entrada do quarto.
— Mãe... — Sussurrei assustada e com o corpo todo mole, trêmulo e suado, saí de cima do Freddie com dificuldades e me joguei ao lado dele, puxando o lençol até o pescoço. Merda! Ele não havia trancado a porta.
Pamella nos olhava de olhos completamente arregalados, a boca aberta em choque total e ela cambaleou para trás, pondo as mãos na boca, abafando um grito ou seria um soluço? Talvez os dois. Seu semblante foi mudando, choque, raiva, horror e tristeza...
— Vocês... — Ela disse com a voz embargada, apontando um dedo trêmulo para nós. — Meu Deus! — Ela desabou no chão de joelhos, chorando.
Freddie continuava imóvel ao meu lado, ele cobria o membro com as mãos.
— Minha própria filha... Meu Deus! Minha própria filha... — Minha mãe chorava olhando para mim.
— M-mãe... Mamãe... Mãe, eu... — Eu nem conseguia falar, comecei a chorar e saí da cama me enrolando no lençol.
Me aproximei trêmula, dando passos lentos. Parei à sua frente, nosso choro era o único som naquele quarto.
— Mãe... — Apertei o lençol contra o corpo.
Ela se levantou com o rosto vermelho e banhado de lágrimas.
— Eu pos... — Fui interrompida pelo doloroso e ardido tapa que ela me deu, ela bateu com tanta força que eu caí com o impacto.
— Pamella! — Freddie exclamou o nome dela.
— Não se aproxime, Fredward, seu canalha nojento! — Avisou furiosa.
Ainda sentada no chão, comecei a soluçar, minha bochecha direita estava latejando.
Vi ela se abaixar e pegar o cinto dele, as nossas roupas estavam espalhadas pelo chão.
— Pamella, não! — Ele protestou.
Rastejei para trás com medo. Meu corpo sacudia à cada soluço.
— Não, mãe, p-por favor... — Implorei.
— Deveria ter pensado nisso antes de abrir as pernas para o meu marido, sua vagabunda! — Minha mãe disse me olhando com ódio e puro nojo.
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