Sombras

12 Capítulo 12-A Almost Forgotten!


Notas iniciais
Boa Leitura!

Fiquei intacta em mente, Luna me via em forma retórica assustada, seus olhos transmitiam algo sufocado. E algo estranho ela me escondia.

- Onde estou? – perguntava tentando me levantar.

- Onde você deve estar? Na escola obvio.

- Calma lá, não ó precisa gritar.

- Eu não estou gritando. Só estou assustada. Onde se meterás?

- Engraçado...

Eu não poderia contar o que havia acontecido, ela poderia estar me achando mais do que louca.

- Eu não sei Luna, apenas me deu um treco na cabeça.

- Sei. Então vamos, faz cerca de dez horas você estar desaparecida.

- Dez horas?

- Ahãm!

Dez horas? Um tempo esquecido, um tempo perdido para o resto de uma vida eterna, que fora enterrada por séculos inovados.

Uma recepção, um sinal de interdita. Logo após fui ao quarto 32 DB. Estava intrigada e louca. Eu realmente não me entendia completamente.

- Está bem? Quer alguma coisa? – perguntou Luna em tom expressiva.

- Desde quando se preocupa comigo?

Ela ficou pensativa em um momento, um alcance predominava esse quarto, sabia que ela escondia algo de mim. Mas a era, completamente difícil de impor o tamanho da afinidade de seu pensamento. O mundo cruel e digno. Um pedaço faltava nesse espaço. Um caminho de uma sombra negra atravessava... No lugar errado.

- Olha Ade... Eu não sei como começar.

- Começar? Tens algo a mais? Segredos? – dizia em forma implosiva.

- Ai, ai! – sussurrava-a. – Olha meus conceitos.

- Que conceitos?

- Diga-se que... – Antes que ela falasse um sino tocou, fazendo um barulho ridículo.

- Ai! Que é isso? – falei.

- Um sino estranho...

- Nunca ó tocou parecido por aqui!

Um templo esquisito e um murmuram meio apagados. Uma forte neblina assuava ao redor daquela escola. Vidros quebravam, o corte pegou a meu rosto. Sangue frio lagrimejava meu rosto em pleno palidez. Caída quase Luna me puxou pelo meu braço a erguendo e afastando desse lugar incrivelmente aterrorizante. Muitos passos foram abertos em lógicas intactas. Loucos corriam por todo lado com medo do acontecido.

Mesmo eu, o susto não me perturbou, algo indicava um sinal de Ryan Duncan.

Mesmo sendo em tons perturbantes, o sino em som alto apagava todos aqueles esquecimentos. Nem tudo o que se indicava, mas, Ryan sabia o que era.

- Ade! – alguém ó chamava. — Saia pra fora.

Um eco ecoava em meus ouvidos... “Saia, saia, dali...”.

Corri em um topo de uma montanha alta pra fora de Nigh in March. Aquele sino ó terrorizava, o que indicava aquele eco em que ouviras por outro lado? Até que parei, havia acabado o caminho o trilho a altura de uma montanha. Era grande, não o tinha mais saída por outro lado. Mais ainda aquela voz, sussurrava em meus ouvidos, referendo meu cérebro invadido de eco.

- Pula, não ó pare em nenhum caminho, se tens fim apenas vá para esse canto, pois nunca terás um fim!

Pular? Afinal essa voz é um tanto psicopata, queres me matar, ali em baixo apenas tenha água. Do Mar. Mais eu tinha uma impressão se eu não pulasse algo má irá acontecer. Obedeci à voz. Eu apenas coloquei meu passo para trás. E corri naquela direção pulando e caindo sem saber onde o destino me propagava ir. “Será meu fim?” “Não eu não sou mortal...”. Apenas caia, parecia mais uma eternidade. Agora eu sentia que uma coisa tão macia pousou pela minha mão. Uma pena negra e sedosa. Apenas desejei que dessa sorte, por esse momento. Mais eu não ó sabia até onde iria chegar.

Notas finais
:)