Stairway To Heaven
7 Chapter Six - I Need You
Notas iniciais
Stairway To Heaven
Chapter Six
I Need You
Talvez fosse todo aquele sentimento de imensidão que consumia Dean que o impediu de afastar Castiel. Talvez não fosse. Mas agora o loiro estava ocupado de mais em provar daqueles lábios para querer ou poder raciocinar alguma coisa. Ele só tinha algo em mente: precisava de Castiel, como nunca precisara de mais ninguém. O moreno o fazia sentir-se diferente.
E enquanto os lábios ainda estavam colados e as línguas bailavam uma com as outras, em uma dança lasciva e completamente viciante, Castiel teletranspotara-se junto a Dean, do quarto de Motel que o loiro estava com seus dois irmãos. Não abusaria da sorte e ver qualquer um dos caçadores acordando em seu momento tão intimo com Dean e quebrar aquele clima tão brando que tinha estabelecido com o Winchester mais velho.
A próxima coisa que Dean sabia quando separou seus lábios do de Castiel, era de que já não estava mais no quarto de Motel em Topeka e sim no Bunker, em seu quarto, sentado em sua cama e com Castiel bem próximo a si. Respirações descompassadas e os corações batiam euforicamente no mesmo compasso. Sentimentos igualados explodiam em seus corações, deixando-os insanos.
– Eu preciso falar com você, Dean. – Castiel deslizou uma de suas mãos sobre a bochecha do Winchester em um carinho afável e acalentador. O loiro fechou os olhos para aproveitar o toque e sensível como estava, deixou um pequeno ronrono escapar sobre seus lábios ao sentir o carinho tão gentil lhe abrangido. Não sabia explicar, mas Cass mexia de um jeito diferente com sua cabeça e embaralhava seus sentimentos. Mesmo que nunca tivesse dado conta disso.
– Agora não Cass, temos o resto do tempo do mundo para isso. Mas agora não. – mal terminara de dizer suas palavras e Dean já estava juntando seus lábios novamente com os de Castiel em um beijo voraz. Derrubou o moreno contra sua cama e sentou sobre a cintura do mesmo, enquanto ainda mantinham os lábios unidos.
– Dean, você está gravido! – Castiel exclamou assim que separou seus lábios dos de Dean, sentindo as unhas medianas do Winchester arrastando-se contra seus braços cobertos pelo sobretudo, e fechou os olhos contendo o gemido do que aquele simples ato lhe causava. Com um sorriso malicioso que somente o loiro sabia dar, aproximou-se da relha do moreno, mordendo o lóbulo com luxúria, antes de sussurrar-lhe palavras.
– Sexo faz bem, Caaaassss... – o nome saiu enrolado de propósito e aquela voz rouca e sexy em um mero sussurro de suplica, fizera com que Castiel fosse à loucura. Dean era perfeito de mais e aquela perfeição inteira mexia com o Anjo inteirinho, cedendo às vontades e desejos do loiro. Deixando-se levar por aqueles belos olhos verdes.
– Você quem pediu. – antes que Dean pudesse formular as palavras do Novak em sua mente, o moreno inverteu as posições, ficando por cima do loiro e juntando os lábios mais uma vez em um beijo necessitado. Em seguida a blusa de mangas que Dean usava para dormir estava pedida no chão do quarto e seus pés já estavam descalços. A luxúria envolvia-os completamente.
Castiel desceu os lábios pelo pescoço de Dean, deixando aquela pele bronzeada marcada com seus chupões e mordidas, mostrando para qualquer pessoa que se aproximasse do Winchester mais velho que o loiro era todinho seu. Os breves selos e os chupões demorados e fortes, levavam Dean a loucura, que nada mais fazia a não ser gemer sobre os toques.
Castiel desceu ainda mais os beijos, chegando aos mamilos rosados do mais novo e circulando os botões rosas com a língua, antes de suga-los com ferocidade. O simples ato fez Dean gemer em um grito e jogar a cabeça para trás, sentindo do toque, enquanto encurvava as costas.
O Novak sorriu e não se deu por vencido ou saciado. Encaixou uma de suas pernas entre as de Dean e com cuidado, mas abusando da velocidade, com o joelho friccionado sobre o volume no meio das penas do loiro, massageava o membro alheio já desperto. Dean ofegou sobre o toque totalmente prazeroso.
O mais novo levou suas mãos para as costas de Castiel e as agarrou com força a pele, arranhando-a e deixando-a avermelhada no momento, e quando o prazer já estava absurdamente grande, suas unhas cravaram-se na pele álgida do Anjo, rompendo os tecidos e manchando as unhas com filetes de sangue. E Castiel somente sorria para aquilo.
O Novak desgrudou os lábios do botão rosado abusado e voltou a distribuir beijinhos e chupões pelo abdome do loiro, uma de suas mãos livres massageou o outro mamilo do loiro, enquanto a outra acariciava a parte interna da coxa alheia, subindo a mão desde a virilha, contornando a mesma e em seguida descendo até o começo da bunda durinha do Winchester.
Dean praticamente derretia-se entre gemidos e resmungos já desconexos, nos braços do Anjo, que parecia comanda-lo de vez durante aquela selvageria de corpos incontroláveis em erupção a busca do prazer carnal.
O mais novo retirou suas mãos das costas de Castiel e iria leva-las em direção ao abdome do Novak, se nesse meio tempo o moreno não tivesse desamarrado sua gravata azul e em menos de segundos tinhas as mãos do Winchester sobre os fios dourados e amarradas com o tecido de coloração azul da gravata em cima da cabeça.
Dean resmungou com a ação, sem ter capacidade descente de formular uma frase em sua cabeça e com a sanidade já comprometida sobre os toques lascivos e luxuriosos do Anjo.
Castiel voltou a retribuir beijos pelo corpo bronzeado, marcando-o inteirinho. Dean ofegava a cada toque, extasiado. Chegando ao umbigo do loiro, Cass circulara sua língua no lugar, rodeando-o e umedecendo-o, logo em seguida simulara uma penetração, fazendo o Winchester arquear as costas e quase desmanchar-se sobre a calça de dormir que usava.
– Caaaasss... – sussurou manhoso, sentindo seus movimentos restringidos pela gravata. Claro, se quisesse poderia soltar-se a qualquer momento daquele tecido azulado, mas nada o impedia de seguir as vontades de seu Anjo.
Castiel sorriu para a face corada e pidona de sua paixão, encostando seus lábios nos do Winchester em um selo, Dean entreabriu os lábios, dando permissão para que o Anjo continuasse a explorar sua boca, mas o Novak somente desgrudara os lábios, sem aprofundar o beijo.
– Agora não Dean... Quero tua boca ocupada com outras coisas. – o sorriso malicioso que nasceu nos lábios de Castiel prometia que as coisas seriam muito mais quentes do que na primeira vez. Rapidamente o moreno se despiu e desamarrou as mãos de Dean, somente para vendar os olhos do caçador.
– Isso é uma droga. – Dean resmungou, louquinho para retirar a venda e poder ver as expressões que Castiel fazia somente para si. Queria ver aquele sorrisinho lascivo mais uma vez, da mesma forma que o blush meio inocente que percorria as bochechas do mais velho.
– Shiu. Deixe-me te guiar. – juntou seus lábios com o do loiro, em um verdadeiro beijo e este colocara uma das mãos do mesmo sobre seu membro já desperto. Castiel gemeu contra os lábios do Winchester assim que sentira o loiro o masturbar.
Dean separou os lábios e com os olhos ainda vendados, aproximou sua face contra o membro de Castiel, lambendo-o. Ia desde a base até a glande, antes de coloca-lo, somente um pouco, dentro de sua boca. Depois novamente repetia as lambidas, ouvindo Cass sonoramente gemer e jogar a cabeça para trás, delirante.
Em seguida, o Winchester colocou-o totalmente na boca. Castiel gemeu alto e quase se desmanchou sobre aqueles lábios perfeitos e quentes. Dean sorriu com aquilo, antes de sugar o membro alheio com força e rapidez. O Anjo revirava os olhos de prazer a cada sucção, próximo de um orgasmo.
Levou uma de suas mãos aos fios loiros do mais novo e empurrava a cabeça do Winchester cada vez mais perto de sua virilha, aumentando o ritmo das sucções. Dean deixou-se levar pelos movimentos do Anjo, sentindo as estocadas em sua boca, cada vez mais fundas.
Quando sentiu que o Novak estava quase no limite, com delicadeza, retirou as mãos do mais velho de seus fios dourados e com uma última sucção profunda e lenta, retirara o membro do moreno de seus lábios, ouvindo-o reclamar pela falta do contato.
– Merda, Dean. – murmurou ofegante, com os olhos entreabertos, as palavras escaparam de seus lábios sem nem que se quer percebesse e pode ver com a visão um pouco embaçada, Dean dar um sorrisinho de canto de lábios, logo o loiro estava sentando no seu colo, com as mãos em seus ombros e os lábios bem perto dos seus.
– Droga mesmo é essa gravata me impedindo de te ver. – sussurrou contra a orelha de Castiel, sentindo o colar que a pele facial do rosto do moreno emanava, devido ao rubor que tomava conta de suas feições. Assim que as palavras cessaram, rebolou contra o colo desnudo de Cass, este tinha os olhos fechados de quando ouvira a voz rouca e sexy de Dean, e acabou por gemer com a atitude do mais novo.
– Até parece, Dean. – assim que recuperou os sentidos, falara para o loiro, segurando o queixo do mesmo com certa forma e mantendo o rosto alheio levantado, mordeu o queixo de Dean, não muito forte, mas aquilo iria deixar uma marca, logo em seguida desceu os lábios, em um toque singelo, pelo pescoço do Winchester, em seguida beijou-lhe os ombros salpicados de sardas e por fim lambera orelha do mais novo, sentiu-o estremecer a cada toque, sobre seu colo – Vai me dizer que não te excita não saber onde eu irei te tocar? – as palavras quase mudas saíram dos lábios rosados do Anjo, bem pertinho dos lábios do Winchester, que fechou os olhos esverdeados por debaixo do pano da gravata.
Em seguida, mais chupões começaram a espalhar-se pelo corpo do loiro, que gemia a cada toque e retribuindo o prazer que sentia, ao rebolar no colo de Castiel, tendo somente o tecido de suas roupas inferiores separando-os do pleno contato.
– Eu acho que tem alguém aqui ainda muito vestido. – Dean murmurou entre um toque e outro de Cass e ouviu algum resmungo de concordância do moreno, que logo em seguida estava desabotoando as calças do loiro, que mal contentara o gemido ao sentir sua ereção livre.
Castiel colocara uma de suas mãos no interior da peça intima de Dean, que tivera que morder o lábio inferior para conter o gemido de surpresa assim que sentira as mãos de Castiel envolver seu membro e começar a lhe masturba de forma lenta. Como o Anjo havia dito, não poder saber dos próximos movimentos que aconteceria em seu corpo, era excitante.
Dean jogou a cabeça para trás ao sentir os movimentos tortuosos em seu falo e segurara os ombros do Novak com força, cravando suas unhas contra a pele alheia. Castiel ampliou o sorriso malicioso de seus lábios, antes de tomar os lábios de Dean em mais um beijo.
Com a mão livre segurou a cintura de Dean com força, sentindo as línguas bailarem uma com a outra e com delicadeza, sem cortar o contato dos seus lábios, retirou o Winchester de seu colo e o deitara na cama – de frente para si -, terminando de despi-lo. Dean reclamou quando a mão de Castiel que antes o acariciava, interrompera o toque.
A próxima coisa que Dean sabia, era que seus olhos estavam descobertos e que poderia finalmente voltar a apreciar as expressões que Castiel fazia, como no momento: bochechas vermelhas, lábios entreabertos e olhos safiras nublados pelo desejo louco de provar mais uma vez do Winchester primogênito.
Cass levou três de seus dedos à boca de Dean, que os lambeu de forma insinuativa, com um sorriso safado nos lábios e os olhos esmeraldinos sem se quer um momento quebrar o contato visual com os do Novak, que tivera que conter a vontade insana de fodê-lo.
Assim que bem umedecidos, voltou-os para a entrada de Dean e colocara um digito, sentindo o loiro remexer-se pelo desconforto causado. Após alguns movimentos, o segundo logo viera abrindo espaço no orifício do loiro em movimentos tesourados, o terceiro também não tardara e Castiel somente parara assim que visualizou o Winchester com a face completamente rubra e revirando os olhos esverdeados de puro prazer.
Quando retirara-os, Dean gemeu em protesto, sentindo falta do contato em sua próstata. Cass riu e selou os lábios contra os de Dean, sentido as mãos do loiro indo para suas costas e arranhando-a deixando-as completamente marcadas e rosadas.
Ainda tento os lábios do loiro contra os seus, o Novak penetrara em Dean, ouvindo-o gemer levemente desconfortável com a invasão sem muitos avisos, novamente levara uma de suas mãos para o membro Winchester, dessa vez em movimentos rápidos e constantes, para tentar aliviar a tensão que tencionava os músculos alheios.
Quando Dean finalmente se acostumara, rebolou contra o membro de Castiel, avisando-o que poderia se mexer, e assim fora feito. Nem meio segundo mais tarde, Castiel começara a estocar o interior do loiro, cada vez mais rápido, forte e se pudesse ser, até mesmo bruto. A medida que suas estocadas iam ficando mais constantes, longas e ágeis, masturbava Dean com mais intensidade.
Logo o loiro arqueava as costas para o misto de prazer intenso que o dominava e jogava sua cabeça para trás, ouvindo gemidos estridentes escaparem sem qualquer permissão por seus lábios grossos e vermelhos. Castiel adorava ver Dean sem qualquer sanidade em seus braços e derretendo-se em suas mãos. Adorava ver os lábios perfeitamente pornográficos, abertos, deixando a voz rouca e sexy fluir em forma de gemidos. Adorava o rubor que tomava conta das feições adoráveis de Dean. E adorava a forma desesperada que o caçador arranhava suas costas, entorpecido pelo prazer que Castiel lhe proporcionava.
Logo tomava mais uma vez os lábios de Dean contra o seu, em um beijo que fazia ambos os corações aumentarem ainda mais a batida cardíaca, ao ponto de quase um ataque. Um beijo que fazia o corpo inteiro arrepiar-se, devido à química incondicional que ambos tinham para com o outro. Aqueles beijos que esquentam a alma, não somente pelo fervor do sexo, mas sim pelo o da paixão avassaladora. O beijo que dar-te a sensação de infinito.
Quando os lábios se separaram, as faces ainda continuavam bem próximas, os olhos chocaram-se e uma corrente elétrica percorria o corpo dos dois. Verde no azul. Azul no verde. As safiras praticamente liam os olhos esmeraldinos, estes estavam tão límpidos, que o azul intenso dos orbes de Cass, não tinha problema nenhum em desvendar aquelas linhas tortas, bagunçadas, despedaçadas e intensas que formavam a alma de Dean.
– Eu preciso de você, Cass. – Dean não falara aquilo somente no sentindo sexual. Os sentimentos que transpareciam na fala do loiro, nunca puderam ser mais verdadeiros. Castiel sorriu para aquilo, beijando a testa de Dean, delicado. Poderia não ser uma declaração de sua paixão, mas ao menos era um progresso.
– Eu sempre vou estar aqui para você, Dean. Sempre. – sussurrou o Anjo e em seguida viu seu caçador sorrir pequeno e tímido, antes de desmanchar-se em suas mãos. Segundos depois era Cass que se desmanchava no interior do loiro.
Castiel deitou-se ao lado de Dean, passando seus braços ao redor da cintura do loiro e trazendo o corpo do Winchester para bem próximo ao seu, com os olhos safiras fechados, sentiu Dean esconder o rosto contra a curva de seu pescoço, começando a controlar as respirações.
– Dean. – chamou-o e ouviu o Winchester murmurar alguma coisa, como se desse permissão para que o Novak continuasse – Eu... Nós... Você poderia... – Castiel não entendia muito sobre sentimentos. Mas ele nunca pensou que seria tão difícil dizer às palavras que estavam engasgadas em sua garganta.
Dean riu da situação do Anjo, ouvindo-o se atrapalhar completamente com as palavras, sem saber o que dizer direito para o Winchester, mas o loiro já sabia o que Castiel queria dizer. Desenterrando sua face contra o pescoço de Cass, encostou seus lábios no do mais velho, em um pedido de silêncio cuja qual fora atendido. Castiel fechou os olhos, sentindo o corpo de seu recipiente, antes tenso – nem se quer percebera aquilo -, relaxar, aproveitando do breve contato dos lábios de Dean.
– Claro Cass. – por fim respondeu, desgrudando os lábios dos do Anjo e vendo os olhos azulados sendo abertos devagar, como se mantê-los fechados, pudesse fazer com que os lábios de Dean nunca mais desgrudassem dos seus – A gente pode ter uma chance. – e Castiel nunca se sentira tão feliz na vida com tão simples palavras. Não fazia a mínima ideia de como Dean sabia o que estava querendo dizer, mas o loiro sabia e aceitara seu “pedido”. Talvez fosse porque Dean soubesse de sentimentos há muito mais tempo que si.
Mas não pensou muito sobre aquele detalhe, só tinha em mente que finalmente tinha uma chance oficial de conseguir conquistar o loiro e que talvez, somente talvez, Dean pudesse retribuir nem que fosse um pouco, o sentimento tão grandioso que Castiel nutria pelo o mesmo, o que ambos não podia imaginar, é que o sentimento era reciproco na mesma intensidade.
– Eu te amo Dean. – retornara a declarar-se, não cansava nunca de ter aquelas palavras escapando por seus lábios e de ver os olhos esmeraldinos de Dean sorrindo a cada vez que falava aquilo. Dean dessa vez, corou com a declaração e encabulado, retornara a esconder o rosto contra a curva do pescoço de Cass, que começara a brincar com os fios dourados – Mas isso não muda o fato de que precisamos conversar. – após alguns minutos, Castiel retornara a falar, Dean que estava quase dormindo, remexeu-se contra o corpo do moreno.
– É, eu sei. – suspirou cansado, relembrando-se de que estava... Gravido. Nunca que iria se acostumar com aquilo – Mas agora, Cass... – retornou a retirar sua face da curva do pescoço de Castiel, olhando-o bem fundo nos olhos. Cass inclinou levemente a cabeça, e por fim acenou, gesticulando para que o Winchester terminasse sua fala – ... Eu quero sorvete de pêssego com torta de amora. – falara, como se arranjar aquilo em plenas quatro da manhã fosse a coisa mais fácil do mundo – na verdade, para Castiel era.
Cass riu, vendo Dean o olhar confuso, sem entender o porquê daquilo e por frações de segundos, sentiu os papais invertidos.
Um estalar de dedos, Cass já estava de roupa completa e Dean vestia somente uma boxer – o loiro deu pouca importância aquilo, afinal, seus olhos esmeraldinos estavam focados de mais em outra coisa – e Cass tinha em mãos, seu pedido.
O sorriso que nascera nos lábios do Winchester, valia a pena o “esforcinho”.
Fale com o autor