Sombras
7 Capítulo 7 The place of darkness!
Notas iniciais
xD
Quem nunca gostaria de ficar perdida entre sonhos e realidade? O mesmo acontece comigo, agora nem sei se estou em um sonho ou na minha vida real. Mas, entre destinos nunca acabara no começo dela, apenas tenho a certeza que um dia a minha vida pode voltar a ser como ela era antes, ou nunca...
Após sair daquele hospício, voltei á escola, nunca teria uma coisa nova, apenas queria ir embora desse lugar sombrio que me desperta mais a solidão. Depois fui até a secretaria, teria eu mesma que ter uma conversinha com aquela diretora dos fios brancos.
Encontrei a porta rachada, onde uma bela escultura muito parecida com o que já virá colado naquela porta, o estranho foi... Um grito ecoava dentro de mim, a escultura era um pássaro negro, muito negro, onde se fechavas e abrias. O que eu não entendia, era como esses pássaros estavam todos por aqui. O medo fervia dentro de mim. Bati-o e ouvi algo me chamar para entrar.
- Pois não? Deseja alguma coisa? – perguntou olhando em sua agenda.
- Sim! – respondi.
Ela olhou para mim, e se levantou. "Porque levantas quando me olhas?"
- Fala-me Adelaide! O que desejas? – disse um pouco assustada.
- Porém, estou me perguntando, além dessa escola ter de tratar os depressivos... – parei em instantes e continuei. – Ela não ó tratas, por que minha depressão aumenta.
- Alguma coisa de errado jovem?
- Tudo, essa escola me parece mais algo onde se aprendes não ondes se curas.
A mulher de cabelos brancos, sem intrometer começa a gargalhar baixo.
- Algo de errado senhorita? – pergunto.
- Não jovem! Você está tendo problemas, todos os aqui são curados, através da aprendizagem.
Não era certo, nada aqui, como? Como pode? Algo esconde nesse pedaço sombrio. Sem responder saio-o da sala.
Sem prestar atenção, ando sem rumos e destinos pelos corredores. Esbarrando em alunos malucos. Nada poderia estar certo, nada poderia estar acontecendo. Aqui era uma grande prisão, onde muitos não conseguem escapar apenas deixando apagada sua vida lá fora e lembrado sua morte aqui dentro.
Ando até meu quarto, onde me lembro daquele livro encontrado naquela biblioteca. Folheio todas as páginas, onde cai uma carta. "Estranho..."
Abro-o, e leio.
"Não se sabes o que aconteces, nesse lugar, onde alguém pode encontrar meus destinos".
Onde muitos não entendem, onde poucos não sabem, onde apenas um revela-se ao meu mundo anterior.
Ninguém irá saber, enquanto um não lhe salvar, ninguém saberás como, antes da Décima noite.
Ondes algo estranhos irás cair entre mares. Sem me salvar. Aonde irá a primeira abertura, nesse lugar prisioneiro, pela chamada escola Nigh in March. Sejam salvas antes dessa Décima noite, antes que todos não livrem seu corpo para sempre!""
Uma carta chamativa e velha. Falava sobre essa escola, um segredo-me revela, onde a primeira abertura dessa escola, onde Décima noite possuirá corpos nessa prisão. Estou aqui faz quatro dias. Será que o real do décimo dia, entrará esses mundos? Tão pequenos mais tão fortes e distantes.
A vida é uma porta você precisará da chave para abri-la e depois entra-la e seguir os ramos dos caminhos. E essa chave é você.
É como eu abri uma carta, e terei que desvendar o que estas por trás disso, ou se é a verdade ou mentira. A verdade da verdadeira mentira. Ou a mentira da mentirosa verdade.
Sempre algo me procura onde algum corpo caído sombra minha mente. Apena um corpo flutuante nos mares. Onde mostrou algo na carta. "Quem escreveres?"
Onde dúvidas me ocorrem, ondes respostas não há. Onde única saída sou eu.
Folhei uma das páginas, e entre eles uma coisa muito terrifica. Uma foto da escola, não de qualquer uma mais dessa aqui a Nigh in March. Onde outros estudaram e foram embora.
Onde muitos sem entender perderam a sintonia da vida. Onde poucos saberiam da verdadeira história dessa prisão onde um nome foi dado, "Nigh in March".
Mais, a história não está comigo, onde um livro "As Graúnas" fora achada por mim, entre gritos que ecoavam dentro de mim, pela horrorizada poesias e imagens que transmitiam pelo fundo dele. Onde sonhos que me atormentavam seguia minha vida, dando respostas dignas. Onde tudo ocorrerá à verdade da mentira, ou a mentira da verdade. Pelos morares lugares horrorizados existiam. Quero respostas onde todas as minhas dúvidas poderão ser retiradas da memória. Onde acabaria todos esses pesadelos ou sonhos leves sairão flutuando para a próxima revelação, onde tudo acabaria para mim e para todos os outros seres em perigos.
Nem todos têm segredos nem todos tem privilégios de tentar.
Onde aqui é o lugar da Escuridão. Onde aqui é o mundo dos pesadelos, seria mais fácil ser aprendida por mistérios, e o bom motivo estar em suas mãos, onde segura a arma e a consciência.
Pode ser assustador, mais quanto revelares, seria a divida das vinganças dos maus.
Ouso rugidos da porta, e guardeis o livro rápido, e Luna aparece. Caída desmaiada.
"Maus caminhos acontecem, seguem para a trilha destinada horrorosa, deixando apenas um pedaço do coração e seguindo sombrias, palavras afeiçoadas".
Onde muitos não entendem onde poucos sabem e onde apenas um saberá seguir e revelar-te os segredos mais sombrios do século.
As mentiras retiram da moral, e a verdade guarda dentro do aproveitamento de coragem, seguindo para um lugar que maras as escuridões, dentre elas um mundo onde não é real, um mundo imaginário feito pela própria consciência.
Pedaços quebrados de corpos, onde há penas negras flutuantes entre oceanos, carregados de solidões que partem vidas em duas, onde uma esta flutuando morta e outra peça ajuda ou assombra seu caminho. Destruindo lugares revelantes e misteriosos. Pagando todas aquelas vinganças.
Fale com o autor