Spiritual Power

2 Capítulo 2: De volta a Ativa


Notas iniciais
Mais um Capitulo de poder espiritual, espero que gostem!!!

A reunião durou mais algum tempo e todos se desconectaram. Rafael e Matheus se levantaram e se olharam por alguns segundos, até que Matheus quebrou o silencio:


- Não suma mais desse jeito, fiquei preocupado achando que tinha acontecido alguma coisa!


- Relaxa! Eu não morro fácil! – respondeu Rafael com um sorriso no rosto. Os dois se abraçaram forte e em seguida saíram. A dupla entrou em uma sala e Matheus entregou um sobretudo branco ao amigo, que pegou-o e apenas jogou sobre as costa sem colocar os braços.



Em São Paulo estava Willian e Ricardo. O segundo com um enorme sorriso estampado no rosto, não escondia a felicidade do companheiro ter reaparecido:


- Ei Willian! Você ficou feliz com o reaparecimento do Rafael também não ficou?


- É claro que não maldito! Como eu poderia ficar feliz com a volta daquele inútil!


- Mas vocês são amigos desde pequenos não são? – dizia Ricardo enquanto cutucava o rosto do amigo com o dedo.


- Não se engane! Não somos amigos desde pequenos, somos rivais! Ri-va-is! – respondeu começando a ficar irritado.


- Ah! Você não me engana!



Ricardo é o mais musculoso e com a maior força física de todos os Sacerdotes.Trajava um sobretudo branco todo rasgado. Willian é considerado o mais rápido entre os sacerdotes e é o único entre eles que possui duas espadas.


Os outros sacerdotes eram Jorge e Tony. O primeiro era um medico muito bondoso e gentil com todos os seus pacientes, seu grupo era o mais unido de todos. O segundo era o pior de todos os sacerdotes, era o que mais matava inocentes e aquele que se irritava mais facilmente, era conhecido por usar uma cartola preta.



Tony estava no Rio de Janeiro, não possuía uma espada como os outros, mas sim uma bengala de madeira que escondia uma espada. O jovem foi até um penhasco alto, onde dava para ver toda a cidade de lá, era seu lugar favorito, ficava durante horas e mais horas apenas a observar a cidade de lá. Três homens apareceram atrás dele, os três possuíam espadas e foram se aproximando. Um deles colocou a mão sobre o ombro de Tony e falou animado:


- Tony! Eai como foi a reunião?


O jovem permaneceu em silencio por mais alguns segundos e repentinamente virou-se para aquele que estava com a mão em seu ombro, tão abruptamente que fez com que ele pulasse para trás e caísse sentado no chão, e com um olhar repleto de raiva encarou-o como se fosse uma presa prestes a ser atacada.


- Não rele a mão em mim, maldito, se não eu corto esse seu braço parte por parte começando pela ponta dos seus dedos e depois coloco fogo e dou para os ratos comerem!


- Ei, Ei! Calma, Tony! – tentou acalmar um dos homens que estava atrás. O Silvio não fez por mal!


O terceiro dos homens, o mais alto e forte de todos ali, se aproximou de Silvio que ainda estava sentado no chão e pegou-o pelo braço como se ele não fosse nada e falou:


- Vamos Silvio, peça desculpas para o Tony!


- Desculpe! – disse o garoto sem hesitar.


Esses quatro eram os responsáveis pela proteção da cidade do Rio de Janeiro, o nome de seu grupo era “Grupo do Cartola” e possuía como símbolo, uma cartola.



Matheus e Rafael pulavam de telhado em talhado da cidade, até chegar a uma casa, onde entraram. A casa estava vazia e toda bagunçada, havia lixo para tudo quanto é canto.


- Vocês não limpam essa casa não? – perguntou Matheus, enquanto pegava uma meia com a ponta dos dedos e jogava longe.


- Na verdade não temos tempo, nem vontade! – riu Rafael. – Você pensa que é fácil viver com aquele bando de preguiçoso?


Matheus apenas riu, o grupo de Rafael era o mais desleixado. Os dois foram até o quarto, onde Rafael abriu um enorme armário e puxou um baú. Abriu. Nele estavam quatro espadas.


- Matheus leve esse baú, precisamos encontrar os outros agora!


O jovem pegou o baú e seguiu o companheiro. A dupla foi até um lugar um pouco afastado da cidade e cercado de mata. Lá estava três garotos, Lucas, que estava encostado em uma arvore e dormindo, Bart e Bruno que lutavam com pedaços de galhos.


- Seus preguiçosos! Eu não mandei vocês procurarem pistas sobre a pedra filosofal?


- Você não manda em nada aqui! – respondeu Bart estupidamente.


- Não fale assim comigo se não eu te do uma surra maldito! – retrucou Rafael.


- O que? – gritou Bart. – Vem me pega desgraçado!


Bruno apenas coçava a cabeça enquanto assistia os dos discutindo. Lucas que havia acordado com a barulhada se aproximou bocejando.


- Ueh, mas o que o Matheus faz aqui?


Bruno e Bart pararam o que faziam e viraram-se para Matheus, surpresos com a sua presença.


- Pois é gente, acabou a brincadeira! Fomos chamados de volta para o serviço!


Matheus abriu o baú e cada um deles pegou sua espada enquanto reclamavam. Ao desembainharem-na, um enorme brilho emanou deles e uma quantidade incrível de energia se espalhou pela região.


Em pouco tempo o lugar ficou repleto de Hollows. Rafael, apenas sorriu enquanto os olhava.


- Matheus, espero que não se intrometa! Eu e meus homens precisamos de exercício.


- Seus homens? – intrometeu-se Bart. – Isso soa tão gay!


Os outros apenas riram. Segurando firmemente suas espadas enquanto esperavam o ataque daquele batalhão de hollows. Um enorme grunhido ecoou e vieram todos para cima daqueles quatro jovens que sorriam animados por estarem de volta a ação.


Era corte de um lado e corte do outro, enquanto se desviavam de outros tantos ataques. Estavam fora de forma, seus movimentos estavam mais lentos que o normal e seus ataques mais fracos, mas mesmo assim, não demorou muito para retalharem aquele imenso grupo de Hollows que os cercava. A batalha terminou em pouco menos de meia hora, com os corpos e as espadas todos sujos de sangue e milhares de criaturas jogadas ao chão com suas tripas a mostra. Coisas que sumiram logo em seguida, evaporando para o céu.

Notas finais
la la la... obrigado por lerem!!!