Soulmate

19 Lady MarlenNe


NESSIE POV

Chegamos em apenas 10 minutos na casa de Seth e Leah. Eu e Lube fomos correndo, enquanto Jake e Lee se transformaram e correram ao nosso lado.

Era uma casa pequena, marrom, com as aberturas em branco. Um pouco desbotada. Mas não deixava de ter um ar rústico. Havia jardins cheios de flores na frente e dos lados da casa. Como não sabíamos o que acontecia lá dentro, achamos melhor bater. O que não surtiu efeito nenhum. Leah mal teve tempo de encostar sua mão na madeira e a porta foi escancarada, mostrando a figura de um garoto novo. Bonito, de olhos claros e pele clarinha. Cabelos escuros e jogados pro lado. Ele usava uma camisa listrada e um suéter por cima. E no rosto continha um enorme sorriso.


– MIGUXA! – ele disse, escancarando sua boca e gritando, com os braços abertos. Notei Jake e Lube, recuarem um passo, e em suas caras havia uma mistura de confusão e pode-se dizer nojo. Leah apenas riu cinicamente e abraçou o tal guri. – AI MIGUXA EU TAVA COM TANTA SAUDADE DE VOCÊ! SÓ VOCÊ ME ENTENDE!


Que tapada! Era óbvio que aquele ali era o primo virado deles. Vi que se pudesse ele estrangularia Leah, de tão forte que era o abraço.


– Joseph, me solta. Você esta me sufocando! – ela finalmente conseguiu soltar-se, e logo passou a mão pelo pescoço. – É bom vê-lo também.


– Nossa você not imagina como eu senti sua falta! Aquele seu irmão. É um idiota! – ele gesticulava jogando as mãos para cima, uma cena um tanto engraçada. Parou e colocou as mãos na cintura, olhando para cima – Ele é um idiota, mas um idiota bem gostoso!


– Você não esta com calor? Esta cheio de roupa! – ela pediu entrando na casa, e nos fazendo segui-la.


– O QUE? Você acha que só porque eu vim pra esse fim de mundo, é que eu vou deixar de me vestir bem? – ele batia o pé no chão, enquanto olhava com indignação para ela. Escutei Jake rosnar e resmungar algo como “verme”.


– ESQUECEU DE GRACINHA E FOFA MEU AMOR! – ele gritou, olhando para nós. Quando seu olhar prendeu em Jacob, seu corpo todo petrificou. Seu queixo caiu e seus olhos se arregalaram. – OMG! PARA TUDO QUE EU QUERO DESCER!


Ele correu pros braços de Leah e a abraçou, falando vários, “Muito obrigada”.


– Pelo que, Joseph?


– Como você sabia que eu gostava de moreno? – seus olhinhos claros, brilhavam de tamanha felicidade.


– Eu sabia? – ela me olhou espantada. Dei de ombros.


– Lee? – Jacob a chamou.


– O que?


– Ele ta me olhando estranho. – ele disse encarando Joseph, que o olhava com uma cara de safado. – Lee, ele ta me dando medo!


– Não se preocupe Jake, ele não morde! – ela falou rindo. Aquela cena toda estava virando uma comédia.


– É CLARO QUE EU MORDO! Ainda mais quando se fazem de difícil! – ele mandou um beijinho pra Jake. Eu não me aguentei e comecei a rir, levando Leah e Lube junto.


– OLHA AQUI, PROJETO DE LACRAIA. EU JÁ TENHO MULHER OK? – Jake pegou no meu braço e me puxou de encontro a seu corpo, me abraçando – E ELA É BEM CIUMENTA!


– O QUE? Eu não sou tua... – ele beliscou minha barriga – Ai! Cachorro idiota! – respirei fundo e coloquei um sorriso nos lábios – Desculpe querida, mas esse aqui já tem coleira!


– Tudo bem. Eu nem queria você mesmo! – ela virou a cara para a gente – Tem o branco de neve ali, ó! – ele apontou para Lube, e sorriu que nem bonequinha. Mas antes que algo fosse feito, Leah correu para os braços de Luiz, olhando feio para Joseph.


– Esse também já tem dono Joseph!


– Nossa priminha. Eu not tenho ciúmes. Sei dividir! – ele deu uma risada diabólica e desapareceu da sala.


– Se ele falar mais uma vez que quer te dividir, eu faço ele pedir penico até virar homem – ela disse beijando o rosto de Lube, e depois nos olhando.


Receber esse olhar de Leah foi como se dissessem “Ei! Porque você AINDA esta agarrada com Jake?”. Acho que ele percebeu também o motivo do olhar, e nos soltamos de imediato. Minhas bochechas começaram a queimar, e ele ficou passando a mão na cabeça.


– Obrigado, por me ajudar! – ele disse.


– Hum... De nada!


Estávamos sentados no sofá, esperando Joseph e Seth aparecer, quando tive que tampar meus ouvidos com um berro agudo que irrompeu o ambiente. Dentro da minha cabeça, aquele grito ainda zunia, embaralhando minha linha de pensamento.


- O que foi isso? – eu pedi, massageando minhas têmporas.


– E você ainda tem duvida? – Jake falou com nojo.


Seth apareceu na sala com uma faca enorme, e cheia de um liquido vermelho. Meus instintos foram rapidamente ativados. Apertei minhas mãos uma na outra, percebendo que era sangue. Fazia mais de uma semana, que eu não me alimentava. Fechei os olhos e inspirei calmamente, guardando aquele odor no meu corpo, e depois prendendo a respiração. Olhei para todos na sala, e notei que nenhum deles havia percebido minha mudança brusca. Leah e Lube olhavam confusos para Seth, e Jake olhava com nojo para a faca em sua mão.


– Joseph, ou Marlenne... Sei lá o nome dele, não parava de me incomodar! – ele balançava aquela faca na mão, enquanto falava enraivecido.

– MEU DEUS SETH! VOCÊ O MATOU? – Leah levantou e começou a saracotear pela sala, estava quase chorando. Seth ia abrir a bocar para falar algo, quando Joseph entrou na sala, com os olhos vermelhos e a roupa um pouco molhada.


– Meu nome é Joseph! Mas todo mundo me conhece como Marlenne!


– Ó Cristo. – Leah sentou, passando a mão na testa em forma de alivio – Eu pensei que você havia matado-o Seth!


– Até parece, que eu ia perder meu tempo, tentando matar a lacraia.


– Afinal, porque você esta assim Joseph? – Leah pediu pra ele.


– É MARLENNE... REPETE COMIGO M-A-R-L-E-NNE! COM DOIS Ns! – ele explicava batendo os pés com força no chão.


– Desculpa MARLENNE. Mas da pra responder?


– Como vocês já devem saber! – ele colocou as mãos na cintura e pendeu o corpo pro lado direito – Eu sou vegetariana!


– Mas eu achei que você só comesse carne branca! – Leah indagou.


– Eu COMIA. Agora virei vegetariana! – ele disse rebolando.


– E qual o problema de todo esse escândalo? – Jake pediu visivelmente irritado.


– Ui, o cachorro morde? – ele pediu pra mim, apontando para Jacob. Que começou a tremer. – Porque se morder! EU ADORO!


– FALA DE UMA VEZ O QUE ACONTECEU! – eu gritei descontrolada, e por não conseguir mais prender a respiração.


– O BOFE AQUI! – apontou para seu primo – CORTOU MINHA MÃO. QUANDO EU TENTEI TIRAR A FACA DE SUA MÃO.


Então não era do sangue da faca que eu estava sentindo o cheiro, era do pouco sangue que saia da mão de Marlenne. Eu sentia meus instintos começarem a agir. Minha gengiva começava lentamente a coçar, e eu não conseguia mais pensar direito. Olhei para os que estavam sentados ao meu lado. Eles me olhavam assustados, apenas Lube me encarava sério. Percebendo o que estava prestes a acontecer ele levantou-se e pegou no braço de Marlenne.


– SETH, LEAH, JACOB SAIAM DAQUI! – eu disse espremendo os olhos e tampando o nariz – Eu preciso me acalmar.


Lube saiu da sala e levou consigo a biba ensangüentada. E Seth e Leah foram atrás, para terminar o almoço. Jacob ficou sentado ao meu lado, me olhando. Eu já estava conseguindo respirar mais calmamente. E meus pensamentos já entravam em ordem agora. A falta de sangue no meu corpo estava começando me afetar mais rápido, eu precisava caçar. Senti uma mão quente em cima da minha, me acalmando.


– Acho melhor você sair daqui. — eu disse virada para ele. Percebendo seu olhar preocupado.


– Não posso. Eu não consigo.


– Jake, por favor, entenda. Eu preciso me acalmar. E com você aqui. Isso fica um pouco difícil.


Ele segurou meu rosto com as duas mãos e grudou nossos lábios. As lembranças do dia em que provei mínima coisa do seu sangue invadiram minha mente. Eu percebi que sem querer estava transmitindo tudo que acontecia com a gente, principalmente o meu pequeno desejo de provar seu sangue. O cheiro do sangue de Marlenne, ainda circulava no ar. Mas agora com Jake comigo, era como se aquele sangue não tivesse mais importância para mim. Apenas sentir aquele cheiro amadeirado, que eu tanto amava sentir.


Não nos beijamos com urgência, como eram as outras vezes. Ele apenas deixou seus lábios encostados nos meus. Tirando-me aquela urgência de sangue.


– Esta melhor? – Jake pediu, alisando meus cabelos.


– Estou. Obrigada. – o abracei forte, respirando mais um pouco daquele aroma embriagador.



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– MIGUXAS A COMIDA ESTA NA MESA!


Marlenne adentrou a sala, segurando um prato enorme, todo colorido. Já estavam todos na sala novamente, conversando. Menos Seth, que havia ficado para terminar o almoço, e Marlenne, que ficou babando em cima dele. A mesa estava toda colorida, havia salada de todos os tipos.


Marlenne correu até o quarto de hospedes, e voltou com uma pequena sacola na mão. Todos olhavam confusos para ela, até que ela sorriu assustadoramente e começou a tirar coisas de dentro da sacola. Tirou um copo de vidro, com a base rosinha. Pegou um guardanapo todo de flores e colocou embaixo do copo, foi até a cozinha pegou uma rodela de limão e largou dentro do bendito copo. Derrubando água fresca e tomando em seguida, largando um sonoro “AH”, depois de beber.


Ignoramos o pequeno fato de estarmos na presença de um Clodovil legítimo e esperamos ansiosamente Seth vir, com a verdadeira comida.


Ele entrou na sala, carregando uma enorme panela preta. E com um cheiro extremamente bom. Largou a panela no centro da mesa e a abriu, saindo vapor pela sala de jantar, e espalhando pelo local o aroma de carne de gado e vários temperos.


Meu estômago começou a revirar só de pensar naquele sangue. O sangue da faca, da mão da biba, e de Jacob. Olhei para Marlenne, que observava os três lobos comerem a carne, com cara de enojada. Lube deu a desculpa de estar sem fome e foi assistir Tv.


– Você não vai comer Ness? – Seth pediu, vendo meu prato vazio.


–Desculpe Seth. A comida parece estar realmente muito boa. Mas acho que irei acompanhar Marlenne por um dia. – coloquei apenas salada no meu prato e comi. Não estava com fome, só comi para não dar muito na telha e não passar fome depois.


– Eu not gosto disso. É tão nojento. – o projeto de lacraia, se remexeu na cadeira olhando para toda aquela carne – Da próxima vez, você poderia fazer massa Seth!


Seth largou seus talheres na mesa e juntou as mãos, escondendo o rosto entre elas. Típica cena de estar rezando.


– Meu senhor, me daí paciência. Pois se me der força eu mato. – suas mãos começaram a tremer.


– Seth, maninho. Acalme-se. Ele só esta te provocando.


– Eu not estou provocando ninguém! – Marlenne balançava a cabeça rapidamente, jogando seus cabelos repicados para os lados – Eu falo sério. Nego-me a ficar nesta casa se vocês ainda comerem carne. IREMOS TODOS VIRAR MIGUXAS VEGETARIANAS! AH QUE TUDO!

Marlenne batia palminhas escandalosamente. E depois ficou passando a mão nos braços fortes de Seth. Que ainda tremia.


– Not trema Seth. Eu sei que sou irresistível, mas not precisa mostrar para todos que você tem uma quedona por mim.


– Quem vai ter uma quedona daqui um pouco. Será VOCÊ! COM O TAPA QUE EU VO TE DAR.


– AI BATI QUE EU GAMO!


– Se você falar mais uma vez, que quer massa, NÓS VAMOS TER MASSA COM CARNE DE VIADO!


– UI! Atórúun! – ele olhava para cima, como se agradecesse a alguém — Me joga na panela, me chama de miojo, espera 3 minutos, vem que ta gostoso!


Seth tremia tanto, que o prato, talheres e copos tremiam levemente, junto com ele. Marlenne percebeu a situação, e imediatamente retirou sua mão do braço de seu primo. Encolhendo-se na cadeira e me olhando assustada.


– De... desculpe priminho. Eu não queria lhe importunar. – ela abaixou a cabeça e coçou a testa, em sinal de vergonha e nervosismo. Leah, apesar de não aprovar muito a presença do parente na casa, cutucou Seth e lhe jogou aquele olhar de reprovação. Que começou a olhar com raiva para Leah, e gesticular com as mãos que não iria fazer aquilo, Leah mesmo assim, insistia para que ele falasse com o garoto. E mais uma vez, isso foi negado. Do nada, os olhos de Seth, apertaram-se fortemente, e quando ele abriu, estavam marejados.. Especificamente, lágrimas. Jake e eu ainda não havíamos entendido o que havia acontecido, até notarmos na parte de cima da mão dele, um garfo fincado. Reprimimos uma alta risada, o vendo arrancar com ardor o garfo cravado. Respirou fundo, esfregou a mão “garfeada”, e escondeu-a embaixo da mesa.


– Joseph? – o garoto continuava de cabeça baixa – Joseph? – e nada – JOSEPH? – Seth gritou. – e novamente, nada.


– Marlenne? – ele falou com cara de tédio, e olhando com ódio para Leah.


– Sim? – Marlenne virou sua cara de imediato. Apoiou o cotovelo na mão, segurando o resto com a mão, e batendo os enormes cílios pretos.


– Me perdoe. Não foi minha intenção alterar minha voz com você.


– Tudo bem. Eu entendo você. – ele sorriu – É difícil para você admitir que eu seja linda e maravilhosa.


Foi ai que Seth explodiu em um lobo acinzentado e com um soco-patada arrancou a cabeça de Marlenne do lugar.


OK! Eu exagerei um pouco no pensamento. Mas eu tinha certeza que era exatamente isso que Seth queria fazer. Estraçalhar Marlenne de todos os jeitos.


– Eu já posso ver as manchetes no jornal, amanhã! – Jake falou baixinho, de maneira que apenas nós quatro escutássemos.


“Extra, extra. Homossexual, visita vilarejo e encontra cãozinho, de aparência inofensiva. Mas que ao receber toque do homossexual avança em sua jugular. Matando-o.”


Eu me segurei ao máximo para não rir. Mas Lube e Leah riam descontroladamente. Seth olhava furioso para Jake e de relance para Marlenne. Que ainda teimava em bater seus enormes cílios para cima e para baixo.


– Acho melhor mudarmos de assunto. – Leah falou, cortando aquele clima pré-assassinato.


– Também acho miguxa. Nós devíamos falar sobre como vocês poderiam virar vegetarianos. – Marlenne nos olhava com os olhos brilhando. E um enorme sorriso na boca.


– Mas Marlenne, você não comia carne? – eu sabia que ela havia virado vegetariana, mas quem sabe eu poderia mudar sua ideia.


– Eu sou vegetariana! Já disse! – ela bateu as mãos na mesa, me olhando desapontada – Imagine eu comer um coelho! – ela colocou as mãos na boca, em forma de espanto – Imagine quanto filho ela não deixou soltos pelo mundo.


– Mas você não pensou na hora de estuprar uma alface mãe de família! – Seth jogou na cara de seu primo.


Marlenne arregalou os olhos e soltou um sonoro “OH!”.


– Acho que mudar de assunto não foi uma boa ideia!

Após recolhermos tudo da mesa, Marlenne decidiu dar uma descansada, pois toda aquela aglomeração de pessoa que segundo ela continha um cheiro podre de humanidade, danificava sua cútis. Seth disse que precisava correr para espairecer. E Leah e Lube, sumiram pelos quartos, não queria nem imaginar o que eles poderiam estar fazendo.


Eu estava na cozinha lavando a louça, quando escuto passos leves no assoalho. Sorri ao notar quem poderia ser. Mas continuei fingindo que ele não estava li, como das outras vezes.


A idéia de ser outra pessoa naquele recinto, apareceu na minha mente. Mas logo foi devastado, ao me lembrar, que ele era o único que possuía aquele cheiro amadeirado e aquele calor sufocante. Que eu tanto gostava de sentir. E que estava se aproximando cada vez mais.


Sentia dois pólos de calor na minha cintura, olhei levemente para baixo, e vi suas mãos. Um calor com cheiro de menta, adentrou meus cachos me envolvendo. Fechei os olhos e inspirei calmamente.


– Vem sempre aqui gatinha? – sua voz saiu rouca, como das outras vezes. Eu sentia como se estivesse cheia de borboletas dentro da minha barriga. Sorri e respondi, entrando na brincadeira.


– Não. É minha primeira vez aqui.


Ele virou-me de frente, pegando sua camiseta cinza, e secando minhas mãos. Depois de feito isso, coloquei-os em seu pescoço, de modo que eu pudesse cruzar meus braços.


– Primeira vez? – ele fez cara de espanto – A senhorita poderia se perder! Não quer que eu lhe mostre o caminho?


Eu ri com a brincadeira que estávamos fazendo. Apesar de toda aquela encenação, eu sabia que estávamos falando sério. Seus lábios se abriam constantemente em sorrisos arrasadores, e eu constantemente mergulhava no escuro de seus olhos.


– Muito obrigada. Mas eu já sou grandinha. Já sei me cuidar. E eu sei o caminho!


Uma de suas mãos saiu da minha cintura, e passou para o meu pescoço. Tirando alguns cachos que por ali caiam. Seus lábios abrasadores tocaram minha clavícula, e foram subindo. Até chegar à minha orelha, onde ele beijou demoradamente e gostosamente o lóbulo. Sussurrando em seguida.


– Mas não o caminho da minha casa.


Agora além de borboletas, eu sentia como se tivesse mariposas, besouros, libélulas na minha barriga. Percebi meus joelhos cederem um pouco, e um pequeno gemido sair de minha boca. Eu estava de olhos fechados, apenas fazendo replay do sussurro, dos beijos depositados na lateral do meu pescoço. E de como o caminho ficava marcado e quente.


– Eu tenho escolha? – sussurrei, reprimindo outro gemido.


– Acho que não! – sua mão adentrou meus cabelos, parando na nuca. Lugar que me causava excessivos arrepios.


– Ótimo. – falei fraca – Pois eu não estou em condições de pensar agora.


Ele riu, beijando minha testa e abraçando minha cintura. Mais me apoiando nele, do que andando com meus próprios pés, ele nos tirou da casa. Direcionando-nos para a floresta. Eu já não estava mais me importando se vissem a gente junto. Eu estava com ele, e queria ver alguém me negar esse direito.


Notas finais
N/A: Primeiro lugar de tudo, eu preciso pedir as minhas sinceras e enormes desculpas a todas as minhas leitoras. as que comentam e as fanstasminhas. minhas primas de SP, vieram me visitar, e fizeram akela ceninha de "Vc gosta da mais do pc do que de nós". e enfim, ou eu ficava fora por uns dias, ou minha mãe me tirava o pc por meses -.- (FATO: tenho 18 anos)
SHIUAHSUIAHSIUHAIUSHUIAHSIUAHU mas isso não veem ao caso!
eu só quero q vcs me perdoem pela demora, e pelo cap não ter ficado láa aquelas coisas!
Não irei cobrar nada de vcs *___*
Apenas que me desculpem!

Beijãooo! mto obrigada por acompanharem a fic