Soulmate

23 Avaliando melhor a situação


NESSIE POV


Eu já estava completamente cheia, de tanto bolo e sangue. Mas eu não podia negar um bolo, porque afinal não era um simples bolo, era O bolo da minha avó Esme. Ela devia ser uma cozinheira de mão cheia quando humana, pois as melhores comidas sempre saiam de suas mãos delicadas. Eu havia comido tanto, que quando tive um pequeno momento comigo mesma, permiti-me soltar um leve — porém perceptível aos ouvidos “vampiresco” – arroto. Que foi imediatamente zoado por Emmett e repreendido por minha mãe.

Já naquela altura do campeonato, os nervos dos meus pais já haviam se acalmado. E assim aceitado a ideia de ter um circo completo em sua casa. Afinal, lobos, vampiros, meio-vampiros, e humanos era o que não faltaria naquela casa. Porém, algo me deixou intrigada, quando eu escutei minha tia Alice comentar sobre uma surpresa com Rosalie. E bem, ao meu ponto de vista surpresas não eram muito bem recebidas por minha pessoa. Como todos já sabiam, eu tinha sangue Swan correndo nas minhas veias, era normal esperar que pequenos desastres acontecessem comigo nas horas mais inesperadas. Mesmo eu sendo metade vampira.


Todavia, eu sabia como minhas tias ficavam felizes em me agradar, eu era o mimo delas. Enfim, tudo que estivesse ao alcance de suas mãos, elas fariam. Por isso, achei melhor não me meter, e deixar aquela festa rolar.


Apoiada na bancada da cozinha, brincando de natureza morta com algumas frutas, senti o mármore vibrar, anunciando uma nova mensagem no meu celular. Mais do que ansiosa, peguei o celular e sorri largamente ao constatar de quem era a tal mensagem.


JACOB

“Por favor, diga que não sou eu apenas que estou roendo as unhas de saudade. Eu limpei toda a casa de Seth (outra hora te conto o motivo). E até mesmo ajudei Marlenne a separar suas roupas por cores. Nem preciso dizer que no seu guarda-roupa a cor rosa chocante predomina!!!! Apenas diga que pode me ver!”


Ri alto imaginando a cena de Jake ajudando Marlenne a arrumar suas roupas. E curiosa para saber por que ele havia se prestado para arrumar a casa de seu amigo. Fazia poucas horas que havíamos nos separado, e como eu estava na presença de meu pai, forcei minha mente a ficar o mais longe possível de Jake e de tudo que envolvesse a ele. Por isso ocupei meu tempo comendo, e conversando com Esme. Mas mais cedo do que eu esperava, eu sorria e relembrava da noite passada. Ansiosa para mais uma resposta sua, digitei a mensagem e enviei.

“Bem, se você considera dedos quase pela metade um motivo para saudade, estou contigo. Eu fico pensando o quão árduo e difícil foi ter que enxergar todas aquelas roupas rosas á sua frente. Porém, quem sofreu realmente fui eu!! Não posso pensar em nada lembra?!? Queria poder dizer que posso te ver, mas acho muito arriscado."


Batuquei tanto meus dedos na bancada da cozinha, que minha mãe parou na porta dizendo que se eu não parasse ia quebrar meus dedos. E eu pensando que vampiro não tinha TPM! Tratei logo de parar, afinal, não é sempre que sua mãe te ameaça a quebrar seus dedos, quando você esta usando eles naquele exato momento para digitar mensagens. E para meu alivio e dos meus dedos, a resposta chegou.

JACOB

“Árduo e difícil é ter que pensar em você, e não poder te ter ao meu lado. E posso imaginar o que esta passando ai, sem poder pensar em nada. Leitor de mentes de meia tigela. Sem ofensas. Enfim, eu tenho uma solução ótima!! VAMOS NOS ENCONTRAR NA FLORESTA!! Assim você pode pensar a vontade e eu matar a vontade de ter você em meus braços. O que acha? Eu sei, eu sei, eu sou um gênio!!”


Demorei uns dois minutos pensando se era certo ou errado a fazer. Mas quem estava ligando para aquilo? Eu é que não! Fazendo um pouco de charminho, respondi.

“Não ofendeu, é um saco mesmo!! Sua ideia realmente é muito boa, mas continuando achando que não é uma boa ideia. Sabe, fico pensando se irá valer a pena correr esse pequeno risco...Ah, além de gênio você é muito modesto!”


Minha resposta na verdade era outra; sim, eu iria. Mas um charminho não faz mal a ninguém. Esperei uns três minutos e outra mensagem chegou.

JACOB

“ Vá por mim,é uma boa ideia!! E posso lhe garantir você não irá se arrepender. Irei te deixar tão entregue aos meus beijos, que sonhará comigo a noite!! Isso é um sorriso surgindo nesses deliciosos lábios? Sim? Era o que eu imaginava!! Além de gênio, modesto, eu sou muito convincente não acha?


Do mesmo modo que ele havia adivinhado o enorme sorriso que estamparia meu rosto, minhas pernas ficaram levemente bambas, ao imaginar aquela boca quente e macia movendo-se outra vez contra a minha.

“Você esqueceu de gostoso. Muito, muito gostoso!!Onde te encontro??!”


Quem sou eu para recusar promessas de beijos de alguém que é alto, moreno, bonito e sensual?

JACOB

“ Vá até o limite de Forks e La Push, e siga meu cheiro. Logo, logo me encontrará. Beijos e mais beijos.”


Guardei o celular e voei até meu antigo quarto, dando uma checada no visual, e descendo as escadas a mil por hora. Minha intenção era passar despercebida por alguns habitantes da casa e sair de fininho. Mas como já era previsto, os meus passos leves e rápidos, porém cuidadosos nas escadas, chegaram antes aos ouvidos do “leitor de mente de meia tigela”, antes que eu pudesse imaginar. E eu pensando que meu pai seria o mais liberal do mundo.

– Aonde irá com tanta pressa Renesmee? – com a porta já aberta e um pé para fora parei e olhei para ele. Tão calmo, sereno, lendo seu jornal, que eu sabia que era só uma fachada para disfarçar sua curiosidade e transparecer descaso com a minha saída.


– Vou correr na mata, pai. – eu não gostava muito de mentir, não via necessidade nisso. Eu sabia que a qualquer momento ele poderia descobrir tudo, então eu procurava sempre contar a verdade. Porém existem certos casos, intitulados Jacob Black, que de maneira alguma, nunca, eu deveria mencionar. E por mais estranho que parecesse eu sentia que estava fazendo a coisa certa. Por eu estar lidando com um assunto, digamos que quase complicado, meu coração acelerou, tirando sua atenção do jornal, e voltando-se para mim.


– Porque esta nervosa? Seu coração parece que vai ser pela sua boca!


– É porque eu desci as escadas correndo! E bem, faz tempo que não corro, estou ansiosa!


– Nunca te vi ansiosa para correr, e muito menos seu coração acelerado por descer as escadas naquela velocidade. Pra falar a verdade, eu NUNCA vi você descer as escadas nessa velocidade.


Cara, meu pai mexia muito com o meu psicológico.


– Nossa pai, pra que tantas perguntas? Eu estou simplesmente indo correr!


– Apenas quero saber! Não é porque você já é crescidinha que deixarei de me preocupar com você.


– Paizinho, nós estamos em Forks! O lugar mais seguro, pelo menos para mim.


– Na verdade seu pai quer saber se no decorrer desta corrida, você possa encontrar algo que a faça parar.


Emmett após ter dito aquilo, juntou-se a meu pai na sala, se atirando no sofá e ligando a tv. Notei que já estava normal comigo, por isso constatei que Rose havia aliviado sua barra.

– Emmett cala a boca. — vociferou meu pai.


– Não adianta negar Edward, você quer saber se ela vai acha, não algo, mas sim alguém que a faça mudar o rumo e... – cortei Emmett antes do coitado continuar.


– Pai, que bobagem pensar isso. É apenas uma simples corrida, eu comi demais por hoje, não estou me sentindo bem. Por isso vou me exercitar!


– Praticando outro tipo de exercício físico! – como se eu não tivesse o cortado, Emmett continuou, recebendo de resposta um rosnado de meu pai – Qual o problema Edward? Renesmee nunca lhe deu satisfação sobre com quem fazia ou deixava de fazer certas coisas, não será agora que ela começara a falar.


– Emmett, às vezes eu desconfio que quem leia mentes aqui nesta casa é você, e não eu.


– Qualquer retardado saberia decifrar sua cara amarrada. – meu tio respondeu.


– É por isso mesmo que você conseguiu.


Quando notei que nenhum dos dois estava prestando a mínima atenção em mim, sai de casa na ponta dos pés. Fechei a porta lentamente, ainda escutando os dois discutirem, e comecei a correr. Já estava quase na metade do caminho, quando escutei um alto rosnado. Eu tinha certeza, era meu pai percebendo o meu sumiço. Apertei o passo e em poucos instantes eu já estava na fronteira.


Parei por um momento, farejando o cheiro de Jake, e quando consegui prende-lo em mim, segui o caminho criado por ele. Eu estava em território inimigo, pela lei natural das coisas. Mas como eu já sabia, vampiros e lobos-apenas os de Forks e La Push- haviam deixado suas rixas de lado, e aceitado o fato de que nenhum dos dois clãs eram perigosos.


A cada nova passada que eu dava, meu corpo ansiava pelo seu calor reconfortante, e inexplicavelmente um rubor subia as minhas bochechas, meu estomago embrulhava, minha mente maquinava a mil por hora, e meu coração outra vez acelerava. E pela primeira vez, eu percebia que estava nervosa e acima de tudo com vergonha de encarar seu rosto. Sentimentos que antes, se eu havia sentido, não envolviam garotos. E que agora me amedrontavam por dentro. Mas porque eu estava sentindo aquilo? Eu e Jake já havíamos feito tudo, eu não teria motivo algum para me sentir assim. Eu apenas sentia.


Mas eu não queria sentir, era estranho pensar que eu poderia, enfim, estar tão entregue a algo que até então parecia não existir. Pelo menos para mim. O seu cheiro amadeirado foi aumentando, assim como os flashes seguidos que passavam pela minha cabeça. Brigas, xingamentos, discussões, paredes derrubadas. Quem diria que depois de todo aquele tormento, nos estaríamos, tão envolvidos. E ainda por cima, secretamente.


Provocada apenas pelo seu próprio cheiro, corri mais rápido, e já hà uma distancia de uns 500 metros avistei seu corpo moreno e exposto ao sol. Ele estava de costas, com as mãos enterradas nos bolsos da bermuda, de maneira que os músculos de suas costas ressaltassem, torneando mais ainda seu belo corpo. Olhava para o chão, e chutava algumas pedras. Estava me esperando. Pulei e pairei sobre uma pequena pedra, percebi que meu pouso fez que despertasse e virar-se para mim. Não consegui conter um sorriso sincero ao ver seus olhos negros, vidrados em mim.


Os pássaros cantavam alegremente, enquanto sobrevoavam calmamente a floresta. O vento estava fraco, mas bom o suficiente para acariciar minha pele, e fazer os galhos das árvores dançarem numa sincronia quase perfeita. Não estava frio, pois novamente o sol resolvera dar a cara, mandando pequenos raios de luz pelas nuvens, que se infiltravam na floresta. O dia estava perfeito, tudo estava perfeito. E para completar, eu tinha Jacob Black apenas a alguns metros me esperando. Poderia existir momento mais perfeito que aquele?


Acenei timidamente, e recebi de resposta um levantar de ombros. Mas o que me animou foi o sorriso largo que brotou nos seus lábios. Os dentes branquíssimos contratando perfeitamente com a pele morena.


– Eu não disse que seria uma boa ideia? – gritou Jake, enquanto ria gostosamente.


Sem perder mais tempo algum, saltei da pedra, caindo graciosamente na terra macia, e correndo numa velocidade humana, a seu encontro. Notei ele tirar as mãos do bolso, e flexionar levemente os joelhos, como se estivesse em modo de ataque. Jake não ia me atacar, eu tinha certeza. E tirei a prova, quando cheguei a seus braços. Suas mãos seguraram minha cintura, erguendo-me no ar. Só tive tempo de apoiar minhas mãos nos seus braços, sorrir, e logo após o clarão branco tomou conta dos meus olhos.


Era como se eu não estivesse ali, como se eu fosse uma espectadora de uma peça de teatro. O cenário era a floresta que eu estava correndo poucos minutos antes. Tentei me mexer, mas eu não saia do lugar. Tentei erguer os braços para enxergá-los, mas nem isso eu conseguia fazer. Eu estava ali, mas ao mesmo tempo não estava. Logo imaginei que aquilo poderia ser um sonho, ou eu havia desmaiado por causa do excesso de comida que ingeri. Abri a boca para gritar, mas tive que me calar, quando uma risada alta ecoou pela floresta. Era de uma criança. Há apenas uns 200 metros de mim, uma garotinha, que aparentava ter uns três anos de idade, usava um vestidinho florido, o cabelo preso para trás, deixava uma pequena cascatinha de cachos na altura dos ombros. Estranhei a semelhança de seus cabelos com o meu, eles tinham a mesma cor. Mas novamente fui refreada dos meus pensamentos, quando a pequena começou a correr, saltou e parou encima de uma pedra. Ela abanava euforicamente para um homem parado do outro lado da floresta. Ele era alto, musculoso e moreno. Infelizmente eu não enxergava nem o rosto da menina, nem o do rapaz, devido a distancia que eu estava.



A garotinha pulou da pedra, como se aquilo fosse o maior divertimento do mundo, e um pouco desajustada correu até o rapaz que a esperava agachado com os braços abertos. Quando a pequena menina chegou até seus braços, ela foi levada ao ar, e girada umas duas vezes. Ela debatia os braços e pernas enquanto ria do divertimento. Quando o homem a pegou no colo, ela ergueu as mãozinhas para o alto e gritou.



– Lobinho!



Fui despertar do estranho sonho, apenas quando senti uma mão quente e forte segurar minha nuca e, lábios macios e doces friccionarem os meus.


Jacob. Impossível confundir aquela boca jeitosa e extremamente gostosa. Impossível confundir, aquela língua macia e ágil, que mexia contra a minha. Impossível deixar passar, aquele corpo quente rente ao meu, fazendo minhas pernas ficarem bambas.


Impossível esquecer ele. Era estranho pensar naquilo, e até mesmo mesquinho, mas eu podia estar cega, surda e muda. Não sentir cheiro algum, ou gosto algum, e mesmo assim eu saberia que era ele.


– Como eu ansiei por esse beijo! – ele sussurrou contra meus lábios. Eu ainda estava aturdida pelo turbilhão de emoções e pensamentos que passavam por mim. Ainda não havia conseguido parar de pensar naquela visão que eu havia tido. Se aquilo realmente era uma visão, ou pura imaginação minha. Mas como eu estava ali, nos braços dele, eu tinha certeza de que era minha imaginação entrando em cena. Deixei de lado aquela bobagem, e me apeguei no seu corpo, encostando a testa no seu peito, aspirando profundamente seu cheiro. Eu queria deixar ele gravado em mim.


– Não me pareceu isso! – resolvi brincar com seus nervos – Acho que você gostaria de ficar lá. Com Marlenne. E sua coleção de roupas da Barbie.


– Você só pode estar louca, eu nunca ficaria naquela casa, nem mais por um segundo! – ele me soltou e cruzou os braços.


– Então foi por isso que você quis me ver, porque não aguentava mais aquela casa! – fiz-me se tonta, e dei alguns passos para trás, me encostando no tronco de uma árvore.


– Claro que não, eu quis te ver, porque eu QUERIA te ver. Porque eu PRECISAVA!


– Hum!


– Que “Hum”, foi esse? – indagou.


– Foi um “Hum” de que você não parecia muito empolgado em me ver.


– Empolgado? Quase morri para te convencer a vir aqui. Não entendi esse seu “Hum”.


– Seu beijo, não me pareceu muito convincente. Acho que se me desse outro, eu poderia avaliar melhor. – sorri como se nada estivesse acontecendo. Como se eu não estivesse me fazendo. Então Jake entendeu a minha brincadeira.


– Um beijo? – aquele corpo monumental aproximou-se de mim, e ele colocou uma mão no tronco, ao lado da minha cabeça, e assim inclinou o rosto na minha direção – Você quer um beijo para avaliar melhor a situação?


– É, sabe como é! – dei de ombros – Mas se você não quiser, ou vou entender numa...


Antes que eu pudesse terminar a frase, os lábios dele estavam esmagando os meus. Não eram agressivos, e nem ansiosos. Ele apenas me beijou superficialmente, ele estava me provocando, isso era certo. Senti sua outra mão, puxar minha cintura, e grudar nossos quadris. Quando eu finalmente ia dar passagem para sua língua, ele parou o beijo e me olhou cinicamente.


– Assim está bom? Conseguiu avaliar melhor a situação?


– Não, ainda não! – envolvi meus braços fortemente no seu pescoço, juntando-o a mim na árvore.


Dessa vez, eu esmaguei seus lábios. E de forma alguma fui delicada. Eu estava ansiosa, quente, e com saudade de um beijo arrasador. Precisava sentir aquelas emoções fortes, que me completavam, novamente. Seu braço continuava na minha cintura, e a outra mão, segurava meu rosto.


Deliciada, doce, renovada, quente, estimulada, eu podia citar vários sentimentos que me envolviam toda vez que eu o beijava. Porém com aqueles lábios me dominando, era difícil pensar em algo. Suguei sua língua, e explorei cada parte dela de maneira minuciosa. Jake deixou minha boca, para depositar pequenos beijinhos no canto dela, descer e mordeu levemente meu queixo, voltando rapidamente para meus lábios e mordiscando um deles. Rindo da maneira alegre que ele me beijava, fui invadida por sua língua outra vez, que procurava incansavelmente acariciar a minha. Espalmei minhas mãos no seu peito, sentindo seu coração acelerado, e sua respiração descompassada. Assim como eu estava.


Inesperadamente, a mão da cintura, desceu e infiltrou-se dentro do meu vestido. Prendi a respiração por alguns segundos, quando senti sua mão quente me tocar lá, aquela parte de mim preciosa que eu havia entrego tão livremente para ele, horas antes. Jake passou um pouco a mão por cima do pano da minha calcinha já quase úmida, me estimulando a abrir um pouco as pernas.


– Esta a fim de derrubar uma árvore hoje? – ele perguntou sedutoramente no meu ouvido.


– Derrubar uma árvore? É claro! Porque não? – eu respondi já embriagada pelo calor que consumia meu ser. Jake riu e começou a beijar meu pescoço, dando ora beijos molhados, e ora chupões que ardiam e ao mesmo tempo me excitavam. Percorri sua barriga tonificada com as unhas, arrepiando todo seu corpo e o meu. Mas fiquei mais arrepiada ainda, quando ele colocou minha calcinha para o lado, e com um dedo começou a me estimular. Arfei, do modo que ele agia habilmente com o dedo lá embaixo, e eu já me preparava para lhe proporcionar o mesmo prazer quando uma coisa dura começou a vibrar incansavelmente na região da minha coxa.


– Não importa quem for; eu juro que vou matar! – ele disse entre dentes, e afastou-se de mim, respirando profundamente e colocando as mãos na cabeça, como se estivesse sendo preso. Ainda um pouco abalada pelos beijos e toques, enfiei a mão no bolso e tirei o maldito celular de lá, que continuava a vibrar.


– Alô? – falei meio grosseiramente.


– Onde você esta Renesmee? Já esta ficando tarde minha filha, volte para casa! – minha mãe falava do outro lado da linha toda preocupada.


– Mãe, nós estamos em FORKS! FORKS! DONA ISABELLA! Estou completamente segura, nada de ruim irá me acontecer! Odeio quando você e papai fazem isso comigo!


– Não fale neste tom comigo mocinha. Eu ainda sou sua mãe! E não me interessa se esta em Forks ou na Tailândia, você voltara para casa agora mesmo. Estamos te esperando!


– OK! OK! Já estou indo sargento!


Desliguei o celular, e no mesmo instante me deu vontade de arrebentar ele numa árvore.


– Uau, nunca pensei que um celular seria nosso primeiro “empata foda”. – Jake comentou daquele seu jeito descontraído, e mesmo que seu comentário fosse desnecessário, não pude deixar de notar, de que ele falou “nosso primeiro” e não “meu primeiro”. Eu sei, podia parecer bobagem, mas foi gentil pensar da parte dele em nós dois, como um casal mesmo, e não apenas nele.


– Desculpe arvorezinha! Sua derrubada ficara para outra vez! – falei acariciando o tronco grosso e longo da gigante árvore. Percebi Jacob rir e me puxar para um abraço, beijando o topo da minha cabeça.


– É uma árvore grande, precisara de muitos momentos, para conseguirmos derruba — lá.


– Não tenho nenhuma controvérsia sobre isso!


– Que bom! – ele ergueu meu queixo e depositou um selinho demorado na minha boca – Agora vá, senão ficara de castigo.


– Venha comigo, até a fronteira, ninguém ira descobrir! – coloquei minha melhor cara de “vampira pidona”.


– Impossível resistir a esses lindos olhos! – ele abraçou meus ombros – Vamos lá, sua chantagista!


Caminhando calmamente, e sem pressa alguma. Sem nos preocuparmos se alguém nos veria naquele momento, andamos pela mata, deixando para trás os passarinhos, os raios de sol quase inexistentes e uma árvore para ser derrubada.


Notas finais
N/A: Me disgrace, me odeie, só no esqueça que eu postei pra você!! eu sei, eu sei, eu forcei a amizade com essa -.-'
EU SEI! PODEM ME SOCAR, ME BATER, ME AMARRAR E DEPOIS ME JOGAREM NO GANGES, EU ACEITO QUALQUER PUNIÇÃO PELA DEMORA! Nunca demorei tanto para postar, e quando eu consegui escrever, saai uma "inhaca" que nem essa!. enfiim, eu realmente peço mil desculpas, do fundo do meu coração...mas infelizmente estava IMPOSSIVEL para mim. nao para postar, mas sim para escrever, toda vez que eu arranjava algum tempo para escrever os caps, logo me lembrava de outro trabalho ou prova q eu tinha! e sempre ferrava com tudo! resumindo, eu passo mais tempo na facul do que em casa...por isso, a demora! espero que compreendam, e que nao tenham me abandonado. vou dar um jeito de organizar meus horarios, de modo que todo mundo seja beneficiado

E eentãoo cambadaa!! o que acharam? eu sei, ta meio xoxinho pra minha volta, mas foi o que eu consegui fazer nesses pequenos espaços de tempo corrido que eu tinha. COMENTEM MUITO! PARA OS MEUS ÂNIMOS IREM LÁ EM CIMA, E EU CONTINUAR MOTIVADA A ESCREVER *..*

Beijos enormes, amo todas até o próximo cap!

P.S: Logo terá post nas outras fics!