Notas iniciais
Heey :3Minha primeira fic de Supernatural, por tanto acho que as personalidades não combinam muito e.eFora que eu quero momentos super fofos aqui, então... Ferrou--'Vamos transformar uma serie de terror e suspense numa fanfic de romance e melaçãoShuahsuahsuahsuahsuaAs coisas aqui já começam quentes e.eE era para ser um prologo @-@Cruzes, eu sou exagerada Ç.ÇEntão, espero que curtam a leitura quente :3

Stairway To Heaven

Prologue

Estavam em uma balada qualquer da cidade Columbus, capital de Ohio, haviam acabado de matar um fantasma vingativo que assombrava um hospital esfaqueando diretamente no coração as criancinhas que se encontravam na ala pediátrica do mesmo. Agora, como de costume, Dean e Sam estavam “comemorando” mais um caso concluído – em outras palavras, Dean saiu para beber e arranjar uma boa mulher para saciar seu desejo sexual. Castiel também estava junto, já que o Anjo havia surgido no meio do caso ajudando-os com alguns detalhes – como uma bonequinha de porcelana que se encontrava na Alemanha, a mesma era “restos mortais” do fantasma.

Dean guiou-se em direção ao Barman do local, pedindo uma dose do seu Whisky mais forte, queria se embebedar até ficar tonto, arranjar uma vadia qualquer e leva-la para cama e desfrutar pela noite toda com as mais diversas "brincadeiras" pecaminosas que pudesse imaginar. Garantiu-se assim que seus olhos esmeraldinos chocaram-se contra uma loirinha de olhos azuis. Típica americana.

Todavia, seus pensamentos lascivos e seu olhar matador para com a loira — que o retribuía de forma safada — fora interrompido assim que Castiel sentara-se ao seu lado, pedindo ao outro Barman uma Vodka pura. Dean não sabia desde quando Cass bebia, mas esperava que o moreno não fosse tão fraco quanto seu irmão quanto o assunto era álcool.

– Vai entornar também, Cass? — perguntou voltando-se para o Anjo que o encarou com sua costumeira face inexpressiva. Dean ainda não se acostumava a aquele jeito todo robótico de Castiel. Ao menos era um pouco melhor do que as primeiras vezes, Cass agora conhecia um pouco mais de livre arbítrio, mas velhos costumes nunca mudariam e face de paisagem de Castiel era um desses velhos hábitos.

– Vou beber. — e como sempre o moreno não entendia direito as expressões humanas. Os olhos azuis mantinham-se preso ao Winchester primogênito que revirara suas belas orbes verdes, junto a um movimento de negação com a cabeça. Cass não entendeu aquilo, deu de ombros e continuou a observar o loiro que agora sorria de canto para a loira que antes estava secando. A loirinha divertia-se com aquele olhar, lambendo os lábios grossos e deixando algumas gotas de Cerveja escorrer por sua boca, queixo... Caindo em direção ao decote exagerado, molhando-o.

– A bebida, senhores. — os Barmen entregou o copo a cada um, junto. Dean sorriu observando o Whisky e o cheiro forte de álcool, levando-o em direção aos seus lábios rosados e grossos, não sem antes levanta-lo em menção de um brinde para a loirinha, que sorrira em resposta as cantas baratas que o loiro lhe fazia. O moreno observou a cena, franzindo o cenho e sem entender muito, somente sentindo uma enorme vontade de beber álcool, muito álcool. Entornou de uma vez só a Vodka por sua garganta, sentindo uma queimação logo depois. Fez uma careta.

– Vai com calma, cara. — Dean falou ao ver o Anjo colocando o copo na mesa e pedindo mais um drink, Vodka novamente, só que essa era uma marca muito mais forte. Desse jeito iria ficar bêbado muito rápido e o loiro não queria ter que cuidar de Anjo bêbado, não queria ser babá pelo resto da noite. Rodou seus olhos pelo local a procura de Sammy, dando-se conta de que seu irmão mais novo já tinha ido para o Motel e nem se quer lhe avisara de sua saída. Ótimo, agora não teria com quem deixar o moreno. Pensou em ligar para o mais novo, mas sabia que ele estaria dormindo a essa altura da madrugada e nem se quer acordaria — Hey, Cass, monera na bebida e arranja alguma mulher para passar a noite. — aconselhou, vendo Castiel entornar mais um copo. Droga, desse jeito teria que deixar seus planos com a loirinha para outro dia — ou nunca.

– Não quero uma puta. — Cass às vezes surpreendia o Winchester com aquele linguajar, uma hora era completamente inocente e outra estava bêbado e se dependesse falando de orgias — seu "eu" do futuro apocalíptico quem dissesse. Castiel entornou seu quinto copo, ficando ainda mais bêbado do que já estava – o que era pouco, mas era o suficiente para estar um pouco mais solto.

– O Anjinho sabe xingar. – Dean riu, vendo Castiel olha-lo com aquele ar inocente que tinha, as safiras contra as esmeraldas, o loiro podia ver naquele mar azulado uma névoa escurecida, nublando o que antes eram águas límpidas e calmas.

– Minha experiência como humano me ensinou muitas coisas, Dean. – o Barman já havia despejado uma sexta dose no copo do moreno, e diferente das anteriores, o Novak não a intonara de vez, envolveu o copo com uma de suas mãos e balançou o liquido em movimentos circulares, avaliando-o. O Winchester primogênito ergueu uma sobrancelha em questionamento sobre aquele assunto e sobre as estranhas reações de Cass, o mesmo percebera e continuou – Eu aprendi sobre os sentimentos humanos, Dean. Eles doem. – sorveu o liquido em seu copo até a metade sobre o olhar curioso do seu protegido. A curiosidade transformou-se em compreensão.

– Sim. – o loiro respondeu vagamente e sinalizou para o Barman, pedindo mais três dozes de Whisky para si, um minuto depois o homem já colocara os três copos da frente de Dean com o liquido âmbar preenchendo-os. Como há muito tempo não fazia, o Winchester virou os três copos de vez garganta a baixo, o gosto erra horrível, mas já estava acostumado a envenenar-se. Dor convertida em prazer – Sentimentos são uma porcaria, senti-los é horrendo. – retornou ao assunto, dando um sorriso tímido para o Anjo. Pretendia ficar bêbado como há muito tempo não ficava e aquilo era sinônimo de muito álcool.

– Mas às vezes são bons. – Castiel ainda encara seu copo bebido pela metade, via Dean envenenando-se com mais algumas doses de Whisky barato, bebendo-o como se fosse água. Uma gota do liquido escorreu por entre aqueles lábios perfeitos e logo Dean passara a língua sobre o resíduo alcoólico. Já estava ficando bêbado, afinal, ali já se fora duas garrafas.

– Raramente. – era necessário muitas doses para que o loiro começasse a falar sobre sentimentos e coisas assim, doses que quase nunca eram tomadas perto de Sammy, mas que eram ingeridas sem problema algum ao lado de Castiel. Sóbrio nunca fizera parte do estado de Dean, mas dessa vez, a palavra estava sendo irradiada de vez.

– Dean... – Cass tinha certeza que Dean já estava bêbado o suficiente para mal lembrar-se do que aconteceria no dia seguinte quando o chamou. Ponderou, mesmo assim, em continuar, talvez o Winchester estivesse acostumado de mais com as noites de “porre” e por tanto se lembraria das palavras do moreno... Estremeceu e deixou o outro completar a terceira garrafa e meia da bebida barata antes de continuar, entreabriu a boca e teve os olhos esmeraldinos contra si – Te amo. – fechou os olhos safiras esperando algum soco, uma reação bem digna de Dean Winchester, mas tudo que ouvia era a risada de Dean.

– Claro Cass, somos amigos, você é meu irmão. Esses são um dos poucos sentimentos que não fodem com você, não muito. – porque Dean sabia que sempre poderia contar com Castiel – a não ser quando havia um bando de Leviatãs em seu interior. Castiel murmurou alguma coisa sem sentido aos ouvidos do loiro, o Winchester estava bêbado de mais para raciocinar decentemente.

– Dean... – o moreno recomeçou, já que tinha dado o inicio, que chegasse ao fim, Dean não se lembraria de nada mesmo no dia seguinte, que se foda tudo. A graça, o ser puritano... Ele queria sentimentos, eles doíam, muito, mas era muito bom senti-los – Eu te amo daquele jeito errado. – Dean olhou-o sem entender muito. Álcool de mais no sangue para raciocinar aquelas palavras vagas. Vendo a confusão do outros, o Novak tratou de esclarece-las – Como um homem deveria amar uma mulher. Entende? – com certeza ele iria apanhar muito do loiro.

– Eu pensei que isso fosse errado. Sabe, um homem amar outro... Vejo essas discussões ocorrendo por aí e como a Igreja diz que amor homossexual é pecado e errado aos olhos de Deus. – Castiel nunca esperaria ouvir umas respostas daquela, uma surpresa tomou conta de suas expressões e assumiu que aquilo fora o motivo de fazer o Winchester rir.

– A Bíblia está na Terra há bastante tempo, a palavra de Deus foi alterada pela Igreja em algumas partes por uma alma sem Amor, para beneficia-la, apesar de que ainda grande parte é verdade. O Amor ainda é o mesmo aos olhos de nosso Pai, hétero ou homo, ele só que ver seus filhos felizes. – explicou vendo Dean compreender as palavras. Ao menos aquilo, Dean não estava bêbado ao ponto de não entender o básico, como antes achava. O loiro estava ciente de sua declaração.

– É uma pena que eu não tenha te corrompido, Cass. – riu novamente, alegre pela quantidade exagerada de Whisky em seu sangue e ainda assim bebendo um pouco mais. Lá se ia mais uma dose – Então, já que não errado, beije-me. – aquele sorrisinho sarcástico e lascivo tomou conta daqueles belos lábios pecaminosos. Castiel observou-os atentamente, caindo em tentação e louco para prova-los. Lábios rosados e cheios, adoraria tê-los só para si, uma pena que Dean não era homem de só um dono.

– Tem certeza, Dean? Você está bêbado. Muito bêbado. – seu lado ainda são e não corrompido por aquele homem perfeito tomou as rédeas e teve a audácia de perguntar, jogar uma oportunidade daquelas fora. Ou quase.

– Sempre quis saber como você beijava depois de ver seu beijo com a Meg. – a bebida fazia os seres humanos – e Anjos – dizerem algumas verdades não tão desejáveis de ser expostas. Castiel espantou-se, mas não deixou o susto conte-lo. Queria Dean, e se fosse ali e agora, que seja. O pecado era bom de mais para não ser provado novamente.

Levantou-se de sua cadeira, fitando os orbes de Dean que o olhava com luxúria, aproximou-se do corpo do loiro e repousou sua mão sobre a bochecha do Winchester acarinhando-a com o polegar. Abaixou-se um pouco em direção a face do mais novo e deixara os lábios bem perto um dos outros, sentindo o hálito de bebida provindo do loiro – não que o sabor de seus lábios estivesse muito diferente.

Se Dean quisesse afasta-lo, já teria feito há muito, Cass deixara aberturas para o loiro caso o mesmo não quisesse continuar com aquilo tudo – o que iria decepciona-lo, muito. Mas Dean somente fechara seus olhos, sentindo os lábios rosados de Castiel bem perto dos seus. Sem resistir à tentação que era o Winchester, aproximara ainda mais suas bocas e finalmente pode sentir os lábios alheios contra o seu.

O mais novo deu passagem para que o Novak continuasse o beijo e assim fora feito, Castiel introduzira a língua pelos lábios de Dean e o primeiro gosto que sentira fora de bebida e torta – o loiro comera uma fatia de sua sobremesa favorita antes de irem ao bar. Aos poucos uma batalha acontecia no interior da boca do Winchester que se deixava ser dominado pelo sabor de Vodka dos lábios do mais velho.

Com o pouco de instinto humano que ainda tinha em si, Castiel levara uma de suas mãos para os cabelos loiros escuros de Dean, puxando-os com uma força mediana pela raiz, pode ouvir um gemido que o mais novo deixara escapar para com aquela ação do Novak. A outra mão segurara a cintura do loiro puxando-o o corpo para mais perto de si, aquilo acabou fazendo com que o Winchester levantasse-se sem que descolasse os lábios.

Em um movimento rápido e bruto, o mais novo mal tinha levantado, Castiel empurrara-o em direção ao balcão, comprimindo o corpo trabalhado do caçador contra o seu e o balcão. Dean colou suas mãos na costa do Anjo, arranhando-a de leve. O beijo durou mais alguns duradouros segundos, repleto de luxuria, desejo e paixão. Dean beijava muito bem e Cass aprendia rápido.

Os lábios foram descolando-se entre alguns beijinhos rápidos e Dean ainda mordera o lábio inferior do moreno por alguns segundos, puxando-os entre seus dentes, com uma força leviana e por fim, chupou-os, fazendo o Anjo gemer baixinho contra si. Ofegaram com os rostos ainda bem pertos. Safiras e esmeraldas chocando-se e faiscando paixão.

– Que continuar em outro lugar? – Dean perguntou sugestivamente, os corpos ainda estavam colados, bem próximos e aproveitando do calor compartilhado. Castiel mal podia acreditar em tudo aquilo. Dean sempre pareceu tão homofóbico.

– Tem certeza que está sóbrio o bastante? – Castiel ainda iria se matar por ter aquele seu lado tão bonzinho, que parecia praticamente colocar quase tudo a perder com aquelas perguntas benevolentes. Dean resmungou alguma coisa, enrolado de mais para que o Anjo compreendesse.

– Desse jeito eu vou achar que você não me quer. – falou manhoso, fazendo aquele biquinho com aqueles lábios pecaminosos e Castiel teve controlar-se para não atacar aquelas perfeições, ainda mais carnudas e vermelhas que o normal. Iria tentar explicar-se com Dean, mas o mesmo colou-o com uma gargalhada gostosa, como há muito tempo não tinha o prazer de exercer, desde o episodio de Castiel com aquela prostituta – Vamos para um motel, agora. – sussurrou contra o ouvido do moreno e não fora preciso nada mais que um bater de asas para que estivessem em um quarto, a sós.

Dean tonteou com o repentino tele transporte, mas nada que os braços de Castiel ao seu redor não pudesse resolver. O moreno o apoiou por alguns segundos antes de recobrar a compostura, e a repentina palidez que o tomou logo se fora. Não era de hoje que passava mal com aquelas repentinas mudanças de ambientes provindas de Anjos.

– Tudo bem? – questionou preocupado, havia esquecido que uma vez Dean já falara que não fica muito confortável com tele transportes, mas sua vontade de jogar o loiro naquela cama e faze-lo somente seu era de mais para seus pensamentos serem coerentes. Esperava não ter botado tudo a perder.

– Sim, relaxa. – sorriu, um sorrisinho tímido que poucas vezes faziam-se presentes sobre os lábios do Winchester, logo tratou de mudar de assunto para que o clima lascivo tomasse-os novamente – Onde estamos? – perguntou curioso ao notar que estava em um quarto. Não qualquer quarto, um de motel e de alta qualidade. Era notórios pela arquitetura moderna e luxuosa, a colcha de cama – de casal – branca, vermelha e preta e o espelho que ficava no teto a cima da cama de casal e da banheira que estava em um banheiro que compunha o quarto.

– Nevada, Las Vegas. – respondeu simplesmente, focando-se nos olhos esverdeados que exploravam todo lugar ao seu âmbito, cada vez mais curioso. A curiosidade deu-se lugar a malicia assim que o nome da cidade do pecado fora pronunciado.

– Até que para a escolha de um Anjo inocente, foi boa. Muito boa. – Castiel franziu o cenho com aquela frase. Dean revirou os olhos com um pouco de diversão e querendo saber como Castiel tivera a ideia de um quarto com espelhos no teto – aquilo seria muito interessante. Dando de ombros, já que as coisas poderiam ser respondidas depois, puxou o mais velho para mais um beijo.

O moreno envolveu novamente a cintura de Dean, e sem esforços por culpa de sua força sobre-humana, ergue-o sem problemas algum. O Winchester surpreendeu-se de primeiro momento, mas não se importou, logo suas pernas torneadas estavam rodeando a cintura de Castiel enquanto ainda disfrutavam de um beijo repleto de paixão e desejo. Arranhou as costas do Novak com vontade, marcando-as.

Cass desceu uma de suas mãos que antes estavam na cintura de Dean para a bunda do loiro, apertando-a sobre o grosso tecido da calça jeans, pode ouvir o Winchester gemer contra seus lábios enquanto dava um sorrisinho safado, o mais velho já necessitava perdidamente do corpo do mais novo, nu, contra o seu.

Separaram-se do beijo ofegantes e olharam-se por alguns segundos, comunicando-se. Dean dava-o mais uma vez a garantia de que poderiam continuar sem se importarem com o amanhã. Jogou o resto de sanidade que tinha para o ar, porque agora, mesmo que o mais novo implorasse-o com todas as forças para parar, ele não pararia. Queria-o e muito.

Andou em direção à cama enquanto davam-se breves selos, o caminho fora curto em demasia e logo Dean encontrava-se jogado sobre a cama de casal em meio aos lençóis, dando aquele sorriso que somente o Winchester primogênito sabia dar. Castiel subiu em cima do corpo do mais novo e voltou a beija-lo, segurando bem forte a cintura de Dean, aquilo com certeza deixaria uma marca arroxeada no outro dia, mas por agora era motivo para gemer.

Descolando seus lábios da boca pecaminosa de Dean, despiu-o da jaqueta de couro com seu auxilio, deixando- somente com uma camiseta negra. Puxou a camisa para o lado e desceu seus lábios rosados pelo pescoço de Dean, distribuindo chupões e beijos, podia ouvi-lo gemer e contorcer-se em baixo dos seus braços, sobre seus toques.

Sem resistir àquela pele alva, mordeu-a com força, o suficiente para que a marca ficasse ali por uns bons dias. Um grito de surpresa e dor escapou pelos lábios do mais novo, que resmungou baixinho sobre aquela ação – não que o desagradasse muito.

Logo a camisa preta que Dean antes a vestia, estava jogada em um canto qualquer do quarto, deixando o loiro completamente desnudo na parte superior de seu corpo. O Anjo visualizou por alguns momentos o peitoral definido e os ombros cobertos por algumas sardas, salpicando-os. Sem aguentar muito, deslizou uma de suas mãos sobre o peitoral de Dean, antes de tomar os lábios alheios, mais uma vez.

O Winchester aproveitou o momento para inverter as posições, em meio ao beijo ficara por cima de Cass e colocara-o de baixo de si, enquanto sentava-se sobre o colo do moreno, rebolou de leve sobre o membro meio desperto do Novak. Pode ouvi-lo gemer baixo e contido e em seguida afastando as bocas. Novamente os olhos encontravam-se.

Dean começou a desabotoar a camisa branca e formal que o moreno usava por de baixo do sobretudo creme, expondo da pele branca que Castiel tinha. Desceu seus lábios pela mesma, distribuindo beijinhos, o Novak fizera menção de retirar o sobretudo e as outras peças de roupa em seu corpo, mas o loiro impediu-o.

– Não. – olhou para cima, desgrudando os lábios do peitoral de Castiel – uma trilha de chupões iria formar-se no dia seguinte. Cass olhou-o sem entender – Você fica bem com essa roupa. – deu um selinho rápido nos lábios rosados do mais velho, antes de voltar à distribuição de chupões e beijos. Não tardou a encontrar o “caminho da felicidade”.

Desabotoou a calça formal que o Anjo usava, deixando completamente a mostra o volume que se fazia presente na box do mais velho. O Novak não pode contar um gemido ao sentir sua ereção libertar-se das roupas por agora apertadas naquela região tão sensível. Dean envolveu o membro alheio com uma de suas mãos, começando um leve vai-e-vem. Castiel fechou os olhos por alguns segundos, corando levemente enquanto aproveitava o toque que o outro lhe proporcionava.

O Winchester sorriu ao ver o Anjo jogar a cabeça para trás e morder o lábio inferior, tentando conter os sons constrangedores que escapavam por seus belos lábios – nem se que podia imaginar que Dean amava aqueles gemidos. Querendo ouvir o mais velho gemendo cada vez mais alto para si, deu mais um selinho em Castiel antes de descer sua face em direção à ereção pulsante e rija dentre seus dedos.

Um grunhido bem alto fora tudo o que Cass conseguira soltar ao ter aqueles lábios perfeitamente moldados engolindo seu membro quase por inteiro, seus gemidos vieram baixos e constantes a cada sucção que Dean fazia, não tardou para que logos suas mãos estivessem nos fios louros escuros, empurrando a cabeça do mais novo cada vez mais perto de sua virilha, não queria machucar o outro, mas puta merda, Dean chupava muito bem.

O loiro logo precisou de ar e parou um pouco as sucções, logo se deu por falta daquela boca perfeita engolindo-o e gemeu em protesto, um sorrisinho cada vez mais lascivo tomava conta dos lábios de Dean, principalmente ao ver o estado de Castiel. Roupas amassadas, pupilas dilatadas, boca entreaberta, bochechas vermelhas e respiração ofegante, como era bom saber que poderia causar aquilo em um Anjo.

Não tardou a por novamente o membro em sua boca, mas não sem antes passar a língua pecaminosamente sobre a extensão, colocou o membro até a metade em sua boca, antes de retira-lo novamente, lento e devagar, torturando, a ponta ainda estava entre seus lábios antes de coloca-lo novamente, dessa vez totalmente, em sua boca. Castiel grunhiu, em alto e bom som.

As safiras voltaram-se para cima, ainda sem largar o membro de sua boca, tentando ver as expressões que o Novak fazia enquanto era habilmente chupado. Não deu para observar já que o moreno jogava sua cabeça para trás, mas não era atoa que havia um espelho no teto. Fora extasiante poder observar o prazer estampado nas belas feições do Anjo, desfrutando e ofegando por cada segundo.

– D-Dean, e-eu v-vou... – tentou alertar o loiro – somente tentara mesmo, as palavras embaralhavam-se entre os gemidos -, que entendera muito bem o sinal. Deu uma última sucção no membro alheio antes de retira-lo da boca, podendo sentir um gostinho de pré-gozo na garganta.

Logo os lábios estavam juntos em mais um beijo necessitado e as posições mais uma vez foram invertidas. Castiel arrancou as botas e calças de Dean, junto à boxa vermelha, sem nem se quer saber onde havia as jogado. Com o corpo do Winchester completamente exposto para si, pode ver pela primeira vez desde que chegaram ali, o loiro corar, mesmo que pouco.

– Você é lindo. – não conteve o elogio ao separar os lábios dos de Dean, que desviou o olhar, ainda constrangido. Cass deu um leve sorriso, sem conter-se e logo levara três dedos para os lábios do mais novo, que não tardou a chupa-los, lubrificando-os. Nesse meio tempo, sua outra mão fora para um dos mamilos rosados do peitoral alheio, beliscando-os.

O loiro ficou ainda mais vermelho com tal coisa, mas não pode conter a face de prazer. Sentia-se uma mulher ao ser tomado com tanto cuidado da parte de Castiel, quase como se fosse quebrar. Não que estivesse reclamando, carinho às vezes era muito bom.

Retirou os dedos da boca de Dean e lambeu o fio de saliva que escorria pelos lábios carnudos, aprofundou o contato dos lábios em mais um beijo. Nunca iria cansar-se de ter aqueles lábios belos juntos ao seu. Distraindo o outro com as caricias, inseriu o primeiro digito no interior do loiro, que gemeu de dor com a invasão. Fazia tempo desde a última vez que transava com um cara.

Um segundo dedo e um terceiro logo vieram de vez, o Winchester murmurou algo contra os lábios do mais velho e fez uma leve expressão de dor, mas nada que não fosse vir a ser suportável. Não demorou muito para que estivesse acostumado com os dedos movendo-se dentro de si. Cass retirou-os de seu interior e deitou o loiro na cama, com cuidado, abrindo as pernas alheias. Uma mão na cintura já marcada de Dean e outra sobre as lindas coxas torneadas.

Antes de ser tomado, Dean pode visualizar as expressões faciais e corporais de si ao ter seus olhos focados no espelho a cima de suas cabeças. Pupilas dilatadas, olhos semicerrados, lábios vermelhos, inchados e entreabertos, respiração ofegante e descontrolada, corpo comprimido de desejo e brilhando pela fina camada de suor que o cobria, rosto completamente avermelhado. Conseguiu ficar ainda mais encabulado ao observar sua imagem refletida.

Castiel passou a mãos dentre os fios dourados de Dean antes de penetra-lo em uma única estocada só, fazendo-o gritar com a repentina invasão. O desejo impedia-o de controlar-se por inteiro e ter seu membro exprimido sobre o canal do mais novo quase o levara a um orgasmo instantâneo. Ao menos teve um pouco de sanidade parar esperar o Winchester acostumar-se com a invasão, esse último fazia uma careta de dor e abraçava Castiel contra si, apertando e arranhando as costas do moreno com força. Doía e muito.

Assim que o mais novo rebolara contra seu membro, acostumado, retornou as mãos ao quadril do loiro, apertando-os, antes de começar a mover-se. As estocadas desde o começo começaram longas, rápidas e fortes, cada vez mais fundo, insaciável.

Dean podia sentir o membro saindo de si, quase por total, antes de retornar em seu interior com força. Gemia alto com as investidas brutais, todavia muito mais prazerosas, dentro de si. O atrito dos corpos era puro êxtase e luxuria.

Cass apertava sua cintura cada vez mais força e não podia contar seus braços de envolver as costas do mais velho e traze-lo cada vez mais perto de si, precisava sentir o calor dos corpos bem juntos. O Novak logo tomara seus lábios para mais um beijo. Abriu os olhos verdes em meio ao beijo podendo ver sobre o espelho os corpos abraçados, juntos como um e como o moreno segurava-o possessivamente em suas mãos, como se não quisesse perde-lo.

Assim que os lábios desgrudaram-se Castiel saiu do seu interior e inverteu as posições, sentou-se sobre a cama e encaixara Dean novamente em si, sobre seu colo, e em momento algum largara a cintura do mais novo, esta já estava meio arroxeada. Com plenitude certeza uma marca bem escura em formato de mãos ficaria presente ali por muito tempo.

Logo o Winchester começou a subir e descer sobre o colo do moreno, com o auxilio das mãos ao seu redor, logo uma mão de Castiel soltou sua cintura e envolveu sem membro em uma masturbação tão intensa quanto os movimentos que fazia no sobe-e-desce. Sentiu uma onda de prazer tomar todo o seu corpo. Encostou a cabeça sobre o ombro do Novak, ofegando, mas mesmo assim não se dera ao desprazer de parar. Continuou tão firme ou ainda mais intenso do que antes, descendo e subindo sobre o membro rijo do Anjo.

– Olhe-se no espelho, Dean. – Castiel ergueu a face do loiro, dando um selo sobre os lábios pecaminosos e olhando para o espelho do teto que os refletia. Dean logo o observara-os, corando ao ver as posições em que estavam e como o desejo estava tomando-o por completo, assim como tomava os orbes de Cass. Desviou o olhar, não podendo fitar por mais tempo seus olhos repletos de luxuria – Você está lindo. – o moreno sussurrou na sua orelha e mordeu lóbulo, antes de lambê-la. Só pode corar ainda mais sobre os elogios, enquanto voltava a encostar a cabeça contra o ombro de Castiel.

Logo espasmos percorriam os corpos dos dois, indicando um orgasmo breve, Dean mal aguentava mover-se sobre Castiel, até o Anjo inverter novamente as posições. Pusera Dean de quatro sobre a cama de casal, abaixando bem a cabeça e deixando a bunda bem empinada em sua direção. Invadiu-o em duas estocadas.

A testa do Winchester comprimia-se sobre a cama e as mãos apertavam firmemente o lençol por entre os dedos, tentando em vão conter os gemidos arrastados que deixava escapar pelos lábios a cada estocada. Nem parecia que aquela era uma das primeiras vezes de Castiel.

Mais algumas boas estocadas e masturbação constante em seu membro, para que derramar-se sobre a mão do Anjo, ficando com as pernas um pouco bambas e sem conseguir-se manter ajoelhado sobre o colchão. Todavia, Cass com a força sobre humana que tinha, manteve-o sobre os joelhos sem esforço algum, continuando a estocar.

Não demorou muito para também que se desfizesse no interior do loiro, aproveitando os espasmos que Dean sentia pelo corpo, por culpa do recente orgasmo e as paredes de seu orifício apertando seu membro cada vez mais forte. Com a sensação delirante tomando-o, entornara.

Caiu ao lado Dean sobre a cama, ofegando tanto quanto o loiro. As respirações desregulares e sentimentos preenchendo seu receptáculo como nunca antes foram sentidas. Olhou para o loiro que assim que percebera as safiras voltadas para si, voltou seus olhos esmeraldinos em sua presença.

– Foi ótimo. – o sorrisinho sacana e sarcástico logo preenchera os lábios alheios. Castiel sorriu gratificado com o elogio – e por saber que tinha feito tudo certo. Tinha medo de que Dean desgostasse do sexo.

Tornara seus olhos para o teto, podendo ver os dois corpos desnudos e largados em meio às cobertas, tentando recuperar-se do prazer intenso que lhes fora proporcionado. Também pode perceber como Dean tentava não encarar o espelho e a cada vez que os olhos verdes batiam sobre a imagem ali refletida, a face do mais novo avermelhava-se por inteiro e olhar logo era desviado.

– Você fica adorável corado. – murmurou para Dean, que logo voltara mais uma vez o olhar sobre Castiel que ainda encarava fixamente a imagem refletida a cima de si.

– Eu não sou adorável. – respondeu indignado e o Anjo pensou que talvez tivesse ofendido a “masculinidade” do loiro com aquele comentário, principalmente quando o mesmo começara a levantar-se da cama – Eu vou tomar um banho... – comentara já de pé e de costas para Cass, esse último já formulava um pedido de desculpas, mas fora interrompido antes mesmo de falar – Acompanha-me, Cass? – perguntou com um tom inocente que definitivamente não era feitio do Winchester mais velho, Dean logo se virara em direção à cama e consecutivamente Castiel, com aquele seu típico sorriso safado.

– Anjos não precisam toma--. — arrepiou-se por inteiro ao ter o olhar assassino que Dean lançara em sua direção e interrompera-se antes que algo de ruim pudesse acontecer e assim descobrir que humanos poderiam matar um Anjo somente com um olhar e sem precisar de uma arma celestial.

– Transar na banheira, idiota. – traduziu de uma forma que o Anjo pudesse entender. Mesmo que Metraton tivesse passado sua sabedoria literária humana para Castiel, o moreno ainda era um pouco lerdo ao tratar-se de expressões com duplo sentido.

– Ah. – Cass murmurou e um bater de asas logo fora ouço pelo quarto, Castiel já estava no banheiro do quarto de Motel – Sim. – e a resposta afirmativa já era mais que obvia quando o moreno aparecera no banheiro, ligando a torneira.

Dean riu, gargalhou na verdade, constatando que aquele Anjo era tão pervertido quanto si. Perfeito, que as rodadas de sexo intenso continuasse até que não aguentassem mais de exaustão.

Notas finais
E fim do prologo e.eNão pude escrever mais cenas picantes ou esse troço ia ficar muito grande @-@Espero que tenham gostado u///uE que eu não tenha deixado o Dean tão submisso @-@Apesar de tudo eu ainda acho que ele pode ter umas atitudes mais atrevidas e ativas u-uAfinal, ele é o Dean ♥E então...Isso merece uma continuação? ;3Já'né