Stairway To Heaven

9 Chapter Eight - Hellow, Bitches!


Notas iniciais
AH EU SEI Q DEMOREI MESES DESCULPA Ñ TENHO EXPLICAÇÕES SÓ DESCULPAS Uma delas é q eu travei p essa fic... Por isso o cap saiu pequeno... Me desculpem... Eu só tou escrevendo-a p ñ abando-la Mais nd Pq por mim... Eu meio q cansei de escreve-la Desculpa Mas tentarei ser mais rápida Prometo! Desculpem a demora E boa leitura

Stairway To Heaven

Chapter Eight

Hellow, Bitches!

Michael chegou-se bem próximo de Adam. Estavam na biblioteca e já fazia cerca de mais ou menos uma semana que o Arcanjo havia feito a declaração a Adam e o mais novo dos Winchesters continuava a fugir de si depois daquele dia — sempre trocando de cômodo quando chegava ou escapulindo quando o encurralava só. Mas hoje não. Hoje não ia deixar que Adam fugisse.

Você continua com medo de mim... – Michael comentou, colocando a mão sobre o peitoral do mais novo e sentindo o coração de Adam pulando na caixa torácica, Adam corou — Está batendo mais rápido do que da última vez. – tombou a cabeça de lado, a centímetros da face do mais novo — Eu te fiz alguma coisa a mais?– a pergunta saiu com pesar dos lábios grossos e bem delineados de Michael.

Não é mais medo. – o loiro mais novo sussurrou baixinho, deixando Michael ainda mais curioso. Os olhos azuis do Arcanjo pareciam perfurar sua alma, enquanto a mão continuava em seu peito. Um toque singelo, mas que fazia sua pele pegar fogo e seu coração não ter sossego algum.

O que é? – curioso, e querendo aprender mais sobre sentimentos humanos, questionou. A voz parecia de uma criancinha perguntando alguma coisa para os pais e Adam quase se sentia sujo por quebrar a inocência de Michael — mesmo que o Arcanjo estivesse vivo há muito mais anos que si.

Um sentimento... – deixou no ar. Sabia que o loiro mais velho não tinha capacidade de entender indiretas, mas não conseguia dizer frente a frente com um dos seres mais poderosos do mundo. Estava apaixonado por Michael, e só pode perceber aquilo, após dois dias que Michael havia se declarado. Mas como falar de amor com alguém que nem sabia o que era aquele sentimento?

Um sentimento bom ou ruim? – continuou a questionar, deixando Adam ainda mais constrangido. O Arcanjo assim tão próximo de si, era algo tentador. Queria juntar os corpos em um beijo quente e tornarem-se um, através de sexo intenso, contra uma daquelas malditas prateleiras. Tinha que ter muito alto-controle para segurar-se. Mas alto-controle era algo que Adam estava sentindo falta.

Bom... – estava morrendo. As palavras saiam por seus lábios antes que pudesse perceber, o que lhe deixava mais constrangido ainda. Todavia precisava manifestar-se. Seus sentimentos haviam mudado desde aquele último dia com Michael em que o Arcanjo declara-se para si. Fora como se somente dera-se conta de mais alguma coisa quando o Smith falou. As coisas pareciam estar tão claras agora... Não era medo, nunca foi. Passou tempo de mais pensando naquilo.

Não sente mais medo de mim? – os olhos azuis do Smith brilhavam em expectativa e um sorriso estava nascendo nos belos lábios carnudos do Arcanjo. Adam sentiu o coração batendo cada vez mais descontrolado em seu peito, ao ver o quão adorável Michael estava mostrando ser. Queria beija-lo, provar de seus lábios e abusa-los, muito. Que Deus o ajudasse.

Não. Nunca senti... – admitiu, sentindo as bochechas ficando mais quente que o fogo avassalador do Inferno. Estava tão encabulado! — Eu entendi tudo errado. – admitiu com lágrimas nos cantos de seus olhos. Lágrimas nas quais nem reparou a existência, mas o Arcanjo sim. Observou-as surgir e escorrer e limpou-as antes que pudessem escapar pelo rosto de Adam, envergonhando-o mais. Michael nunca havia reparado como o Winchester mais novo ficava tão bonito corado daquele jeito. Seu coração estava batendo no mesmo compasso do que o de Adam, sabia disso porque contou.

O que você sente por mim? – o Smith ousou perguntar e Adam sentiu seus joelhos amolecerem. Agora era a hora de contar para ele tudo o que estava sentindo! Declarar-se. Mas a coragem estava escapando. Fechou os olhos, vendo-se incapaz de falar qualquer coisa. Todavia, ainda podia agir. E aquilo que faria.

Juntou seus lábios com os de Michael. O beijo foi intenso, arrebatador e único. Os lábios do Arcanjo moviam-se com perfeição contra os seus e Michael deixava-se ser guiado. A boca foi aberta e Adam atravessou os lábios do Smith, provando da boca perfeita dele e do gosto tão doce.

Michael se deixou guiar-se pelos seus instintos primitivos e segurou a cintura de Adam com força e o prensou ainda mais contra a prateleira. As mãos passavam pelos corpos e tudo estava no auge, mas o ar fez falta ao humano que teve de separar-se dos lábios tão viciantes do Arcanjo.

Eu te amo. – Adam declarou assim que suas bocas descolaram-se — E Michael, eu não me lembro de nada do Inferno, mas eu tenho essa louca vontade de estar perto de você e de beijar-te. Eu fui tolo e entendi tudo errado... Mas agora ‘tou me sentindo tão bem. Eu entendi que todo aquele tempo que passamos juntos trancados foi essencial. Essencial para perceber que estou apaixonado por você... E que é muito improvável que você sinta o mesmo... Mas eu não pude deixar de tentar! – explodiu tudo de uma vez, sentindo o corpo ficar bambo e as pernas moles. Queria somente levar seu fora logo e poder se empanturrar de sorvete enquanto chora em sua cama.

Adam... – Michael o chamou e o mais novo dos Winchesters fechou os olhos e esperou o fora. Mas tudo que sentiu fora sua mão ser pega e posta em cima do coração do receptáculo de Michael — e digno de passagem, o coração batia muito rápido. Logo havia a mão de Michael em cima do seu, novamente — Eu não sei o que eu tenho. Acho que meu receptáculo está com problema. Minhas mãos estão geladas e suadas como a sua, minhas pernas estão moles, assim como as suas, eu também sinto a vontade de beijar seus lábios e meu coração está no mesmo compasso que o seu. Eu contei. – afirmou franzindo o cenho e achando aquilo muito estranho, não era para se sentir assim! — É isso que chamam de amar? Eu não gostei muito... Faz-me sentir como se houvesse insetos no meu estômago. E uma vontade louca de ficar perto de você, eu me sentia ruim quando você saia por aquelas portas e me deixava. É normal? Doía, eu nunca senti dor. Por favor, não faz mais isso comigo... Doeu. Eu não quero amar se doí. – implorou, se sentindo necessitado da presença do outro loiro.

Não vai doer mais, Michael. Eu prometo. Eu vou fazer tudo isso passar. – levou a mão antes no coração de Michael para o rosto do Arcanjo e logo em seguida juntou os lábios em mais um beijo apaixonado.

Agora o Smith tinha uma noção do que Castiel sentia quando estava com Dean. Não doía, era bom.

***

Dias depois

Sam estava meio para baixo. Claro que estava feliz por seus irmãos, eles estavam felizes, cada um com seu Anjo — o que era muito esquisito, já que sempre imaginou Dean com suas costumeiras mulheres de bar e Adam era seu irmão caçula... Imaginava-o focado de mais para namorar.

Mas vê-los assim... Lembrava-lhe de todas as vezes que amou alguém e nunca deu certo. Amy na sua adolescência, Jessica, Madson, Bela — mesmo que tenha sido só uma atração sexual — e Amélia. Nunca deu certo com quem queria. Até mesmo... Até mesmo Gabriel morreu nas mãos de Lúcifer.

Ver Adam e Dean bem com seus Anjos, admitia... Causava-lhe certa inveja e saudades de certo baixinho encapetado — por mais que aquilo fosse contraditório para um Anjo. Só queria poder tê-lo beijado alguma vez antes de vê-lo morrer — ainda lembrava-se dos flertes trocados quando Dean não estava.

Suspirou cansado e estava prestes a beber um pouco do café forte que Dean havia feito há pouco enquanto viam um filme de terror qualquer q Dean ficava observando os seios da mulher gostosa balançar enquanto ela corria desesperada. Sam tinha certeza de que ela seria a próxima a morrer para a infelicidade de seu irmão mais velho que em seguida perderia o interesse no filme. Adam estava do outro lado do sofá, esparramado com as pernas em cima do colo de Dean.

Porra! – Sam exclamou assim que colocou o primeiro gole em sua boca e cuspiu com força no chão, com o gosto horrível em sua boca — Dean, você colocou pimenta nessa porra?!– perguntou completamente perplexo e sentindo sua boca arder cada vez mais.

Qual é, eu tenho uns desejos estranhos, mas isso com certeza não fui eu! – exclamou e viu Sam bufar, levando um punhado de brigadeiro a boca para tirar o gosto ruim dos lábios, quando seu brigadeiro voou da colher — de forma sobrenatural — e acertar a cara de Dean em cheio que ficou vermelho de raiva má hora — Qual o seu problema?! Eu acabei de dizer que eu não coloquei penta no caralho do seu café! – levantou-se irritado do sofá e nem viu quando o copo de pipoca doce saiu voando de seu colo e acertando o corpo do mais novo todo, lambuzando-o de leite condensado.

Tomem mais cuidado! Tá vendo isso? Eu ‘tou todo sujo agora e nem vi a loira morrer! Não me metam nas brigas de vocês! – Adam falava irritado, sentindo o leite condensado o deixar grudento. Levantou-se pronto para ir ao banheiro tomar um banho, quando escorregou no chão com tudo, caindo de costas contra o lugar duro e gelado — Cassete!– xingou, ficando ainda mais irritado.

Adam, tá tudo bem? – Sam perguntou, levantando-se do sofá, todavia sua perna virou, fazendo-o cair sentado no sofá. Mas parecia que a estrutura estava frágil e a parte em que Sam caiu, afundou, fazendo o Winchester do meio entalar-se dentro do sofá — Puta que pariu! – exclamou tentando sair dali. A essa altura Dean estava no chão, quase rolando de rir — Dean, se isso for pegadinha sua, eu vou te matar! – Sam exclamou, sentindo-se cada vez mais preso ali.

Olha, eu manjo das pegadinhas, mas nem eu sou capaz de fazer isso tudo! – falou limpando o canto dos olhos que lacrimejavam de tanto rir. Foi quando o loiro mais velho olhou levemente para cima e viu... Uma bigorna caindo em cima de si?! — Fudeu! – exclamou fechando os olhos e levando a mão ao ventre — em um ato inconsciente.

Abriu os olhos quando ouviu um barulho de asas e viu Castiel bem atrás de si, segurando a bigorna que pesava bastante, como se fosse pena. Dean piscou atordoado algumas vezes, vendo em um passe de mágica, a bigorna sumir das mãos de Castiel.

Olhou para Adam e viu o mesmo ser amparado por Michael, que o ajudava a se levantar do chão. Seu olhar voltou-se para Sam, que ainda estava entalado no sofá.

Apareça. — a voz de Castiel ressoou com raiva, os olhos brilhando em um fogo sanguinário, assim como os olhos de Michael. Os costumeiros olhos azuis normalmente tão calmos de ambos, estavam conturbados.

Hellow, Bitches!– Gabriel apareceu sentado no sofá, ao lado de Sam que estava entalado no lugar, com confetes e glitter caindo em cima de si, enquanto um pop anos oitenta tocava no fundo.

Gabriel?! – Sam exclamou, completamente surpreso com a a aparição nem um pouco esperada do Arcanjo cuja qual todos naquela sala esperavam estar morto.

Olá, Gigante. – o baixinho falou, apoiando-se na cabeça do Winchester e incrível perto do mais alto da sala. Sam estava completamente vermelho com a presença inesperada do Arcanjo.

Notas finais
E foi isso... Gostaram? Espero q sim *u* Comentários? >