Starlight
1 Rotina
Notas iniciais
Esse primeiro capítulo está mais como apresentação do universo e dos papéis de cada personagem, o que eu considero bem importante. E, é claro, o plot já vai começar a andar a partir dele, então não é como se fosse um infodump sem nada interessante acontecendo :v
Não tenho muito o que falar aqui, já que as notas iniciais da fic servem como introdução para a história...
Boa leitura! ♥
Rotina
Aquele era apenas mais um dia de trabalho. Kei Tsukishima sabia disso muito bem, após acordar em seu próprio quarto dentro da nave. Era só um trabalho, que o forçava a ficar longe de sua família, mas que lhe dava dinheiro. Além disso, não era como se ele não pudesse tirar férias quando bem entendesse.
O homem saiu de sua cama, pegando os óculos de grau, e subiu a cortina da janela, olhando para o espaço lá fora. Todas aquelas estrelas já lhe eram uma companhia familiar, visto o tempo que passava entre elas, mas a visão não deixava de ser bonita. No entanto, ele não podia ficar lá olhando para o espaço para sempre, pois tinha bem mais o que fazer. Era um dia importante.
Após tomar banho e se arrumar, Kei pegou o jaleco e o vestiu. Na parte de trás e no bolso da frente se encontrava o símbolo da sua equipe, a Equipe CORVO. O nome não significava nada de especial, até onde ele sabia, mas era uma maneira de diferenciar a sua equipe das outras, por mais que eles fizessem basicamente a mesma coisa, que era explorar o espaço e outros planetas. Pelo menos ele tinha uma certa afeição com aquele pássaro negro que se encontrava bordado na roupa, com as asas abertas, pronto para levantar voo.
O loiro saiu do quarto, encarando o corredor vazio da nave. Todo mundo já deveria estar comendo, provavelmente, considerando o trabalho que tinham que fazer, e ele mesmo também precisava estar bem alimentado. Portanto, dirigiu-se para a cozinha, e ao chegar lá confirmou as suas suspeitas ao ver a maioria dos outros integrantes ali.
“Bom dia, Kei.” O primeiro a notar sua presença foi Sugawara, que estava cozinhando. Era ele quem levava o maior jeito pra isso, e era ele que, também, fazia questão de cuidar da saúde de todos ali. Era jovem, assim como todos, mas tinha os cabelos prateados, apesar disso não tirar em nada a suavidade de sua aparência.
“Bom dia.” Ele respondeu, sentando-se à mesa junto com os outros. Logo Sugawara chegou ao seu lado, servindo-lhe um belo café da manhã em seu prato — que já estava posto, numa prova de como ele conseguia ser incrivelmente responsável. Na verdade, todos eles deviam e muito a Sugawara por ter a capacidade e a vontade de cozinhar comida decente todos os dias, ou então eles teriam que se contentar com a comida processada e sem gosto que tinham estocada.
“E aí, Tsukki!” O loiro teve que olhar para baixo para ver Yuu Nishinoya, que estava sentado ao seu lado e que tinha acabado de dar um tapinha amigável nas suas costas. Apesar de baixinho e parecer uma criança, ele era o melhor — e oficial — engenheiro ali. Como sempre, ele estava sorrindo radiante em pura animação, se bem que desta vez ele estava mais feliz que o normal, o que era compreensível. Todos ali deviam estar ansiosos e animados, e mesmo Tsukishima se sentia assim também, apesar de não estar sorrindo tanto quanto o outro.
“Oi, Nishinoya.” Respondeu, passando a mão no cabelo do mais baixo, bagunçando um pouco.
“Vai sair com a gente quando chegarmos?” A pergunta foi feita por Azumane, que ao contrário de Nishinoya, era alto, e realmente parecia com um adulto e não um adolescente. A barba mal feita e o cabelo comprido preso em coque eram coisas que nunca mudavam, e apesar de sua aparência grande e forte, ele era uma pessoa fácil de lidar, o que era algo que Kei aprovava.
“Vou sim. O lugar de hoje parece mais promissor desta vez.” Ele disse, e era verdade. Parecia que a Equipe CORVO havia tirado uma boa sorte em relação ao lugar que iriam explorar pelas próximas semanas, e Tsukishima estaria mentindo se afirmasse que não estava curioso para observar o que existia lá.
“Verdade, os outros foram uma decepção.” Ryunosuke falou após engolir uma quantidade de comida que, na visão do loiro, era absurda. Ele, aliás, ainda não tinha se arrumado, e estava ali ainda com as calças do pijama, e Tsukishima podia ver as tatuagens que ficavam em seus braços e peito. Isso, porém, não tirava o mérito de sua fala — os últimos planetas que a Equipe CORVO havia visitado não tinham sido muito interessantes. Não eram vazios, mas a vida que tinha neles não era muito desenvolvida, e por isso eles mal conseguiram materiais utilizáveis para a corporação que os comandava, a HQ Foundation.
A conversa logo virou uma série de reclamações e piadas sobre os planetas anteriores, onde todos participaram ativamente enquanto comiam. Sugawara fez os pratos dele e de quem estava faltando, e sentou-se para comer, logo se metendo na discussão. Eles mal podiam esperar para ver o que iriam encontrar, e segundo os relatórios, eles bem que tinham motivos para estarem animados.
Logo cada um deles estava narrando sobre o que gostaria de encontrar, mesmo que fosse algo bizarro. No entanto, eles estavam no espaço e trabalhavam explorando planetas — não era como se eles não tivessem encontrado algumas coisas estranhas e que teoricamente não deveriam existir.
A chegada de quem estava atrasado, no entanto, acabou por interromper o assunto.
“Desculpe a demora. Tive que lutar pra acordar esse daí.” Quem falou foi Kageyama, apontando diretamente para o rapaz ruivo e baixinho que se encontrava do seu lado, ainda bocejando e com cara de sono. Apesar de poder trabalharem sozinhos em suas funções, ambos eram uma dupla, ainda que bem inusitada.
Kageyama era alto, de cabelos negros e olhos azuis que podiam penetrar direto através da sua alma, e que lhe garantiam uma mira excelente — talvez até mesmo não humana. Não apenas isso, como ele também era bem mais responsável com as suas coisas, tendo um pavio curto em compensação. Já Hinata, o rapaz ruivo, aparentava ser ainda mais novo que Nishinoya — era comum o confundirem com uma criança, quando já era um adulto -, e era capaz de ser mais animado e energético que o mesmo, tendo reflexos incríveis.
Ambos se sentaram, e assim que o menor sentiu o sabor do primeiro pedaço de comida, seus olhos brilharam, e ele se animou instantaneamente. Enquanto isso, Kageyama comia em silêncio, apenas apreciando a comida de Sugawara.
“Onde está o capitão?” O moreno questionou, já que havia chegado atrasado.
“Ah, ele nem comeu aqui. Saiu da cozinha antes de todos vocês chegarem… Eu mesmo fiz o café dele e ele resolveu comer na sala de controle.” O homem de cabelos prateados respondeu, ainda que com um leve tom de preocupação. Daichi era um capitão muito diligente, mas era capaz de ir a medidas um tanto extremas para garantir o bem estar de todos. Não que comer em outro lugar fosse fazer-lhe mal, mas Sugawara se preocupava com o fato dele acordar especialmente cedo para isso, ainda mais por ter que pilotar a nave na hora do pouso.
“Mas hoje a gente finalmente vai pousar! Eu tô louco pra explorar, não aguento mais ficar aqui preso sem fazer nada!” Hinata falou por entre garfadas, comendo com uma enorme animosidade e apetite. Já era de se esperar que ele estivesse incrivelmente animado, já que ele sempre conseguia enxergar uma coisa boa em toda exploração, mesmo quando a equipe não encontra nada muito interessante.
Não demorou muito para a conversa retornar ao rumo anterior, ficando desta vez bem mais animada. Quando todos terminaram de comer, Tsukishima retornou ao seu quarto — pelo menos por enquanto ele não teria que fazer muita coisa.
O loiro aproveitou o tempo livre para ouvir música e reler o relatório básico do planeta. Havia sido descoberto recentemente, e era de um tamanho considerável. A atmosfera era muito parecida com a da Terra, e só isso já fazia o cientista pensar nas grandes possibilidades de evolução das criaturas ali. Nas fotos podiam-se ver continentes verdes e roxos, e parte da superfície tinha água, até mesmo oceanos. Além disso, a falta de sinais de civilização torna tudo ainda mais interessante.
Ler tudo aquilo fazia a mente de Kei ir para todos os lugares. Ele e sua equipe já haviam explorado corais imensos, montanhas de minerais, e até mesmo cavernas com ecossistemas totalmente diferentes do que se encontrava do lado de fora. É claro, aquele trabalho também trazia diversos riscos, como a intoxicação por substâncias desconhecidas, ataques de animais selvagens hostis, ou então desastres biológicos imprevisíveis, mas o risco misturado com a vontade de conhecer todos aqueles mundos novos era o que tornava tudo tão divertido tanto para o cientista quanto para todos que estavam presentes.
Além disso, ele adorava pesquisar, explorar e aprender tudo sobre o que eles conseguiam pegar para analisar. Na verdade, seu trabalho consistia justamente nisso, já que era com essas informações que a empresa para a qual eles trabalhavam podia desenvolver novas tecnologias e vendê-las para quem pudesse pagar. Melhorias genéticas, bichinhos de estimação híbridos de raças existentes, novas espécies de plantas medicinais… Todo tipo de coisa.
É claro, nem todo mundo podia pagar por aquilo. Mas a elite que podia, com certeza fazia questão disso. Não era raro ver famílias ricas com crianças geneticamente modificadas profissionalmente para serem mais fortes, mais inteligentes e até mesmo mais bonitas — o próprio loiro já tinha se deparado com diversos adolescentes filhos de famílias ricas que pagavam pra ter listras de tigre que se moviam em seus corpos, chifres de espécies diferentes, olhos de cores não humanas, entre outras mutações.
Quem não tinha muito dinheiro podia se arriscar em negócios mais clandestinos, obviamente, mas os resultados não tinham a garantia de se adaptarem perfeitamente ao corpo humano. Não era incomum alguém morrer por causa de falhas nessas experiências.
Tsukishima nunca se submeteu a nada desse tipo, nem mesmo para corrigir sua visão. Para ele, usar óculos já havia virado rotina, e o loiro estava mais do que satisfeito com a sua aparência e habilidades.
Após reler o relatório, ele decidiu ir até a sala de observação, que estava vazia. Ele sentou-se num dos sofás, olhando para o espaço na grande janela novamente. Era relaxante, de certa forma, mas aquela espera toda o estava deixando ainda mais ansioso. Por um lado, Kei sentia-se quase como um garotinho impaciente por um brinquedo novo. Felizmente, ele não era o único assim.
Não demorou muito para que Azumane entrasse na sala, sentando-se ao lado do cientista.
“Cadê o Yuu?” O loiro perguntou, curioso com a falta da sombra baixinha do engenheiro seguindo-o como normalmente fazia.
“Foi ajudar o Daichi junto com o Sugawara. Parece que vamos pousar daqui a poucos minutos.” Ele respondeu, espreguiçando-se no lugar. Mesmo ele parecia estar inquieto, e já havia se trocado para um traje mais digno de exploração. Logo os outros deveriam se juntar a eles, já vestidos, e felizmente Tsukishima já estava vestido corretamente para o trabalho.
“Espero que a gente pouse logo, mesmo. Já não estou me aguentando de ansiedade.” Tsukishima afirmou, com os olhos dourados fixos nas estrelas que passavam enquanto a nave avançava. Estrelas que podiam ter vida, que podiam ter outras civilizações, que talvez os humanos pudessem colonizar do mesmo modo que haviam feito com outros planetas anos atrás, após enfim conquistarem o espaço e terem deixado a Terra para trás.
Não que a Terra tivesse morrido. A humanidade só queria expandir — e muito — os seus horizontes.
Kei nunca tinha visitado a Terra, porém. Tudo o que ele sabia dela vinha de filmes, documentários e livros, alguns da época distante onde a ideia de explorar a imensidão do universo não passava de um sonho alto e absurdo. Era curioso ver como a humanidade evoluiu desde então, e como ela teve a decência de deixar o seu planeta se reestabelecer sozinho após deixá-lo para trás.
“Estamos pousando!” A voz de Daichi acabou rompendo todo e qualquer silêncio na nave, e aquela notícia já bastava para fazer com que o cientista se levantasse de imediato. Azumane o seguiu, e em poucos minutos eles dois e todos os outros integrantes da Equipe CORVO estavam na sala de controle, vendo com seus próprios olhos a superfície do planeta se aproximando cada vez mais.
“Tivemos uma certa dificuldade achando um lugar bom pra pousar, mas finalmente achamos!” O próprio capitão exclamou, apontando para uma clareira que se aproximava diante dos olhos de todos. O homem parecia um tanto cansado, mas animado com aquilo tudo. Suas mãos logo tomaram conta dos controles, e ele guiou a nave para o local de pouso, que era cercada por uma floresta — tinha um rio por perto, também, e algumas montanhas.
Tsukishima mal conseguia se aguentar de ansiedade, assim como todos os outros. Ninguém falava, e eles apenas observavam o que se passava, com os corações batendo forte. Podiam fazer aquilo mil vezes, ainda seria algo de tirar o fôlego.
Quando a nave enfim pousou, foi que eles deixaram-se comemorar, mas não por muito tempo. Eles tinham um novo planeta para explorar, e tinham que aproveitar enquanto ainda estava claro.
Logo Kei estava na entrada da nave, junto com Ryunosuke, Azumane, Hinata e Kageyama. Os outros iriam ficar dentro da nave, mas ainda assim dirigiram-se para a entrada apenas para espiar um pouco do lado de fora quando a abrissem — e assim foi feito quando todos estavam lá reunidos.
O silêncio e a ansiedade eram praticamente palpáveis durante aquele tempo. Após a entrada ter sido aberta, então — o que pareceu ter demorado mais que o normal -, todos puderam sentir o ar fresco do lado de fora. Era muito diferente, e relativamente úmido. Tsukishima ajustou os óculos no rosto, piscando algumas vezes seus olhos dourados.
O que se encontrava na sua frente, após o final da clareira, parecia com uma enorme floresta tropical alienígena. A grama era baixa, mas as árvores… Elas eram grandes, algumas imensas, que levavam até o céu azul-esverdeado. A folhagem não era de todo verde; ele podia ver árvores com folhas vermelhas, amarelas, azuis. Algumas tinham folhas enormes e longas, pesadas, outras mais finas, outras com cipós e até mesmo espinhos. A diversidade era grande, e isso porque nenhum animal havia passado por lá ainda. Se apenas aquela primeira visão já era fantástica, as coisas que aquele lugar escondia deveriam ser ainda mais incríveis.
“Caramba. Acho que vocês vão se divertir muito.” Daichi falou, ainda olhando embasbacado para o que estava na frente deles — o que era uma reação compreensível, no mínimo. Eles realmente tinham dado sorte.
“Bem, o que estamos esperando? Nós voltamos mais tarde, quando estiver escurecendo.” Kageyama foi o primeiro a tomar a iniciativa, dando um passo adiante. E se ele estava ansioso para sair daquela nave, então era porque havia mesmo muito a ser explorado e descoberto.
“Tomem cuidado. Falem com a gente se acontecer alguma coisa, se um equipamento quebrar ou algo assim.” Sugawara avisou, como de praxe, fazendo o papel de pai preocupado, mesmo que não fosse tão velho assim.
“Tudo bem, mãe, a gente já entendeu!” Hinata respondeu com um sorriso, juntando-se com Kageyama na rampa para fora da nave praticamente aos pulos, e logo em seguida Tsukishima, Azumane e Ryunosuke seguiram os outros dois, adentrando na selva.
Aquele lugar era incrivelmente úmido e quente. Ainda assim, era bonito, e a luz ainda conseguia penetrar pelos espaços entre as árvores e outras plantas. No começo, eles só conseguiram pegar algumas amostras da vegetação local: folhas secas, alguns cogumelos que brilhavam dentro de uma árvore morta, algumas flores multicoloridas. Só então os animais começaram a aparecer, aos poucos.
Primeiro foram os insetos. Besouros de múltiplos chifres, outros insetos com asas imensas — desses eles só conseguiram pegar um espécime, com asas vermelho sangue que podiam facilmente ter o comprimento total da distância dos braços de uma criança quando abertos.
“Ainda bem que temos esse amiguinho aqui pra guardar tudo.” Ryunosuke falou assim que ele paralisou o inseto com sua arma de eletricidade, deixando-o seguro dentro do robô de exploração. Na verdade ele não fazia muita coisa, já que sua função principal era seguir os humanos e guardar tudo o que precisavam — e capturavam. Ele havia sido criado especialmente para isso, podendo enfrentar qualquer tipo de terreno, e seu material era bastante resistente, podendo durar um bom tempo antes de ser trocado por algo mais novo.
“Nosso amiguinho tem quase a minha altura.” Hinata disse, passando a mão em cima do mesmo. Se não fossem por 20 centímetros, ele seria mais baixinho que a máquina.
“Não é culpa nossa você ser tampinha.” Tsukishima aproveitou para provocar o ruivo um pouco, dando um risinho sacana.
Os cinco avançaram ainda mais, e aos poucos a vegetação se tornava menos densa. Por um momento eles achavam que estavam se aproximando de uma clareira novamente, mas olhando através das árvores revelava que na verdade eles estavam chegando perto do pé de uma montanha. Após uma rápida pausa para discussão, foi decidido que o grupo iria até lá, nem que fosse para ver como era e não coletar nada.
A caminhada continuou por mais algumas horas, e o calor estava de matar. No entanto, a curiosidade era muito maior do que a vontade de voltar para o conforto conhecido da nave — além disso, eles estavam quase chegando na base da montanha, que parecia ser ígreme e de difícil escalada. As árvores não eram mais tão grandes agora, e nem tão exageradas em quantidade. A vegetação rasteira estava começando a dominar cada vez mais, com arbustos e grama.
Então eles ouviram o som de alguma coisa se mexendo.
“Ouviram isso?” Ryunosuke perguntou, olhando para o grupo. Os outros assentiram, e ele engoliu em seco. Pelo ruflar de folhas e pelo silêncio, não devia ser um animal simpático e fácil de capturar, mas não tinha como ter certeza sem checar antes — ainda mais porque, em planetas desconhecidos, sons assustadores podiam revelar na verdade coisas inofensivas.
“Vamos pra lá.” Azumane apontou para um conjunto de arbustos altos o bastante para escondê-los, e todos se dirigiram para lá em silêncio. Após alguns segundos parados, apenas escutando o que parecia ser, agora que estavam mais concentrados, um animal se alimentando, eles resolveram espiar.
E o que viram foi algo que definitivamente não esperavam encontrar.
Notas finais
Gostaria de fazer um capítulo enorme, mas o desafio dá limite de palavras por capítulo também. Acredito que minha média para essa fic será de, aproximadamente, 3k palavras, o que é algo mediano considerando que o limite aceito é entre 1k e 5k.
O segundo capítulo já está pronto, e será postado... Em alguns dias. Como tenho até o final de Agosto, as atualizações serão constantes, até porque eu estou MUITO MUITO MUITO ANIMADA com esse desafio. I'm not even joking.
Espero que tenha gostado, e nos vemos no próximo! ♥
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