Sorry
1 Capítulo 1 - Quando a desgraça é pouca
Notas iniciais
http://www.youtube.com/watch?v=QVM9hb6wsXA&feature=related
Sorry - Jonas Brothers
é um de minhas primeiras fic's, inspirada na música Sorry - Jonas Brothers mas os personagens são da titia Steph...
Fazia algumas horas que havia anoitecido. O céu estavalimpo, sem nuvens e, apesar do frio, estava uma noite linda. Capaz de tocar e emocionar a qualquer pessoa, menos a mim.
E tudo por culpa da maldita hora em que eu decidi que estava na hora de começar a viver minha vida de forma plena. E é claro que o primeiro passo para isso seria arrumar um namorado. Talvêz os deuses gostem muito de mim, ou eu acabei sendo \'presenteada\' pelo destino com o meu namorado... Edward Cullen.
Ele era simplesmente perfeito, eu não poderia ter pedido melhor. Ele era tão lindo que eu não sei até hoje se ele é humano ou... um vampiro. Mas, como os sonhos sempre acabam, eu percebi que ele — definitivamente — era humano.
Eu sei que isso não é desculpa para o que ele fez... Mas não deixa de ser verdade — TODOS OS HUMANOS ERRAM, SÓ NÃO ERRA QUEM NÃO É HUMANO.
# FLASHBACK ON #
Eu estava prestes a entrar para fazer minha aula particular de piano (tambem né, eu era a única aluna naquela academia de música... Que coisa, não?) quando eu reparei que a moto do Ed (meu namorado... ¬¬\') estava lá.
Que estranho... ele nunca vem aqui... mas ok. Lá vamos nós.
Respirei fundo tentando acalmar minha curiosidade e a estranha sensação de que alguma coisa não estava certo. Subi aqueles quinze degraus com impaciência e apertei a campainha. Uma. Duas. Três vezes e ninguem vinha abrir a porta. Mas infelismente, a porta era de vidro e eu vi que duas pessoas estavam se agarrando em cima de um dos sofás de couro caramelo.
Por que estão demorando tanto? São apenas dois passos até a porta... Até a dona Zilá (minha professora... tadinha, com um nome desses até eu gostaria de esquecê-lo) faz isso mais rápido...
— Que pouca vergonha é essa? — a dona da voz só podia ser a Déby — filha da minha teacher (loucura ou não, a dona Zilá tem oitenta e tantos anos... ai)
— Não é o que você está pensando... — Essa voz... é do MEU Ed (N/E: cuidado com o ciúme e a possessividade... por que mata! B: nada a ver... se você tivesse um namorado como o meu duvido que você não teria ciúmes... Autora: nem tenho namorado... mimi [chupando o dedo] B: mas eu sim... então fica quieta...)... Então... ele... não! Não pode ser...
— É melhor que isso não aconteça novamente! Tânia, eu preciso que você vá agora até a garagem e veja se o Carlos já chegou com os livros que eu pedi...
Apertei mais uma vez a campainha.
O vento frio contrastava com o sol forte deixando uma estranha e incomoda sensação — frio e calor ao mesmo tempo. Finalmente a porta foi aberta, mas o que realmente atraiu a minha atenção foi um estranho e familiar tom acobreado dos cabelos de um cara que estava quase sendo engolido pela tal de Tânia. Essa garota parecia uma piranha oxigenada.
— Oooooi... chegou cedo hoje... — Essa Déby parece estar escondendo algo... Se ao menos ela não desse esse sorriso amarelo... Talvês seja vergonha por causa do barulho (leia-se gemidos) que estamos ouvindo... Talvês...
— Está tudo bem, Déby?? — Tentei ser simpatica... mas o que eu ouvi me chamou a atenção...
— Bella? — Esse sussuro, quando eu ouvi, me chamou a atenção pela familiaridade da voz.
Não sei o que estava se passando naquele exato momento, mas assim que eu cheguei a uma terrivel conclusão um som meio estrangulado saiu de minha garganta.
— Bella, você está bem?
— Bella?? — a mesma voz que sussurou meu nome pronunciou novamente, só que mais audível dessa vez. Eu não conseguia acreditar no que meus olhos estavam vendo: Edward tentava se desvencilhar da piranha que tentava continuar a beijá-lo.
— Bella, você tem certeza de que está bem? Você está tão pálida... quer se sentar? — Déby começou a se agitar, procurei minha voz para dizer-lhe que eu estava bem, mas não achei. Só consegui acenar com a cabeça numa tentativa de tranqualizar-lhe, dizer que estava bem quando na verdade minha vontade era de morrer... — Você tem certeza de que não quer se sentar? Parece que você vai cair... quer que eu te chame um médico?
— Não, não precisa... eu acho que eu vou ter uma síncope... — quando eu finalmente achei minha voz, ela saiu estrangulada revelandotoda a dor que eu estava sentindo por dentro. — Edward, como você pode fazer isso comigo?
— Bella eu posso explicar...
(...)
Me virei e sai.
# FLASHBACK OFF #
Só Deus sabe o quanto doeu terminar com ele, mas eu sentia que alguma coisa estava errada.
CONTINUA...
Notas finais
Gostaram????
Please gente, mandem reviews... faça uma autora feliz, comente, critique, elogie, dê idéias...
se houver tipo... 2 reviews, eu posto mais...
Leiam tambem a minha outra fic : "Please, dance with me" e comentem...
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