Notas iniciais
OOOI *-*Então amores, eu não postei quinta porque eu recebi poucos reviews no capítulo anterior, então quis deixar vocês sofrendo KKKK bricadeirinha s222 O capítulo não ficou pronto, eu só consegui terminar ele hoje!Isso é só pra provar o quanto é especial, viu? KKKKK
Em fim, espero que gostem!

-E então, — disse ao sentar-me perante ao Justin — demorei muito?

-Não — ele respondeu entre um meio sorriso — O que você vai querer pedir?

-Não sei... o que você sugere? Acho que conheçe mais do que eu este lugar — sorri.

-Então eu acho que nós deveríamos pedir uma salada de espinafre que contém, maçãs fatiadas com noz cristalizadas, cebola roxa e queijo gorgonzola... enfim, é ótima. Depois para o prato principal o que você acha de macarrão fettuccine? — ele sugeriu enquando lia o cardápio.

-Hm, parece tudo muito saboroso — respondi o encarando.

-Ok, vou chamar o garçom — Justin disse e assim fez.

Como ele estava lindo. Eu não conseguia tirar meu olhos de cima do garoto. Enquanto pedia, fiquei apenas ali o observando atentamente. Oh, como sua voz era doce, seu olhar penetrante, e seus lábios carnudos. Sua voz soava doce, como a de um anjo. Ele estava lindo. Já disse isso? Acho que sim, mas era inevitável não o elogiar.

Droga! Ele se virou novamente para mim, o que eu faço? - foco Torrance, foco — Não prestei atenção em uma palavra se quer do que haviam conversado...

-Torry? — Justin me chamou, como se fosse pela segunda vez.

-O quê? — perguntei confusa.

-O que vai querer beber? — ele perguntou.

-Ah, sim. Me desculpem, eu estava destraída — fiz uma pausa — Vou querer uma água apenas, por favor — pedi.

-Certo — o garçom disse enquanto escrevia em seu bloquinho de papel — Irei providenciar o pedido agora mesmo.

-Obrigado — Justin agradeceu.

O garçom nos deixou à sós novamente.

-E então, como passou o dia? Muita enxaqueca? — ele perguntou.

-Até que não foi tão ruim. Depois do almoço fui me deitar um pouco e quando acordei, já havia melhorado — disse.

-Que ótimo, fico mais tranquilo em saber que você está bem — ele disse colocando sua mão sobre a minha.

-Claro — respondi um pouco desconfortável com a situação — E você... como passou o dia? — perguntei retirando minha mão de baixo da sua rapidamente.

-Um pouco cansado mas, eu sobrevivi não é mesmo? — folou brincando — Depois do trabalho que você me deu...

-Justin eu... sinto muito — o interrompi — Acho que devemos esclarecer as coisas. O que rolou entre nós, deve ficar no passado. Acho melhor isso ser deletado de nossas mentes — disse educadamente.

-Tudo bem. O que aconteceu ontem mesmo? — ele disse rindo.

-É isso aí — ri fraco.

-Você não lembra de nada mesmo?

-Lembro apenas de ter mergulhado na piscina e mais nada — respondi.

-Tudo bem, afinal, isso é passado! — exclamou.

-Com licença, aqui está sua água senhorita — o garçom disse retirando uma garrafa da bandeija que carregava — E aqui está seu chá gelado Sr. Bieber — disse fazendo o mesmo, desta vez, com uma latinha.

-Obrigado — Justin disse.

-Obrigada — disse também.

-Desejam algo mais? — o garçom perguntou.

-Não, por enquando estamos bem — ele respondeu.

-Ok — assentiu e logo nos deixou novamente.

-Sr. Bieber?! — perguntei em tom de sarcasmo.

-Eu sou bem conhecido por aqui! — Justin disse na defensiva.

-Tudo bem — disse rindo — E então Justin, o que te levou à me chamar para sair?

-Hm... — ele parou para pensar um pouco — Eu não sei dizer! Talvez tenha sido porque eu nunca conheci uma garota como você antes — senti minhas bochechas corarem.

-Como assim... "uma garota como você"?

-Você é divertida, engraçada, meiga, doce, fala o que pensa, tem personalidade, não se importa com a opinião dos outros, é decidida, tem olhos encantadores e... tem o sorriso mais que eu já vi em toda a minha vida — Justin disse me descrevendo. Tudo bem, meu rosto estava queimando de vergonha depois de tudo isso.

Automaticamente, aquele sorriso que ele disse ser "o mais lindo", se brotou em meu rosto. Foi de orelha à orelha.

-Tá vendo? Ele é lindo! — exclamou Justin.

-Então... você só falou pontos positivos à meu respeito. Eu não sou perfeita Justin. Na verdade, nós mal nos conhecemos direito.

-Você quer ouvir seus defeitos? Então eu vou falar! Mandona, irritante tagarela, chata, briguenta, brava, bipolar...

-Ei! Também não precisa esculachar né! — reclamei.

-Torrance — ele disse olhando diretamente em meus olhos — Seus defeitos são ainda melhores que suas qualidades. Por mais ruim que sejam... são eles que te tornam especial. Você acha que eu procuro uma pessoa perfeita? Claro que não! Eu procuro alguém que seja... como eu.

-Entendi Justin. Obrigado pelos elogios. Mas eu ainda não entendi porque você preferiu sair comigo do que com as líderes de torcida. Você já olhou bem para elas Justin? Todas possuem um corpo perfeito, um cabelo incrível e são extremamente lindas! — disse.

-Mas de que importa a beleza quando a menina não tem um cérebro? — ele perguntou sério. Confesso que isso me surpreendeu bastante.

-Nossa, Justin. Nunca pensei que algum dia você diria isso — falei surpresa.

-E eu digo outra vez que, há muita coisa que você não sabe sobre mim — disse um pouco misterioso.

-Então porque não me conta mais sobre você? — perguntei.

-É isso que você quer? — ele fez outra pergunta sobre a minha.

-É para isso que vim aqui, certo?

-Muito bem. Por onde quer que eu começe?

-Pode começar me contando sobre sua origem. Você é canadense? — iniciei.

-Com muito orgulho! — Justin disse com sua mão sobre o peito — Eu nasci aqui em Stratford. Fui criado nessa pequena cidade. Minha mãe engravidou muito jovem, ela não tinha muito dinheiro na época. Na verdade, quem a ajudou muito, foram meus avós.

-Se me permite perguntar... e seu pai? — disse.

-Meu p-pai? — senti Justin ficar um pouco nervoso — Bom, ele se separou de minha mãe quando eu tinha apenas dois anos de idade.

-Oh Justin, eu sinto muito — disse desconfortável com a situação — Se você não quiser falar sobre isso, tudo bem.

-Não! Eu estou bem, não se preocupe. Isso é triste. Na verdade, me magoa muito. Minha mãe me criou praticamente sozinha, foi difícil para ela e para mim. Eu nunca tive um pai muito presente. Nós nos víamos de vez enquado. Ele e minha mãe brigavam muito, eu me sentia um pouco sozinho. Mas agora, nós vivemos muito bem graças a Deus. O divórcio deles, hoje, é amigável. Eles não brigam mais. Meu pai está casado novamente e tem dois filhos, Jazmyn e Jaxon, eles são meus meio-irmãos. Eu os amo muito.

-Bom... se precisar de qualquer coisa sabe que eu estou aqui, certo?

-Eu sei, obrigado Torry — Justin sorriu. Eu retribuí o sorriso — Puxa vida! Seu sorriso poderia iluminar uma cidade inteira!

-Para Bieber! — disse envergonhada.

-Com liçença, a salada de espinafre chegou — o garçom disse.

-Ótimo! — exclamou — Eu estava morrendo de fome.

Esperamos o garçom arrumar tudo.

-Daqui a pouco trarei o macarrão — ele disse.

-Muito obrigado — Justin respondeu.

-Hmmm! — murmurei ao provar a comida — Até que isso é bom.

-É ótimo, não? — ele concordou.

-E então Justin... quando foi que você começou a se interessar por basquete? — perguntei tentando puxar assunto.

-Desde muito pequeno. Eu amo esportes. Basquete com certeza é meu preferido. E você, gosta de esportes?

-Dançar conta como esporte? — fiz uma cara pensativa.

-Eu acho que sim. Você dança?

-Danço. Mas não muito, eu acho que como faço parte do coral, tenho o dever de saber dançar — expliquei.

-Eu gostaria de te ver cantar! — Justin disse animado.

-Quem sabe um dia desses...

Paramos de conversar um pouco para comer. O restaurante era ótimo. A comida muito saborosa, tinha boa música tocando, o ambiente era calmo e tinha uma energia positiva.

-O que exatamente você veio fazer aqui em Stratford nova-iorquina? — Justin perguntou.

-Meu pai foi tranferido. Eu já não te contei essa história? — disse tentado me lembrar.

-Não sei, mas vale a pena ouvir de novo — ele deu de ombros.

-Bom... meu pai foi transferido para cá. Esse emprego é muito importante para ele, inclusive agora, ele vai ser promovido — expliquei.

-Você sente muita falta de Nova York?

-Sinto — respondi ao lembrar de como era minha vida lá — Eu amo aquela cidade. Me mudei aos três anos de idade.

-Então... você é realmente brasileira — Justin confirmou.

-Metade sim, metade não. Meu pai é brasileiro, minha mãe é americana. Mas, na verdade sou latina mesmo — esclareci.

-Eu gosto ainda mais de você por isso — ele sorriu — Como era lá em Nova York?

-Muito bom. A escola era ótima. A cidade encantadora e maravilhosa, a cada esquina uma coisa surpreendente — disse entre suspiros.

-Você também cantava lá? — ele perguntou curioso.

-Sim, — afirmei — eu cantava. Eu amava cantar lá, sinto muita falta dos meus antigos amigos.

-Você prefere eles? — Justin perguntou assustado.

-Não Justin. Mas eu os amo. E passei muito mais tempo com eles do que com vocês!

-Você está certa. Mas quem canta melhor, seu antigo clube ou seu atual clube? — o garoto estava querendo me encurralar.

-Não posso dizer. Acho que a anergia dos dois é diferente, eu sintia coisas lá, que não consigo sentir aqui e vice-versa — tentei explicar.

-Hm... — ele murmurou.

-O que foi?

-Nada — deu de ombros.

-O que foi Justin? — perguntei novamente.

-Ah, olha só! Nosso macarrão chegou! — ele mudou de assunto rapidamente.

-Aqui está, bom apetite! — o garçom falou.

-Nossa! — Justin disse já de boca cheia — Isso está uma delícia!

-Está mesmo — concordei ao provar o primeiro pedaço — O que você estava dizendo mesmo Justin?

-Ah, pois é. Eu ia perguntar como vocês sobrevivem com o Peter e com o Ben no clube do coral! — ele disse brincando.

-Bom, no início eu achava que os dois eram super otários. Agora diminuiu de super para apenas... otários — ri fraco.

-É sério! Eu não suporto eles — Justin bufou.

-Eles são bons garotos Justin. Apesar de tudo o que fizeram com o Paul e com os demais alunos da escola. Acho que ficar perto do Josh é uma forma que os dois encontraram para manter a popularidade. O clube do coral é importante para eles mas, aqui em Stratford, parece que ele não faz tanto sucesso assim — disse ao relembrar novamente de Nova York.

-Acho que você está certa. Mas, o Josh também melhorou Torrance. Ele não é um cara ruim — falou como se fosse verdade.

-Ahh, — suspirei — acho melhor não discutirmos sobre isso agora Justin. Você sabe que eu ainda não confio no Josh.

-Mas Torry, ele me pediu desculpas — Justin disse.

-Mas qualquer pessoa pode fazer isso! Hoje em dia a falsidade cresce cada vez mais. Já pensou que ele pode estrar se aproximando para tentar acabar com você? — perguntei.

-O que você está dizendo? — ele perguntou espantado — Ninguém faria isso com outra pessoa. Isso é ridículo e maldoso!

-Você me parece tão ingênuo agora Bieber — disse surpresa — Acho que você nunca se decepcionou com as pessoas, certo?

-Claro que já! Muitas vezes Torrance — disse um pouco alterado — Você não sabe o quanto — sussurrou baixando a cabeça.

-Então, agora é a hora de abrir os olhos Justin. Mostre para as pessoas que você não se deixa enganar tão fácil — disse tentando encorajá-lo.

-Você acha mesmo que ele está me enganado? — ele perguntou desconfiado.

-Não sei. Mas provavelmente sim — afirmei — Eu já sofri muito, por pessoas que não mereciam uma lágrima se quer. Isso talvez tenha me tornado mais forte. É por isso que não confio nas pessoas facilmente.

-Mas então... como você sabe que pode confiar em mim? Quero dizer, você está me contando tudo isso agora — ele disse. Isso me fez pensar por alguns segundos.

-Eu não sei Justin. Apenas.... confio. Você é diferente. Você tem um brilho no olhar que, faz tudo ficar diferente — respondi olhando atentamente para seu rosto. Procurava alguma expressão de gratidão.

-Eu também confio em você — ele disse com todas as letras.

-Obrigado — sorri.

Ficamos em silêncio por alguns minutos enquanto apreciáva-mos a deliciosa comida.

-E depois da escola, o que você vai fazer Torry? — Justin perguntou quebrando o silêncio.

-Isso é fácil! — exclamei — Eu quero ir para Juilliard. Uma das maiores escolas de música e artes cênicas do mundo. Localização: Nova York. Quero voltar para lá, quero estar na Broadway todas as noites — disse.

-Você parece bem decidida — ele observou.

-E estou — concordei — Esse é meu sonho desde menina. Eu quero brilhar Justin, eu quero ser reconhecida, porque eu acredito em meu talento e corro atrás de meus sonhos.

-Eu admiro isso em você — ele disse com um sorriso.

-E você, o que vai fazer? — perguntei.

-Basquete. Vou jogar basquete. Acho que já lhe disse mas, no fim do ano, virão pessoas de Toronto para nos ver jogar e eu quero estar preparado. Quem sabe eles não me levam para a NBA? — explicou.

-Com certeza você vai se dar bem. Eu já te vi jogando basquete... você é ótimo Justin, de verdade — o elogiei.

-Minha mãe e eu falamos sobre os Raptos minha vida inteira. É o sonho dela que eu me torne um grande jogador de basquete canadense. O único problema é que... Toronto é um pouco longe. Eu vou sentir falta de muita gente.

-Eu também vou Justin. Mas nada na vida é fácil. Teremos que abrir mão de muitas coisas para poder chegar lá. Alcançar a felicidade vai ser uma longa jornada.

-Eu sei mas... será que vale mesmo à pena? — ele perguntou confuso.

-Acredite. Deus escreve certo por linhas tortas. Se você passou dificuldades mas lutou, com certeza vai encontrar o tal pote de ouro no fim do arco-íris — respondi.

-Isso foi profundo. Mas você está totalmente certa. Novamente.

-Obrigado — sorri em resposta.

-Incrível como você é decidida do que quer!

-A vida me ensinou a fazer escolhas Justin. Agora eu sei o que realmente é bom para mim — rerspondi.

-O que você acha de pedirmos a sobremesa? — ele sugeriu.

-Ótima ideia — concordei.

-Garçom! — Justin o chamou — Nós vamos querer Crème Brûlée para a sobremesa por favor. Tenho certeza que a Torrance vai amar.

-Claro, já irei providenciar — ele respondeu.

-Você pode me trazer um café expresso também, por favor — disse.

-Eu também vou querer um — Justin pediu.

-Ótimo, daqui a pouco eu voltarei então — o garçom disse ao se retirar.

-Como é no Brasil? — Justin perguntou com uma ponta de curiosidade.

-É lindo. Na verdade eu não me lembro muito. Mas o país é muito rico e tem belas mulheres — disse com um riso fraco.

-Pois é, acho que vem daí sua beleza inconfundível — ele disse. Automaticamente minhas bochechas esquentaram novamente.

-Obrigada — respondi.

-Torry, é incrível como você chegou e conquistou todos por aqui. Um mês. Um mês foi o suficiente para que todos se encantassem por você. Quando você passa pelos corredores, os garotos babam e as garotoas morrem de inveja — ele disse sorridente.

-Isso é ridículo, eu não sou nada disso! — discordei.

-Você conquista fácil as pessoas Torrance. E a única pessoa que não encherga isso é... você mesma — Justin falou sério.

-Bom, eu fico feliz em saber que gostam de mim e que eu sou tudo isso que você disse mas, também quero ficar na minha e não quero me menter em confusões — esclareci.

-Bom... você já se meteu em confusão quando sugeriu o "namoro falso" — Justin disse fazendo aspas.

-Nem me fale! — revirei os olhos — Eu achei que a Tiffany estivesse um pouco menos apaixonada por você. Se soubesse que isso levaria tanto tempo, nunca teria nem tocado no assunto.

-Mas agora teremos que esperar para ver o que vai acontecer — disse ele, logo em seguida tomando um gole de sua bebida.

-Com licença, aqui está sua sobremesa — o garçom disse retirando o Crème Brûlée do carrinho que puxava — E aqui está o café expresso que pediram.

-Obrigado — Justin respondeu — Por hoje é isso amigão.

-Certo — o garçom disse e se afastou.

-Eu amo Crème Brûlée — disse ao levar o primeiro pedaço até minha boca.

-Eu também. Esse aqui, é o melhor da cidade — Justin afirmou.

-Hmmm! — murmurei — Está uma delícia mesmo.

Terminamos nossa sobremesa lentamente. Estava tudo muito saboroso, cada pedaçinho.

-Muito bem, eu vou acertar a conta agora. Me espere aqui — Justin disse ao se levantar.

-O quê? — levei um pequeno susto — Nada disso Bieber! Eu vou pagar. Você pode me esperar lá fora.

-Até parece Torrance! Eu te convidei, eu vou pagar. Não seja teimosa — rebateu.

-Então faz assim, eu pago uma metade e você a outra — sugeri.

-Não e para de ser orgulhosa, os homens pagam o jantar!

-Isso é machismo, as mulheres também podem pagar. Esse é um país livre Bieber — respondi.

-Mas isso não vem ao caso! Eu quero pagar, eu vou pagar! — disse autoritário.

-Argh! — reclamei — Tudo bem, eu vou ao banheiro — disse me retirando da mesa.

Fui ao banheiro bufando. Afinal, eu concordei em jantar com ele! Eu tenho que pagar o que gastei.

Retoquei de leve a maquiagem, arrumei meu cabelo e saí. Justin estava ao lado de fora do restaurante conversando com um garoto.

-Valeu cara! Te devo essa — Justin disse ao pegar um violão encapado das mãos do pequenino.

-Justin — o chamei — E... Chistian? — bingo! Era o Beadles.

-Boa noite Torry — ele me comprimentou.

-O Chris veio me trazer o violão apenas — Justin explicou.

-Ah, tudo bem — disse confusa — Vamos então?

-Claro — ele disse — Até mais Chris!

-Tchau JB, tchau Torry! — ele disse e eu abanei.

-Por que esse violão Justin? — perguntei curiosa.

-Você já vai ver. Eu vou te levar em um lugar, vem! — ele disse.

-Justin eu... — não consegui terminar pois ele me puxou pelo braço rapidamente.

Continua...

Notas finais
E então? O que acham que vai acontecer agora? AAAAAAAAW o próximo capítulo é o mais fofo de todos, eu acho! KKKK MANDEM MUITOS REVIEWS, PORQUE EU FINALMENTE CHEGUEI NESSA PARTE NÉ, E AGORA QUERO SABER SE VOCÊS GOSTARAM KKK BEIJOS E NÃO ME DEIXEM ALONE! :*