Star Trek USS NUUK 1x2 - Saindo pela culatra

1 Acreditei no canto da sereia e acabei indo na maré


Notas iniciais
Essa é a continuação da NUUK cordeiro na pele de Lobo. É, não deu muito certo, ao invés da Voyager voltar a NUUk acabou indo, é UA, nesta linha a almirante se matou para traze-los para casa mas algo deu terrivelmente errado.

CAPITULO 1

ACREDITEI NO CANTO DA SEREIA E ACABEI INDO COM A MARÉ!

Log Capitã Kelly Montymor, A visão tranquilizadora da Voyager saindo do ventre de uma esfera Borg, durou apenas alguns minutos a rede transwarp começou a se desestabilizar e puxando a nave perdida para ela novamente, as naves mais próximas tentaram tirar a voyager da boca da singularidade, a saber, a USS Wistom, do capitão Volkmer, a USS Tesla da capitã Haddad e a Nuuk , mas a incrível força atrativa do tubo de transwarp se portou estranhamente puxando toda matéria de volta, A Voyager com seus novos escudos de tecnologia do futuro resistiu praticamente incólume, mas a Winston foi destruída e com a energia liberada de sua explosão libertou a “Tesla” do raio trator, e acabou de jogar a Voyager e a Nuuk para dentro do corredor em declínio, ainda presas pelo raio trator, ambas retrocederam pelo transwarp, Agora é só descobrir aonde estamos. Conseguimos salvar alguns tripulantes da Winston, espero que meu filho Mont esteja entre ele.

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A Capitã Kelly olha horrorizada a timoneira inconsciente.

Ela tira Millena, o piloto, do leme e toma a nave em suas mãos, com o casco quase se rompendo, fios e conduítes caindo por sobre as estações e fumaça dificultando a respiração.

Comandante Anair tenta administrar os relatórios de danos, a oficial do táctico, a bela oriana, se agarra firmemente a sua estação tentando estabilizar os escudos:

– A Winston está perdendo a integridade — gritou o tenente Siden kaz...

Kelly esta num impasse: para trazer o máximo de tripulantes da “Wiston” ela terá que baixar os escudos, deixando a NUUK vulnerável por alguns segundos, mas ela não tem escolha a não ser pelo menos tentar!

A Capitã tossindo responde:

– Sra.Gunloud, sincronize os escudos, teleporte o máximo de gente para CARGA 1 e 2...

– Capitã , a USS Winston foi destruída e salvamos 39 vidas...

– Chef, mais força ... — grita a capitã tentando estabilizar a nave que foi puxada para dentro da rede transwarp semidestruído

A rede desaparece de repente e a Nuuk só com os motores de empuxo esta em rota direta de colisão com a nave que estava tentando salvar.

– Desative o raio trator! Grita a capitã.

– Sem reposta senhor, Vamos bater — grita um alferes que estava na estação de ciências.

– Não no meu turno! — exclama Kelly com determinação.

Da ponte da Voyager todos olham atônitos quando a Nuuk faz uma manobra improvável e desvia apenas o suficiente para passar raspando pelos escudos, lutando contra a inercia, a Nuuk consegue se estabilizar e para á deriva com apenas o suporte de vida funcionando, sem previsão de por quanto tempo ainda aguentaria.

Kelly se debruça sobre o leme morto, e lembrando-se da Winston destruída suspira tentando não entrar em pânico:

– Mont... — ela sussurra deixando lagrimas silenciosas caírem por seu rosto, olhando em volta para a ponte em ruinas, ela enxuga as lagrimas com a manga do uniforme, Ela não pode chorar por seu filho, tinha muitas vidas ainda em suas mãos.

* Capitã para enfermaria... Dra. Segran responda... @#$%,

– Comunicações sr. Siden? O jovem manipula o console empoeirado e tossindo com a garganta ardente por causa da fumaça responde:

– Só externa sr., cof..a interna não esta funcionando...cof...- ele limpa a garganta tentando pateticamente para de tossir. — Estamos sendo chamados sr.

– Na tela alferes.

– Aqui é capitã Katerine Janeway da nave da federação USS Voyager, podemos prestar auxilio?

Kelly está com a cabeça muito ferida, suja e sua trança não sabe ao certo em que lado ficar e tem cabelo escapando para todo lado, kelly tenta tirar algum cabelo no rosto, mostra o entorno e tossindo responde quase sorrindo:

– Você tem um aspirador de pó sobrando, meu carpete está sujo. — Ela continua tossindo, agora com mais dificuldade — mas, por favor, se apressem.. — ela se inclina sobre o leme, tentando conseguir apoio. — sr. A'nair a ponte é s... — e desmaia.

– Estamos a caminho, Janeway desliga.

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O rifle era grande para seu tamanho, mas seu pai já estava ensinando a usar seis meses antes de ter sido levado pelos governistas, ela apontou em direção ao homem que rindo atirou na nuca de sua mãe que estava ajoelhada em frente dele, e o matou...

– Mãe! — grita kelly tentando se levantar bruscamente da biomed, sendo contida por mãos atenciosas, porem firmes.

– Calma capitã, a senhora ainda esta se recuperando...

Kellly da um safanão se livra das mãos do medico e exclama com raiva!

– Tira as mãos de mim quem é você? Ela estava visivelmente confusa, agora eram dois pares de mãos tentando mantê-la no biomed, uma enxurrada de imagens começou a entrar em sua cabeça, gelo, culpa, fogo, frustração, paixão, lagos, depressão, morte, amizade, ansiedade, solidão, poeira, raiva, saudade, floresta, rio, rancor, remorso, amor, uma tristeza muito grande um desejo de morte, mas tudo ficou na lembrança, ela foi se bloqueando conforme conseguia o controle de seus dons e se acalmou, abriu os olhos e aos poucos a visão embaçada começou a tomar forma, era um homem calvo e uma mulher que olhava para ela com preocupação.

– Calma você está segura. — Kelly reconheceu a mulher ela a tinha visto minutos antes, era a capitã Janeway.

– A NUUK? Minha tripulação? — ela perguntava ansiosamente, mas permanecia deitada, queria evitar mais toques.

– Minha equipe esta reparando sua nave, os feridos estão sendo tratados, conseguimos 15 tripulantes da Winston, por um milagre não houve baixa em sua nave.

Kelly respirou fundo e tossiu, ela tinha que fazer a pergunta, mas tinha medo da resposta.

– Capitã, por favor, entre os sobreviventes tinha um jovem hibrido oriano? A Capitã Janeway sorriu ela estava estranhamente calma e com o espirito leve apesar de toda situação, e feliz por poder dar uma boa noticia em meio ao caos:

– Sim ele esta lá fora muito preocupado com você. — Ela fez um sinal e o rapaz, um pouco mais de um adolescente, entrou calmamente se colocou em frente à biomed, sem saber como se portar em frente da Capitã Janeway, ela notou seu desconforto:

– À vontade alferes — ela se virou e foi conversar com o medico no escritório da enfermaria, dando privacidade aos dois.

Ele se abaixou ao lado do biomed pegou a mão de sua mãe e falou com afeto, sem deixar totalmente a mostra seus sentimentos.

– Sua benção minha mãe. — ele se aproximou de forma que a mãe pudesse toca-lo, tanto alivio, amor e felicidade, havia medo, mas nada além do normal para a situação. Kelly ficou satisfeita com que sentiu e respondeu fracamente.

– Saúde e vida longa meu filho! Pensei que tinha te perdido, ultima frase quase regada com lagrimas, mas ela se conteve.

–E o Erik? Ela perguntou, mas o filho ficou calado olhando para ela em indagação — ela entendeu sua confusão e corrigiu — O capitão Volkmer?

– Lamento mãe. Ele era seu amigo? Ela pediu ajuda para ficar sentada na cama, e respondeu com certa tristeza.

– Eu sou muito amiga da irmã dele, ele mesmo eu conheci esta semana, mas, tínhamos um encontro...

Ele a abraçou e deixou que ela finalmente desabafasse e chorasse um pouco, depois que ela perdeu o companheiro e sua enteada no ataque á terra nunca mais ela tinha tentado refazer sua vida amorosa, realmente era muito azar, mas as lagrimas não eram só dela e ele sabia disso.

– Mãe, quem te tocou que a deixou tão triste? Ela não gosta de mentir para o filho, mas tem coisas que não devem ser ditas para não desrespeitar a privacidade de outros.

– Não sei ao certo filho, eu estava desacordada... Ele se levantou e olhou para ela com firmeza aquele olhar que ele usa para lhe dar uma bronca.

– Quanto tempo você não usa os supressores?

– Bobagem filho...

–Mãe...

– Dois dias...

– Olha o exemplo capitão. — ele a recrimina agora com os braços cruzados em frente ao corpo.

– Esta bem, esta bem, duas semanas, A dra. Segram estava me cobrando a dias mas eu não tive tempo...ah! Esqueci, mas estava tudo sob controle é só não deixar ninguém me tocar....

– Seu raciocínio foi falho capitão. — ele fala de forma a ofender.

– Não sou sua capitã, pare com isso, estou mau...

– Não me venha com conversa, não vou ficar te mimando, se você não falar com o oficial medico da Voyager eu mesmo falo...

– Você não se atreveria, Segran cuida de mim a anos, ninguém mais precisa saber...

Ele apontou outro lado da enfermaria onde estava um doente em estado grave.

– Lamento informar, mas a dra. Segran esta na UTI , ela foi gravemente ferida.

– Você vê a situação que eu me meti? Se eu me explicar ao doutor vou expor uma segunda pessoa...

O oriano sorriu e disse com diversão.

– Passa pela sua cabeça que ele é o medico e sabe dos segredos de todos por aqui?

– Merda! -Ela disse se rendendo... — Vou falar com ele, mas primeiro tenho...

– Quer que eu fale? Enquanto você cuida de suas prioridades?

Isso foi uma ameaça. e ela sabia disso.

– Não, vou conversar e entregar minha ficha medica agora.

– Obrigado mãe, às vezes é duro ser o único adulto da casa.

– A vá se catar moleque! Ela ria e batia em seu ombro. Do escritório a capitã observava a interação dos dois com um sorriso, o medico falou alguma coisa e ambos voltaram.

– Bem a reunião esta boa, mas tenho que trabalhar todos fora de minha enfermaria, eu sou medico não gerente de hotel.

O jovem oriano acenou respeitosamente e saiu da enfermaria junto com a capitã, dando uma ultima olhada incisiva a sua mãe, que sem mais porque pulou do biomed ainda com as roupas da enfermaria.

– Não desfazendo da hospitalidade, eu não posso ficar aqui enquanto minha nave esta aos pedaços... Preciso de um uniforme.

– Agora são duas! eu já não falei que a senhora esta se recuperando: mais umas 6 horas e...

– Ah! Não! Se não me derem um uniforme saio daqui com a bunda de fora mesmo, tenho coisas para fazer querido! Ela cruzou os braços e apoiado na perna direita tamborilava com o pé esquerdo.

– Fique a vontade... Respondeu o medico com indiferença correndo pelas camas e fazendo notas em seu PADD.

Quando ela se vira para sair ela se depara com a visão de sua timoneira num biomed e lembrou-se da promessa que ela fez ao filho, ela sabia mais do que queria sobre a tripulação da nave perdida Voyager, desde que as comunicações entre eles e o quadrante alfha começaram as famílias com medo de possíveis consequências na volta tem dado a imprensa noticias que são permitidas e o frisson em torno dos aventureiros tem aumentado, com o final da guerra era uma distração bem vinda, estava na moda ser um fã, e sua filha era a presidente do maior fã-clube deles. Ela vai ficar maluca quando souber... Meu Deus onde estamos?

– Doutor, precisamos conversar, é importante — ele parou e abaixou o PADD para escutar.

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– Meus joelhos estão doendo, por causa dessa maldita lagartixa gigante. “Alferes Hipólito faça isso, alferes Hipólito faça aquilo” — ele reclama para si mesmo — Quem Vamos enfiar nos tubo jefries para achar a "lagartixa " da capitã? O alferes Hipólito é claro! Quem mais? Ele é pau pra toda obra, merda, só sobra para mim um piloto de talento limpando o carpete e trabalhando no controle de pragas... Reclamava o Alferes Hipólito enquanto rastejava pelos tubos procurando a iguana da capitã quando ele ouviu uma conversa que parecia confidencial e interessante. Ele parou com seus devaneios e firmou sua atenção numa possível e apetitosa fofoca.

– Porque você não me falou isso antes? Agora eu estou envolvido com outra pessoa. Eu não caio, mais no seu laço! Cansei de ser seu brinquedo sexual! depois, você muda de ideia dizendo que tudo foi um erro, não, eu quero algo mais simples em minha vida, eu cansei de ser manipulado — ele fala mais alto que o normal, mostrando frustração.

– Se é tarde demais eu entendo, mas eu nunca quis te magoar... — ela tenta se desculpar.

– É, mas você me magoou, anos sendo negligenciado, um dia a paciência acaba...

– Tudo bem! Só achei que você deveria saber, mas enfim espero que isso não afete nossa amizade...

Sem mais o que dizer ela se vira para ir embora

– Você não quer saber com quem estou envolvido? Ele tenta chamar sua atenção.

– Não, não é problema meu. – ela diz visivelmente irritada — Eu vou dar uma passada na engenharia ver como estão às coisas — ela sai, evitando olhar para traz escondendo seus olhos úmidos, assim que ela se vai ele se joga de costas na parede e deslizando cai sentado desconsolado com o rosto entre as mãos pergunta pra si mesmo.

– Será que eu fiz a coisa certa? Depois de alguns minutos ele passa a mão pela cabeça tentando arrumar o cabelo empoeirado se levanta e sai rapidamente do local.

Alferes Hipólito se senta onde está e fica imaginando o que fazer com essa bombástica informação... Sorrindo. Quando algo verde passa por sua perna correndo e some em uma curva.

– Ei! Volta aqui seu mostro verde!

... E lá vai o Alferes Hipólito de novo...

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No meio da ponte O Comandante A'nair esta brigando com um console debaixo da cadeira da capitã, ele resmunga baixinho enquanto Gunloud tenta arrumar o console táctico, ela também está estressada eles eram os únicos oficiais da ponte que não estavam na enfermaria ou em convalescença em seus aposentos, até o casca grossa do Chef Train estava mal das pernas, literalmente teve as pernas esmagadas por uma antepara e estava em tratamento intensivo, apesar de estarem ajudando, aquele monte de estranhos se enfiando nas entranhas de sua nave estava deixando A'nair no limite, com a capitã se recuperando dos seus ferimentos ele era responsável pela NUUK agora, e pela tripulação que mal se mantinha de pé.

– Consegui- Grita o Alferes Hipólito todo feliz — peguei o lagarto, aonde coloco isso antes que ele me mate? — Ele segurava o iguana de forma desajeitada, Anair estava prestes a se levantar para ajuda-lo a colocar o bicho no terrário quando uma voz grossa e inconfundível veio do gabinete da capitã, era Vador o meio betazoide-klingon que era o conselheiro da nave.

– Eu já arrumei o terrário, pode trazer ela para cá!

Mas assim que ele acaba de falar o bicho da um pulo e se enfia num buraco, e lá vai o Alferes Hipólito de novo!

O comandante Anair acaba de sair de debaixo da cadeira do capitão e senta no chão tentando limpar o suor do rosto com a manga da camisa, estar suado e sujo é um tormento para ele, mas nada está funcionando e seu conforto pessoal não é uma prioridade no momento:

– Acho que acabei por aqui, vai demorar ai tenente? Temos que ajudar o novo conselheiro a reconstruir o gabinete da capitã.

A oriana continuou no seu trabalho e falou sem mudar nenhum dos seus movimentos.

– Deixe o recruta puxa saco, do Vador ficar lá se matando sozinho, tenho que acabar com isso aqui e descer á engenharia, tem muito trabalho por lá, nós sabemos que tem algumas coisas fora dos padrões da frota. — ela abriu um sorriso malandro — não somos crianças muito comportadas....

– Se esperarmos os burocratas da frota autorizar cada item e melhoria que nos tentamos colocar na nave, nunca faríamos nada, e quantas vezes essas melhorias salvaram as nossas peles?

– Você nunca se perguntou por que esta na NUUK? Com notas tão altas e com um QI tão elevado? Perguntou a Oriana ainda trabalhando no console.

– Ora, não sei... Não dá para ter um tripulante problema como um primeiro oficial, por isso.

– Pode ser, mas acho que você sempre esteve pisando na linha e alguém percebeu e te mandou para cá.

Anair se levantou, o jeito com que ele foi exilado de seu planeta e a forma como isso trouxe um certo desconforto entre a frota e seu planeta natal seja o motivo pelo qual ele foi "punido" e veio servir na NUUK o caldeirãozinho do inferno da frota.

– Nós temos desenvolvido um bom trabalho aqui, no começo eu achei que estava sendo punido, mas acabei descobrindo que diferente não é pior, ou melhor, é só diferente, nem todos podem desenvolver seus potenciais sobre as mesmas condições, tolerância é tudo...

– Tai! Você esta falando igual a Kelly... Como será que ela esta?

– Ela esta bem, eu acabei de ter noticias dela, mas o chef e a doutora estão em uma situação delicada...

Vador sai de dentro do gabinete da Capitã com pedaços de anteparas nas mãos.

– Bem eu arrumei tudo, mas não sei aonde se encaixa isso...

Foi quando o turbo elevador mostrou sinais de vida, Vador olhou em direção a ele quando as portas se abriram a Capitã da Voyager entrou com cuidado olhando em volta, para não tropeçar em nada, trazendo uma meia klingon com ela, o comandante Anair se adiantou estendeu a mão a capitã que teve um momento singular de cumprimentar alguém menor que ela.

– Bem vinda Capitã Janeway e obrigado por tudo.

– Relaxe comandante, estamos só ajudando quem tentou nos ajudar primeiro... Ela disse com um doce sorriso que apertou o seu coração, eles tinham falhado em ajuda-los a voltar para casa.

– Mas não fomos muito eficientes. Respondeu o J’nai frustrado — mas mantendo sempre o mesmo tom de voz., ele esboçou um sorriso e mudou de assunto — bem pelo que vi agora temos o turbo elevador funcionando novamente...

– E agora as comunicações internas também! Diz A klingon mostrando satisfação, fazendo um sinal para que a comunicação fosse testada.

O jovem Jnai bate no seu combage :

– Comandante para sra. Ilarian, tudo bem com você? É só um teste.

– Bem eu estou como esta bem à engenharia, muito trabalho aqui ainda a fazerr.

– Ótimo, Anair desliga.

Ele sorriu pela primeira vez em dois dias, olhou para Bellana e agradeceu.

– Obrigado, como devo chama-la? Cruzamo-nos o dia todo, mas nem tive tempo para te perguntar.

A oriana finge que não esta prestando atenção, mas solta uma baforada. Bellana não da importância e responde:

– Tudo bem, meu nome é Bellana — ela respondeu acenando com a caixa de ferramenta, quando uma coisa verde passou correndo nos pés de todos , e um alferes muito jovem e magricela passou correndo atrás dele atropelando todo mundo, mas acabou no chão quando o iguana correu para trás de um par de botas. O dono delas abaixou e pegou a iguana calmamente:

– Vem cá princesinha, esta assustada? Mamãe cuida de você agora, obrigada sr. Hipólito, assumo daqui. — Capitã Kelly pega a iguana com cuidado — Agora sr. Hipólito procure um aspirador de pó!

– Si, Sim sr. — e o rapaz saiu rapidamente.

– Vejo que esta recuperada capitã Montymor — Fala Janeway olhando curiosa para o iguana. — É seu animal de estimação?

– Sim, ganhei de um dignitário há alguns anos, na cultura dele é um tipo de iguana que traz sorte, e tem me trazido muita sorte, é vegetariano e muito dócil, e é um bom ouvinte... Ah! Capitã Janeway, não tem como agradecer, os reparos estão bem mais adiantados do que eu pensava.

Ela cumprimenta os oficiais que estão trabalhando ao se virar olha para o klingon com pedaços de seu gabinete nas mãos interrogativamente. Ele levanta as peças em ambas as mãos;

–Pois é capitão, até arrumei tudo, mas não sei aonde encaixa isso...

Notas finais
Obrigada por doar seu tempo lendo meu trabalho, estou sem beta os erros são exclusivamente meus!!