Stepfather

19 Último dia no paraíso...


Notas iniciais
Oie, meus amores!!! Simplesmente amei escrever esse capítulo. Espero que gostem!!! Boa leitura!!!

P.O.V Da Sam

No dia seguinte, quem acordou primeiro foi o Benson. Ele preparou um delicioso café-da-manhã para a gente. Era o nosso último dia naquele pedacinho de paraíso, depois do café fomos caminhar pela praia. Era tão bom caminhar com ele de mãos dadas, Freddie não estava usando a aliança. Nós dois parecíamos um casal de namorados, ninguém desconfiaria do nosso relacionamento entre padrasto/enteada.

Nos beijamos e trocamos carícias sem medo de sermos pegos por algum conhecido.

Almoçamos num Quiosque, o plano era aproveitarmos o máximo o nosso último dia ali. Depois curtimos a praia, nos divertimos muito nas águas azuladas de Laguna, trocando muitos beijos e carícias íntimas. Também brincamos de vôlei com outros casais, e Freddie alugou dois Jets Skis e foi muito legal. Passeamos mais um pouco, tomamos água de coco e ele comprou sorvete.

— O que vamos fazer agora? — Perguntei animada para mais um programa à dois.

— Voltaremos para o chalé, estou cansado. Precisamos descansar, quero você bem disposta para hoje à noite. — Passou os braços ao redor da minha cintura.

— O que faremos hoje à noite? — Perguntei curiosa.

— É surpresa, baby. — Respondeu e eu bufei.

Voltamos para o chalé, tomamos banho juntos em meio à carícias, colocamos uma roupa confortável e deitamos na enorme cama. Me aconcheguei nele e fechei os olhos, sentindo ele acariciar minhas costas.

Quando acordei, o Benson não estava mais na cama. Bocejei e levantei, peguei minha mala e a vasculhei, escolhi um vestido azul-noite de alças finas, justo na cintura e soltinho em baixo. Ele tinha bojo, não era preciso usar sutiã, peguei a parte de baixo de um biquíni preto sem estampa, sandálias simples e rumei para o banheiro, a minha maquiagem estava no armário acima da pia.

Tomei banho sem pressa, não lavei o cabelo. Já havia o lavado mais cedo, hidratei o meu corpo, me vesti e calcei minhas sandálias rasteirinhas. Fiz uma trança lateral, coloquei uma fitinha vermelha na ponta, passei rímel, lápis de olho e um pouco de gloss rosa-claro. Nada de perfume, o hidratante tinha um cheirinho adocicado e suave de pêssego.

Minutos depois...

— Você está linda. — Me elogiou, ele estava perto da lareira.

O moreno estava lindo usando aquela camisa branca de abotoar, bermuda jeans preta e chinelos azuis de bocharra. Não estava com o cabelo arrumado em seu habitual topete, ele estava com seus fios macios levemente desalinhados. Tão sexy.

— O que está fazendo aí? — Me aproximei.

— Gosto de ver a madeira queimar, as chamas são tão bonitas... Eu estava te esperando, princesa. — Respondeu abrindo seu típico sorrisinho de lado.

Sorri e olhei para as chamas laranjas e avermelhadas. A madeira estava estalando baixinho, crepitando... Ele tinha razão, as chamas eram mesmo bonitas.

— Vamos? — Me ofereceu o braço num gesto de cavalheirismo.

— Vamos. — Sorri e assenti.

Imaginei que ele me levaria para algum restaurante refinado beira-mar. Mas eu me enganei, passamos por alguns Quiosques, ele me conduziu em direção às docas. A brisa noturna agitava a minha fina trança, o tecido fino e leve do meu vestido e arrepiava a minha pele. Logo me arrependi de não ter colocado nenhuma jaqueta ou casaquinho na mala. Passamos pelas docas, o cheiro da maresia era bom, a brisa também era refrescante, tentei não me importar com o friozinho.

Logo avistamos o iate e a lancha à poucos metros dali. A lancha estava parada perto da ponte, atravessamos a ponte de mãos dadas. Ele desamarrou a grande e grossa corda que mantinha a lancha presa ali, subiu na lancha e me estendeu a mão.

— Meu Deus, Freddie, você alugou um iate... — Falei pasma.

— Na verdade, o iate é meu, aluguei apenas a lancha... — Ele explicou.

[...]

Quando chegamos até o iate, dois homens nos ajudaram a subir. Eles desceram para a lancha após terem sidos dispensados pelo Benson, havia mais pessoas ali no iate. A mesa estava posta fora das acomodações, a noite estava linda e estrelada. O iate balançando levemente não me deixou enjoada.

Freddie me conduziu até a mesa, seria um jantar especial, logo percebi. A mesa estava coberta por uma toalha vermelha, a louça era muito bonita e delicada, parecia porcelana com desenho nas bordas. O moreno puxou uma cadeira preta, sentei e sorri para ele.

Assim que ele sentou, um garçom veio nos servir. Uma música romântica começou a tocar. Ele havia planejado tudo, como eu não percebi? Como ele contratou aquelas pessoas e planejou cada detalhe tão rápido?

O homem muito formal e educado serviu as taças com vinho, depois se retirou nos deixando à sós.

— Você caprichou, hein? — Olhei ao nosso redor.

Havia balões vermelhos enfeitando toda aquela área aonde estava a mesa posta. Balões vermelhos amarrados por fitas brancas, o aparelho de som estava em cima de uma mesinha redonda.

— Que bom que gostou. — Sorriu pegando a taça. Peguei a minha. — Vamos brindar. — Sugeriu. Concordei.

— À essa noite linda, à essa viagem, à nós... — Falou entre pausas. Repeti suas falas e fizemos o brinde.

Tomei o pequeno gole de vinho branco, ele sorriu e eu retribuí seu sorriso. O mesmo garçom veio nos trazer o jantar. Salada de batata, arroz de forno e peixe grelhado com molho branco. Tudo estava uma delícia, nunca gostei muito de peixe, mas achei aquele muito saboroso. A comida era leve, eu repeti e depois o Benson mandou servir a sobremesa. Além do garçom, um Chef local que preparou o jantar e uma arrumadeira estavam no iate. Freddie os dispensou, eles partiram em outra lancha e nós finalmente ficamos à sós em seu belo iate.

— Vamos dançar? — Levantou estendendo a mão.

Levantei e segurei sua mão, nós dançamos juntinhos uma música do Ed Sheeran e uma do John Legend. Eram músicas lentas com letras bonitas. Ele me conduzia no rítmo, sussurrando coisas em meu ouvido, acariciando minhas costas...

O céu estrelado, o mar, a brisa noturna e o ar fresco da maresia eram elementos que deixavam a noite ainda mais bela e apreciável. Tudo estava perfeito.

— O que está achando de tudo isso? — Perguntou quando nossos corpos ainda estavam em movimento.

— Isso tudo parece tão surreal... Nós dois, esse cenário... Tudo é tão lindo. — Respondi.

— Concordo com você. — Sussurrou, a música chegou ao fim. Paramos de dançar.

— Me beija, garotão... — Pedi acariciando sua nuca, ficando nas pontas dos pés.

Ele apertou a minha cintura, juntando ainda mais nossos corpos e me beijou com uma lentidão deliciosa e torturante. Sua língua deslizava sobre a minha com leveza, seu beijo tinha gosto de vinho, canela e hortelã. O beijo lento virou ardente, urgente e algo à mais. Suas mãos afoitas começaram acariciar minha cintura, costas e deslizaram para a minha bunda, me apertando. Gemi contra seus lábios, comecei a ficar sem ar e ele também. Paramos o beijo, ambos ofegantes.

— Vamos lá para dentro... — Comecei a desabotoar sua camisa.

Ele sorriu e negou, me surpreendeu pegando-me no colo e me carregou para um cantinho ali mesmo. Ao ar livre, o piso de madeira estava coberto com almofadas fofas, mantos e camadas de cobertores formando um quadrado. Ele me deitou ali, olhei para o céu estrelado e sorri gostando da ideia.

Tinha um baldinho de gelo com uma garrafa de vinho, uma pequena travessa de plástico com frutas e mais cobertores dobrados em cima de uma cadeira.

Freddie pegou um morango e colocou a metade na boca, me ofereceu outra metade. Mordi a fruta, mastiguei e enguli, ele fez o mesmo e em seguida, se inclinou sobre mim para me dar mais um daqueles beijos de tirar o fôlego.

Aproveitei para desabotoar a sua camisa, deslizei as mãos pelo peitoral e abdômen definidos. Sua boca rumou para o meu pescoço, ele desceu as alças do meu vestido e começou a depositar beijos por meus ombros. Sentei em seu colo, sobre a ereção já formada.

Freddie foi me deitando em cima dos mantos e cobertores macios. Suas mãos hábeis fizeram o meu vestido deslizar por meu corpo com tamanha pressa, me deixando seminua. Ele mesmo se livrou da bermuda, ficando apenas de boxer.

Mudamos de posição, foi a minha vez de ficar por cima.

— Gosta disso? — Comecei a beijar e apertar seu peitoral.

— Ainda pergunta? — Deu uma risadinha rouca.

Fui fazendo uma trilha, descendo, passando a língua pelo seu abdômen. Mordisquei aquela região e abaixei sua cueca, seu membro saltou ereto. O peguei e beijei a cabecinha, não o coloquei na boca, apenas comecei a estimulá-lo usando as mãos.

— Oh, porra, você está ficando tão boa nisso... — Seus gemidos e seus elogios sobre meu desempenho apenas me atiçava, me motivava a dar mais prazer a ele.

— Oh, tão grande... — Acelerei os movimentos sentindo-o crescer e inchar nas minhas mãos.

O moreno gemia de olhos fechados, suas mãos estavam fechadas em punhos. Ele não demorou para se liberar, sujando minhas mãos... Chupei um dedo me deliciando com a visão do seu belo corpo se contraindo, suas coxas tremiam por conta dos espasmos. Levantei indo pegar alguns lencinhos de papel que estavam em cima da mesinha, limpei as mãos e voltei para perto dele.

— Você é muito danadinha, hum? — Sorriu malicioso me puxando.

— Você gosta. — Beijei seu queixo.

— Uhum... — Agarrou o meu seio direito, o apertou e me fez deitar.

— Ah, isso... Chupa... — Acariciei sua nuca quando ele abocanhou o meu outro seio.

Lambeu, chupou e mordiscou me arrancando mais gemidos.

Sua boca foi descendo, deixando rastros de beijos molhados por minha barriga... Ele contornou o meu umbigo com a ponta da língua e agarrou as laterais da única peça que me cobria, desamarrou os lacinhos e arrancou a peça que fazia parte do biquíni.

Abri as pernas ansiosa para sentir sua boca em mim, mas ele acariciou minhas coxas e beijou as partes internas.

— Ohh, por favor, me chupa... — Puxei seus cabelos, ele riu contra a minha virilha e passou a língua naquela região me causando arrepios. — Cretino... — Agarrei seus fios macios, o moreno soprou a pele sensível e deslizou um dedo entre meus lábios vaginais.

— Que delícia.... Hum... Toda molhadinha. — Retirou o dedo e o enfiou na boca. — Gostosa... — Sorriu malicioso e me beijou lá.

— Você sabe o que eu quero, então faça logo... — Praticamente ordenei.

— Você só me deixou na vontade, baby, farei o mesmo com você. — Sorriu maldoso.

Bufei frustrada, que cretino... Ele se acomodou entre minhas pernas, estava completamente ereto se preparando para me penetrar.

— Está tomando os anticoncepcionais direitinho? — Se posicionou e roçou apenas a cabecinha me atiçando.

— Estou. — Respondi. — Ahh... — Com apenas uma estocada, ele me penetrou com força. — Oh, céus... — Seu membro parecia ter dobrado de tamanho, me preenchendo todinha.

Suas estocadas eram fundas, intensas, alternando entre lentas e rápidas. Fechei as pernas ao seu redor, sentindo-o ir cada vez mais fundo. Seus gemidos eram baixos e roucos, os meus eram altos. Finquei as unhas em seus ombros sem dó. O membro dele inchou me alargando. Seus movimentos se tornaram frenéticos.

— Apertada pra caralho! — Seus dedos se afundaram nos meus quadris.

— Porra! — Senti uma pontada de dor. Ele passou a estocar com mais força. Arranhei suas costas, mordi seu ombro. Ele foi desacelerando...

— Diz que é minha. — Pediu entre dentes. Seus movimentos ficaram lentos.

Fechei os olhos arqueando as costas, minhas pernas ao seu redor ficaram frouxas.

— Diga. — Acariciou minha cintura, afundou o rosto na curvatura do meu pescoço.

Abri os olhos, ele ergueu o rosto e me olhou, nossos olharem se fixaram um no outro. Eu movia o corpo acompanhando seu rítmo. Toquei seu rosto, minha visão ficou embaçada... Seus lábios tocaram os meus. Não consegui segurar as lágrimas.

— Você sabe a resposta. — Sussurrei acariciando seu rosto.

[...]

No dia seguinte...

Em Seattle, às 18h:27min...

Resolvi ir no apartamento do Victor, havia me decidido. Não era certo iludi-lo, brincar com os sentimentos dele. Victor era um rapaz legal e que gostava de mim, e eu estava apenas o usando para fazer ciúmes no Benson. Segui o conselho da Carly, o certo era acabar com aquilo...

— Senti sua falta, linda. — Ele me puxou para dentro assim que abriu a porta.

Tentou me beijar, virei o rosto e me esquivei pondo as mãos em seu peito.

— Algum problema? — Se afastou, me olhando triste com a minha rejeição.

— Precisamos conversar. — Falei.

— Vamos sentar, então... — Indicou o sofá.

— Não quero sentar. Vou ser rápida. — Avisei.

Ele cruzou os braços e eu suspirei, seu semblante se tornou sério.

— Quero terminar. — Falei e ele franziu o cenho. — Não quero mais namorar você, é melhor sermos apenas amigos. — Prossegui falando tudo com calma.

— O quê? Por quê? — Questionou me lançando aquele olhar de cortar o coração.

— Eu gosto de você, de verdade, você é muito legal, divertido, carinhoso e eu não tenho o que reclamar de você, sério mesmo... Mas eu estou apaixonada por outro. — Fui sincera com ele.

— É recíproco? — Perguntou. Assenti sem ter certeza sobre os sentimentos do Benson.

— Você vai encontrar uma garota bacana, sua cara metade. Você vai ser muito feliz com ela. — Afirmei.

— Espero... — O moreno concordou comigo.

— Então, vamos continuar só na amizade? — Estendi a mão.

— Sim. — Assentiu apertando minha mão.

— Não está com raiva ou algo do tipo? — Indaguei.

— Não mesmo. Estou de boas. — Abriu um sorriso.

— Fico feliz em saber disso. Então, tá... Preciso ir. — Esperei ele abrir a porta. — Tchau. — Me despedi.

— Tchau, Sam, se cuida... — Sorriu novamente.

Dei alguns passos e olhei para trás, voltei e corri para os seus braços. Ele me recebeu de abraços abertos e me apertou contra si.

— Obrigada, Victor, por ter compreendido, por ser meu amigo... — Chorei molhando sua camisa.

Nunca tive muitos amigos, na verdade, a Carly sempre foi minha única amiga de verdade. O pessoal do colégio era apenas colegas de turma. Mas o Victor havia se transformado numa pessoa muito especial para mim.

[...]

Dias depois, Sexta-feira, às 10:45 da manhã...

— Gosto muito de cozinhar para o Fredward. Ele ama a minha comida. — Minha mãe disse toda sorridente pondo a carne na assadeira, em seguida colocou a assadeira no forno.

Fredward. Ela nunca chamava ele pelo apelido. Eu preferia chamá-lo de Freddie. Era mais bonitinho.

Meu pai e ela ficaram tristes quando contei que terminei com o Victor. O Benson ficou muito satisfeito.

— Você quer acampar? Curtir as férias? — Questionou.

— Não, mãe. Nada de acampamento esse ano. — Avisei.

— Também não quer viajar? Passar as férias na casa dos seus avós paternos? — Perguntou.

— Não quero ir pra Atlanta. Lá não tem nada de interessante. — Afirmei.

— Então, por quê não vai com a Carly para Yakima? — Sugeriu animada.

— Piorou, mãe. — Bufei cortando os tomates para a salada.

— Seu pai vai levar a sua irmãzinha para a Disney, você poderia ir com eles esse ano. — Ela sorriu. Revirei os olhos.

— A senhora quer mesmo se livrar de mim, né? — Saquei a dela.

— Claro que não, filha. — Me olhou ofendida. — Não, amor, eu não estou querendo me livrar de você, só não quero que você fique entediada sem sair de casa, você entrou em férias ontem e não quer viajar pra nenhum canto, você deveria ir se divertir. — Explicou.

— Você deveria fazer o mesmo. Vai tirar o quê? Três semanas de férias? — Indaguei.

— Um mês e duas semanas de férias. Vou conversar com o Fredward, hoje é o último dia dele se matando de trabalhar. Ele está precisando dessas férias mais do que eu. Eu estive pensando, podemos viajar em família, o que você acha? — Perguntou empolgada.

— Não quero segurar vela. Vão vocês. — Respondi.

— Ah, Sam, deixa de bobagens... — Me olhou indignada. — Vai ser legal, filha. — Tentou me convencer.

— Não, mãe, eu prefiro ir pra Yakima com a Carly. — Falei pondo um fim naquela conversa.

[...]

— Estou indecisa, querido, que tal escolhermos juntos? Flórida, Austrália ou Acapulco? — Minha mãe queria a opinião do Freddie.

Estávamos almoçando, olhei para ele que ficou em silêncio por longos segundos.

— Amor, é sobre isso que eu quero conversar com você, mas só depois do almoço. — Ele disse sério.

— Por quê não pode ser agora? — Ela indagou no mesmo tom.

— Está bem... — Ele fez uma pausa. — Surgiram umas complicações lá na empresa, e eu preciso resolver isso. Só vou ficar de férias daqui à duas semanas, mas vou fazer de tudo para resolver as coisas logo... Sinto muito decepcioná-la. — Disse para ela.

— Oh, não se preocupe, querido. — Minha mãe assentiu compreensíva.

— Podemos curtir as férias em Acapulco. Você pode ir na frente, eu vou assim que resolver tudo. Não posso viajar sem dar um fim nesses problemas. — Ele avisou e ela abriu um sorriso concordando.

— Ótimo. Já estou ansiosa para ir pra Acapulco. Vai ser demais, amor. Resolva as coisas na empresa com calma, eu estarei te esperando. A Sam vai para Yakima com a Carly. — Ela falou pondo mais salada no prato dela.

Freddie me olhou, desviei o olhar reprimindo uma risada. Ela havia caído direitinho no papo dele também. Eu não iria para Yakima coisa nenhuma.

Notas finais
E aí??? Curtiram o último dia de Seddie em Laguna Beach??? O que mais gostaram do capítulo??? Alguém aí sente pena da Pam? A coitada nem imagina o que o amado marido e a adorável filha andam aprontando haha Comentem, nada de vácuo, blz? Bjs