Spideypool - Uma Noite Muda Tudo

5 Parte V - O Fim de Semana


Notas iniciais
No capítulo anterior, Peter Parker e Wade tiveram outro encontro que acabou em muito sexo. Agora Pete está na cama de Wade em um dia de sábado, ele pretende passar o fim de semana com o mercenário. O que será que espera por Parker nesses dois dias com o cara mais imprevisível dos quadrinhos? Leia e descubra. Esse capítulo contém: — beijo gay — sexo gay — linguagem imprópria — bissexualidade — pansexualidade

Wade’s point
Ele estava dormindo pesadamente, parece que não tinha uma boa noite de sono, ou quase noite de sono há meses! Eu fiquei parado por uns vinte minutos olhando o rosto de Peter Parker enquanto ele dormia de costas com a cara virada pro meu lado, e eu dedilhava levemente meus dedos nas costas dele, eu amava a pele dele nossa puta que pariu, melhor pele!
Mas todo mundo sente fome não é mesmo? Até vocês que estão lendo, e por isso vou preparar uns ovos com bacon e umas chimichangas, porque elas são o meu amor supremo, só minha filha supera meu amor pelas chimichangas…
A Ellie podia estar aqui, minha filha como vocês sabem, sempre torceu pra esse bromance dar certo, e agora ela está de férias na Mansão X a pedido do professor Xavier, ou seja, eu tenho esses dois dias, sábado e domingo pra aproveitar o Pete de toda e melhor forma possível.
Olha só, que rango incrível! Se vocês pudessem ver essa mesa deliciosa que eu fiz… Acho que vou acordar ele, esperem e vejam como vai ser. Na verdade nem eu sei como ele vai acordar hahahaha!
E Wade sobe para seu quarto e encontra Pete virado de lado e dormindo, e ele se deixa por trás dele e o chama.
― Peteeee? Meu amorzinho, acorda! Vem tomar café meu heroizinho! — e Wade beijou os braços e costas de Peter que respondeu.
― Ah não, tá cedo! — e bocejou com os olhos meio abertos.
― Vaaamos, eu preparei um super rango da manhã pra você, vem logo antes que esfrie o café… Depois você volta, talvez eu volte com você e te encha de beijos. — Pete continuou a beijar o corpo de Pete que ria baixo.
― Que horas são? — pergunta o Aranha
― são dez horas da manhã, você dormiu bastante né? Hahaha, agora vem , esse sábado é só o começo!
E Peter é arrastado por Wade da cama e levado até o banheiro, ele está visivelmente sonolento e um pouco cansado. O mercenário tem muita energia e a transa foi muito intensa, mas ele é o Homem Aranha então se recupera.
― Eu vou descer, e você toma banho aí na paz. — E Wade sai do banheiro e volta para a cozinha.

Peter’s point
Ai que ducha refrescante, nossa, melhor chuveiro! A casa do Wade é incrivelmente confortável e linda, as vantagens de ser um mercenário… Dormi aqui ontem, fiz mais do que dormir, eu transei quase a noite toda e ainda sinto um pouco do esgotamento de trepar com o Wade, mas ele me tirou da cama e eu tenho que despertar.
Não sei o que vamos fazer o dia todo aqui, mas quero ficar com ele, é isso… Poxa eu vivi tanto tempo tentando proteger e manter as pessoas a salvo, cuidando de gente que eu não conheço, perdi quase todos ao meu redor e quase perdi minha tia e até minha própria alma! Chega de me importar, pelo menos um pouco.
Wade Wilson é divertido, estar com ele é como andar na névoa, totalmente imprevisível, porém a companhia dele é surreal, você é socado com a presença medonha dele e faz coisas que nunca se imaginou fazendo. A Leila Maluca me dizia que as mutantes telepatas gostavam de ficar com o Deadpool, ele fazia elas se sentirem mulheres comuns com a sua mente impenetrável… Tô pensando agora… Qual das telepatas ele ficou e em que sentido esse “ficou”? Emma? Jean? As duas? É melhor eu descer e perguntar.
― Aaaahh Waade você não existe! Pra quê tudo isso, homem? — Peter desce nas escadas impressionado com a mesa cheia de coisas pro café da manhã, ele era um professor de ciências do Midtown, não ganhava tão bem e ainda tinha que pagar o apartamento e as contas, remédios para dor pra quando o dia não fosse bom pra pele dele, não podia ter esses luxos.
― É tudo pra você meu amoooorrr! Agora vem encher o bucho, tem de tudo aqui.
― É eu tô vendo, panqueca, chimichanga como sempre, torradas, geleia, um banquete. Geralmente meu café da manhã são torradas sem manteiga feitas no quarto do vizinho e café, e sem leite. — E Pete se senta e come uma panqueca.
― Ser professor hoje em dia tá bem meia boca, e no Midtown… Não pensa em dar aula em um lugar que te pague mais? — pergunta Wilson.
― As vezes, só que eu amo aquela escola, eu estudei ali e me formei ali! Sabe Wade, nem todo mundo quer empregar um inimigo público do Tony Stark. — Pete suspirou e tomou uma xícara de café.
― Tony sempre fodendo as coisas não é? Talvez você fique bem triste quando saber, mas aí vai: A Mary Jane vai fazer uma festa de comemoração do seu prêmio Globo de Ouro em Manhattan, e Tony vai estar como orador da festa, vai ajudar em quase tudo… Chegou o convite pra mim. Eu liguei pra ela, e perguntei se você estava convidado, ela disse que vai te ligar.
Pete deixa a xícara na mesa e encara Wade por uns 2 minutos, totalmente surpreso. Como Wade tinha o número da MJ e por que ela convidou ele?
― COMO VOCÊ TEM O NÚMERO DA MJ? Vocês são amigos mesmo? — Pete perguntou intrigado, quando eles estavam juntos, Mary Jane falava com Wade normal, mas ela nunca imaginou que um dia ela fosse dar o telefone dela pra ele.
― Ok, a história é longa mas eu vou resumir: Mary Jane precisou dos meus serviços de mercenário pra fazer uma coisa que você nem Tony e nem qualquer cara que se intitule herói queria fazer, matar uma pessoa. Ela quis me pagar mas como ela era sua namorada, eu ainda tenho consideração por ela, e fiz de graça, então ela é meio que minha amiga e me deve favores.
— Quem ela pediu pra você matar? — perguntou Pete enquanto comia um sanduíche.
— Ela não disse, eu não perguntei. A única coisa que a MJ falou e me fez crer que ela não tinha outra alternativa foi assim: “eu não aguento mais, toda essa Guerra, esses heróis, Peter, Tony Stark ferraram com um pedaço de mim, eu não sou heroína, se ele me fizer mal, ninguém vai matar ele por isso, então que ele morra primeiro”. Foi aí que eu vi que toda aquela merda tinha se tornado, você se tornou público, todos se tornaram públicos, então os vilões partiram pro ataque, eles iam matar todos. Eu matei muitos inimigos seu, do Steve Rogers, do Clint, todos que perseguiram suas famílias, e de graça! — Wade apontou uma faca de serra. — então eu realizei o trabalho pra Mary Jane e somos amigos, e eu sou seu amigo e vou matar qualquer pessoa que queira machucar alguém da sua família, porque eu sei que você não tem coragem pra isso, só quem é assassino nato que tem.
Pete olhou pra Wade e quis responder, mas pensou que o que o mercenário disse e está certo, Peter não tinha coragem de matar, sempre achava que tinha uma segunda chance, e nem sempre isso era verdade.
—Que bom que a MJ pode contar com você! Então se eu for na festa, você vai comigo.
—Tá bom bonitão! — E Wade e Peter tomaram café, comeram quase tudo.
Peter se levantou da mesa e foi até o quintal, onde tinha uma piscina sensacional. Ellie gosta de mergulhar e nadar, pensando nisso, Wilson mandou construir para a filha.
—Essa sua piscina é maravilhosa, Wade. — e Pete pulou na água. Wade se sentou na cadeira e ficou observando o Homem Aranha se divertir na água feito criança.
—Ellie adora nadar, ela me falou uma vez enquanto assistia Procurando Nemo, no outro dia eu contratei uma construtora pra fazer, e então a minha pequena mutante vem aqui se sentir um peixe quase todo o dia.
— Você é um puta pai, Wade, a Eleanor é uma garota de sorte! — Parker falou e em seguida sorriu, ele gostava dessa parte do Wade, ele era um pai sem igual literalmente, Ellie com certeza terá muita lembranças.
— Você é um puta sobrinho também, mansão X? Como conseguiu? Ah não, eu vou pegar uma bebida, espera aí… Quer dizer, você quer uma também? — pergunta Wade enquanto segue em direção à cozinha.
— Eu quero sim, obrigado.
Wade vai e traz algumas garrafas de cerveja e bebida Ice.
— Toma essa aqui, pouco álcool. — e Wade volta a se sentar e bebe a primeira garrafa de cerveja.
— Eu não tenho intensão de ficar sóbrio num sábado de manhã na sua companhia.
— Verdade, se você não demorar muito, a gente podia ir numa feira aqui perto, tem uma comunidades, várias comunidades, tem brasileiro, argentino, o pessoal de Chinatown, muita comida diferente, pode ser legal.
— Eu quero sim! Vamos lá — e Pete voltou a mergulhar.
— Vá lá pequena sereia! Hahahaha ponto pra mim. — zuou Wade
— Essa sereia tem um rabo que um certo mercenário adora, ele mesmo falou. — Pete responde a zueira.
— É verdade, você acaba de empatar. — E os dois riram.
Peter Parker nadou mais um pouco e depois saiu da piscina.
— Sabe, agora é uma boa hora pra ir pra aquela feira que você falou. — e Pete entra molhado na casa, toda a roupa e ele vai em direção ao quarto reserva de baixo da casa, onde a Sandy deixou as roupas do seu namoradinho. Wade vai atrás.
Pete está tirando sua camisa quando é surpreendido por trás.
— Você fica bem gostosinho todo molhado, neném! — as mãos de Wade descem pelo corpo de Parker até parar nas pernas bem perto do pau. A reação de Peter é um arrepio medonho e a respiração ofegante.
— Quer isso agora? Por que se não, é melhor parar com isso, tá me deixando excitado.
— A minha intenção é essa, meu saltador de paredes, te deixar muito excitado. — Wade passa as mãos no corpo de Pete e o puxa para si, passeia com suas mãos no peitoral e as coloca no pescoço. Parker fica duro com tanta pegação. — te deixar do jeito que está, todo duro e pronto pra foder, vamos lá, só um pouquinho? — Wade beija o pescoço de Pete num golpe baixo que faz o Aranha se render.
— Tá bom! — eles se beijam intensamente, Wilson aperta a bunda de Parker e o vira de costas e tira sua calça. Petey está nu, excitado e encostado na parede, ele queria aquilo. — por que não me deita na cama? Vamos transar em pé com uma cama bem do lado? — Peter fala enquanto delira com os puxões de cabelo de Wade e os beijos e lambidas.
— Tem razão, meu amor, tem toda a razão! Num ato rápido e Wade leva Peter para a cama e de costas e começa a foder ele por trás. Nada tão forte ou violento que machuque, porém ainda assim forte o suficiente pra Peter sentir uma enorme pressão dentro de si e gemer bem alto e puxar os lençóis.
— Ai como você fode com vontade! Era isso o que você sempre quis não é? Me foder com vontade, aaaahhh, uuhhhmmm, parabéns, você aaashn conseguiu! — Pete gemia e ofegava, prazer absoluto era o que ele sentia.
— Ah era minha vontade sim, meu amor! Sempre foi, e sempre vai ser! Wade falava ofegando e gemendo também.
Foram mais ou menos uma hora e meia de transa cheia de pressão e intensidade recheada de beijos, chupadas e gemidos de ambas as partes. Peter revirava sua cabeça de um lado para o outro e lambia os lábios em pleno prazer, sua alma era transbordada e seu corpo suprido de contato físico.

Notas finais
Sábado de manhã foi pura diversão pros caras de vermelho não é mesmo? Mas e a festa da Mary Jane, como vai ser? Leia mais e descubra.