Sombras
2 Capítulo 2 One step back!
Notas iniciais
Após ter arrumado as coisa de minhas malas, adormeci na cama com lençóis macios.
Na pequena praia onde areia fina havia, senti algo sussurrando. Ouvia passos correndo atrás de mim, me viro e não deparo com ninguém. Na margem daquele Mar, um simples jogo. Uma pessoa que não se via completamente, só se via seu vestido rasgado negro e seus cabelos castanhos.
Ela estava em pé numa daquelas rochas escuras, não conseguia me mover para ver seu rosto. Apenas depois um grito forte e agudo... Corro, e tropeço numas das pedras que havia por lá, seguro e respiro pela queda que tive. Após um tempo não virá mais a menina. Ela sumiu sem deixar rastros naquele longo Mar da noite. Escuto silêncios e sussurros ao mesmo tempo. Quando olho para cima, apenas uma pena desliza no ar.
Acordo em pânico ousa um rangido da porta do meu quarto. Uma menina aparentemente minha idade, entra sozinha no mesmo quarto que eu, era alta, com compridos cachos castanhos, e usava roupa gótica. Apenas um vestido preto e suas altas botas pretas estranhas. Ela sorri ao me olhar e depois seu sorriso desaparece. Aponta a mala em sua outra cama. A menina me aparentava e me lembrava na garota onde vi no sonho em que tive antes, pois seus cabelos eram tão idênticos.
- Olá, você deve ser a nova parceira... digo.
- Sim! responde quase em sussurro.
- Há prazer em conhecê-la, meu nome é Adelaide mais pode me chamar de Ade, não dou muita importância nisso!
- Prazer, sou Luna.
- È daqui a dois minutos teremos que descer lá no pátio. A diretora quer nos argumentar algo. falei sem ter desconfiança e continuei. E por algum acaso você é novata aqui?
- Sim, todos os alunos aqui são novatos, até você!
- Então quer dizer que foi a primeira abertura dessa escola? disse sem saber nada.
- E o que você acha? Nigh in March é umas das escolas depressiva mais famosa do mundo, não conhece?
- Sinto muito mais não! E nem sabia que existia, só soube depois que meus pais me mandaram para cá!
- Está bem!
- E você tem algum tipo de depressão? Por que pra mim é uma pessoa normal!
Ela ficou um tanto em silencio, pensando na resposta que daria. Mas sua expressão teve rápida conexão de raiva e ódio do mundo!
- Sinto muito, nem deveria tocar nesse assunto!
- Sei, apenas por que meus pais me consideram louca por eu ter outras alucinações...
Ela tinha o mesmo efeito que eu, alucinações, mais não sabia, porém se era sobre sombras ou terás mais terror do que minha própria mente.
- Também sofro sobre isso! digo no silencio mais profundo.
Ela apena me olha e arruma suas coisas, algo que ela tenha, mas não sabe me explicar ou não quer me dizer.
Verifico se tem um banheiro e tem, a banheira era meio quadrada, com as paredes estranhas num tom azulado. Tomo um banho e visto uma roupa qualquer.
Vejo que Luna, esta praticamente desabafada. E seu sorriso não aparece, tento me sentir mais desconfiada de algo nessa escola e praticamente nessa ilha onde há mares violentos.
- A gente pode ser amiga junta por todo o tempo? pergunta ela. Senti-me tão leve, pois minha primeira amiga seria a menina idêntica da garota dos meus sonhos passados.
- Bem... Claro!
- Sinto me dizer isso, mas tenho medo de me sentir sozinha todo o tempo por lado desse lugar, não tenho a menor confiança desse colégio.
Apenas assenti com a cabeça. E vi que teríamos um sinal estranho tocando para nos se preparando para esta no pátio.
- Bem teremos que ir não é? diz Luna.
- Sim!
Eu e Luna, seguimos com vários alunos em mesma direção no corredor para o grande pátio. Após termos descido as escadas, paramos em uma grande fila de meninas com meninos. Direcionaram-se em barulhos de pessoas. Até vir a senhorita sem nome.
- Você sabe o nome da diretora? digo.
- Não, simplesmente não falou nada comigo apenas me mostrou o meu quarto.
A diretora então pediu silencio para todos os alunos depressivos e falou.
- Bem alunas e alunos, como sabem já sabem seus quarto e armários, para quem não sabe na gaveta de cada cama, terá uma chave indicando um número e ache seu armário, para colocar seus materiais e danos pessoais. ela parou um instante e continuou. Preste atenção a cada regra no final da porta onde são seus quarto aparecerá uma folha pendurada com as seguintes informações dos dias. E embora no fundo de cada armário tenha seus uniformes. E para cada dia que não usar um castigo terá. E, portanto fazem o que quiser nessa escola, mas regra terá que serem obedecidas. Obrigados meus caros alunos.
A senhora dos cabelos brancos, saiu para outra porta dos fundos, e todos começaram a correr aos seus quartos para ter um dever do dia. Engraçado ao arrumar meu armário não encontrará nada de uniforme, e além das paredes nada de papel de informações.
- Vamos! Luna disse. Precisamos ver nossos horários.
- Está bem. digo me recuperando do susto após tirar a minha atenção! Vamos.
Voltamos ao mesmo lugar, nosso quarto. E lá vimos informações e horários do dia. Apenas tem de hoje e nada mais.
- Bem agora são três da tarde. Temos aula de arte e depois a cantina de lanche. digo.
Vou à procura de meu uniforme, quando vejo me assusto, não era tão feio, era um dos mais estranhos que já virá. Uma saia branca com listras preta, uma blusa não comprida preta, com suéter apertadíssimo, e um sapato com tiras na mesma cor do uniforme aparentemente tudo preto. Vejo-me ao espelho. Até que não esta tão má assim.
Deparo com Luna que também ficou bela nesse uniforme. Após termos se arrumado. Partimos para a sala 1DE a de artes. Vejo apenas dez alunos nessa sala. E vejo incrivelmente um professor de bom porte velho.
- Bem alunas podem sentar, por favor. ele diz. Bem alunas e alunos como já sei seus nomes pelas fichas, eu apenas me apresento. Sou Wenner professor de artes grandes. Estamos aqui para curares suas simples depressão de cada. A arte é uma forma de relaxar nossa mente. Então podem começar em baixo de cada classe apresenta uma folha em branco e matérias de uso para pintar. E eu me descrevo a fazer um desenho qualquer, que aparenta em sua imaginação! Muito bem podem começar.
Cada aluno pegou seus danos, fiquei minutos pensando no que desenhar. Luna parecia tão concentrada em seu desenho que não quis atrapalhar. Então decidi fazer um tipo de passo, que provavelmente nem eu entendi.
A cada risco que eu fazia, meu desenho parecia que ganhava vida. Um passo para frente na areia que eu fizera, e outra para trás. Não entendi mais fiz pelo que deu em minha mente. Após ter acabadas as horas de aula de arte, cerca de duas horas desenhando. Entreguei meu desenho acabado.
O professor Wenner recolheu e apenas olhou para o meu, que olhou com seus olhos dilatados. E sem expressar, me mandou esperar aqui.
- Então Ada, não vem! disse Luna.
- O professor me mandou esperar aqui, nem sei por que!
- Esta bem te encontra na cantina de lanche.
- Tudo bem!
Esperei cerca de cinco minutos, até o professor sentar em minha frente.
- Adelaide né?
- Sim!
- Bem sua arte foi umas das mais impressionantes!
- Obrigada!
- E quero te dizer, o que significa isso? diz ele apontando o dedo para um rastro de pegadas.
- Um passo de alguém, eu fiz o que deu em mente.
Wenner ficou um instante pensando, e até que se decidiu.
- É um...
- Sim, um passo para trás!
Notas finais
Sem palavras.
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