Notas iniciais
Começando a semana com mais um capítulo! :D Gente, vocês são incríveis. Já falei isso? Porque eu vou falar de novo: VOCÊS SÃO INCRÍVEIS. Sério, da semana passada pra cá os comentários EXPLODIRAM. Estou impressionada e me sentindo super amada aqui por vocês, ok? E vocês obviamente merecem uma atualização cheirosinha pra começar bem a semana! uwu Boa leitura!

Matinal

Kei acordou no chão duro, e por um momento não sabia porque havia dormido ali. Quando levou uma das mãos até o rosto para coçar os olhos, percebeu que também estava de óculos — o que explicava o incômodo que sentia na cabeça, por causa da pressão que o piso exercia contra a haste. Ele levantou os óculos o suficiente para poder tocar no rosto, e após coçar os olhos, o cientista se lembrou do que havia acontecido, especialmente porque a prova estava bem na sua frente.

Ele havia dormido com Tadashi na sua cela. Na verdade, o alienígena ainda estava dormindo, e Tsukishima podia ver isso muito bem, já que estava deitado na frente dele. Yamaguchi parecia estar confortável — ou ao menos o máximo que podia estar, considerando o ambiente -, com os olhos fechados e os lábios curvados num leve sorriso. Um filete de saliva escorria do canto da boca, e o cientista não pode deixar de achar aquilo um tanto adorável. Ele também se perguntava se o alienígena estava sonhando com algo bom, considerando o quão relaxado ele estava.

Tadashi moveu um dos braços, e só então o loiro percebeu que o outro o estava abraçando. A mão dele passava pela sua cintura e segurava suas costas, sem fazer força. Nesse momento, Tsukishima se lembrou do que havia acontecido na noite passada — o caminho que percorrera até o laboratório, o modo como eles se sentaram juntos, a conversa que tiveram e principalmente o fato de que eles se beijaram. Os olhos amarelos do cientista fixaram-se na boca de Yamaguchi, e ele ainda conseguia se recordar perfeitamente de como fora deixar os seus lábios tocarem nos dele, e em como o alienígena não demorou em retribuir o gesto. Ele sentiu vontade de beijá-lo novamente, e não pode evitar de corar um pouco ao notar tal pensamento — ainda mais quando ele se lembrou do fato de que havia dito para o outro que gostava muito dele e Tadashi afirmou o mesmo.

Tsukishima desviu o olhar dos lábios do alienígena, evitando pensar no quanto queria beijá-lo, abraçá-lo e ficar ao seu lado. Não era hora para se perder em devaneios, por mais que estivesse apaixonado, ainda mais porque ele nem deveria ter criado tais sentimentos por Tadashi.

“Tsukki?” A voz masculina o tirou de seus pensamentos, e ele demorou alguns instantes para entender que ter uma terceira pessoal no laboratório significava que ele fora pego dormindo com Yamaguchi. Assim que ele percebeu isso, porém, Tsukishima sentiu uma onda de ansiedade invadindo-lhe o peito enquanto ele se afastava do alienígena, sentando-se tomando o máximo de cuidado possível para não acordá-lo.

O olhar do cientista pousou nos pés calçados, e então subiu. Aos poucos ele foi reconhecendo quem era, e a identidade do outro homem foi revelada assim que Kei conseguiu enxergar as linhas das tatuagens nos braços do outro — um tigre no esquerdo e um tengu no direito, ambos no estilo de pintura clássica japonesa.

“Ei, Tanaka.” O loiro falou em voz baixa, sem deixar de notar o olhar no mínimo incrédulo no rosto do outro homem. Tsukishima sabia que não tinha desculpa que ele poderia dar para se safar dessa situação, ainda mais porque ele ainda estava de pijama e Yamaguchi agora havia se agarrado ao cobertor que deveria estar em seu quarto. Provavelmente devia estar pegando nele para compensar a falta de sua presença.

Antes que o outro lhe perguntasse o que diabos estava fazendo dentro da jaula naquele estado, Tsukishima caminhou e fez questão de sair de lá sozinho. Ele não se importou muito em deixar Tadashi ficar com o cobertor — ainda mais porque ele mesmo tinha dito que o alienígena podia ficar com ele, de qualquer forma.

Ryunosuke continuava a olhar para aquela cena no mínimo inesperada, e seus olhos alternavam entre fixar-se no cientista e no alienígena.

“Como?” Ele perguntou em voz baixa, mas ainda assim sem deixar de esconder a surpresa, apontando para Tsukishima primeiro e depois para Yamaguchi. Muitas dúvidas se passavam na sua mente naquele momento, ainda mais porque de todas as pessoas naquela nave, Kei sempre parecera ser o mais racional e menos propenso a atitudes arriscadas como aquela — então, deparar-se com ele casualmente dormindo ao lado de uma criatura que poderia muito bem matá-lo ou machucá-lo seriamente com certeza não era o que poderia ser considerado algo esperado de seu comportamento.

O que mais assustava era que Tsukishima sabia muito bem que aquilo não era normal ou esperado da sua parte.

A pergunta simples de Tanaka, no entanto, fez com que a mente do cientista começasse a trabalhar. Realmente, como ele chegou a parar ali? O que o levara a fazer tamanha loucura? Tsukishima queria, e muito, achar uma resposta que parecesse racional, mas a única coisa que se passava na sua cabeça era “eu estou apaixonado por Yamaguchi e não queria deixá-lo sozinho e com frio de noite”.

Mas ele não podia falar aquilo. Por mais que fosse a verdade, não seria a resposta satisfatória e muito menos a que o outro homem — ou qualquer outra pessoa presente naquela nave, na verdade — iria aceitar logo de cara.

“Aqui é muito frio de noite. Eu trouxe um cobertor.” Ele sabia que aquela com certeza não era a melhor resposta que podia dar naquela situação e que ela soava óbvia e ridícula — ainda assim, era uma opção mais aceitável do que contar a verdade, pelo menos no momento. Além disso, não era como se fosse mentira, pois o laboratório era mesmo frio e desconfortável durante a noite.

“Podia ter deixado o cobertor e ter ido dormir no seu quarto.” Como qualquer pessoa normal, Tsukishima podia perceber na fala do outro. Obviamente, Tanaka não comprou a sua desculpa. Ninguém compraria.

“Eu estava cansado. Não percebi quando caí no sono.” Isso também não era nenhuma mentira — ele realmente não estava com a intenção de dormir ali com Yamaguchi, e não notou quando adormeceu após se deitar com ele no chão. Todavia, não era algo do qual estava realmente arrependido, ao menos não se levasse em conta apenas o que sentia pelo alienígena.

Tsukishima não era alguém que gostava de muito contato físico, mas ele sentia-se confortável o bastante para deixar Tadashi tocá-lo, beijá-lo e dormir ao seu lado, chegando a ficar agarrado com ele. Eram coisas simples, na verdade, mas para o loiro deixar alguém dividir seu espaço pessoal assim era algo reservado a poucos — especialmente quando se tratava de demonstrações de afeto.

Não que Tanaka fosse adivinhar as declarações que eles trocaram na noite anterior.

“Ele podia ter te matado enquanto dormia ou algo assim. Você sabe que não pode com ele numa luta, não sabe?” Ryunosuke estava cheio de razão. Tsukishima acabou se colocando numa posição mais do que vulnerável caindo no sono logo ao lado de Yamaguchi, que podia muito bem acordar faminto no meio da noite. Além disso, era bem provável que Tadashi adoraria comer carne crua e fresca, ainda quente, pingando sangue.

Ele podia muito bem ser essa fonte de alimento, mas em momento algum naquela madrugada ele percebeu o alienígena tratando-o como se fosse uma mera presa. Pelo contrário, Tadashi o respeitara e até mesmo agira como se eles fossem iguais.

“Claro que sei. Mas olhe só, ele não me matou e dormiu ao meu lado. Ele não é tão hostil quanto vocês pensam que é.” Pensando nisso, Tsukishima aproveitou para retrucar. Não que ele achasse os argumentos de Tanaka infudados, mas ele não podia deixar de lado o fato de que sobrevivera por uma noite inteira ao lado de um alienígena que, supostamente, deveria agir como um completo selvagem na presença de qualquer presa em potencial — ainda mais porque ele tinha atacado o cientista no meio da selva.

Tanaka passou a olhar para dentro da cela, notando que Yamaguchi ainda dormia profundamente. Coberto daquela forma, parecia inocente, mas ele ainda não deixava de ser adulto e mais do que capaz de caçar e se defender com suas garras e dentes.

“Você teve sorte. Se tivesse feito alguma coisa errada, ele podia pular no seu pescoço.” As palavras do careca fizeram com que Tsukishima se lembrasse do pesadelo que tivera poucas noites atrás. Ele ainda se lembrava das imagens formadas pelo seu subconsciente, que envolviam Tadashi completamente dominante e agressivo, capturando-o facilmente e praticamente devorando-o com os olhos antes de morder-lhe o pescoço.

Instintivamente, ele colocou a mão no local, como se por acaso Yamaguchi tivesse mesmo o mordido ali — no entanto, Tsukishima não encontrou nenhuma marca ou dor na região que pudesse indicar qualquer ato de agressividade por parte do alienígena.

Além disso, naquela noite, ele se lembrava do primeiro contato realmente humano que tivera com o outro — e que, assim como as palavras doces que os dois trocaram no meio da noite anterior, ninguém naquela nave estava sabendo.

“Mas eu não fiz nada errado. Estou vivo e inteiro, e é isso que importa.” Ele sabia que estava sendo um tanto ridículo ao insistir nesse argumento mesmo quando Tanaka ainda tinha razão. Na verdade, o outro homem estava falando com muito mais coerência do que Tsukishima, e isso de certa forma o irritava profundamente.

Agora ele se lembrava de como pessoas apaixonadas pareciam perder a razão, pois lá estava ele agindo da mesma forma por causa de um alienígena. Um que era, em teoria, totalmente selvagem e nada civilizado — e que, ainda assim, era inteligente o bastante para aprender a falar sua língua, conseguia respeitá-lo e inclusive entendia o conceito de amar alguém.

Yamaguchi não era uma criatura selvagem.

“Realmente, é verdade. Mas tente não fazer isso de novo, viu? Não sei o que deu em você, Tsukki, mas isso podia ter acabado muito mal. Tente não testar demais sua sorte.” As palavras de Tanaka não pareciam apenas com um aviso — na verdade, elas soaram bastante como uma ameaça, quase como se ele fosse capaz de fazer com que Tadashi o atacasse caso ele ousasse repetir tal comportamento.

“Não posso prometer nada.” Tsukishima afirmou, cerrando os dentes. Era verdade, ele não podia prometer nada, não no estado em que encontrava. Não era só porque Yamaguchi estava preso em uma cela que ele o trataria de uma maneira desumana. O alienígena já havia se provado mais do que digno de um tratamento decente, e não era por conta de alguns avisos de seus companheiros, ainda que estes fossem bastante preocupados, que ele iria desistir de lhe dar atenção e afeto, ainda mais porque não era como se ele fosse capaz de resistir a essa ideia por muito tempo.

“Você realmente gosta dele, não é? Olha, eu sei que ele parece muito com um de nós, mas ele não é humano. Tente não se esquecer disso, se bem que acho que já esqueceu. Só não tente se matar por causa dele ou algo assim. Não podemos perder nosso cientista.” Por um momento, Tsukishima sentiu a raiva ferver o seu sangue. Ele já não aguentava mais ouvir isso de praticamente todo mundo desde que Tadashi foi capturado. Sim, ele sabia que ele era um alienígena, e que sua aparência era apenas muito parecida com a de um humano. Ele entedia que os costumes de sua espécie deveriam ser diferentes, mas Tsukishima não se importava com isso.

Ele era digno de seu respeito, e parecia que apenas o cientista era capaz de realmente levá-lo a sério.

“Não vou me matar. Prometo.” Isso ele podia prometer. Tsukishima podia fazer muitas coisas, mas não seria louco ao ponto de chegar nesse nível de desespero. Ele ainda tinha consciência, e mesmo os riscos que ele tomava eram calculados para evitar falhas. E mesmo que Yamaguchi o deixasse mais impulsivo, isso não tiraria totalmente sua sanidade.

Felizmente, aquela resposta pareceu ter sido o suficiente para enfim convencer o outro homem.

“Certo. É melhor você ir se trocar agora caso não queira dever umas explicações pro Daichi.” Naquele momento Tsukishima percebeu que nem mesmo sabia que horas eram, mas era provável que todos estivessem na cozinha — e o loiro sabia que podia fazer o caminho do laboratório até o seu quarto sem passar por lá. Encontrar-se com o capitão naquele estado seria um problema, e ele não acreditava que seria capaz de dar uma resposta capaz de convencê-lo de que estava tudo bem agora que havia se encontrado com Tanaka.

Felizmente, ele conseguiu chegar ao seu quarto sem encontrar-se com ninguém. Tsukishima se perguntava se Ryunosuke iria espalhar o acontecimento para o resto da tripulação da nave, mas pela maneira que ele o recomendara ir direto para o quarto, era bem provável que não.

No entanto, isso não mudava o fato de que o cientista havia passado a noite com Yamaguchi, e que ele já estava sentindo sua falta. Não que dormir no chão frio e duro fosse uma experiência agradável, mas ele gostara de dividir aquele espaço com o alienígena. Apenas a sua presença já fazia aquilo se tornar algo bem mais aturável, e o loiro não conseguia deixar de pensar no que tinha acontecido durante a madrugada, revivendo cada momento em sua mente.

Os lábios de Yamaguchi eram tão humanos e macios. Ele poderia beijá-los de novo diversas vezes e nunca se cansar.

Já que estava sozinho, Tsukishima permitiu-se corar com tal pensamento. Ele realmente havia gostado de trocar aquele carinho com Tadashi, e se pudesse o faria de novo. Na verdade, mesmo se pudesse voltar para a noite passada, ele não seria capaz de deixar o alienígena sozinho, por mais que soubesse que acabaria adormecendo ao seu lado. Ser confrontado na manhã seguinte não era uma ideia agradável, mas não era o bastante para fazer com que o loiro não quisesse repetir a experiência — ele precisaria de muito mais que aquilo para realmente se convencer a se afastar do outro.

Na verdade, apenas a ideia de se separar dele quando ele fosse solto o deixava um tanto mal. Não que ele fosse contra Yamaguchi ter sua liberdade — ainda mais porque ele sabia o quanto ser privado dela o havia deixado para baixo -, mas sim porque ele não gostava de pensar que, depois daquele tempo que eles tinham passado juntos, eles teriam que se separar.

Normalmente Tsukishima não se importaria com isso, mas não era como se ele tivesse criado um laço emocional tão forte com outros alienígenas antes de Tadashi — não fortes ao ponto dele se apaixonar e chegar a cometer certas loucuras como as que cometera por causa dele.

Ainda assim, ele não se arrependia de nada do que tinha feito, mas sim do que não podia fazer. Era algo diferente do que ele estava acostumado a sentir, mas não era a primeira vez que ele sentia isso. Ele só havia — quase — se esquecido de como era se apaixonar.

Quando o cientista enfim terminou de se arrumar, ele deu uma última olhada no espelho para ajeitar o cabelo. Seu reflexo era o mesmo de sempre, com as feições já conhecidas, os mesmos olhos dourados e o mesmo cabelo curto e levemente ondulado. Ainda assim, Tsukishima podia jurar que havia alguma coisa diferente nele — muito provavelmente no seu olhar. Pelo jeito, Yamaguchi o fazia parecer com um idiota apaixonado.

Tanaka não contou pra ninguém, já que ninguém realmente ficou lhe enchendo de perguntas quando ele chegou na cozinha. Tsukishima comeu normalmente, e por um momento foi quase como se a paz tivesse sido restaurada na nave — por mais que ele percebesse os olhares duvidosos de alguns tripulantes de vez em quando.

Como ele não tinha a obrigação de ficar por lá, ele mesmo resolveu voltar para o laboratório após se satisfazer. Quando chegou, viu Yamaguchi havia acordado, e continuava a se agarrar com o cobertor, que agora estava em seus ombros, do mesmo jeito que o loiro havia colocado na noite passada.

“Bom dia, Tadashi.” Como ele achava que o alienígena não havia escutado a discussão mais cedo, Tsukishima o cumprimentou com um sorriso no rosto. De qualquer forma, porém, ele devia admitir que o alienígena ficava bem adorável daquela maneira, e só isso já bastava para fazer com que o loiro se sentisse um pouco melhor.

“Bom… Dia, Tsukki.” A fala de Tadashi estava melhorando de verdade, e ele agora estava começando a seguir melhor o ritmo humano. Não era perfeito, e Tsukishima sabia que ele com certeza ainda devia ter um vocabulário limitado, mas ele podia perceber as mudanças sutis na sua pronúncia e na sua segurança com certas palavras.

“Está com fome?” Ele perguntou, por mais que já imaginasse que a resposta seria positiva — afinal, o alienígena não comera nada desde o dia anterior.

“Sim!” Yamaguchi respondeu de uma maneira até animada, o que fez o cientista dar um risinho. Logo ele pegou a carne que estava estocada, dirigindo-se até a cela para poder jogá-la ali dentro. Como de costume, Tadashi deu um pulo e a pegou com a boca, já parecendo se deliciar com o gosto dela se o loiro fosse considerar como sua cauda se movia.

“Bom apetite.” Ele falou antes de fechar a porta, indo até a sua cadeira e sentando-se nela. Ainda era cedo, então o loiro ficou observando enquanto o alienígena se alimentava, mordendo a carne com vontade e arrancando grandes pedaços dela, mastigando e engolindo para então repetir o processo. Para ele, aquilo com certeza deveria ser fácil não apenas de comer como também de digerir, já que seu corpo fora feito para isso. Se Tsukishima tentasse comer carne crua daquela maneira, era bem provável que acabaria ficando doente se conseguisse ao menos engolir de tão dura que ela deveria estar.

Ele soltou um suspiro, mas tal ato não pareceu chamar a atenção de Yamaguchi. Kei estava cansado daquilo tudo. Por mais que tentasse, parecia que todas as suas tentativas de se comunicar com os outros tripulantes e convencê-los de que o alienígena era racional como eles e podia talvez adaptar-se para viver na sociedade humana eram ignoradas completamente.

Ele sabia que não era a melhor pessoa quando se tratava de se comunicar com os outros, mas não imaginava que seria tão ruim assim. Além disso, eles provavelmente teriam que deixar o planeta dali a alguns dias, o que significaria que ou Yamaguchi seria solto para sempre ou a HQ Foundation gostaria de tê-lo em seus laboratórios. Como as duas opções envolviam separá-los, elas eram bem desagradáveis — especialmente a segunda, já que Tsukishima não sabia o que acontecia exatamente nos laboratórios oficiais em seu planeta.

No entanto, havia uma pessoa que sabia melhor que ele. Alguém próximo e que, talvez, poderia ajudá-lo a resolver esse problema e tirar todas as suas dúvidas, e que não o julgaria de uma maneira tão dura.

Tudo que Tsukishima precisava fazer era deixar o orgulho de lado e falar com ele. Afinal, o cientista sabia que podia contar com a sua ajuda sempre que precisasse.

Akiteru era seu irmão mais velho e por isso mesmo também era a pessoa em quem ele mais podia confiar.

Notas finais
No mangá foi confirmado que o Yamaguchi baba enquanto dorme, e também se agarra com a coisa mais próxima. Como aqui não tinha travesseiro, ele apelou pro Tsukki -q E o sono dele é pesado mesmo, o que pra mim só o torna mais adorável enquanto tá dormindo, haha uwu Tanaka todo sério é algo raro de se ver, já que normalmente ele é visto mais nas cenas de zoêra e tals... Mas é, ele pode ser sério também. Só é um acontecimento pouco recordado. Quem aqui tá com hype pro Akiteru no próximo capítulo? EU TÔ, EU TÔ SAOHSASAHSAHO o/ Eu tô com saudades dele e só mencionar nos capítulos passados não adianta! EU AMO ESSE CARA e preciso da minha dose de nii-chan ;w; Nos vemos lá! /o/