Stepfather
8 Caindo em tentação, novamente...
Notas iniciais
No dia seguinte...
P.O.V's Sam
Quando acordei, o Freddie não estava mais na cama. Sem sinal dos raios solares entrando no quarto pois as persianas ainda continuavam fechadas. Esfreguei os olhos, sentando-me na beira da cama, me espreguicei e o lençol deslizou pelo meu corpo deixando minha nudez exposta. Ouvi o chuveiro sendo ligado, sorri me levantando e acabei gemendo baixinho sentindo pontadas de dores na região do ventre e nas minhas partes íntimas.
Olhei para a cama bagunçada e flashes da noite anterior me arrebataram. Seus beijos calorosos, seus toques ousados e ele dentro de mim, me arrancando gemidos. Não pude deixar de sorrir, tudo aquilo foi bom demais, maravilhoso...
Peguei o lençol, voltando a me cobrir. E com ele enrolado no corpo caminhei até a porta do banheiro, hesitei por alguns instantes antes de bater, e bati na porta, mas não houve resposta. Bati novamente, ele desligou o chuveiro.
Me afastei quando vi a maçaneta girar, a porta foi aberta e Freddie pôs a cabeça para a fora.
— O que é? — Seu tom de voz saiu rude e impaciente, seu olhar estava sério.
— Eu pensei que...
— Que pudesse tomar banho comigo? — Sorriu sarcástico, seu olhos desceram por meu corpo me analisando e ele sorriu malicioso.
— Não é isso, eu apenas...
— Chega de papo! — Me interrompeu.
Escancarou a porta e saiu do banheiro nu, com o corpo molhado e pingando. Pegou meu braço direito e saiu me puxando para a porta, abrindo-a depressa.
— Vaza do meu quarto. Não gosto de ser interrompido quando estou no banho. — Me empurrou para fora, puxando o lençol e fechou a porta na minha cara, me deixando atordoada e nua no corredor.
— CRETINO! IDIOTA! — Gritei socando a porta, bufei de raiva e fui para o meu quarto, completamente indignada. Como ele pôde me tratar assim?
[...]
Me virei na cama, entediada e desliguei o meu iPhone. Minha mãe não parava de ligar, já eram 13 ligações recusadas. Não desci para tomar café, simplesmente me tranquei no quarto. Não conseguia esquecer o Freddie me expulsando do quarto como se eu fosse uma qualquer.
O que eu fiz de errado? Pensei que ele havia gostado de tirar minha virgindade. Okay, eu não sou experiente, mas mesmo assim. Nada justifica o fato dele ter sido rude comigo e me jogado para fora do quarto daquele jeito. Eu pensei que ele iria me convidar para tomar banho com ele ou fazer outras coisas mais satisfatórias durante o banho, mas não...
Que droga! Por quê estou me importando? Ele não é nada além de ser meu padrasto. Um padrasto chato, cretino e sexy... Mas eu vou continuar "jogando" com ele, me divertindo enquanto a minha mãe está fora, longe do maridinho dela. Ah, se ela soubesse que transamos na cama dela, que ele tirou minha virgindade...
E quando me dou conta, estou rindo que nem louca. Nunca pensei que brincar com o Freddie seria tão divertido, deixá-lo louco, tirá-lo do sério está se tornando meu "passatempo" favorito.
Depois de mais um banho demorado e relaxante saio do banheiro satisfeita. Escolho uma roupa, um short jeans curtinho e um Cropped preto. Não me importo em esconder as marcas que ele deixou no meu corpo, me sinto sexy com elas.
Sei que sou gostosa e ele me deseja. Deixo meu cabelo solto, levemente ondulado, passo apenas delineador e um gloss sabor cereja, e já estou pronta para provocar.
O encontrei na sala, assistindo um jogo de Basquete enquanto esvaziava uma latinha de cerveja. Me aproximei como se não quisesse nada, sentei perto dele e ele desviou a atenção da TV, focando-a em mim.
— Tão cheirosa. — Sorriu aproximando o nariz do meu pescoço para inalar meu perfume.
O olhei fingindo estar irritada, empurrei seu peito, o afastei enquanto desviava o olhar para a TV.
— O que foi, bebê? — Sua voz grave e rouca como sempre surtiu efeito em mim, me arrepiando.
— Não quero atrapalhar seu jogo. — Apontei para a TV. — Pode continuar bebendo sua cerveja, continuar assistindo o seu jogo de Basquete. Não quero te atrapalhar, ficarei quietinha aqui, tio! — Fingi um sorriso inocente.
— Tio? — Fez careta, franzindo a testa. — Não me chame assim, me sinto velho. E eu ainda sou novo, pode me chamar de Freddie!
Neguei e cruzei os braços, o olhando com seriedade.
— Você é o meu padrasto, devo te tratar como tal. O senhor quer que eu te traga mais uma cerveja? Essa já deve ter esfriado... — Me levantei.
— Já sei. Você está me zoando, não é? — Segurou minha mão direita, me puxando para o colo dele. Deixou a cerveja na mesinha de centro, me ajeitei no seu colo, colocando as pernas, uma de cada lado do seu corpo.
— Não estou. — Balancei a cabeça, negando. — Não gostei de como você me expulsou do quarto hoje de manhã... — Passei as unhas por seu peito desnudo, o arranhando deixando sua pele avermelhada. — Me deixou muito irritada! — Cravei minhas unhas em seu abdômen, ele ficou todo rígido e travou o maxilar reprimindo um gemido. — Você não merece ter tudo isso... — Passei as mãos pelas curvas do meu corpo. — Nunca mais irei para a cama com você! — Rebolei contra a sua semi-ereção. — Vou sair, não me espere para o jantar. Ah, talvez eu nem volte para a casa hoje! — Sorri maliciosa.
Saí do seu colo. Me retirei da sala rebolando, subi para o meu quarto satisfeita, sabendo que ele havia ficado só na vontade, com o pau duro, louco para me foder. Vesti uma jaqueta, enfiei uma muda de roupa e produtos higiênicos numa mochila pequena e decidi ir para a casa da Carly...
[...]
Horas depois, às 01:59...
P.O.V's Freddie
Estava esperando a Sam chegar em casa, sentado na minha poltrona. Sabia que ela voltaria, que não dormiria fora, a luz da sala estava apagada quando ela chegou, abriu a porta usando uma cópia da chave. Entrou iluminando o caminho com a luz do celular, caminhando sem fazer barulho.
— Está encrencada, mocinha! — Falei firme, me levantando.
Liguei a luz. E ela deu um sorriso amarelo ajeitando a mochila no ombro, me aproximei e a puxei colando nossos corpos.
— Aonde você estava? Acha que pode sair e voltar na hora que quiser? Se pensa que sim, você está muito enganada. Nessa casa têm regras e você deve obedecê-las. E eu estou falando sério, pode ir tirando esse sorrisinho debochado do rosto, odeio crianças desobedientes! — Avisei soltando-a e ela andou para trás me olhando com raiva.
— Primeiro, eu não te devo satisfações. Segundo, você não manda em mim, pega as suas regras e enfia naquele lugar. E terceiro, vai se foder. — Esbravejou. — JURA? EU SOU CRIANÇA? EU NÃO SOU CRIANÇA PORRA NENHUMA! — Gritou raivosa.
— SUBA PARA O SEU QUARTO AGORA! — Gritei irritado, apontando para as escadas.
— Mas você não...
— AGORA, PORRA! — Gritei ainda mais alto, assustando-a.
Ela subiu as escadas correndo, fechei os olhos enquanto passava as mãos pelo cabelo, irritado. Ela é muito teimosa, me tira do sério, deve ter sido muito mimada pela mãe, é filha única e a Pam não tem pulso firme para colocá-la na linha...
Giro minha aliança no dedo, o símbolo da minha união com a Pam. Ela está ali para me lembrar que sou casado, mas eu fui e continuo sendo infiel. Pamella é uma mulher linda, encantadora e maravilhosa, mas a Sam tem algo que me atrai, que me deixa alucinado, que me faz perder o controle.
Seu rosto angelical, seu corpo de mulher. Seu cheiro, seu gosto... Tudo nela me deixa louco, me faz desejá-la mais e mais, meu desejo por ela parece ser inacabável.
Subi para o meu quarto, guardei minha aliança e peguei um preservativo. Fui para o quarto da Sam, bati na porta impaciente, ela demorou para abrir.
— Sabia que viria... — Murmurou me dando espaço para entrar.
Ela estava linda, usando um conjunto de dormir, blusinha e short preto. Sem perder mais tempo a agarrei, colando nossos lábios com urgência, segurando sua cabeça num ângulo melhor, para explorar sua boca...
Sam relutou um pouquinho, até tentou me empurrar. Cravou as unhas nos meus braços quando invadi sua boca encontrando sua língua, ela havia acabado de escovar os dentes.
Mordi e suguei seu lábio inferior, encerrando o beijo. Comecei a beijar seu pescoço, espalmando minhas mãos por suas costas, segurando-a.
— Freddie, eu... Oooh! — Gemeu alto quando eu lhe dei um chupão, soprei o local e passei a língua lhe arrancando um suspiro.
Deslizei as alças de sua blusa enquanto a conduzia até a sua cama. Abaixei sua blusa, expondo seus seios e a deitei na cama, olhei em seus olhos.
— Não fale nada, apenas gema e goze para mim... — Pedi agarrando seu seio direito, apertando o bico endurecido, ela fechou os olhos gemendo baixinho.
O acariciei, quase cabia na minha mão. O beijei antes de abocanhá-lo, ela se contorceu abaixo de mim e gemeu. O contornei com a língua sentindo ela arranhar minhas costas.
— Não me arranhe! — Pausei as preliminares, a olhando firme.
— Okay. — Suspirou, abrindo as pernas.
Me encaixei entre elas, roçando meu membro em sua intimidade lhe arrancado outro gemido ao sentir minha ereção formada. Me afastei e retirei seu short junto com a calcinha...
A olhei atentamente, gravando cada detalhe dela. Seu tamanho, seu formato delicado, tudo. Tão linda e pequena, deslizei meus dedos por sua pele macia e lisinha, deslizando-os por entre seus lábios vaginais.
Achei seu clitóris. Sam estremeceu quando o apertei de leve e o soltei, direcionei meu dedo indicador para a sua fenda molhadinha, enfiei de uma vez fazendo ela gemer alto e mexer os quadris contra a minha mão.
— Céus! Isso é tão bom, oohh! — Disse entre gemidos apertando meus ombros.
— Ainda está dolorida? — Perguntei movendo meu dedo dentro dela.
— Não. — Respondeu baixinho.
— Ótimo! — Retirei o dedo, tirei minha calça de moletom.
A camisinha estava na minha cueca, tirei aquela última peça do meu corpo. Abri a embalagem, coloquei o preservativo, me protegendo corretamente.
Me encaixei entre as pernas de Sam, direcionando meu membro até a sua fenda. A penetrei devagar, sentindo sua intimidade se abrindo e me recebendo calorosamente...
— Aaah! — Ela fez careta de dor. — Ainda dói um pouco. — Olhou para mim nervosa.
— É normal. Você é pequena e apertadinha... — Falei e gemi quando voltei a penetrá-la.
Encaixei nossos corpos. E a beijei, me movendo devagar, acariciando sua fina cintura, suas mãos foram para a minha nuca enquanto ela mexia os quadris, movendo-os de encontro com os meus.
[...]
— Para aonde você vai? — Perguntou puxando o lençol para se cobrir.
— Para o meu quarto, onde é o meu lugar. É lá que tenho que dormir. — Respondi vestindo minha calça.
— Por quê não fica e dorme comigo? — Me olhou inocentemente.
— Porque você não é minha mulher! — Falei e me encaminhei para a porta.
— Vai ser sempre assim? — Indagou com a voz exaltada.
Não respondi. Apenas saí do quarto batendo a porta, não senti nenhum arrependimento ou culpa, ela já deveria saber... Nada vai mudar, e não pretendo parar de me relacionar com ela dessa maneira tão carnal e proibida.
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