Sombras
19 Capítulo 19 Black Wings!
Notas iniciais
Eu acordara em cima de uma cama velha com um cobertor de lã que aquecia em noite fria, estava cheirando ervas na água e som de chaleira fervendo. As paredes eram feita de madeira, onde quadros de estranhos artistas consumia sua imaginação.
Minha cabeça latejava de dor. E uma zonza sensação de ânsia me dava ao meu estômago. Ouvira alguém retirar a chaleira de cima de um fogão velho feito a barro. Uma velha senhora de longos cabelos branco compridos arrumava numa xícara a água com o chá verde. O cheiro amargo afeiçoava o ambiente. Meus olhos teimavam para se fecharem e descansar um pouco mais. Mas, minha mente dizia que eu deveria estar acordada.
A velha senhora olhou-me e sorriu me vendo acordar, pegou a xícara de chá e veio até mim com um prato de biscoitos doces:
- Olá jovem! Dormirá bem?
- Sim, só estou um pouco zonza. – respondi generosamente.
- Toma fiz um chá e trouxe biscoitos doces para você! – disse colocando a comida em cima de uma cômoda perto a minha cama.
- Obrigada! Você pode me dizer o que realmente aconteceu comigo? – perguntei, sentando-me na cama para pegar o chá.
- Claro, querida, enfrentando a estrela vermelha a escolheu por uma coisa mais especial do que apresentar o exército.
- Enfrentar o exército? A aldeia de Graúnas? – indago friamente.
- Não a aldeia de Graúna, os povos das sombras negras. Eles têm um poder que nós não temos, poderia matar todos esses habitantes por um simples tocar de poder alheio. O perigo estar a chegar, e ninguém estar preparado para enfrentar esse exército. A única chance seria você Adelaide.
- Minha? E que dom especial eu tenho?
- Você já veio com dom especial, mesmo não sendo possuída pela estrela vermelha. Ela só adquiriu outro dom em você. O dom que ficara presente desde que veio ao mundo foi aquele pó das penas de Graúnas que o Guardião lhe colocara em você. Esse pó te levou a viver novamente.
- Por que o Guardião salvou minha vida, ou seja, me ressuscitou novamente?
- Por que ele estava unindo o exército de humanos a se tornarem pássaros, para tornar um dia uma união e derrotar os povos das sombras negras. E ele virá você morrer por uma sombra negra á te perseguindo, você não tinha motivo nenhum para que ele te matasse você era uma humana comum. – a velha senhora levantou-se e foi arrumar uma xícara de chá verde para que ela tomasse. – Mas, ele virá nos olhos de sua mãe sofrida, e lhe tomou uma sintonia de ressuscitar lá novamente a bebê.
Ela colocará as mãos no avental para secar suas mãos. Pegará sua xícara onde vapores subiam contornando um único desenho afeiçoando uma mágica que transmitisse em meus olhos, para que eu captasse melhor uma história. E tomara um gole na sua boca rosada cheias de rugas defeituosas.
- Só que o Guardião errou de pó a dar a você, de vez dar aquele pó de ressuscitar a pessoa morta e transformara-la em Graúna sem que tivesse poderes, ele á deu um com veneno ultra poderoso, que matariam qualquer ser, quando tomou a você ele lhe perceberá e se assustou. Pensando que não voltaria mais a vida mesmo dando outro pó. E diante de uma pequena espera você voltou a chorar nas mãos de sua mãe. E nesse instante o Guardião e seus ancestrais ao seu lado perceberá que você voltará á vida. E ele disse que o veneno não quis a matar, por que achará a pessoa certa para que se reunisse e comprovasse a Aldeia das Graúnas tornando-se mais forte.
Minha reação não foi umas das boas, ficará em silêncio adequado. Mas, a senhora não terminará de falar. Colocara a xícara em volta a boca tomando o gole que eu achara muito amargo e sarava as dores presentes corporais.
- E o veneno te propôs um dom muito poderoso, o Guardião não soube descobrir. E ele teve a esperança de quando chegasse sua hora de lutar, encontraria seu verdadeiro dom físico. Ninguém soube como você tornou um ser especial para essa aldeia, quem saberia de responder essas dúvidas seria você.
- Não tem chances, eu tenho muitas dúvidas que ainda não foram comprovadas. Mais a metade delas eu soubera, e agora que me explicara o motivo do que acontecerá ainda não me respondeu a metade.
A senhora lhe colocará sua xícara em uma mesa e levantara da cadeira, se posicionando até mim.
- Levante querida.
Levantei colocando a xícara em cima do cômodo, mas, sentirá um dor brotar em minhas costas. A senhora me colocou de frente ao um espelho onde se via seu corpo inteiro.
- Agora Adelaide, relaxe e deixa suas costas arquearem uma musculação desconhecida em seu corpo, presente em suas costas.
Não fazia a mínima ideia do que se referia de responder a minha pergunta, mas, obedeci. Colocando minha costa relaxarem e proporcionando uma contração muscular em meu corpo. Quando abrira meus olhos, uma figura deslumbrante aparecerá na minha frente, considerando que eu estava ali, mas, atrás...
- Agora querida você sabe o motivo da estrela vermelha escolher você. Ela não só adquiriu para que você tivesse que ser especial e comandar o exército. Mas, sim ela te deu outra coisa que ainda você não tivera, ela se sugou para dentro de seu colar junto com um pássaro. Colocando o que toda a Aldeia das Graúnas tem em suas costas.
Eu já descobrira o que era, com as simples palavras da senhora, atrás de mim há penas, asas compridas. Eu tinha asas de pássaro a Graúna. Fiquei um tanto surpresa por ter asas leves e elas serem grandes demais. Virei-me para a senhora e propus me dizer mais uma pergunta:
- Tenho outra pergunta, posso fazer? – indago.
- Claro.
- Qual é o seu nome?
A senhora apenas deu um simples sorriso, e sentou na cadeira colocando a água quente dentro de sua xícara. Tomou um simples gole e respondeu:
- Aqueny Duncan. – e nada mais disse.
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