Sombras

1 Capítulo 1 Nigh in March!


Notas iniciais
Boa leitura...

Depois de ter passado por tempos difíceis, eu acabei de me mudar para fora de meu país. Não sei onde estou, mas parece uma ilha. Mas afinal é uma ilha. Não sei seu nome, mas a noite ela e o Mar ficam muito assustadores.

Antes de me mudar eu sofria depressões minha família não me entendia. E acharam melhor eu viver com minha avó que simplesmente vive em uma ilha pequena. As depressões eram estranhas não me entendia, era dolorosa e torturante. Às vezes eu olhava imagens repentinas. Uma das minhas visões que eu não entendi.

“Eu passava pela areia e vi uma rocha negra”. Sem me preocupar subi em cima dela. Usava algo estranho em meu corpo, mas era lindo. O vestido comprido apertado com suas cores da noite. À noite em que eu via era muito escura. A lua estava cheia. Olhava o meu reflexo sobre aquelas águas. Meus cabelos negros cintilavam com o brilho da lua, e os ventos faziam com que movimentasse levemente. Meus olhos medrosos pousaram sobre uma imagem estranha. Minha mão tremia. Algo mistérios acontecia. Um corpo que parecia uma Graúna, pois em suas costas havia suas asas negras e finas. Mas era um corpo de um ser... Não gritei, não tinha medo, e meus olhos se indicava com aquela imagem perfeita. Ela flutuava, mas não dava para ver todo seu corpo, só suas asas. Após um tempo uma ventania negra se formava ao seu redor. ’’

Agora eu não entendia o que se passará essa imagem em mim. A única coisa que eu queria saber era como foi o final daquele corpo que um dia flutuou anos naquele Mar. Mas depois que vi aquela sombria imagem em meus seis anos, nunca, mas virá em meus sonhos ou em meus pesadelos. Nem acordada virá mais a sombra de uma imagem misteriosa.

Agora estou aqui numa ilha. Mas os mares eram violentos quando me aproximava naquela beira, onde ficavam as pequeninhas pedras negras. Depois de uma noite em minha nova casa. Comecei a ouvir sussurros naquele mar. A casa era tão perto do Mar que parecia que ele iria engolir a casa. Os sussurros chamavam nomes de alguém. Mas o que foi estranho era que eu não entedia, o que esses sussurros falavam.

Sempre soube que nunca tive um amigo sequer. Nem aqui irei encontrar algum, mas o que era engraçado foi que aqui existia uma escola depressiva. Agora realmente entendi porque sai de minha cidade natal. Não fiquei com raiva, pudera, eu realmente precisava de ajuda.

Por muitos anos que eu via imagens sóbrias, pesadelos estranhos e agora ouso sussurros vindos daquele Mar estranho.

Preciso desse tipo de escola, ou seria capaz de eu ficar louca.

- Adelaide! – Ouso minha avó me chamando. – Vamos!

Meu primeiro destino de ir hoje naquela estranha escola.

- Espere! – digo enquanto visto minha bota curta preta.

- Adelaide, querida espera que se sinta bem lá, pois você só volta sábados e domingos para casa.

- Sim, eu me sentirei bem lá, tomara!

Minha Avó apenas sorriu, eu carregava umas malas cheias de meus usos pessoais. Realmente lá não irão sós tratamentos especiais, mas sim alguns ensinos como filosofia, biologia, matemática, romano, informática, física e as grandes artes.

Carrego em minhas mãos uma mochila praticamente pesada, sete cadernos estão ali, e outros usos materiais.

Na minha escola antiga, eu considerava ridícula, professores praticamente colocavam os alunos que sequer faziam barulhos na direção. Uma vez eu fui só por que eu levantei da sala para apontar um lápis. O diretor não fez nada, apenas me deu um bilhete. E a reação de meus pais foi louca. Reclamando que aquela escola além de ser estupida era meio fora do lugar.

No carro de minha avó, eu ficava em silencio todo o tempo, preocupada...

‘’Será que vai ser pior do que a minha antiga escola?’’

- Tenho certeza que irá ser uma boa escola, apenas alguns anos, até você se tratar dessa depressão! – minha avó falava, não dava muita importância pra isso.

- Não se precisa se preocupar vó, eu serei tratada bem lá, afinal não é uma escola onde ajudam as pessoas depressivas?

- Claro, claro que sim! – dizia ela em tom amarga.

Apenas me assenti, e durante dez minutos, estava lado da escola. Minha avó apenas pousou logo em frente a um portão grande. Estava muito enferrujado e a escola que via, era... Assustadora.

Em cima daquele portão, praticamente há uma placa quase caída.

Bem vindo a ‘’Nigh in March’’.

- É aqui Adelaide, tome as suas malas, a diretora deve saber quem você é já conversei com ela, e boa aproveito, até sábado! – peguei as minhas duas malas, e fui até aquele portão incrivelmente enferrujado.

- Até mais! – ela se direcionou e partiu. Aqui estou eu numa lugar desconhecido, que praticamente foi um dos meus misteriosos acontecimentos. Quando um tipo de porteiro daquela escola abriu o portão, nem sequer falou uma palavra.

Subi para um caminho onde ao seu redor havia flores secas. “Mas que descuido.” – pensava em mim mesma.

Era tão escura, sombria e assustadora. Pareciam mas aquelas escolas de terror, que mal você entra nela você já esta praticamente morta por uma faca. ‘’Espero que aqui não seja assim. ’’

Entrei em uma porta, cuja era enorme, que poderia passar vinte alunos de uma vez. Hoje seria o primeiro dia da abertura dessa escola que deveria ter séculos de anos, de tão velha e mal feita que estivesse.

Passei por um corredor médio, lá havia armários, que já conhecia, onde alunos têm o seu próprio para colocar seus danos ou materiais pessoais. ‘’Será que tenho um também? Poderia ter todo terá o seu!’’

Encontrei com vários alunos, indo para minha mesma direção e outros pela direção ao contrário. Tentei várias volta pela escola, até ver a sala da diretoria. Entrei pedindo licença. A sala era grande com várias estantes de livros velhos e cheirava a pó ou seria mesmo daqueles papeis velhos. Vi uma senhora de idade, praticamente seria a diretora. Seu cabelo branco pendurado com coque bem arrumado, usava óculos com lentes fina, e prestava atenção em seu caderno de anotação. Quando me viu entrar, olhou com seus olhos azuis e sorriu.

- Olá, você deve ser...

- Adelaide! – interrompi.

Ela me olhou ainda mais séria que antes, se levantou de sua poltrona. E venho até mim.

- Seja bem vinda à escola ‘’Nigh in March’’.

- Obrigada senhorita!

- Prazer em conhecer Adelaide, sinta se a vontade aqui nessa escola, pois serão umas das melhores onde você ganhará tratamentos especiais e ensinos educacionais.

- Obrigada a gentileza. – respondi.

- Venha siga-me! – segui a diretora, que nem sequer apresentou seu nome. – Vou lhe mostrar onde será seu quarto.

Subi umas escadas longas e cansadas, e parei a outro corredor onde havia cinquentas portas, consideravelmente aqui teria duzentos e cinquentas portas. Pois tem cerca de seis andares profundamente. E seja a sala de aulas e horas vagas e cantinas poderia ter mais de seis andares e portas incrivelmente velhas e grandes. A senhorita diretora parou em frente a uma porta com um número indicado e disse:

- 32 DB, esse será seu quarto! – ela abriu e vi duas camas, considerável grande e imenso aquele quarto, com duas mesas para cada cama, dois armários, e duas janelas extremamente grandes. Aonde vinha um gelado vento em meu rosto. Entrei e deixei minhas malas em umas daquelas camas, os lençóis eram limpos e sedosos.

- Bem Adelaide, se organize e daqui a meia hora dessas para baixo no quintal a esquerda, que praticamente quero conversar com todos os alunos.

- Sim senhorita! – respondi.

- Há e mais uma coisa, não irá ficar sozinha aqui, praticamente virá, mas uma aluna nesse quarto. – falou em tom meloso e um pouco baixo. – Poderá fazer grande companhia.

- Claro seria um grande prazer!

A diretora me olhou estranha, fechou o portão e saiu, deixando eu sozinha naquele quarto incrivelmente grande. Suas paredes eram decoradas com papeis de parede. Desenhos estranhos pareciam, mas um vento soprando os mares. Depois de ajeitar tudo dentro de um dos armários. Eu acabei apagando naquela cama. Apenas sonhei com um mar que gentilmente flutuava uma pena de Graúna.

Notas finais
:)