Stay

6 Stand By Me


Notas iniciais
oi garotas, capitulo duplo heuheuehuehueheu Compensando vocês por ter ficado tanto tempo sem postar kk

– Boa noite Carol. — Falo. Seu rosto levemente corado, seus olhos azuis tem um brilho intenso... E esses malditos lábios que não saem do meu pensamento.

– Boa noite. — Ela sorri.

Entro na caminhonete e decido voltar pra casa... Ela infestou o carro com perfume. Balancei a cabeça tentando me livrar desses pensamentos... Droga, a imagem de uma Carol totalmente nua no chuveiro toma minha mente. "Que porra é essa Dixon? tira essa mulher da sua cabeça, agora"

Parei o carro em frente a minha casa, franzo a testa ao ver a porta aberta.

– Merle? — Chamo meu irmão e não obtenho resposta. Ouço um barulho vindo da cozinha. — Merle?

– Que é? — Ele aparece de dentro do quarto.

– ah... — Fecho a porta atrás de mim.

Observo uma figura loira saindo da cozinha.

– Até você consegue coisa melhor. — Falo irônico.

Ela me olha debochada.

Vou para meu quarto e me jogo na cama suspirando pesadamente. e lá está ela novamente... Mais que diabos? eu mal a conheço e não consigo parar de pensar nela? Pensamentos tão... Sujos. "Sexy"

– Não. — Balanço a cabeça apertando os olhos.

Me mecho na cama tentando acalmar meus pensamentos... É claro que os gritos vindos do quarto de Merle não ajudava em muita coisa.

. . .

Já estava acordado a horas, não tinha a menor vontade de me levantar da cama, mas se não fizesse isso, Merle morria de fome.

Me vesti e fui pra cozinha preparar alguma coisa pra comer.

– Bom dia. — Merle diz. Fico quieto. — Eu falei com você.

– Eu ouvi. — Coloco um prato com ovos e torradas na frente dele.

– Vai ficar nervosinha? — Ele ri. Continuo quieto. — Eu não quis dizer aquilo ontem...

– Você nunca quer. — Visto minha jaqueta e saio de casa.

Dirijo até o único lugar que posso realmente me sentir bem.

– Ei garoto. — O velho sorri e caminha até mim com os braços abertos. — Quanto tempo.

– Oi Hershel. — Sorrio enquanto retribuo o abraço. — e as garotas?

– Estão bem. Beth ainda está traumatizada. — Ele suspira e abaixa a cabeça. — Foi difícil pra ela.

– Entendo. — Aperto o ombro dele.

– Venha. — Ele me chama para dentro do celeiro. — Me diga filho... Como andam as coisas?

– Indo... — Sorrio fraco. — A cada dia Merle me dá mais motivos pra querer desistir dele.

Ele ri.

– Entenda-o filho. Merle é um cabeça dura igual o Will, todos vocês Dixons são. — Sorrio. — Dê mais algum tempo a ele.

– Eu dou um tempo a ele faz mais de quinze anos. — Suspiro enquanto acaricio a crina do cavalo. — E como ela tá?

– Se recuperando. — Hershel dá uns tapinhas nela. — Ela sobrevive.

Vi algumas gaiolas com animais dentro.

– São novos? — Pergunto indo até lá.

– Sim... Os donos vão vir hoje. — Ele sorri.

– Vocês faz milagres com esses bichos. — Sorrio. Inclino a cabeça pro lado. — E esse aqui?

– É... — Hershel suspira. — Encontrei ela á dois dias. Deixaram na entrada da fazenda.

– O que ela tem? — Abro a gaiola e pego ela no colo.

– Agora ela esta bem. — Ele diz.

– Sem dono certo? — Brinco com o filhote de cachorro no meu colo.

. . .

Aperto a buzina da caminhonete e não demora muito pra eu ver a cabeça de Sophia na janela.

Demora alguns minutos até que ela sai de casa.

– Oi. — Ela sorri.

– E ai pirralha. — Mecho com o cabelo dela. — Trouxe uma coisa pra você.

– Meu coelho? — Os olhos dela brilham.

– Não... — Falo e tiro o filhote do carro.

– Wooow. — Ela abre a boca. — É meu?

– É... Achei que um cachorro seria mais fácil de cuidar. — Ela ri.

– Ele tem nome? — Ela pergunta.

– É ela. — Digo. — E talvez você quira dar um nome.

– Hey. — Carol aparece. — O que isso?

– Daryl me deu. — Ela sorri fazendo carinho no filhote. — Eu posso ficar né mamãe?

– Claro que pode. — Carol sorri.

– Segura. — Ela me dá a cadela e sai correndo pra dentro da casa.

– Não tinha coelhos? — Carol sorri.

– Tava em falta. — Rimos.

– Obrigado. — Ela diz.

Fiquei um tempo conversando com Carol, Sophia brincava com o filhote enquanto agente decidia um nome pra ela.

– Eu... Preciso ir. — Falo. — Tchau.

– Tchau caçador. — Sophia me abraça. Fico desconcertado com aquilo. — Você tem que me abraçar também. é assim que funciona.

Sorrio e retribuo o abraço.

– Vamos filha. — Carol chama Sophia. — Tchau Daryl.

Aceno com a mão e entro na caminhonete.

Notas finais
É isso gente, esse foi mais pequeno, mas espero que tenham gostado. Deem um nome pra cachorrinha heuehuehuehe. Amo vocês Beijos; Tia Barbie