Notas iniciais
E aqui estou com mais um capítulo pra vocês! *----* Esse aqui tem mais interação com os outros membros da equipe, e uns headcanons meus HSOAAHOSAHOH Acabei não resistindo -q Ah, e tem uma surpresinha que acho que vocês vão gostar, leitores... *Risinho sacana da autora ao fundo* Boa leitura! :D

Indícios

Ficar acordado durante todo aquele tempo tinha sido, em parte, um erro. Por mais que ele tenha dormido muito bem após ter voltado para a cama — o que, por si só, já era um excelente sinal -, Tsukishima não conseguiu descansar tanto quanto queria antes de ter que acordar.

Quando ele se olhou no espelho, viu que estava com olheiras, mas acabou não se importando muito com isso. Os óculos ajudavam a esconder um pouco, e de qualquer forma, não era como se ele tivesse a obrigação de parecer arrumado na frente dos colegas. Ainda assim, estava claro que eles tinham percebido durante o café da manhã que ele não tinha dormido tanto quanto normalmente.

Nenhum deles o questionou, porém. Não era como se eles também não tivessem suas noites ruins. Aquele trabalho era perigoso, e todos eles sabiam disso. Cada um dos membros da Equipe CORVO estava colocando diversas coisas em risco a cada planeta visitado, especialmente a sorte e a vida. Por mais que os planetas fossem sondados antes de cada visita humana, isso não significava que tudo sempre sairia perfeito. Acidentes de trabalho, como a HQ Foundation gostava de chamar, ainda aconteciam com uma certa frequência, fosse por causa de desastres naturais, pelo contato acidental com alguma toxina especialmente forte, ataque de algum alienígena, ou até mesmo pela falta de atenção de um dos tripulantes, que não deixavam de ser humanos.

Todos eles tinham consciência disso, assim como também podiam recitar pelo menos um caso assim. O público de fora geralmente não ficava sabendo, a não ser que fosse a família da vítima, e mesmo assim falar sobre a morte para os de fora era desencorajado. Afinal, era muito fácil para a corporação oferecer recompensas em forma de descontos e pedir para os familiares mentirem sobre a morte.

Era só falar que a pessoa estava eternamente ocupada viajando pelo espaço.

Por isso, o luto que seguia após cada um desses casos era maior para os funcionários. Todos eram chamados para o funeral, a história era passada de equipe em equipe, e no final todos acabavam aprendendo sobre mais um dos incontáveis erros que jamais devem cometer. Aquelas eram as histórias de horror no espaço, coisas que algumas vezes mais pareciam cruéis obras de ficção; mas que, para aquelas pessoas, eram possibilidades assustadoramente reais.

O silêncio acabou por predominar na cozinha por mais alguns segundos quando Tsukishima saiu, dizendo que ia logo trabalhar.

“O Tsukki… Não parece ter dormido bem na noite passada.” Asahi comentou logo o óbvio, já puxando o assunto. O moreno ajeitou o cabelo preso no coque baixo, um tanto frouxo, talvez como que para distrair-se da ligeira ansiedade ao cortar o silêncio.

“Não mesmo. Acho que deve ter tido insônia, um pesadelo ou algo assim. Acho melhor deixar ele em paz, já que ele não é muito de conversar sobre os problemas de vez em quando...” Daichi falou, então, e estava bem claro que ele tinha a voz da razão. Claro, como capitão, era ele quem tinha que tomar — ao menos em teoria — as decisões mais sensatas. Além disso, o fato de Tsukishima ser uma pessoa introvertida não era segredo pra ninguém.

“Talvez… Tenha sido por causa do Yamaguchi? Nós conversamos um pouco sobre isso ontem, e ele me disse que estava bem interessado nele. Ele falou de uma maneira científica, até, mas eu senti que ele está… Não sei bem como dizer, atraído por ele?” Sugawara disse, ainda que com uma certa dúvida. Ele não sabia se estava fazendo sentido, ainda mais porque sabia que Tsukishima deveria estar sentindo algo muito mais complicado do que uma simples atração.

“Acho que atraído soa estranho. O Tsukki é demissexual, ele não vai ficar atraído sexualmente por um alien em poucos dias. Não digo que seria impossível de acontecer, mas ele precisaria de mais tempo. E de uma conexão bem mais forte emocionalmente. Ainda assim, uma conexão emocional não significaria imediatamente atração sexual da parte dele. É algo que ele não pode controlar, e não podemos saber se vai ou não acontecer.” Asahi aproveitou a oportunidade para corrigí-lo, sendo bem mais claro do que ele fora anteriormente.

Na verdade, se não tivesse sido por causa de uma noite casual envolvendo uma série de bebidas e confissões, ninguém naquela nave saberia da sexualidade de Tsukishima. O loiro explicou bem, mesmo estando levemente embriagado, mas quem mais o entendia com certeza era Asahi — talvez o fato dele ser assexual o ajudasse, já que o cientista não sentia atração sexual por outras pessoas na maior parte do tempo, e ele não se importava muito com isso. Afinal, o próprio afirmava que tinha prioridades muito mais importantes na sua vida, e estava satisfeito sem um parceiro para satisfazer sua libido — não era algo que ele sentia a necessidade de ter, por mais que a possibilidade de arranjar alguém no futuro também não lhe desagradasse.

Era uma visão bem indiferente, mas compreensível, e não cabia a ninguém questionar. Além disso, confiar tal informação para os seus companheiros era praticamente uma das maneiras de Tsukishima demonstrar que valorizava seu relacionamento com eles, e por isso mesmo era algo respeitado e tratado de maneira normal.

“Foi isso que eu quis dizer, Asahi. Você botou em palavras melhor do que eu. Eu estava falando nesse negócio de conexão emocional, já que isso abre a possibilidade dele se apaixonar e quem sabe… Querer dormir com ele.” Sugawara sabia que estava, talvez, teorizando muito longe, mas ele queria levar em conta todas as possibilidades. Além disso, Yamaguchi parecia com um humano o suficiente para tornar aquilo possível.

“Não estamos indo longe demais? O Yamaguchi é um alien, e por mais que pareça muito com um humano, não acho que o Tsukki iria, sei lá, dar pra ele. Acho que mesmo ele iria preferir ficar com alguém da nossa espécie.” Tanaka acabou por intervir na conversa, que já estava chegando bem longe — especialmente por eles estarem discutindo um relacionamento no mínimo improvável.

“O problema é que atração sexual pra ele é algo totalmente aleatório. Então, se ele se sentir conectado emocionalmente a passar a querer Yamaguchi sexualmente… Não vai ser uma escolha racional. Seria algo totalmente instintivo. Sei que ele parece frio e metódico na maior parte do tempo, mas ele tem sentimentos. Não vamos nos esquecer disso.” Azumane respondeu calmamente, deixando de mexer no próprio cabelo. Ele com certeza estava bem engajado no assunto, e em parte ele devia admitir que era por gostar desse tipo de discussão.

“E quanto a ele estar desenvolvendo o vínculo… Acho possível. Mas como eu já falei, criar o vínculo não significa desejo sexual automático. Não vamos apressar as coisas que nem ele sabe se vão acontecer.” Ele completou, então, e o silêncio voltou a se instalar por alguns segundos na mesa. Diante de todo aquele conhecimento e explicações, não era como se alguém fosse ser capaz de retrucar o homem.

“Nossa, Asahi, você realmente entende dessas coisas!” Hinata acabou por elogiá-lo, fazendo-o sorrir. O ruivo havia ficado calado até então, apenas acompanhando a conversa, mas estava completamente atento.

“Ah, obrigado. Eu só acho que assim fica mais fácil da gente entender o Tsukki assim, pelo menos um pouco… E eu acho que ele acredita na gente o bastante pra isso.” Asahi respondeu com um sorriso sincero, corando um pouco — ele nunca estava preparado para ser elogiado, e isso geralmente acabava o pegando de surpresa.

“Sim, sim! Aliás, sem querer adicionar mais fogo nessa conversa, mas já fazendo isso… Eu escutei uns passos ontem de noite. Eu não sei quem foi, mas acho que a possibilidade de ter sido o Tsukki é bem grande. Talvez ele foi pro laboratório ver o Yamaguchi ou algo do tipo?” Nishinoya enfim se intrometeu, e a informação dada por ele com certeza era um combustível para milhares de teorias.

“É provável, mas ele pode ter ignorado o laboratório e ter vindo pra cozinha ou algo assim. Ou vai ver ele estava entediado e resolveu dar uma caminhada.” Hinata logo falou, parecendo um tanto pensativo. Kageyama o encarou por alguns segundos antes de desviar o olhar, passando a prestar atenção em seu próprio prato.

O moreno não estava participando ativamente da conversa, mas com certeza estava acompanhando. Por um lado, ele achava que era um pouco injusto para Tsukishima ser o alvo de tais comentários, mas por outro ele não podia deixar de achar aquilo um tanto bem feito. Por isso, ele decidiu ficar calado e apenas assistir a discussão, que se movia sozinha sem precisar dele.

Não era como se o loiro fosse acabar sabendo, de qualquer forma. Ele já devia estar bem longe da cozinha naquele momento — e se tivesse escutado pelo menos um pouco daquela conversa, ele provavelmente já teria intervido e esclarecido tudo.

“Verdade, não temos provas de nada. Mas como o Asahi já explicou tudo, vamos ficar de olho. Não quero que o Tsukki faça nada doido por causa do Tadashi.” Sugawara falou logo em seguida, e sua preocupação era visível. Ele não tinha começado com tudo aquilo por maldade, mas sim porque ele realmente se importava com todos os membros da nave.

“Vocês honestamente parecem estar conspirando. Deixem o Tsukishima trabalhar, gente. Aliás, vocês também deviam estar trabalhando, e não ficar discutindo a sexualidade dele.” Daichi finalizou aquele assunto com um suspiro, depois de ficar um bom tempo sem se manifestar. O moreno levantou-se da sua cadeira, e seu ato logo foi seguido pelos outros tripulantes, sem nenhuma reclamação. Era melhor deixar aquilo de lado, por enquanto — e o capitão tinha razão ao comentar que eles também precisavam trabalhar, pois tinham muito o que fazer.

Tsukishima notou que Yamaguchi parecia mais contente quando ele chegou no laboratório. Assim que o alienígena o viu, seus olhos castanhos brilharam, e ele ficou agarrado nas grades com a cauda balançando logo atrás, quase como se fosse um cãozinho — o que, de certa forma, era algo bem adorável.

O loiro deu um risinho baixo, indo pegar um pedaço de carne para dar para o outro. Assim que ele a jogou e Tadashi a agarrou em pleno ar, Kei afagou-lhe a cabeça, sentindo como o cabelo verde do outro era macio. O alienígena pareceu ter ficado bastante satisfeito com aquele gesto, que não durou muito, pois logo ele trancou a cela e foi trabalhar.

O cientista se perguntava o quanto o encontro da noite passada foi capaz de mudar o comportamento de Tadashi. Ele com certeza parecia bem mais feliz, e estava até mesmo um pouco mais ativo, andando pela cela e rolando um pouco, sem deixar de balançar a cauda. Tsukishima estava começando a suspeitar seriamente que ele a usava para comunicar seus sentimentos.

De qualquer forma, observá-lo enquanto comia era algo até curioso, e o loiro estava começando a se acostumar com isso. No entanto, ele se perguntava se Yamaguchi ia acabar ficando mal acostumado com toda aquela carne que recebia sem esforço algum enquanto estava preso — se bem que, uma vez que fosse solto, era provável que seus instintos de predador voltassem a dominar novamente e ele logo estaria caçando como antes.

Tsukishima resolveu deixá-lo quieto, e foi trabalhar. Ainda tinha muito para desvendar sobre aquela criatura, assim como das outras que estavam naquele laboratório. Logo ele estava completamente focado nisso, e sua mente trabalhava estupidamente rápido — além disso, o homem não parava de digitar suas próprias anotações sobre cada coisa interessante que encontrava, para não perder nenhuma informação.

Organização sempre fora um ponto forte seu. Ele não podia ser muito bom lidando com pessoas, mas ele compensava isso com dados e informações — coisa que não demorou para ser percebida por seus pais, professores, e até mesmo Akiteru. Além disso, era naturalmente curioso, e estava sempre disposto a saber mais, então seu emprego atual não era nenhuma surpresa.

É claro, haviam momentos entediantes e outros difíceis, mas Tsukishima acreditava estar preparado o bastante para lidar com eles quando fosse necessário. E mesmo que eles existissem, o fato de poder viajar pelo espaço e explorar novos planetas com certeza deixava tudo menos enjoativo, e em parte ele ainda se parecia muito com o garotinho que já fora um dia.

Sua concentração acabou sendo quebrada, porém, pelo barulho de Tadashi ganindo baixinho — ou pelo menos fazendo um som que em muito lembrava um ganido — na sua cela, e quando Tsukishima se virou para encará-lo, ele pode ver o alienígena fazendo isso com um certo ar de carência.

Com um suspiro, o loiro se levantou, caminhando até ficar na frente da cela novamente, permanecendo a poucos centímetros de distância do campo de força. No entanto, ele ficou de pé, com os braços cruzados, olhando para Tadashi em silêncio. Este logo se levantou, no entanto, agarrando-se na cela sem tirar os olhos do rosto do cientista, que não parecia muito impressionado com aquilo tudo.

“Qual é o problema? Eu não posso te tirar daí e te levar pra passear pela nave ou algo assim. Você não é bichinho de estimação.” Kei logo falou, e Yamaguchi respondeu com outro ganido baixo. Ele passou a observar a cauda do outro, e viu que esta estava baixa, quase tocando o chão, e não balançava muito — diferentemente de como estava na noite passada após eles darem as mãos, onde estava mais erguida e balançava em um ritmo ligeiramente mais rápido. Daquele jeito, era quase como se ele estivesse implorando por atenção.

“Não me diga que você quer ficar comigo de novo. Desculpe, mas estou ocupado. Não posso te dar atenção agora.” Falar com ele era quase como falar com um animal de estimação, exceto pelo fato que Tadashi tinha a altura de uma pessoa — Tsukishima ainda era mais alto que ele, mas por alguns centímetros, e ele mesmo já era bem alto para o padrão humano.

O alienígena não desistiu, porém, e acabou por esticar o braço por entre as grades de novo. O loiro já sabia muito bem o que ele queria com aquele gesto, e por um momento perguntou-se se havia criado uma espécie de costume esquisito no outro ou se ele queria repetir o ato por pura curiosidade.

Ele não moveu a mão, porém, e Yamaguchi soltou um pequeno rosnado, batendo um dos pés no chão, impaciente. Daquele jeito, era quase como se ele fosse uma criança grande, meio reptiliana, e um tanto mimada, e o cientista acabou por rir daquele pensamento imediatamente. Vê-lo rindo de sua cara, porém, apenas fez com que Tadashi rosnasse mais alto, e pisasse com mais vontade no chão.

“Você é mesmo muito teimoso! Por que não vai tirar um cochilo ou algo assim?” Aquela sugestão não agradou muito o alienígena, e ele continuou a ficar com o braço esticado, suas garras tocando e tentando arranhar o campo de força, como se por acaso ele fosse capaz de assim passar por ela e agarrar Tsukishima, que estava tão perto e ao mesmo tempo tão distante.

O loiro resolveu pegar mais um pedaço de carne, então — pelo o que tinha aprendido, comida parecia ser capaz de acalmar Yamaguchi muito facilmente, e também servia pra deixá-lo quieto por umas boas horas.

“Você quer comer? É isso? Olha só, do jeito que você tá comendo sem esforço, vai desaprender a caçar e ainda vai ganhar uns quilos… Ou por acaso a sua espécie prefere os mais gordinhos? Nesse caso eu posso te encher de comida.” Ele falou, balançando o pedaço cru e um tanto frio de carne na frente dele. Os olhos castanhos de Tadashi seguiram o movimento, e por um instante ele achou que era só entregá-lo a comida que tudo estaria resolvido, mas logo ele escutou o outro rosnando de volta. Aparentemente aquela chantagem não ia dar certo.

Derrotado, Tsukishima guardou o pedaço de carne, e nesse momento ele estava ficando sem saber o que fazer. Ele se sentia estupidamente improdutivo, discutindo com aquele alienígena que se comportava de uma forma teimosa e até meio carente. Por mais que Kei quisesse dar-lhe um pouco de atenção, assim como fizera na noite passada, ele sabia que precisava dar prioridade ao seu trabalho. No entanto, não era como se Tadashi fosse capaz de entender o conceito de prioridade, ou ainda o de trabalho.

“Se você não quer comer, tudo bem. Mas ficar fazendo barulho, rosnando e me atrapalhando não vai ajudar nenhum de nós dois, entendeu? Você podia estar dormindo, sonhando sobre sua selva ou algo assim, e eu podia estar trabalhando e ser produtivo, seria bem melhor. Eu sei que aí dentro deve ser um saco, mas por favor, coopere comigo.” O loiro tentou explicar da maneira mais clara e objetiva possível, e ele se sentia como se estivesse falando com um garotinho que não queria entender suas palavras. No entanto, ele realmente não sabia até onde Tadashi era capaz de compreender o que ele dizia — e o fato dele tentar o fazia se sentir um tanto bobo, para ser sincero.

O alienígena pareceu ter entendido pelo menos um pouco do que ele disse, e deixou de ficar tocando o campo de força. Logo ele voltou a ficar com o braço que antes estava estendido dentro dos limites da cela, mas isso não o impedia de olhar para Tsukishima como se fosse um animal carente, com os olhos brilhando e fazendo um pequeno bico.

“Vamos lá, Tadashi, fique quieto. Mais tarde quando eu terminar de trabalhar eu volto pra ficar um pouco com você.” O cientista falou, dando um suspiro um tanto cansado. Yamaguchi com certeza estava dando trabalho naquele dia, e se não fosse pela cela e pelo campo de força, ele o estaria seguindo por todo lugar.

Após alguns segundos de silêncio, Tsukishima decidiu que aquilo já era o bastante, e que ele deveria mesmo era voltar ao trabalho. No entanto, um pouco antes dele se virar, ele percebeu que o alienígena abriu a boca, e seu instinto o fez achar que ele iria dizer alguma coisa.

“O que é agora?” Perguntou, encarando-o com uma das sobrancelhas levantadas. Tadashi olhou-o de volta com uma ligeira determinação, conseguindo a atenção do loiro por mais alguns momentos. Este o observou enquanto seus lábios se moviam, e o som que saiu deles pegou o cientista completamente de surpresa.

“Tsukki.” Não havia dúvidas que aquele era seu apelido, e tal ato acabou por deixar ele mesmo sem palavras. De todas as coisas que haviam acontecido desde que a Equipe CORVO tinha capturado aquele alienígena, essa tinha sido sem dúvidas uma das mais inesperadas e impactantes.

Yamaguchi podia falar.

Notas finais
Eu sempre tive o headcanon que o Tsukki é demissexual, e escrevi desde o começo com ele na cabeça. Mas agora tá declarado mesmo no texto -q E sim, demissexualidade existe, e é bem como o Asahi (que eu também sempre headcanonizei como assexual) explicou. A pessoa precisa de uma ligação emocional profunda pra se sentir sexualmente atraída, mas a profundidade e o tempo que definem isso varia de pessoa pra pessoa. É algo bem pessoal. E muitos demissexuais acabam se apaixonando e demoram mais pra sentir atração sexual pela outra pessoa~ Eu acredito que no universo dessa fic o pessoal seja mais de boas com sexualidades diferentes, já que eles tem toda uma série de tecnologia maluca e tals. Falando nisso, eu ADOREI botar no começo do capítulo os headcanons que eu tenho sobre os acidentes de trabalho e tals. AAAAAAAAH, COMO EU AMO WORLDBUILDING, CARA *-------* Mas o melhor foi o final, vamos ser sinceros SLAHDLKAHDLASKH O YAMSRAPTOR FALANDO PELA PRIMEIRA VEZ, NHOOOOOOOW, ESSE LINDINHO *u* Estou ansiosa pra postar o próximo, mas só daqui a uns dias C; Nos vemos lá! /o/