Stepfather
6 Minha querida enteada
Notas iniciais
Algumas semanas depois...
P.O.V Do Freddie
Minha mulher teve que fazer uma viagem de negócios, e eu fiquei em casa tomando de conta da minha querida enteada. Essa garota está me enlouquecendo, como ela ousa desfilar pela casa toda usando apenas roupas curtas e justas? A Sam está me provocando, ela sabe muito bem o que está fazendo, não é boba e nem nada. Agora é ela que está fazendo um joguinho sedutor, além de proibido, é excitante.
Já se passava das 23:00 horas e eu estava trancado no meu escritório trabalhando, quando recebi uma ligação. Era o número da Sam, mas não era ela me ligando e sim sua amiga, Carly.
" — Senhor Benson, estamos numa boate, o senhor poderia nos buscar? Estou com medo, a Sam está fora de si e está bebendo todas..."
Como assim numa boate? A garota me passou o endereço, saí às pressas do meu escritório. A raiva me consumindo a cada passo, eu jurava que ela estava em casa dormindo. Peguei uma jaqueta e minhas chaves, tirei o carro da garagem e saí pelas ruas de Seattle em alta velocidade.
Cheguei na tal boate, entrei naquele lugar sobre os protestos dos seguranças. Usei ameaças contra eles e contra o dono daquele lugar, aquilo era um grande absurdo. Elas eram menores de idade e nem deveriam estar ali, se dependesse de mim aquele lugar fecharia, mas no momento eu estava mais preocupado em encontrar a Sam no meio de tantos jovens enlouquecidos.
O cheiro forte de álcool e drogas predominavam aquele lugar. Jovens drogados, bêbados ou se agarrando pelos cantos era algo deprimente de se ver. A música alta e agitada já estava fazendo minha cabeça latejar, continuei adentrando e olhando para todos os cantos possíveis.
Nem sinal da Sam e nem da Carly, aquilo só fazia minha raiva aumentar. Aonde elas estavam? Continuei andando e varrendo o local com os olhos.
( É tão bom ser má, oh oh oh oh oh
De jeito nenhum vou voltar atrás, oh oh oh oh oh
Agora a dor é o meu prazer porque nada pode medir oh oh oh oh oh )
Finalmente avistei a loira na pista de dança, e ela estava acompanhada de um sujeito, ambos quase se comendo ali mesmo. A minha raiva apenas aumentou quando me aproximei e vi que ela estava somente de calça, sutiã e saltos. Eles pararam de se agarrar, e a Sam começou a dançar de uma maneira sensual e muito provocante enquanto o garoto a agarrava por trás deslizando as mãos pelas curvas da loira. Ela mantinha os olhos fechados e um sorriso malicioso estampado naqueles lábios levemente carnudos e apetitosos.
— É MELHOR SOLTÁ-LA SE NÃO QUISER PERDER AS MÃOS! — Gritei furioso para o rapaz que estava a tocando sem nenhum pudor.
Minha vontade era de arrebentar a cara dele, ele estava tocando e beijando a garota que era minha, somente minha...
Ele a soltou rapidamente, se afastou e olhou para trás assustado. A Sam se virou e sorriu para mim sem parar de dançar, o rapaz foi embora com medo.
( O amor é ótimo, o amor é bom oh oh oh oh oh
Com criatividade e sem limites oh oh oh oh oh
A aflição da sensação me deixa querendo mais oh oh oh oh oh )
Ela se aproximou rebolando, o sorriso malicioso não saía dos seus lábios. Seus cachos estavam bagunçados e volumosos, olhei para o seu sutiã preto e rendado que mal cobria os seus seios, ela estava usando uma calça de couro preta bastante justa, estava tão sexy.
— DANÇA COMIGO, BABY! — Ela praticamente berrou me puxando pela jaqueta, colando nossos corpos.
Seu hálito quente e alcoolizado bateu em meu rosto, encarei seus lábios avermelhados, estavam inchados.
( Na na na na venha, venha, venha
Eu gosto, eu gosto
Venha, venha, venha
Eu gosto, eu gosto na, na, na
Venha, venha, venha
Eu gosto, eu gosto )
Me controlei ao máximo para não agarrá-la ali mesmo, afastei seu corpo e agarrei seus pulsos com firmeza para cima, segurando-os em frente aos seus seios, eles estavam quase saltando para fora daquele sutiã apertado demais para ela.
— Vamos para a casa agora, sua noite de diversão acabou. Só preciso achar a sua amiga. — Falei bem alto para ela poder ouvir.
— Errado. Minha noite de diversão está apenas começando! — Sam rebateu no mesmo tom.
( Ah, eu adoro a sensação que você me dá
Oh, você me excita
É exatamente o que eu desejo
Dê pra mim com força
E me encontre no meu quarto
Faça meu corpo dizer ah ah ah
Eu gosto, eu gosto )
Bufei e a agarrei pela cintura, ela estava suada, joguei seu corpo no ombro esquerdo e comecei a andar pela boate procurando a sua amiga, Carly.
[...]
— O senhor vai dizer para o meu irmão? — A morena perguntou receosa.
— Sim. Vocês agiram muito errado em sair sem permissão e principalmente irem para um lugar daqueles. — Falei enquanto dirigia rumando para a casa dela.
— Ele vai me deixar de castigo! — Ela choramingou.
— Acredite, você não será a única que ficará de castigo. — Afirmei.
Deixei a Carly na casa dela, conversei com seu responsável que por sinal é o seu irmão velho. Voltei para o carro e a Sam estava se queixando que havia perdido um de seus dedões.
— Cala a boca, você não perdeu nenhuma porra de dedão. — Falei perdendo a paciência.
— SEU GROSSO! — Ela gritou se debatendo e tentando se soltar do cinto de segurança.
— Oh, você sabe que sim... — Sorri enquanto dirigia rumando para a nossa casa.
— Vou dizer para a minha mãe que você me bateu. — Ela disse como se aquilo fosse realmente verdade.
— Não te bati, mas você merece umas palmadas.
"Umas belas palmadas nessa bunda..." Pensei cogitando a ideia.
— IDIOTA, CRETINO, DESGRAÇADO, EU TE ODEIO! — Gritou me fazendo rir.
Finalmente chegamos em casa, guardei o carro na garagem e tirei a loirinha que não queria sair de jeito nenhum. Ela estava usando minha jaqueta, a arrastei para dentro de casa, subi as escadas com ela no meu ombro.
— Ai, ai, ai, você está me machucando. — Choramingou quando entramos em seu quarto, a soltei.
— Você é uma bêbada insuportável, sabia? — Tirei a jaqueta do seu corpo.
Em seguida ,tirei seus sapatos e sua calça. Olhei para a sua calcinha pequena, preta e rendada...
Sem dúvidas, seu corpo é perfeito, cheio de belas curvas, barriga lisinha e cintura fina, uma verdadeira ninfeta...
— Você está louco para me foder, não é? — Sorriu convencida, tirando o sutiã.
Não pude deixar de admirar seus seios redondinhos e empinados. Mordi o lábio com força vendo seus mamilos rosados e durinhos, ela tirou a calcinha e eu desviei o olhar.
— Vou apenas te dar um banho, mas amanhã você não me escapa, baby. — Avisei puxando-a para o banheiro.
Mas eu queria mesmo era levá-la para cama, mas ela estava bêbada e eu não queria me aproveitar disso.
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