Sombras

6 Capítulo 6 A mist enters the Window!


Notas iniciais
Boa leitura!
leiam as notas finais.

Após passar e sair daquele pátio, eu subi em uma escada onde levava ao quarto de Félix. Primeiramente ele nos tinha convidado para entrar, eu e Luna. È mais ou menos perto do nosso mais um andar para cima. Ele abriu seu quarto, e lá havia duas camas, mais com aspectos masculino era uma cor mais escura e as paredes tinha sem papel de parede apenas passado uma tinta azul-marinho.

Ele nos pediu para sentar na cama e até que aconselhei;

- Dormes sozinho?

- Não!

- Então onde ele está?

- Nem sei deve estar comendo na cantina!

- Ah! Então o que faremos aqui?

- Sei, lá há essa hora deveríamos estar comendo, mais nem temos fome!

Então, eu levanto-me e vou até uma janela. Penso no que acontecerá naquele instante, o jovem interpreta por uma ajuda e sabe das minhas histórias. Afinal quem ele pode ser? Dúvidas correspondem em minha mente. Nada sei de sua vida e ele me diz a metade de minha. O jovem de cabelos e olhos negros comparando sua pele tão branca. O jovem que um dia fora o meu maior pesadelo e o jovem onde encontrei perto daquele Mar onde sonhei tantas vezes com aquela pena flutuante.

Mais tão distante essa imaginação. Neste momento em que olhava o mundo lá de fora uma névoa se propôs em meu rosto, me causando certa tontura, certo tortura e mágoa, ao ver minhas pernas tremendas vi o chão abaixo e acabei caído, desmaiando.

"Uma brisa vinha levemente", uma onda subia sobre meus pés, quando perceberá eu estava em cima dos mares, no meio daquele oceano, eu não afundava ficava ali com os pés sobre as ondas, apenas notei mais alguém caminhando sobre esses oceanos, mais não via sua aparência, apenas fiquei lá ó encarando tudo o que via, na metade do caminho entre as fronteiras desse oceano, uma forte nuvem negra invadiu seu espaço, cobrindo tudo o que tinha na minha visão, depois de um tempo tentando localizar quem era que se aproximava de mim, a névoa branca teve levado embora aquela nuvem branca, e apenas o que restou foi que eu vi novamente aquela pena flutuando entre esses mares. A pessoa que eu tentava identificar desapareceu, desprezando todo aquele continente, apenas o que via mais, foi erguer minha cabeça e olhar um pássaro negro voando ao redor de onde estava. E antes que eu pudesse abaixar a cabeça para aquela pena que flutuava lentamente, eu afundei, deixando que o ar não entrasse mais em meus pulmões. Apenas afundei até que meu mundo ao meu redor ficou completamente escuro’’!

Quando abro os olhos, vejo que estou num tipo de sala branca, cheirando a remédios e injeções, me lembro do que tinha acontecido comigo, um forte desmaio. Entre isso pude ver que, além disso, um sonho se formou na minha imaginação. Começando tudo de novo uma pena negra apenas quase mostrava. "Mais afinal o que significa’’"? Dúvidas que cercavam, não tinha o menor defeito que me respondia a isso. Depois de ter me recuperado Luna aparece na sala:

- Oi Ade, está se sentindo melhor?

- Acho que sim, apenas desmaiei?

- Eu ganhei um susto ao ver você caindo.

- Acontece.

Ficamos em longos silêncios, nada atrapalhava em minha visão, mais o que ela via, era só aquela pessoa que passou até mim, mais não deixando ver sua face e depois sumindo dentre aquela nuvem negra.

- Quanto tempo eu estou aqui? – pergunto.

- Cerca de uma hora!

- Foi demais. Perdi a aula de matemática?

- Infelizmente sim.

Não fiquei a toa, pensando nas matérias perdidas. Apenas o que eu queria era me dedicar a alguma coisa, que eu realmente não sabia.

Nesse quarto se via uma simples porta, nem sabia em que andar estava, mas sabia que estava na escola Nigh in March, provavelmente as paredes desse hospício são muito estranhas, cada desenho formava nelas, primeiramente via-se um pássaro brigando contra os mares que se sacudiam entre as ondas onde levavam muitos desses pássaros embora, ou seja, morrendo afogados.

Fiquei realmente sozinha, mais por que desmaiará? Apenas o que me lembro, foi que estava em uma janela do quarto de Félix onde uma ventania gelada jogou-se em meu rosto e nesse momento fiquei zonza e um apagão ocorreu em meus olhos.

Agora dúvidas remexiam dentro de mim, algo tão inútil e sem sentido, meu estomago revirava tanto quanto o desenho dessa parede, que me obrigou a ir a um banheiro perto daqui onde achara rapidamente. Vomitei. Senti nojo. Obriguei-me a jogar água em meu rosto.

"Aqui deveria me tratar, mais por incrível parece que cada dia piora minha depressão."

Embora seja, deitei-me na cama, onde os lençóis eram brancos, apenas uma fina coberta bege me aquecia, e só agora eu percebera que vestia uma camisola preta!

Tentei fechar meus olhos, mais não! A janela reparava muito, onde um dia um pássaro me olhava cantar, onde um dia um vento me deixou jogada no chão, onde um dia eu esperasse que aquele alguém aparecesse pela janela, pois não sabia o que era e quem era na vida.

Pensei no jovem garoto de olhos e cabelos negros que vestia uma capa que cobria todo o seu corpo. Aquele que me pedira ajuda sem nos conhecer. Aquele que embora fosse estranho, pois sua voz saia triste e medrosa, aquele que ficou em instantes em silêncios antes de me responder as perguntas que falara. Não seja tão ridícula a minha cabeça, seus olhos era iguaizinhos a daqueles do pássaro que me olhava e me encontrava às vezes.

Não teria que ficar parada aqui olhando o teto, paredes e janelas. Por mais que tenha terror nisso, eu irei atrás dele, mesmo nem se conhecendo inteiro apenas o estilo, a minha mente me obrigara ir para lá.

Apenas a última lembrança que me deu antes de sair dessa sala. Foi que ouvira sussurros novamente, mais que eu gritei junto com ela por que suas palavras me terrorizavam.

- Saia desse lugar, não o ajude, pare fuja antes que seja tarde demais!

Não entendia, não explicava apenas me aterrorizava aquela voz e ainda mais aquele vento gelado.

"Começar a sentir ter um reviver, poderá vir, para começar seu momento". Soube da cópia das minhas imagens. Soube do desejo de ver o que aquela imagem significava.

Às vezes seria útil começar a investigar. Mais não sei como. Pois além de ver o moral daquele mar, nunca senti um começo através de meus olhos, nunca perdi meu coração na hora passada ou adiantada, onde imagens criadas por mim vinha e sumia.

Mas atrás daquelas rochas, ouso ruídos e sussurros selvagens. Gritos... Apenas gritos de Graúnas.

Perdi-me naquela areia fina, pesando que fosse morrer naquele momento, mais não, nesse momento não, pois me lembrei da arte que eu fizera, impressionando o professor, não sei como conseguirá fazer uma arte dessas. Onde agora produziam nessa minha imagem, aonde virás alguém com seus cabelos castanhos aos ventos balançavam suavemente.

Onde queria ver sua face, que se aproximava, mais a noite não ó deixava enxergar seu rosto. Nem eu entendia a minha arte onde coloquei um nome Passos para trás. Os passos naquela areia, mas, fora alguém que pisou entre elas deixando inesquecíveis marcas. Não um passo para frente mais sim um passo para trás.

E entre os ventos e as ondas dos mares, ainda cintilava minha mente, pois eles não se apagavam, os passos ficavam ainda marcados naquela grossa camada de areia branca. Mesmo com a água a ventania, nada acontecia nada mexia com essa marca, apenas deixada ela ali, marcada.

Entre o brilho da Lua, entre o horizonte do continente, soube das purezas daquela pena onde encontrará no chão. E deixara guardada, de tantas cores que há justo teria que ser negra? Tão solitária, fina, simples na plena solidão e misterioso.

Tão invejável, em plenos argumentos, penas negras, sombrias e torturantes. Soube de um corpo jogado no Mar.

A pequena pena de uma Graúna.

Tão complicada aquela imagem, sombria, escura e no fundo uma plena tristeza me ocorria.

Levantei meu vestido negro que usará, onde nevoeiros faziam movimentos.

Derramei uma lágrima na plena água daquele mar salgado. Sorri ao ver meu reflexo. Ao meu redor várias Graúnas dançavam. Mais uma que eu mais admirava estava flutuando no mar.

Pela noite que eu estava nas rochas grandes, sorri ao ver uma forte neblina negra ao seu redor.

Quando vi que se levantará, aquele corpo...

"Eu acordei para o Mundo real."

Notas finais
Nada de ler sem deixar pelo menos um comentário.
ninguém vai morrer por escrever.