Notas iniciais
E eis aqui a segunda parte da atualização dupla do fim de semana, porque sou uma autora generosa que ama seus leitores -q E porque eu confesso que não resisto e gosto de ver as reações de vocês. MUAHAHAHAHAHA 8D *Sai correndo* Enfim, não tenho muito a dizer, mas acho que vocês tem muito o que sentir. LDKSAHJDSKLAHDLAS Fiquem com essa atualização cheirosa XD Boa leitura!

Conselhos

Para a sorte de Tsukishima, o dia seguinte fora bem mais tranquilo. Ele não brigou com ninguém, Tadashi estava calmo, e ele pode se concentrar em seu trabalho normalmente — ou quase, porque de vez em quando o loiro ainda se via parando para pensar no que tinha acontecido no dia anterior. Apesar de estar grato por Asahi não ter comentado nada, ele ainda tinha que admitir que a maneira com a qual agiu não era mesmo do seu feitio. O mais frustrante era que o próprio cientista ainda era incapaz de dizer qual podia ser a causa para tais sentimentos.

Mentalmente exausto, e também com fome, ele decidiu sair do laboratório. Ainda faltava um certo tempo para a hora do jantar, então podia aproveitar e fazer um pequeno lanche na cozinha.

Enquanto andava, o loiro voltou a pensar sobre Yamaguchi e o efeito que ele tinha em relação aos seus sentimentos. Quando Asahi comentou que sua aparência influenciava muito, ele não tinha mentido — era bem provável que, se ele não parecesse tão humano, Tsukishima não se veria tão atraído por ele -, mas havia algo mais ali, e era isso que o loiro não conseguia decifrar de jeito nenhum, ao menos por enquanto.

Seus pensamentos, porém, foram interrompidos após ele trombar com alguém. Ao olhar para baixo, Kei constatou que tinha sido com Hinata, e por mais que ele pudesse se aproveitar da situação para encher-lhe o saco por causa de sua altura como normalmente fazia, ele não se via muito disposto a fazer isso.

“Foi mal, Tsukki!” De qualquer forma, o ruivo fora rápido em se desculpar, mesmo que a culpa tivesse sido do mais alto por ter ficado perdido em seus pensamentos e não ter prestado atenção por onde andava.

“Tudo bem. Não é como se já não tivesse acontecido antes. Como está o Kageyama?” Ele perguntou, porque por mais que também tentasse não pensar nesse assunto, Tsukishima ainda se sentia um tanto mal pelo o que havia acontecido com Kageyama. Além disso, se havia alguém a quem podia perguntar sobre isso, esse alguém com certeza era Hinata.

“Ele não está errando mais. E o humor dele está melhorando aos poucos… Acho que logo ele vai esquecer isso, Tsukki. Não precisa se preocupar.” O mais baixo respondeu, sendo mais do que sincero — o que, com certeza, era bem típico dele. Estava claro que ele se preocupava bastante com Kageyama, e o fato deles serem parceiros e passarem tanto tempo juntos influenciava bastante nisso, sem falar de que apenas Hinata parecia ser capaz de entender o outro tão bem, melhor até mesmo que Daichi.

De uma forma um tanto estranha, eles se davam bem. Pareciam opostos, mas no fundo eram bons amigos, e por isso mesmo se entendiam e dificilmente brigavam a sério.

“Hmn, eu espero. Bem, não posso pedir desculpas pra ele depois dessa, mas é bom saber que ele está melhorando.” O loiro afirmou, e ele estava mesmo satisfeito — e inclusive um tanto aliviado — em saber que Kageyama estava se recompondo. Aquela história provavelmente seria esquecida daqui a alguns dias, então.

“Ele não errou mais nenhum tiro, então acho que isso deve te deixar feliz.” O ruivo aproveitou para falar, e isso acabou fazendo com que Tsukishima sorrisse, ainda que de canto. Com certeza era uma boa notícia.

Antes que ele pudesse comentar qualquer coisa, porém, Kageyama apareceu no corredor, parando ao lado deles e com uma expressão não muito contente.

“O que vocês estão fazendo?” O moreno questionou, olhando friamente para o de óculos. Tsukishima mordeu o lábio inferior e estava prestes a responder, mas antes que tivesse tal oportunidade, o outro o interrompeu novamente.

“Estava usando o Hinata pra falar de mim pelas minhas costas, não é? Escuta aqui, se você tem um problema comigo, prefiro que fale na minha frente, entendeu? Deixa de ser covarde. E, Hinata… Eu não esperava isso de você.” As palavras de Kageyama com certeza chocaram os dois, mas mesmo o loiro percebeu o quanto elas haviam afetado Hinata em especial. Não que eles nunca brigassem, pois ele sabia que ambos se desentendiam uma vez ou outra, mas o tom de voz do atirador deixava mais do que claro que o motivo era realmente sério.

“Escuta aqui você, Kageyama. Pode reclamar de mim o quanto quiser, mas o Hinata não fez nada de errado. Pode me chamar de covarde ou o que for, mas você não tem motivo nenhum pra tratar ele assim. Se você tem um problema comigo, não envolva os outros.” Mesmo Tsukishima estava surpreso com suas próprias palavras, e havia deixado tanto Kageyama quanto Hinata sem resposta alguma.

O moreno, ao perceber que não tinha como rebater o mais alto, se calou e passou a caminhar pelo corredor, afastando-se. Quando estava longe o suficiente, Hinata puxou a manga do jaleco do cientista, fazendo-o olhar para ele.

“Tsukki, eu… Obrigado.” O ruivo estava sem jeito, ainda mais porque era raro da parte de Tsukishima defender os outros. Ele com certeza não estava acostumado a agradecê-lo por algo do tipo, e sim rebater suas provocações, ainda que estas fossem meio infantis.

“Não precisa agradecer. Ele não tinha razão pra ter sido cuzão com você. E se tem algo que eu detesto é quando alguém é cuzão com os outros sem motivo nenhum.” Kei respondeu, dando de ombros. Era apenas a opinião dele — e ele não era nenhuma espécie de desalmado para deixar coisas assim acontecerem. O que Kageyama fez foi, na sua opinião, errado, e se ele estava presente, ele podia muito bem falar o motivo para tal.

Até porque Hinata não precisava se envolver nesse problema que só envolvia ele e o atirador, no final das contas.

“Sim, eu entendo. Mas e quanto a você?” O mais baixo questionou, sem esquecer da troca de provocações duras entre os outros dois. Assim era a natureza dele — gostava de ajudar, e se sentia mal quando conflitos aconteciam, por mais naturais que fossem.

“Eu não ligo. Ele tem o direito de ficar com raiva de mim, e até que tem razão. Depois ele esquece. Só acho que você devia ir atrás dele… Você sabe, pra vocês conversarem sobre o que ele te falou.” Tsukishima falou, olhando bem para Hinata, e este entendeu que, no momento, ele achava mais importante que o ruivo se resolvesse com Kageyama primeiro. Depois os dois podiam discutir sobre toda a tensão acumulada naqueles dias — e por isso mesmo era melhor que o moreno não estivesse irritado com mais ninguém.

“Certo. Eu vou falar com ele. E obrigado de novo, Tsukki. Tô te devendo essa.” Ele falou com um sorriso, estando agora bem mais confiante, o que era de certa forma um alívio para o loiro. Era bom saber que mesmo ele, com suas palavras tão simples, havia sido capaz de deixar Hinata animado novamente.

“Ora, imagina.” Respondeu, dando de ombros novamente. Ele mesmo achava desnecessário que o ruivo ficasse lhe devendo um favor, mas se era assim que ele queria que fosse, então tudo bem. Não era assim tão problemático, e talvez até viesse a calhar no futuro — não que Tsukishima imaginasse que fosse precisar da ajuda do outro tão cedo, mas ele podia usar tal promessa como argumento em caso de necessidade.

Hinata foi atrás de Kageyama, e o loiro decidiu deixar que eles dois se resolvessem do jeito que achassem melhor. Aquela não era a briga dele pra ele se meter, e se ele aparecesse, sabia que iria mais atrapalhar do que ajudar. Seu estômago roncou, fazendo-o se lembrar do motivo que o levara a sair do laboratório em primeiro lugar, e também de onde ele planejava ir.

Tsukishima andou até a cozinha sem mais nenhuma interrupção fora do comum, felizmente. Ao constatar que ela estava vazia, ele logo tratou de checar tudo que tinha, optando por comer uma barra de cereal e tomar um copo de iogurte. Era um lanche simples, mas por hora iria bastar. Assim que ele abriu a barra, no entanto, Sugawara apareceu, como se por acaso a simples presença de alguém comendo na cozinha fosse o suficiente para invocá-lo.

"Não vá comer demais e não ter fome na hora do jantar, Tsukki." Ele avisou, com um tom mais gentil do que de reprimenda — não era como se ele fosse muito de dar broncas, por mais que o fizesse quando era necessário.

"Relaxa, mãe. É só um lanche." Tsukishima respondeu com um risinho para logo depois dar uma mordida na barra. Sugawara o observava enquanto ele mastigava, e o loiro se perguntava se ele por acaso estava contando quantas vezes ele fazia isso antes de engolir.

"Tudo bem. É até bom que você lanche, já que está passando tanto tempo no laboratório... Eu sei que é muito trabalho, mas você também precisa se cuidar, ou vai acabar doente." Ele com certeza fazia juz ao apelido de mãe, pois falava e se importava exatamente como uma, o que era algo genuinamente bom da parte dele.

"Eu sei. Mas eu tô me cuidando, não se preocupe. É apenas como você disse, é muito trabalho.. Ainda mais com o Yamaguchi por perto." O cientista respondeu, então, até mesmo porque ele não tinha a intenção de deixar o companheiro preocupado. Além disso, não era como se ele estivesse mentindo — ele tinha muito o que fazer. E Yamaguchi… Bem, ele era uma criatura no mínimo curiosa.

Sugawara não deixou de notar a pequena observação que o loiro colocou em sua fala, e isso atiçou a sua própria curiosidade, ainda mais por ele não ter tanto contato com o alienígena.

"Ele dá muito trabalho?" Perguntou, olhando enquanto o outro tomava um gole do iogurte antes de responder.

"Nem é por isso, se ele fica irritado é geralmente porque está com fome. Mas ele é... Muito interessante de se observar." Tsukishima afirmou com um pequeno sorriso, quase imperceptível, tanto que a princípio Sugawara quase não fora capaz de registrar a sutil mudança em sua expressão.

"Então ele te distrai? Isso não é muito o que eu imagino acontecendo logo com você, Tsukki." Falou, meio que desconfiado. Ele sabia que o cientista se apegava um pouco a alguns espécimes mais interessantes, mas aquele sorriso… Não parecia ser de interesse necessariamente científico. Mesmo assim, ele não quis tecer nenhum comentário maldoso sobre isso — ainda mais porque, do jeito que o loiro era um tanto estoico e introvertido, ele podia ter lido sua expressão da maneira errada, o que poderia causar um certo constrangimento.

"Talvez, um pouco. Mas não é necessariamente uma distração. O Tadashi é diferente de tudo que a gente já capturou, e isso me deixa curioso. Sem falar que ele lembra bastante um humano em aparência e até mesmo em algumas ações." Sugawara estava quase deixando aquilo de lado até ouvir o que Tsukishima disse. De fato, ele parecia mesmo muito interessado em Yamaguchi — e definitivamente mais interessado do que de costume. Era quase como se ele estivesse passando a ver o alienígena como igual, ou quase igual.

Empatizar com criaturas de outros planetas não era muito comum para o loiro.

"Em aparência eu concordo, mas não entendi o que você quis dizer com isso de ações." Ele respondeu, um tanto confuso. De fato, ele não tinha mesmo entendido o que Tsukishima estava querendo dizer com aquilo. No entanto, o loiro parecia não se importar muito em explicar.

"Ele é de outra espécie, mas tem vezes que eu sinto que ele nos entende, Suga. Que ele tem sentimentos e talvez possa ser capaz de se comunicar conosco. Ontem mesmo o Asahi atirou nele com uma das pistolas elétricas e ele sentiu muita dor. Depois que o choque parou eu notei que ele tava com os olhos lacrimejando, até... Era quase como se estivesse segurando o choro." Agora tudo fazia sentido. Realmente, tal cena parecia ser um tanto dolorosa de se observar, e a maioria das pessoas com certeza sentiria pena em tal situação. Além disso, Tsukishima era humano também, e no fundo Sugawara sabia que ele era uma boa pessoa e se importava com os outros, por mais que não fosse muito de demonstrar.

Nesse momento, ele passou a entender o cientista um pouco melhor.

"Oh, isso é realmente incrível! Mas de qualquer forma ele ainda é um animal selvagem, não é mesmo?" Ele comentou, então, sem deixar de perceber que a expressão do loiro mudou por alguns poucos segundos para uma mais séria e pensativa antes dele responder — quase como se estivesse questionando alguma coisa.

"Eu diria que sim. Ainda assim, ele é tão parecido conosco, de certa forma... É fascinante e meio assustador ao mesmo tempo." Tsukishima respondeu, e ele realmente achava isso. Tadashi era incrível, diferente, e surpreendentemente quase humano. Isso, porém, deixava o cientista um tanto assustado quando ele pensava mais a fundo — porque se ele realmente fosse tão inteligente e cheio de sentimentos, isso tornava seu confinamento uma coisa um tanto cruel.

Sugawara percebeu que o loiro se perdeu em seus próprios pensamentos. Provavelmente estava refletindo sobre Yamaguchi, até porque mesmo ele sentiu o impacto daquelas palavras. Ele mal passava no laboratório, e não chegara a conviver tanto assim com o alienígena, mas podia entender de onde vinha o tom ligeiramente preocupado do outro.

“Eu entendo. Mas não se preocupe com isso, ele vai ficar bem. O que estamos fazendo… Não é nada de errado. É só nosso trabalho, Tsukki. Não que eu não ache que você não deva ter compaixão, isso seria horrível, mas… Não perca seu foco. E não se sinta culpado por algumas coisas.” Os conselhos ajudaram a fazer com que Kei se sentisse ao menos um pouco melhor, pois seus pensamentos estavam começando a tomar rumos mais sombrios. Ele olhou para Sugawara e sorriu, agora mais aliviado, e pôs a mão em seu ombro.

“Obrigado. Eu estava precisando ouvir isso.” Falou, notando que o outro sorriu para ele de volta — com certeza estava mais do que grato em ter-lhe ajudado a ficar menos angustiado. Muita coisa havia acontecido desde que Yamaguchi fora capturado, e Tsukishima precisava mesmo rever tudo de forma lógica, coisa que não estava conseguindo fazer.

Saber que ele tinha o apoio de pelo menos uma pessoa ali já o deixava melhor, mais calmo. Não o fazia esquecer completamente de seus problemas, mas com certeza era melhor do que nada — e talvez ele poderia ser capaz de se concentrar melhor depois do jantar, já que teria livre para fazer o que bem entendesse.

“Não há de que, Tsukki. Se você precisar de um conselho ou alguma coisa assim, saiba que pode sempre contar comigo.” Sugawara afirmou, dando tapinhas amigáveis nas costas do mais alto, que acabou por dar um risinho.

“Você é mesmo uma mãe pra gente, Suga.” Elogiou, fazendo com que o outro corasse um pouco, lisonjeado. Não era sempre que Tsukishima fazia elogios tão diretos assim, então receber um deles com certeza era uma honra.

Depois do jantar, o loiro aproveitou para ficar algum tempo sozinho. Precisava descansar, e também tirar um tempo para pensar sobre o que sentia em relação aos eventos dos últimos dias.

Yamaguchi quase o tinha matado, mas de certa maneira Tsukishima entendia que tal ato tinha sido puramente instintivo. E agora que ele estava preso, o alienígena não era mais uma ameaça, mas a sua presença constante ainda assim o deixava curioso naturalmente — mais do que costumava ficar em relação a outras espécies.

Talvez tinha sido por ele se parecer tanto com um humano, como Azumane havia dito. Sim, aquela teoria fazia sentido: Tsukishima, por ser humano, naturalmente procurava sinais de sua espécie em outras, e quanto mais achava, mais fácil ele simpatizava com elas. Isso era algo óbvio, lógico, até. Ainda assim, não explicava porque ele tinha tanta pena de Yamaguchi.

Deitado na cama, o cientista olhava para as fotos que havia tirado do alienígena em seu comunicador. Ele era uma criatura selvagem de outro planeta, de outra raça, e mesmo seu comportamento era diferente do humano de certa forma. Além disso, ele devia agir mais por instinto do que qualquer coisa — sua inteligência devia ser derivada justamente disso.

Mas os humanos também não haviam evoluído assim?

Com um suspiro, ele se levantou. Ficar deitado sem fazer nada não parecia que iria ajudá-lo. O loiro cogitou conversar com seu irmão, mas não estava no humor para isso, sem falar que já devia ser tarde para ele, e Tsukishima preferia respeitar seus horários. Não era como se ele estivesse em alguma emergência, de qualquer forma.

Já estava tarde, e as luas e estrelas brilhavam no céu. Por um momento o cientista permitiu-se abrir o vidro da janela, e pôde inspirar o ar natural do planeta. Era bom, relaxante. Do lado de fora ele podia ouvir o som do vento e o leve farfalhar das folhas da árvores mais próximas. Quando se concentrava bem, podia até mesmo ouvir o ruflar de asas ocasional de alguma criatura voadora. No entanto, ele não viu nenhum animal em meio a toda aquela escuridão.

Depois de alguns minutos, fechou-a, para então sair do quarto. O corredor estava deserto, e Tsukishima sabia que também já devia ser bem tarde. Era bem provável que os outros estivessem em seus quartos, dormindo ou preparando-se para dormir. O loiro avançou em silêncio, tentando não fazer muito barulho enquanto andava. Era um tanto esquisito andar pela nave naquela hora, já que normalmente acabava esbarrando com os outros tripulantes — agora, no entanto, ela quase parecia abandonada.

Após passar por todos os lugares possíveis, restou-lhe apenas o laboratório. Ele ponderou-se por alguns momentos se deveria passar por lá, e acabou optando por fazer uma visita rápida de boa noite.

Ao entrar nele, caminhou com passos curtos, tomando seu tempo para olhar ao seu redor. Felizmente, ele não precisaria mais ficar ali até o dia seguinte. Ao chegar perto da cela de Yamaguchi, não resistiu, e acabou por espiar — o alienígena estava quieto, deitado de lado e olhando para o chão, parecendo um tanto cansado. Devia estar quase dormindo.

“Boa noite, Tadashi.” Sussurrou, mesmo sabendo que aquilo era algo um tanto bobo de sua parte. Como se por acaso a criatura fosse entender o significado de suas palavras. Ainda assim, serviu para fazer Tsukishima sentir-se satisfeito consigo mesmo, e se não fosse pelo escuro, seria possível para Tadashi enxergar a ligeira curva para cima nos cantos dos lábios do cientista.

Ele se virou, dando as costas para o loiro, e este entendeu aquilo como um sinal para ir embora. Já tinha ficado lá por tempo o bastante, de qualquer forma. Ele também precisava descansar.

Notas finais
Ah, Mama Suga, você com certeza é o Shipper On Deck dessa nave... Ele tem cara de quem fica shippando os coleguinhas uns com os outros HSOAHOSAHOS (E é shippado com o Daichi, of course -q) E O QUE DIZER DESSA CENA COM O KAGEYAMA, NÉ, MINHA GENTE. Socorro, ele tá muito emburradinho, precisa tomar um Activia e ficar com o Hinata pra ser feliz e se libertar dos males que o prendem~ NÃO SEJA ASSIM, MEU FILHO E aqui termina a atualização dupla. Espero que tenham gostado, amores, porque eu fiz pensando em vocês lendo e surtando na frente do PC/celular/tablet/seja lá o que for que vocês usam pra ler -q O próximo capítulo vai ser especial. Estou LOUCA para postá-lo. Mas por enquanto... Fiquem com esses agora. Nos vemos quando eu postar o 6 C;