Soulmate
24 Festa as escondidas
Notas iniciais
Este post é dedicado para as leitoras que recomendaram a fic *.* Marcileide, Marie K, Team Twilight, GlauciaBlack, Hortensia013,JacobForever e Juliana133. Muito obrigada meeesmo meninas meu coração vive cheio de alegria!
Conversamos lá embaixo
( A CAPA ESTA UÓ DO BOROGODÓ, PQ EU ME ESTRESSEI COM ELA E FIZ DE QUALQUER JEITO) -.-'
Jacob POV
Longos dias se passaram dês do nosso último encontro. Renesmee havia me enviado uma mensagem, assim que chegou a sua casa, avisando que teve uma pequena discussão com o leitor de mentes, por estar fedendo. Só ele (e o resto dos outros vampiros) não entendia que o meu aroma era inebriante. E olha que essas foram palavras da própria Renesmee. E por causa desse pequeno desentendimento, ela achou melhor ficarmos longe um do outro por alguns dias. Até a poeira baixar, pelo menos.
Não posso dizer que a idéia me agradou, e que muitas vezes mandei mensagens ameaçando invadir sua casa e possui — lá na frente de todos. Mas ela apenas respondia, comicamente, que se eu prezava o “maestro” que eu tinha no meio das pernas, era melhor ficar longe do chalé. Ninguém do bando aguentava mais escutar minha mente, Leah que havia se tornado indispensável em minha vida, agora já me mandava calar a boca, ou fazer uma viagem só de ida para o inferno. Mas o que eu podia fazer, aquela garota havia se impregnado na minha vida, de uma maneira rápida e simples. Há tempos eu não me relacionava com alguém. E quando isso acontecia, eu tinha que explicar os meus “sumiços”. E com Renesmee não era assim, e nunca seria. Ela sabia quem eu era, o que eu era, e compreendia completamente os meus sumiços, o meu calor febril, a minha extrema força, entre muitas outras coisas.
E durante esse tempo longe um do outro, outra coisa empertigou minha cabeça. Eu havia recebi um convite de aniversário, onde a aniversariante era nada menos, nada mais que Renesmee Carlie Cullen, a filha do “vermelho” e da “azarenta”. Era óbvio que eu iria, como também todo o resto da alcateia. Uma possível briga, entre lobos e vampiros não me preocupava mais, pois possíveis humanos estariam entre nós, impedindo o início das brigas. Porém, saber que ela estaria ali, apenas há alguns passos de mim, e eu nem sequer poder tocá-la, por causa da família. E, além disso, eu teria que vigiar meus pensamentos a todo instante. Peguei meu celular, e mandei uma mensagem rápida para ela. Afinal, o dia da grande festa havia chegado.
Como irei te reconhecer? Como faremos?
Terminei de secar meus curtos cabelos com a toalha, e a atirei dentro do cesto de roupas sujas. Abri o armário, onde meu “disfarce” esperava impecável para ser usado. Por ser seu aniversário, e uma festa chique, eu e a alcatéia decidimos caprichar no visual. Era um “baile ás marcaras”, ou seja, quem estava solteiro poderia pegar quem quisesse sem nem mesmo se preocupar com o dia seguinte, sem precisar pedir o nome, sem saber a verdadeira identidade da pessoa. Confesso que aquela idéia era muito atraente, e imaginar Renesmee mascarada e fugindo de mim, era muito excitante. Meu celular vibrou encima do criado mudo, e eu atirei-me para pega-lo.
RENESMEE
Não se preocupe, dei ordens claras a minha mãe que bloqueasse a minha mente, e a de toda alcateia. Usei a frase “vamos prevenir possíveis guerras”. E sobre me reconhecer, você saberá quando for eu.
Pelos menos, era nessa hora que eu agradecia eternamente por Bella ter se tornado vampira. A nova sanguessuga conseguia irritar Edward por sempre estar bloqueando a mente dos outros, e isso me agradava demais. Tentei lembrar do dia em que Bella e o resto do clã dos Cullen fora embora, mas nada veio a minha mente, nem mesmo o motivo deles terem ido. Cocei a cabeça, forçando um pouco mais a mente, e novamente nada, estranho ou não, eu tinha esquecido completamente. Numa outra oportunidade eu perguntaria a Bella, mas não agora, pois a festa era daqui a poucos minutos, e eu não queria importunar ninguém com aquele assunto. Escutei a porta da frente bater, e gritei para Quil que eu estava no quarto. Logo, duas pessoas mascaradas e com roupas de luxo apareceram na minha frente.
— JACOB! Você ainda não esta pronto? – Claire indagou com as mãos na cintura. Mesmo com seu rosto praticamente coberto pela mascara branca, eu sabia que seu rosto estava retorcido em reprovação. – Você esta só de cueca, e isto é uma visão que não esta me agradando nenhum pouco. – ela beijou a bochecha do seu namorado e logo saiu.
— Não tenho culpa se eu sou mais gostoso que seu namoradinho! – gritei para ela, que apenas riu ironicamente.
— Não força a barra Jake! – ele riu e jogou a roupa e a mascara que Alice havia enviado, não apenas para mim, mas para todos os outros da alcatéia e suas respectivas acompanhantes. – Cara eu nunca imaginei que um dia eu me vestiria dessa maneira. Todo “engomadinho”!
— Qual é Quil! Nós andamos praticamente 24 horas do nosso dia seminus, pelo menos uma vez na vida fique feliz de estar usando uma roupa chique. Aliás, não vamos precisar devolver elas.
— A única vez que eu me imaginei usando uma roupa dessas, foi quando sonhei que estava me casando com Claire. E logo que eu acordei já mudei de ideia, irei me casar na praia. Usando apenas uma bermuda, uma camisa com poucos botões e Claire estará de vestidinho. Sem aquela chateação toda de vestido de noiva.
- É meu amigo, pelo que eu conheço a Claire,seu sonho irá virar realidade, e sua realidade vai ficar apenas para sonho.
- Que ela não te ouça. Mas enfim, casando com ela é o que importa.
Não posso dizer que nunca me imaginei casando. Eu sou um homem, com coração, e que pretende construir uma família. Se eu pudesse, eu já teria entrado pra instituição do casamento á algum tempo, porém não queria correr o risco de me casar com alguém, e logo após sofrer um imprinting. Não, isso eu não queria de maneira nenhuma. Eu iria me casar sim! Quando? Eu ainda não tinha previsão, pois tenho muito tempo ainda para pensar nisso. E com quem? Apenas com a escolhida.
Enquanto terminava de colocar o paletó cinza escuro, a imagem deslumbrante de Renesmee usando um vestido branco, e os cabelos presos num coque, fez meu coração dar uma pequena parada, mas logo voltar a bater rapidamente, muito mais rápido do que antes. Um lobo e uma meia-vampira? Isso ia contra as leis da humanidade, das nossas espécies, e acima de tudo isso ia contra as leis dos Volturi. Mas apenas o fato de existir um casal que por lei da natureza deveriam se odiar, era motivo suficiente para eles intervirem. E algo me dizia que se isso um dia viesse acontecer, seria guerra mesmo. Eles nunca davam uma segunda chance. Muito menos para o inimigo.
— JACOB! ACORDA! TA VEGETANDO NA FRENTE DO ESPELHO! – pisquei rápido os olhos, e olhei para Quil pelo espelho – Cara, as vezes você é estranho! Assustou-se com a própria imagem? – ele perguntou rindo da piada sem graça.
— Me assustei sim, mas com a sua imagem! – ele fechou a cara na hora.
— Vamos que já estamos atrasados! – cheguei perto dele e lhe dei um tapinha na cara, que continuava carrancuda.
— Vamos, porque sua cara esta péssima.
— Muito engraçado Jacob. Muito engraçado. – ele bufou.
Renesmee POV
- Tia Alice, você sabe que não sou de exageros. Mas você conseguiu se superar dessa vez. A festa esta maravilhosa.
— Eu sei, eu sei. Mas quem esta maravilhosa é a senhorita! Minha obra prima!
Alice deu dois saltinhos curtos, beliscou minha bochecha e saiu do quarto sorrindo, porém a porta ficou entreaberta e eu pude escutar a discussão que se iniciou com meu pai. Andei na ponta dos pés até a porta, forcei minha audição além da musica alta que já preenchia a casa toda.
– Alice, quando você ficou encarregada dos preparativos da festa, eu sabia que faria um ótimo trabalho. Mas nunca imaginei que chamaria TODOS da lista de convidados que Renesmee lhe passou! – eu não o estava vendo, mas sabia que meu pai estava explodindo de raiva.
— O acordo foi esse Edward, ela passaria a lista, e eu repassaria os convites. E ponto final.
— O nome dele estava na lista?
— Não estava. – escutei meu pai soltar o ar – Mas ela me pediu para convidar todos da alcateia, pois achava feio convidar apenas alguns.
— E você outra vez concordou com ela?
— O que você esperava maninho? Que eu mandasse convite para todos, menos para ele? Imagine o quão suspeito ou estranho isso seria?
— Você tem razão. Mas você não consegue ver nada?
— Como eu poderia? Você sabe que isso é impossível!
— Eu sei, mas eu sempre espero que isso mude. – sua voz agora era rouca e desapontada.
— Você sabe que isso nunca irá mudar.
— Estou com medo Alice, de que algo comece hoje à noite.
— Não fique, é uma festa ás escuras. As chances de reconhecerem-se são pouquíssimas.
Fechei rapidamente a porta, sentindo o coração na boca e o estômago revirar. Eu não aguentava mais aquele ódio mortal que minha família tinha pelos lobos. E porque aquele ódio todo sempre envolvia o meu nome? A minha maior vontade era de descer aquelas escadas correndo e contar tudo que estava acontecendo comigo e com Jacob, e falar que a vida era minha, e só minha. Que ninguém podia mandar em mim, pois eu já era independente, eu sabia o certo e o errado, e que se eles quisessem me odiar pelo resto da existência deles, que ficassem a vontade, pois eu não deixaria de viver por causa de briguinhas idiotas.
Voei até espelho no intuito de tirar toda aquela roupa, fugir para algum lugar. Esconder-me por alguns dias, até que alguém tivesse coragem de me contar o motivo daqueles conflitos. Mas me vendo, daquela maneira, toda arrumada por minhas queridas tias, e sabendo que uma ótima festa me esperava, rodeada das pessoas que eu mais amava, me inibia de realizar o feito de fugir. Limpei a lágrima que escorreu solitária pela minha bochecha, e peguei minha mascara encima da cama.
— Filha, os convidados já estão chegando. – olhei para minha mãe que usava um vestido azul, cor preferida do meu pai e uma mascara branca.
— Tudo bem mamãe, já estou descendo.
Calcei minha sandália vermelha, e puxei para baixo o meu vestido preto. Eu amava as roupas que Alice confeccionava para mim, só que desta vez ela deixou o vestido curto demais. Ele era completamente justo no quadril e na cintura, e subia justo também, até a altura dos meus ombros. Nos meus ombros, volumes e tecidos amassados davam a impressão de “ombreira de princesa”, e para terminar, uma fenda enorme descia até meu umbigo. Peguei a mascara vermelha, cheia de brilho ao redor dos olhos, e com várias plumas incrustadas debaixo de uma rosa vermelha do lado direito, e desci as escadas, logo sendo abraçada pela minha família.
A casa já mostrava grande circulação de humanos que eu não conseguia conhecer devido às mascaras, e por também não conhecer realmente nenhum deles. A música alta embalava alguns corpos que dançavam na pista, enquanto outros conversavam em cantos mais reservados, e outros bebiam no bar. Notei cheiros diferentes na casa, como os dos lobos que já se misturavam com os vampiros e os humanos, mas novamente não reconheci ninguém.
Olhei para um canto, e enxerguei meu tio Emmett com sua pinta de menino safado xavecando uma loira escultural, que usava um vestido vermelho longo e uma mascara preta. Logo constatei que era minha tia Rosalie. Era óbvio que meu tio nunca daria em cima de outra mulher, mesmo se Rose não estivesse por perto. E por um momento eu desejei ser cantada por alguém.
— Uau, como você conseguiu ficar mais linda? – escutei uma voz doce no meu ouvido,esbocei nos lábios um sorriso nada malicioso, e já me preparava para agarrar-lhe o braço e lhe levar para algum canto. Todavia, meu sorriso murchou quando seu hálito extremamente gelado atingiu meu pescoço. Cautelosamente me virei e dei de cara com um homem alto, muito bem vestido e com pinta de galã. Seus olhos marrom-esverdeados penetravam na minha pele e iam descendo pelo meu corpo, enquanto seu pomo de adão subia e descia. As mãos atrás do corpo, e o cabelo puxado perfeitamente para trás lhe dava o ar de Don Juan. Alto, moreno, bonito. Estranhamente desconhecido.
— Desculpe, mas o senhor deve ter me confundindo com alguém. – dei meia volta pronta para sair dali, quando me pegou pelo braço, virando-me de frente para si. Sua mão foi escorregando até chegar à minha, e como se tivesse vivido séculos atrás, ele curvou-se formalmente e beijou a parte de cima da minha mão. Olhei admirada para aquele misterioso estranho.
— Como podes não reconhecer mais Renesmee?
— Desculpe, mas eu realmente não estou lhe reconhecendo.
— Que lástima, nós costumávamos correr e brincar tanto quando eu ia visitar-lhe em Bergen. – seu sotaque era carregado, mas não parecia ser irlandês, nem de nenhum lugar de Londres. Austrália descartei, e outro estado americano não passou pela minha cabeça, pois a frase que saiu de seus lábios abertos num enorme sorriso cintilante atingiu-me em cheio. Bergen? Quando corríamos e brincávamos?
— Nahuel? – soltei minha mão da sua.
— Estou muito diferente? – eu ainda estava assustada, por isso não conseguia fechar a boca – Confesso que vir hoje não foi nada fácil, muito menos impor essa postura.
— O..que...O que você esta fazendo aqui? – Nahuel? Em Forks? Quando isso aconteceu que eu não fiquei sabendo? Eu ainda estava aturdida pela sua chegada inesperada, com toda certeza aquilo era obra da minha tia Alice, que me olhava sorrindo. Meu pai estava ao seu lado, com um sorriso maior ainda no rosto.
— Uau, mal cheguei e já estou sendo enxotado da festa. Sinto muito my lady, não irei mais lhe importunar.
Nahuel deu-me as costas, e já ia se direcionando á porta de entrada, quando uma alegria enorme explodiu dentro de mim. Peguei em seu braço puxando-o bruscamente, mas que passou despercebido por todos os seres humanos presentes ali. E grudei meu corpo rente ao seu, num aperto esmagador. Seus braços fecharam-se na minha cintura, meu corpo foi sustentado e rodado no ar.
— Renesmee, Renesmee, Renesmee, quanto tempo garota!
— Me perdoe Nahuel, eu ainda estava incrédula por você ter aparecido do nada.
Naheul era meu melhor amigo. Ele era o único que me visitava em Bergen, talvez por ser o único híbrido igual a mim que eu conhecesse. Quando me mudei de Forks, eu ainda era considerada um bebê, e ele sempre esteve lá. E eu sempre que podia estava no Brasil. Os anos foram passando e conforme eu ia crescendo, não posso negar que as coisas continuaram iguais, eu era uma meia-vampira, e ele também. Éramos o casal perfeito, segundo alguns familiares meus. Mas não era isso que eu pensava. Nahuel até chegou a tentar algo a mais comigo, mas eu simplesmente não conseguia. Eu ainda tinha, e ainda o tenho como melhor amigo. E continuará assim para sempre. Pelo menos é o que eu espero.
Abri meus olhos, e senti meu sangue ferver. Meu coração golpeou meu peito extremamente forte, e senti a força se esvair de meu corpo. Minha boca secou, e aos poucos desfiz o aperto que sufocava o pescoço de Nahuel.
Pronto, minha dúvida havia sido esclarecida. Se eu estava com medo de não reconhecer Jacob, o problema havia sido solucionado. Pois na mesma hora que eu apertava Nahuel contra mim, digamos de uma maneira nenhum pouco comportada, Jacob entrou na mansão. Impecável, com seu terno cinza escuro, seu cabelo ralo, e seus enormes olhos pretos expressivos que cravaram nos meus. A mascara cobria metade da sua face, e mesmo assim eu consegui reconhece-lo. Seria impossível não reconhecer aquelas duas bolas de ônix e aqueles lábios carnudos. Sua boca estava entreaberta, e vendo a situação que eu me encontrava, mais precisamente nos braços de outro, sua boca firmou uma linha reta. Seus olhos se acentuaram para baixo, e rapidamente ele passou ao nosso lado. Sumindo pela pista de dança. Droga, mil vezes droga.
— Renesmee? Está tudo bem? – Nahuel ainda me segurava pela cintura.
— Si... Sim, está tudo ótimo! – coloquei um sorriso amarelo na boca. – Nahuel,eu adoraria ficar com você agora, mas eu acho que vi minha amiga passar por aqui. E eu preciso falar urgentemente com ela.
— Então nos vemos depois?
— Claro! Claro!
— Não irá fugir de mim? – me olhou sugestivamente.
— Fugir? – indaguei – OH! Não, nunca fugiria de você.
Beijei-lhe a bochecha e sai às pressas atrás da minha “suposta amiga”, que era moreno, alto, bonito e muito, mas muito sensual.
As pessoas esfregavam-se no meio da pista de dança, e outras já se pegavam nos cantos. E claro, não podia faltar aquelas que estavam dando um show de horrores, vomitando e falando merda.
Procurei durante quase uma hora Jacob por todo lugar, mas parecia que o cara tinha simplesmente evaporado. Eu só não procurei nos quartos, pois sei que ele não chegaria a tal ponto. Cansada já, de tanto ficar para lá e para cá, receber abraços, conversas fiadas, e sem interesse algum, sentei num banco do bar. Pedi para o garçom me trazer uma bebida, e logo voltou ele com um drink que parecia ser muito apetitoso.
Girei o banquinho e descansei meus cotovelos em cima do balcão, e fiquei apenas a observar a grande movimentação na casa. Um cara chegou ao meu lado, e distraidamente olhei para seu relógio.
Três e cinqüenta da manhã, e nada ainda de Jacob.
Claire e Quil já haviam me reconhecido, assim como a maioria dos outros Quileutes. Nahuel havia sumido também, e meus pais não estavam na mansão. Perguntei a Alice onde eles estavam, e ela apenas me respondeu que eles estavam circulando pela festa. OK! Melhor eu achar uma maneira de me encontrar com Jake, e não ser pega. A ideia de me encontrar as escondidas com ele me excitou. A vontade de correr um pequeno perigo, de ser pega no flagra era tentadora. Porém eu não colocaria tudo aquilo a perder.
Todavia aquilo só aconteceria se Jacob não tivesse sumido a mais de 3 horas atrás. Idiota, só porque eu estava abraçando meu amigo. Com toda certeza ele estava se enroscando com uma sem vergonha em algum canto. E se eu descobrisse, ele ficaria COM vergonha de saber que estava prestes a ser castrado.
Bufei outra vez, e uma luz brilhante atingiu meus olhos.
— MIIGUXA!!!! QUE ESCÂNDALO ESSA FESTA!
Marlenne atirou-se ao meu lado. Sem conseguir acreditar no que eu estava vendo, uma bixa completamente rosa dos pés a cabeça. Ele...Ela...Marlenne...Joseph...a tanto faz, a doida estava usando um paletó rosa choque dos pés a cabeça. Sua mascara tinha mais penas que a bunda de uma galinha, e mais brilho que uma mina de diamante.
— Você...Você está tão...
— CHOQUANTE! Não é? – ela tirou da bolsa rosa choque um espelho, onde ficou a admirar-se.
— Sim, mas você está tão...qual é a palavra mesmo... Pink! – a biba colocou a mão no peito e encheu os olhos de lágrimas.
— Pescoçuda, isso foi a coisa mais linda que já me falaram! Eu amo você miguxa! – e me abraçou fortemente.
— HEI! Que história é essa de “pescoçuda”?
— Oh! É que assim, o monstro do lago Ness é pescoçudo, ai como eu não queria te chamar de monstra! Achei mais fofa pescoçuda. Sabe como é, monstro... Pescoço cumprido... Ness...seu apelido.
— Uau, e você ainda diz que é um apelido fofo.
— Mulher, essa festa esta “bombando”, tem tanto bofe escândalo aqui. Da vontade de sair na voadora!
— Na voadora?
— Minha nossa senhora do cume virgem! Você anda muito lerda. Isso é falta de homi sabia? Da vontade de sair na voadora, nas cangaceiras que tão atracadas com os cangaceiros!
— OK!
– AIDS! AIDS! AIDS! AIDS! – ela começou a gritar e a pular do meu lado. – AIDS TOTAL.
— Marlenne o que você esta falando? Pegou Aids? – segurei seus ombros e os chacoalhei.
— Não pescoçuda, AIDS significa AI DEUS do SÉU! Olha aquela roupa lá. O que a cangaceira tem na cabeça de vir vestida daquela maneira?
— Marlenne, céu é com “C”, e não com “S”.
— Cada um fala do jeito que quer!
— Oi Nessie! – avistei Leah balançando os braços freneticamente no meio da pista, e com a mão mandei-a vir até mim. Ela pegou na mão de Lube que era acariciado por várias mulheres dali. – Quanta mulher atirada! Será que elas não percebem que ele estava acompanhado? – cumprimentei os dois – Ah! Olá Marlenne!
— Olá priminha. – balançou os dedinhos.
— E então Nessie, porque ainda esta aqui sentada? Sozinha?
— HEI! Eu estou aqui do lado, ela não esta sozinha! – Marlenne cruzou os braços.
— Enfim, Nessie porque ainda esta aqui sentada, com a Barbie paraguaia do seu lado?
— Eu não sei. Sumiu entende?
— Oh! Sumiu? – ela viu minha cara sugestiva e entendeu de quem eu estava falando.
— AH MIGUXINHA! VAMOS CANTAR! – Marlenne pegou na mão de Leah e a puxou com toda força que tinha, até o palco.
— Eu acho que você deveria dar uma volta. Vai te fazer bem. – Lube beijou minha testa, e saiu andando até o palco socorrer a amada.
Entediada de tanto ficar ali, e não querendo ver o showzinho que a bicha ensandecida ia dar, eu resolvi dar uma volta. Passei pela cozinha cheia de pessoas famintas, pela sala cheia de pessoas se amassando, pelos bares, passei até pelo jardim da casa. Mas nada conseguia tirar Jacob Black da minha mente. Ele estava me enlouquecendo com o sumiço. Logo, vendo que ele realmente tinha ido embora da festa, resolvi voltar para dentro, e tentar aproveitar o resto da festa com meus amigos.
Quando passei pelo banheiro, a porta rapidamente se abriu e uma mão forte puxou-me para dentro e trancou a porta. Fui fortemente enconchada na parede. Eu já estava em pânico, pois não estava enxergando nada, devido às luzes apagadas. Mas logo relaxei quando aquele cheiro maravilhoso atingiu minha pele, queimando. Estiquei a mão e consegui ascender à luz. E lá estava ele, todo perfeito e gostoso. Impecável, da mesma forma que eu o havia visto na entrada. Eu já estava pronta para lhe grudar um beijo, quando me lembrei do sumiço.
— Onde você estava? – empurrei seu corpo para longe do meu. E impus minha postura de chateada.
— Como onde eu estava? Eu fiquei na festa o tempo todo!
— Não você não estava, não. – apontei o dedo na sua cara – Eu procurei você à noite inteira. Aposto que estava transando com outra.
— Eu transando com outra? Você só pode estar doida! – ele tirou a mascara e a atirou dentro da pia – Não era eu que estava me agarrando com outro na entrada da casa.
— Eu não sabia que você estava ali!
— Ah, quer dizer que se eu não tivesse visto você teria feito coisa pior? – ele enterrou as mãos no bolso e encostou-se na parede. Que visão, que maravilha. – E se você quer saber, eu fui dar uma volta, para espairecer a mente.
— Feito coisa pior? Claro que não – tirei a mascara jogando dentro da pia também – E se você quer saber, ele é meu melhor amigo, que eu não vejo a muitos anos.
— Que estranho, ele parecia ser muito mais que seu melhor amigo.
— Poupe-me Jacob do seu ciúme bobo. – me virei, ficando de frente para pia, tirando as mascaras lá de dentro, e ligando a torneira, e deixando a água escorrer pelos meus pulsos. – O que você quer Jacob? Crucificar-me por estar sentindo falta do meu amigo?
Senti seu corpo quente e musculoso atrás do meu, me enconchando na pia. Droga, mil vezes droga. Era só ele me tocar, que toda aquela raiva ia embora. Maldito feitiço que Jacob Black tinha sobre mim. Desliguei a torneira e olhei para ele pelo espelho a minha frente. Suas mãos penderam em cima da pia, prendendo meu corpo entre elas. A nossa proximidade já estava me deixando louca, eu já sentia minha calcinha ficar úmida, e inconscientemente projetei meu quadril para trás, de encontro ao seu.
— Nada, eu não quero nada! – falou ele engolindo seco.
— Ah, você não quer nada? – empurrei novamente minha bunda para trás, rebolando levemente.
— Não, eu realmente não quero nada!
— Oh, então não há problema nenhum se eu sair daqui e for ficar com meu amigo?
— Não, não há problema nenhum!
— Ótimo! Pois é isso mesmo que eu vou fazer!
Virei-me e sai do seu aperto. Ele deu espaço e eu abri a porta. Porém, sua mão voou rápida até ela, fechando-a.
— Na verdade, eu quero uma coisa sim! – ele disse encostado na pia, enquanto segurava a porta com uma mão.
— O que é?
— Quero saber onde seus pais estão.
— Eu não faço a mínima idéia. – dei de ombros.
— Ótimo!
Sua mão voou até minha cintura, grudando nossos corpos, assim como sua boca chegou possessiva em cima da minha. Eu sabia que antes ele estava fazendo birra, pois eu só queria testar até onde ela ia. Que bom que não foi muito longe, pois eu não aguentaria sair daquele banheiro sem ter ganhado pelo menos um beijo seu.
Grudei minhas mãos nos seus cabelos, apertando-os e sugando sua boca deliciosa. Suas mãos passeavam livremente pelas minhas coxas, e infiltrando-se por debaixo do vestido. Quando uma delas tocou o tecido úmido da minha calcinha, soltei um gemido em sua boca. Tirei-lhe o seu paletó, e estiquei uma mão fechando a porta. Jake empurrava seu quadril para frente, me deixando sentir a enorme ereção que havia surgido, enquanto chupava meu pescoço e apertava maliciosamente minha bunda.
— Sabe, esse seu vestido é uma tentação.
— Então Alice acertou?
— Ela acertou em cheio, ainda mais com essa fenda enorme, bem... aqui.
Dois dedos seus deslizaram pela fenda, tocando de leve meus seios. Meus bicos já rijos transpareciam pelo tecido, e Jacob estava adorando olhar para aquilo.
— Isso facilita tanto as coisas! – ele olhou com cara safada pro decote, enquanto subia com uma mão por dentro da fenda, e tocava um seio meu.
— Realmente, isso facilita demais as coisas! – falei com a voz meio cortada.
Jake massageou meu seio, e voltava agora a beijar meu pescoço, o lóbulo da minha orelha e traçando um caminho quente e molhado até onde sua mão estava. Colocou o tecido para o lado, e o abocanhou com meu mamilo. Oh sensação mais maravilhosa sentir a língua macia e quente dele rodear meu bico, enquanto alternava chupões. Incitei meu quadril para frente, e untei mais ainda quando senti toda sua ereção tocar meu ventre. Não conseguindo segurar a vontade, desafivelei seu cinto, e com a ajuda das minhas pernas abaixei sua calça, deixando sua cueca preta amostra, assim como a enorme protuberância que queria saltar dela. Cautelosamente coloquei a mão no meu membro massageando. Em seguida, infiltrei minha mão lá dentro, e massageei melhor ele. Quase gritei quando Jake mordeu meu seio ao sentir minha mão tocando lá.
— Você gosta não é? – perguntei desabotoando sua camisa.
— Muito.
— Que bom.
Levantei sua cabeça, beijando rapidamente sua boca e traçando um caminho de beijos, lambidas e chupões pelo seu pescoço abdômen, até estar de joelhos no chão, e com a ereção na minha frente, me chamando, gritando meu nome. Olhei em seus olhos passando a língua sedutoramente nos lábios e abaixei de vez sua cueca. Seu membro pulsava na minha frente, o que era uma delicia. As mãos de Jake voaram para a borda da pia, quando eu o peguei na mão e depositei um beijo na cabeça. Ouvi Jacob urrar de prazer, e assim que ele sussurrou meu nome, abocanhei seu membro, fazendo-o deslizar entre meus lábios calmamente. Suguei de volta, deixando minha língua deslizar por toda sua extensão. Sem se conter, Jake gemia e apertava a borda da pia, olhei para seus dedos e eles estavam ficando vermelhos. Grudei minhas mãos na sua bunda perfeita, e iniciei um vai e vem com a boca, alternando chupadas fortes e outras leves. Até me arrisquei a dar uma mordidinha no tronco dele, que foi recebido muito bem por Jacob.
Deslizei minhas mãos pela sua barriga firme e voltei a segurar seu membro, enquanto lambia e chupava devagar suas bolas. Eu sabia que aquilo enlouquecia qualquer homem, e não seria diferente com Jake. Bati uma pra ele, enquanto eu não terminava meu trabalho em seu saco.
— Ness, isso ta bom demais! – ele murmurou.
— Obrigada.
Não dei tempo de ele falar mais nada, pois logo voltei a chupá-lo. Seu membro latejava dentro da minha boca, e eu só produzia mais e mais saliva para tornar tudo aquilo mais prazeroso. Jacob tinha um gosto sensacional, era adocicado e muito, mas muito quente mesmo. Nada que um halls preto não melhorasse as coisas. Como se fosse possível ficar melhor. Beijei toda sua enorme extensão, e comecei novamente o vai e vem com a boca. Iniciei mais lento, usando bastante a língua.
— Nessie, mais!
Atendendo seu pedido, deixei de lado a língua e aumentei os movimentos usando apenas os lábios. Devido aos seus excessivos gemidos e, chamadas de meu nome, vi que daquela maneira estava melhor. Então continuei chupando freneticamente e quando chegava perto da cabeça eu chupava mais forte. Olhei para Jacob e ele me encarava mordiscando os lábios. Eu já sentia seu liquido quente sair aos poucos, e o mármore da pia quebrar conforme seu aperto ficava mais forte. Ele estava perto do clímax, eu podia sentir isso devido o endurecimento do seu membro. E para terminar com aquela tortura prazerosa, o engoli fundo, levando-o até minha garganta. O mármore rachou e Jacob derramou-se dentro de minha boca. Quente e gostoso. Engoli tudo, e limpei seu pênis com a língua, e logo seus dedos emaranhavam-se em meus cabelos, me puxando para cima, em um beijo abrasador.
— Sabia que você é maravilhosa? – ele falou enquanto acariciava meu rosto.
— Não, eu não sabia.
— Então ficou sabendo agora. Renesmee Carlie Cullen você ultrapassa a perfeição.
— Obrigada. – mordi seu lábio inferior – É, você também é bom!
— Bom? Eu sou apenas bom? – ele me desencostou de seu corpo, e já destravava a porta, quando o puxei para outro beijo de tirar o fôlego.
— Que bobo Jake. – ele ainda tinha a cara amarrada, então peguei sua mão e a coloquei dentro da minha calcinha, mostrando o estado que eu estava – Você é muito mais que maravilhoso. Eu não consigo achar palavra para te descrever.
— Acho bom mesmo. – ele tirou os dedos de lá, e os levou a boca – Mas fique sabendo que me cobrarei!
— Esperarei com todo prazer.
Ficamos mais alguns minutos lá dentro conversando coisas sem nexo, entre beijos e amassos. Coloquei minha mascara e sai primeiro. O dia ainda demoraria alguns minutos para clarear, e mesmo assim a festa estava lotada. Claro, que festa não ficaria lotada, com comida, bebida e muito homem e mulher de graça?
Rose e Emmett já haviam sumido. Jazz e Alice estavam sentados no bar conversando. Carlisle e Esme dançavam juntos na pista, e meus pais me pegaram pelo braço assim que passei pela pista de dança cheia.
— Onde você esteve Renesmee? – meu pai segurava meu braço firme – Olhe seu estado garota. Com quem você esteve?
— Pai, você esta me machucando! – puxei meu braço de volta – E não te interessa com quem eu estive. Já sou maior de idade, posso fazer o que quiser da minha vida!
— Bella libere a mente dela!
— NÃO! Mãe não faça isso! – implorei já sentindo os olhos enxerem de lágrimas.
— Filha, nós só queremos te proteger! Não dificulte as coisas!
— Proteger? Vocês querem me trancar em uma torre, e nunca mais me tirar de lá.
— Bella, libere a festa inteira. – meu pai falou traçando uma linha reta com os lábios.
— TUDO BEM! Eu falo. – bufei – Eu estava com Nahuel! Satisfeitos?
— Nahuel? – mamãe perguntou.
— Sim. Nahuel! Aposto que esta muito feliz agora, não é papai?
Dei meia volta, e sai dali. Ficar mais alguns minutos na presença de meus pais possessivos estava me tirando à paciência. Eu já estava saindo da festa, quando alguém me pegou pelo braço e me puxou fortemente até a pista de dança, me colocando em frente ao palco.
— Mas que merda! Será que virei boneco puxa estica?
— Desculpe Nessie! – era Leah, e sua cara era de poucos amigos – Mas Marlenne esta prestes a dar um showzinho.
A bicha doida estava encima do palco, segurando teatralmente o microfone na mão. Apontou para o DJ e este colocou uma musica para tocar.
— MIGUXAS E MIGUXOS DO MEU CORAÇÃO! HOJE NASCE UMA NOVA ESTRELA! QUE IRA BRILHAR NAS GALÁXIAS!
Batatinha quando nasce esparrama pelo chão
Mamãe de AR-15 papai de três oitão
Eu tava na cadeia e era dia de natal
Invés de comer peruuu... os mano comeram o meu cuuuuuu! ADÓORO!
Fui no tororó beber água não achei
Achei foi um presunto era o mano Wanderlei
E com uma fome de leão botei ele no pão
Aí fui arranhado e tinha um gato de meu lado
Atirei o pau no gatoto! Mas o Gatoto não moréu!
Ciranda cirandinha, vamos todos cirandar!
Vamos dar a meia volta e lá em casa festejar!
— O que é isso? A bicha resolveu virar rapper? – eu estava olhando Marlenne da mesma maneira que a pista de dança inteira estava olhando. Boquiabertos.
— CANGACEIROS COMPREM MEU NOVO CD QUE SERÁ LANÇADO EM BREVE! RAPPER NAS GALÁXIAS!
— Leah, tire-o de lá agora. Se ele cantar mais alguma coisa, eu juro que vou ter um sincope.
— Porque eu?
— Porque você tem parentesco com ele. Deus me livre! Você grudou chicle no copo da santa ceia. Meus pêsames Lee.
Sai de lá mais rápido que bandido fugindo da prisão, e fui para o jardim que ficava nos fundos da casa. Eu precisava respirar um pouco de ar puro, sem Marlenne, sem meus pais, sem ninguém. Eu precisava de eu, e apenas isso.
Sentei no balanço que tinha embaixo da enorme arvore, e me balancei levemente. O vento vinha e chicoteava meus cabelos em meu rosto, e as memórias de mim e Jacob no banheiro pareciam voltar a tona.
Eu estava errada, eu não precisava nem de mim mesma. Eu só precisava de Jacob Black.
— Posso me juntar à senhorita? – Nahuel apareceu do meu lado, com aquela mesma postura de Don Juan.
— Claro. Porque não. – fui um pouco para o lado, e lhe dei espaço.
— Porque tens essa carinha triste, my lady?
— Não é nada Nahuel. – encostei minha cabeça em seu ombro, me permitindo fechar os olhos rapidamente – Queria tanto poder lhe contar.
— Ué, mas então conte!
— Mas eu não posso.
— Sabes que pode confiar em mim pequena.
— Tudo bem, eu irei tentar – larguei o ar que estava ficando preso em meus pulmões – Estou a fim de um cara, e eu sei que ele também esta a fim de mim. Só que eu tenho medo do que vá acontecer, se eu contar para todos.
Nahuel pegou em meu queixo delicadamente, e levantou meu rosto. O choque que eu tive com seus olhos marrons esverdeados, me trouxe outra certeza. Nahuel estava a fim de mim. E o mais certo ainda, ele tinha confundido o que eu tinha falado. Pois em seguida, seus lábios estavam nos meus, e sua mão entornando minha cintura. Coloquei minha mão em seu peito e lhe empurrei para longe de mim. Nahuel sabia que nunca teria nada comigo, e eu não queria lhe dar falsas esperanças. Porém antes mesmo de eu começar a explicar, ou melhor, antes de eu começar a gritar com ele que aquilo não se aplicava a ele. Um rugido alto ecoou entre as árvores a nossa frente, rasgando meu peito, e fazendo um enorme nó formar-se na minha garganta. Eu não precisava de bola de cristal, nem de nada para identificar aquele som. Eu sabia. Jake havia visto tudo.
Notas finais
Enfim, eu finalmente estou livre da faculdade. E conseguindo escrever posts para todas as minhas fics *.*
Então, o que acharam? eu realmente peço desculpas, pois eu tenho que admitir que esse post ficou uma MERDA Gigantesca. Eu entrei num momento NO INSPIRAÇÃO...e para conseguir escrever algo um pouco decente foi mto dificil :/
Quanta coisa neeh gente? Discussão entre Alice e Edward, Renesmee e Jacob no banheiro, e Renesmee e Nahuel no balanço. Ai ai ai, as coisas estão começando a ficar pesadas. E tudo voltar a tona Claro, nao podia faltar a aparição de Marlenne Diva Master! e sinto em informar, que a apariçãO dela esta acabando :/ Terá mais um cap, e ai será o ultimo cap em que ela marca sua presença! *.* Eu sei, sentiremos falta da divona.
Muito obrigada mesmo, por todos os comentários. Que multiplicaram no último cap e eu espero do fundo do meu coração que continue assim (nem que seja reviews me xingando pelo cap podre e sem graça que nem esse)
Enormes beijos xuxu's e jujubinha's da minha vida.
Isa Sartor
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