Spideypool - Uma Noite Muda Tudo
4 Parte IV - Os Pensamentos Estão Virados
Notas iniciais
Peter’s point
No Midtown o assunto era mitocôndrias, mandei eles lerem o capítulo, passei uns exercícios e debatemos e foi assim no primeiro tempo, no segundo, teve o intervalo… Mas o tempo todo eu só pensava no Wade, nunca fiquei com ele na minha mente por tanto tempo, ou não dessa forma. Hoje foi muito engraçado, cheguei na escola e as pessoa olhavam pra mim com expressão de “uau” e isso não acontece faz tempo.
Todos sabem que eu sou o Homem Aranha, mas com tanto tempo vendo minha cara, já se acostumaram, só que hoje eu recebi uns elogios tipo “que roupa legal, Peter! E sua aparência está ótima, sua pele está linda! O que você passou no rosto?” foi a pergunta de uma professora de química. O diretor perguntou se tinha acontecido algo de bom ontem a noite porque eu estava muito bem fisicamente, “você está lindo, Pete, seu rosto e cabelo estão reluzentes, e fora essa roupa estilosa, é… Parece que estão reduzindo a criminalidade com os heróis registrados, você está tendo tempo para cuidar de si mesmo” e em seguida uma piscadinha marota, essa foi a professora de inglês.
Minha aparência estava visivelmente boa, e eu sabia que era por causa da noite com o Wade, será que se eu me cortar ou levar um tiro, vou me curar mais rápido também? Parece que o sexo dele renovou minha alma e meu corpo também… Acabou a aula e eu vou pra casa.
Da janela eu olho meu bairro, e ele não sai da minha cabeça, eu quero ver ele de novo, então resolvo ligar pra minha tia e vê se ela está bem. A notícia boa, May está muito bem com os X-Men, graças a Deus e e aí eu acabo me rendendo à vontade que me corrói, mando um torpedo.
“Oi Wade, é o Pete… Ah você já sabe, deve ter meu número salvo, eu só queria dizer que não pude ligar porque tive um tempo corrido, uns assaltantes, as aulas, entrega de trabalho, mas… Eu não paro de pensar em você, nem nos seus beijos e de tudo o que aconteceu, você não sai da minha cabeça meus parabéns seu bocudo!
Eu posso ir aí na sua casa? Eu preciso conversar, respirar, ainda é muito confuso o que eu tô sentindo… Me responde se posso ir aí com você hoje, tá bem?”. E essa foi a mensagem.
Não demora muito e ele responde: “como assim você ainda pergunta se pode vim na minha casa? Mas é claro que você pode! Pete você pode fazer o que quiser! Vem, eu vou te esperar aqui.”, UFA eu posso ir.
Então eu arrumo a roupa do Aranha, um par de roupas caso aconteça de eu ir pra cama com ele de novo e também as roupas emprestadas da Sandy numa mochila. Pego minha jaqueta de capuz e vou.
A casa de Wade é enorme, ele não precisava de tanto espaço.
—Pete! Nossa você veio mesmo! Eu até deixei uma chimichanga pra você! — e Wade se aproxima e dá um beijo em Peter, na boca e sempre mordiscando os lábios.
—Eu precisava vim, mas não estou com fome, obrigado. — Peter responde timidamente e levemente corado depois do beijo que recebeu, aquilo só deixava a mente dele mais confusa.
—Eu achei que você não iria querer me ver por um bom tempo, por vergonha talvez, mas o destino tá sendo legal pra caralho comigo, trazendo meu docinho de volta! — Wade fala com um largo sorriso no rosto.
— Como está se sentindo? Desde a noite passada? — Pete pergunta enquanto se sente no sofá.
— Eu tô tão feliz que não matei ninguém hoje, completei os trabalhos com zero sangue nas mãos, quer dizer, dei uns socos e uns chute nos rabo aí, mas nada que tire a vida de ninguém. — Wade caminha e se senta do lado de Peter e o toca no rosto. — Ter ficado com você ontem a noite me deixou extasiado demais pra matar alguém, tudo hoje foi lindo e legal, até o trânsito, eu só pensei em você o dia todo também.
一 Então pra você está sendo assim também, me sinto aliviado, — Petey deita no ombro de Wade. 一 que bom que eu não tô só. Sabe Wade, eu não sou homofóbico nem nada, é que eu só nunca me imaginei vivendo esse tipo de sensação, experiência… — Pete pega no pulso perto da mão de Wilson, — Mas eu confesso uma coisa pra você, se eu soubesse que era tão absurdo, intenso e medonho ficar com você, eu teria dado uma chance sim, a verdade que a minha alma simplesmente está revigorada.
— Sabe o que é mais legal disso tudo? — Wade retruca para Parker. — É que você pode ficar comigo sempre que quiser, eu sempre vou estar aqui pra você. Uma vez você me perguntou “por quê você quer tanto que eu te dê uma chance, Wade? Pra eu ter que escutar seu humor doentio em forma de piada?”, a resposta é muito mais do que essa, eu só queria te fazer feliz no jeito verdadeiro, o jeito louco e absurdo. A vida normal é o que leva muita gente ao tédio e até à depressão, mas a loucura, quando as pessoas abraçam ela em uma parte, ou completa, elas são mais felizes. Eu sou louco mesmo, a experiência com a arma X só colocou a minha maluquice pra fora, porém tudo o que falei pra você sobre meus sentimentos desde que a gente se conheceu é verdadeiro.
— Então o que é essa relação que estamos tendo agora, senhor Wilson? — Pete levanta do ombro de Wade e o olho com um sorriso curioso no rosto.
— Eu prefiro não nomear nada, só gosto de pensar que é a aventura de nossas vidas, mais do que enfrentar caras maus ou qualquer coisa, tem a ver com sensações… Quer começar sua maior aventura com o maior mercenário desse planeta? — Wade fica de pé de frente para Parker.
— Espero que eu não saia machucado dessa aventura, as outras quem se fodeu foi só eu. — responde Peter.
— Vou considerar isso um sim! — e em um movimento rápido, Wade carrega Peter para suas costas e o leva para seu quarto.
— Ah Wade você não precisa fazer isso! — exclama Pete totalmente aturdido e ofegante, ele sabia que alguma coisa muito louca Wade iria fazer, e estava totalmente curioso e excitado pra ver até onde iria.
Wade’s point
O quê que a gente não faz por amor não é mesmo? Eu tô levando essa gracinha que vocês todos conhecem por Peter Parker pro meu banheiro, e aí você se pergunta: por que banheiro, Wade? Ora, eu vou depilar os pentelhos do pau do meu docinho, é, falando escrotamente sério, mas o que eu vou fazer depois é bem melhor, vai vendo.
— Banheiro? Que jogo é esse que você quer fazer? — Pete pergunta com os olhos bem abertos e curiosos, Pete não conseguia esconder o nervosismo e a curiosidade, e isso deixava Wade ainda mais excitado. E Wade começou a despi-lo.
— Me diz, há quanto tempo você não depila sua rola? Quer dizer, olha o estado de abandono disso aqui! — Wade tinha deixado Pete nu e ele ficou vermelho de vergonha, aquela situação era diferente.
— Ah, eu não lembro quando foi a última vez que… Eu tô solteiro há quase um ano e não liguei mais pra isso, minhas aventuras são sempre uma noite só com qualquer mulher que não se lembre de mim depois, mas por quê você quer saber? — Peter pergunta desconfiado.
— Vamos aparar a floresta amazônica né não? — Wade caminha até o mini-armário do seu enorme banheiro e pega uma máquina de barbear, Peter olha e franze as sobrancelhas.
— Você vai me depilar?— pergunta Pete, claramente surpreso. E então subitamente Wade o empurra contra a parede e o mantém pressionado nela com uma de suas mãe, enquanto liga a máquina com a outra. — É sério você não precisa fazer… Mas por que isso? — e Wade ajoelha e responde.
— Relaxa, Aranhazinho, eu não vou machucar você! Vai me agradecer por fazer isso…
Wade depila toda a região do membro de Peter em questão de sete minutos, a máquina era veloz. E depois o leva para baixo do chuveiro e o liga, dando um banho em Petey.
— Agora banho, hahaha… Onde tá querendo chegar com tudo iss… Aaaah aaaaaahhhhh, uuiii, minha nossa! — Peter queria ter terminado a frase mas Wade pegou no seu pau e apertou e puxou, em um movimento que deu extremo prazer e fez Peter ficar duro no mesmo instante.
— Era essa a resposta que você queria pra sua pergunta? — Wade deu uma gargalhada maliciosa e empurrou Pete de novo para a parede, se ajoelhou e começou a chupar Peter Parker.
Olha só como ele geme e se retorce! Ah é, vocês não podem ver, só ler, então… Petezinho se mexe e contorce de toda forma enquanto eu faço o melhor sexo oral da vida dele, é cada gemido alto, “aaaahhh, nossa hmmmm uuhhhh woooaaa ai, isso é demais, não pára não para”, senti suas pernas tremulas e o suor escorrendo entre elas, a respiração dividia lugar com gemidos e gritos, e mordidas nos próprios lábios. Eu tive a impressão de que Parker era um garoto se descobrindo, ele estava completamente perdido em meio a tanto prazer, e pra mim era só um sexo oral. Pelo visto Mary Jane, Gwen, Felícia, nenhuma delas sabia chupar direito não é mesmo?
Peter gozou na minha boca é claro, e eu engoli porque sou desses. Eu levantei e vi ele desorientado de prazer e satisfação, sorria e respirava.
— Nossa, Wade, como você… Nossa!— Pete ofegava.
— Acha que acabou, docinho? Nhhaaaii, a noite mal caiu, e eu mal comecei! — o sorriso de Wade era o mais mal intencionado possível, e ele carrega Peter pra sua cama, o deita e o vira de costas. — Agora você vai sentir outra dose dessa coisa que te deixou tremendo, imaginava gostar tanto assim da minha loucura, herói? — e Wade beija e chupa as costas de Peter enquanto suas mãos apalpam o corpo e cabelo de Pete. Parker está com a cabeça virada pro lado e delirando e gemendo baixinho de arrepio.
Agora ele geme com mais intensidade, vocês tinham que ouvir, com certeza iriam ficar de calcinha molhada e pau duro também, essas coisas excitam quem não é mais virgem. “aaaaaiii, aaah, uuhh, uuuhhh hmmmu woooh”, esse tipo de coisa que eu adoro ouvir, enquanto amassava o travesseiro com suas mãos… Eu fodi ele a noite quase toda igual ontem, e ele igualmente ontem, gozou primeiro. Eu gozei logo depois e virei ele pra frente.
— Respondendo sua pergunta, — Wade beija o peitoral de Pete. — era aqui que eu queria chegar, era isso que eu queria ver, seu rosto suado e extasiado de prazer, prazer proporcionado por mim. — E Wade dá um beijo nos lábios de Peter e se deita do seu lado.
— Eu não sei quem te ensinou a foder e a chupar tão bem, acho que qualquer homem que fodesse com você iria virar gay ou bi, você fode muuuitoo bem! — Pete fala enquanto tenta recuperar a respiração normal, ontem foi a mesma coisa, só que essa noite era puro prazer e não dor.
Puxei Petey pro meu braço e fiquei acariciando os cabelos dele, ele já respirava com mais calma. É uma coisa incrível que a gente vive só uma vez na vida, pessoal, amar alguém. E então ele ressonou e dormiu, eu só fiquei olhando pra ele, a ficha não queria cair às vezes.
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