Sombras
11 Capítulo 11-Across borders Oceanic!
Notas iniciais
Em sua frente estava eu, lá naquela fronteira oceânica que cobre todos os seus encantos passados, ele irá revela-lo seus segredos e partes de mim, só não sei quando e tempo estará preparado.
- Está Ryan? Contarás? – perguntei.
Ele apenas se abaixou pela cabeça, ergueu-a e deu um longo suspiro. Apena assentiu, e uma longa nuvem negra em tons cinza apareceu cobrindo nosso mundo, ou melhor, tudo em nossa frente. Apena parecia que iria cair em um buraco fundo, onde você afunda em momentos afogados.
Eu apenas abri os olhos, o jovem da capa preta... Ele estava ao meu lado.
Quando deparei o mundo estava tão cinzento, uma cor que odiava. Eu realmente disse:
- Onde estamos?
- Não se lembra?
- N-Não.
- Olhe bem, aqui foi onde tudo começou.
Revi mais uma vez, não, realmente não sabia onde estava o que haveria aqui de tão especial? Algo tão indestrutível?
- Não realmente não ó me lembro desse lugar, o que há aqui de tão oportuno?
- Entenda-me, foi onde nasceu!
- Quem nasceu?
- Quem poderia mais? Você Adelaide.
Não poderia acreditar, onde eu estava... Era apenas uma avenida, om lugar sombríssimo, onde não há nada.
- Aqui onde nascera?
- Exatamente, você pode não se lembrar de partes em partes, mais algo você lembra só não quer abrir sua mente.
- Mais, e ai? O que viemos fazer aqui? – disse nervosa.
- Foi aqui onde você viveu novamente!
- Vivi novamente? Resume-me não estou entendendo.
- Simples você morreu!
- Olha Ryan, eu realmente não entendo como posso morrer e viver novamente?
- Simples Guardião ó ressuscitou! Olha bem...
Quando Ryan passou sua explicação imagens antigo vividas por mim apareceram como flash Black, onde se produzia em memórias.
Vi minha mãe... Correndo em pânico, estava algo em seus braços um bebê. Ela não se movia apenas algo negro corria atrás de minha mãe. Ela chorava, eu via seu rosto intrometia, uma estranha palidez. Ela se agachou por um canto. Se protegendo do perigo. Até que Ryan continuara sua explicação:
- Nunca soube o que era aquela sombra negra que perseguia sua mãe. Mais algo perturbou você, a sombra a matou, fazendo com que você não ó tivesse mais vida nenhuma.
Eu estava completamente parada, só apenas via as cenas. Após isso, minha mãe lhe tirou o avental que cobria o bebê, ela apenas chorou que adormeceu do mesmo jeito, mas, que eu só ouvira uma única sussurrada:
- Queria tanto passar mais um dia com você! – ela apenas assentiu deixou a morta em um canto e dormirá em sono amargura-te. E desde estão nunca ficará tão assustada com aquela cena, se eu estou viva agora? Como viverá esses momentos?
- Então? – disse. – Como vivi?
Ryan apenas não falou, mais percebi o que ele queria falar. Ao encontrar morta no chão o bebê ao lado de minha mãe. Vários pássaros se aproximaram ao redor dela em silencio absoluto. Pássaros negros. Apenas um dele era um maior. Onde virou ser humano. Todos eles. Eles eram normais. Apenas estavam indiferentes e inseguros.
O pássaro maior lhe fizera algo naquele bebê, um pó negro ao cinza possuirá o corpo. Onde umas nuvens escapadas do céu lhe surgiram ao seu redor, levantando-a e que flutuava na atmosfera negra em tempo chuvosa. Onde o cabelo do bebê lhe nascera mais comprido e seu corpo crescia em forma rápida. Após tempo, seu corpo lhe pousará ao lado de minha mãe. Onde se ouvira um choro. Ela estava viva. Antes de minha mãe ter acordado, Graúnas se foram. Em plenas harmoniosas fronteiras oceânicas.
- O que era isso Ryan?
- Apenas um tempo para se viver. Vamos voltar ondes estávamos. – apenas disse e a cor cinzenta sumira de minha vista ó sonhando em cores negras escaldantes.
Quando se sumira em mim, deitada em areia fina. Lugar contrariado de novo. Lembrei em parte e parte daquele flash Black. Inocência, e aterrorizante.
- Como assim? – dizia baixinho. Apenas levantei-me. E respirei o mais rápido que pude. Ryan estava inocente no que passara esses minutos.
- Esta bem? – dizia ele.
- Quem são eles?
- Como assim?
- Quem eram eles Ryan? Você sabe muito bem, só estar fingindo de novo.
- De novo?
- Sabe... Que dizeres, muitas vezes.
- Nunca mentirás.
- Não estou falando de você mentir, apenas estou dizendo que você esconde tudo o que se passou de minha vida.
- Apenas estou te protegendo Adelaide. Só te protegendo.
- Protegendo de que? – dizia ornamente.
- Olha bem, você havia morrido por uma nuvem negra que nem sequer eu sabia. Mais o resto soube de tudo, o pássaro que havia te ressuscitado, lhe colocou um pó em seu corpo radiante.
- Mais por que quisera me salvar?
- O que o Guardião disse, foi que aquela nuvem não era qualquer, sua cor poderia ver uma magia escaldante.
- Então aquele é o Guardião que tanto fala? – indaguei.
- Exatamente.
- Então? O que aquela nuvem fez de tão escaldante?
- Pelo que eu sei, ela lhe possuiu seu corpo, e arrebentou todos os órgãos vivos ali dentro. Matando você mais querendo viver em um corpo humano.
- A nuvem queria me possuir, queria um corpo humano para se viver?
- Eu acho que sim, não tenho cem por cento certezas, mas, o Guardião lhe disse que aquela nuvem negra queria possuir o primeiro corpo que encontrava. E ela lhe viu um bebê, você.
- Por que não ó possuirá da minha mãe?
- Às vezes muitos seres ingênuos ou criaturas preferem seres mais jovens. Então... – disse fazendo uma pequena pausa. – Possuiu você.
- E há algo de errado nisso?
- Quando você morreu sem ter uma vida sequer, muita pássaros estavam indo atrás daquela nuvem ou sombra negra, sem saber o que ela representava, mais uma coisa sabe ela poderia lhe destruir um lar aqui, vidas inteiras. Ao lhe pousar sua mãe em um canto qualquer, Guardião sem pretender uma coisa, preferiu ressuscitara-la. Pois qualquer meda ou canto, a sombra poderia substituir um mau.
- Então, reproduziu meu corpo?
- Sim, com um pó braunense. Esse pó é feito de penas de Graúnas poderosas. Que viveu seu corpo, mais ainda não se sabe se aquela sombra ainda te possui.
- E eu ainda tenho órgãos?
- Você nunca percebeu que quando se machucava, nunca fazia sequer um corte, e nem lhe sairá gotas de sangue?
Lembrei-me de um fato que me ocorreu.
Saia de escola antiga, ao atravessar a rua, um carro veloz avia me atropelado. O acidente foi tão grave, que sequer eu haveria sangrado ou morrido. Mas pelo que ouvirá dizer os médicos idiotas. Que como pode um acidente em forte bater em pessoa delicada ainda poderia estar viva. Com isso eu poderia estar morta.
- É nunca sangrara em minha vida. – disse.
- Então! Você não tem órgão e nem sangue, apenas pó de penas de Graúnas. Aquele pó é poderoso em seu corpo. Você pode desabar com qualquer mau que ocorre em nosso mundo. É por isso...
- O que?
- Que eu lhe vejo você em todas as faces de sua vida. Meu Guardião lhe mandou um exército de Graúnas perseguirem você, sem que percebesse. Mais eu fui o mais que ficou ao seu lado.
- Eles se formam humanos quando querem?
- Sim. Eles não são amaldiçoados, apenas querem ter duas vidas...
- O humano e o pássaro. E você? Pode se transformar em humano quando queres?
- Não!
- O que houve?
- Isso é por conta minha. Não é motivo de saber.
- Tudo bem, já explicou o suficiente para mim.
Ainda tinha duas dúvidas indesejáveis.
- Ryan?
- Sim?
- Era você aquele jovem? O primeiro que virá, o primeiro tempo em que cheguei aqui, nessa beira oceânica?
- Sim.
- Então, mentirás de novo. Claro que pode se transformar humano quando queres.
- Não, aquele era o último tempo que eu poderia, Guardião me libertou de voltar a ser como eu era. Para poder falar com você.
- Então...
Ficamos em silencio e mais nada ó tinha em mundo, a última dúvida deixaria para quando tudo se resolvesse sozinho. A última vista que tive foi que atravessara aquele oceano aberto. E tudo se apagou lentamente. Mais uma coisa eu sabia, eu lhe sairá do mundo dos mares. E deixara aberto entre fronteiras oceânicas.
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