Sombras

20 Capítulo 20 The house of Herbs!


Notas iniciais
Boa Leitura!

Fora bloqueada por pensamentos. Duncan era sobrenome de Ryan. Embora a velha senhora fosse algum parente dele, e isso não me importava. Mais tarde descobri que ela era a tia mais velha de parte paternal. Embora as partes paternas tenham o sobrenome Duncan bem elevada.
Aqueny era uma velha de boa experiência, tinha hábitos de tomar chá de qualquer sabor que tivesse nesse mundo, dentro de uma pequena Aldeia reservada. Sua substituição era sair com uma cesta de palha nas mãos, e dentro levar uma toalha e dois potes de vidros pequenos, que era útil na colocação de suas plantas ervas.
Um dia ela me convidou para ir junto com ela, numa floresta mais próxima, onde muitos não tomavam providencias para ir visitar aquele lado mais escuro. Mas, Aqueny tinha tanta coragem, que eu não resisti uma tentação de conhecer e tentar descobri porque lá era um lugar que assustam uns tantos de moradores.
Ela me procurou enquanto eu regava as plantas da casa, onde Ryan também morava. E fui referida para que eu ficasse ali em bons tempos, até a guerra entre a Aldeia das Graúnas contra os povos das sombras negras. Isso me intentou de nunca mais olhar Luna, que me dera um aperto no coração. Mas, nessa incentiva eu lhe tomara a decisão de aceitar.
Passando por lá, vi um horizonte quase sem fim, que deixava meus olhos em estado de choque. Um trilho quase sendo coberto por mato, quase se fechara de quase nunca ser usado. E Aqueny era umas delas que, todavia para que o trilho não fechasse. Às três horas da tarde, eu lhe passarei por uma cativa de um bosque muito velho e quase sem uso. E foi para aquele bosque que eu e Aqueny iriamos ir. Ela colocara sua mão dentro da cesta, e incentivou a chave da porta. Abriu-a.
Entrei pele porta, e vi grande ervas florestais em potes e incentivadas para o uso. Aqueny colocara sua cesta de palha em cima de uma mesa. A casa não era tão pequena, mas, há paredes que separam outras estruturas onde a senhora lhe coloca suas culturas. Vi ervas de varias formas e cheiros. E principalmente uma vasilha onde plantas caiam em suas folhas para baixo. Suas flores brotavam um cheiro muito suave.

- O que e isso? indago apontando para a flor.

Aqueny olha e sorri.

- É uma erva muito apreciada para mim, a flor se chama orquídea. Muitos a consideram só uma flor para enfeitar seu jardim ou vasos de flores para por sob sua mesa. Mas, para mim ela cura infecções e fortes machucados os mais que causam a morte.

- Incrível! E como você faz para curara-los?

- Isso é um segredo muito valioso, dentro da orquídea a uma substância que eu retiro, é nela que eu extraio uma poção junto com outras substâncias que a compõem. É nela que faz o milagre das curas.

- Ela é a única, não?

- Não, venha Summers, eu te levo para conhecer outras ervas. disse Aqueny me referindo a ir com ela sob o conhecimento que brota suas forças.

No exterior de uma parede, levava prateleiras com varias ervas verdes, amarelas, marrons, e de outras cores mais para escuros. Aqueny apontou para umas variações e me explicou o uso para curar dor de cabeça, barriga, cólicas insuportáveis, diarreias, sintomas de dores de costas, pés e outros argumentos que o corpo é capaz de sofrer.
Com todas essas variações Aqueny poderia ficar famosa e tornar a velha senhora dos chás. Mas, aqui é um lugar onde temes segredos. E muitos seres habitantes humanos seriam proibidos de entrarem. Até que ela viu uma extração muito incomum. Em uma vasilha de barro, varias penas negras estavam cheios pela compensação.
Ela colha uma e segurou verificando algo, como se a pena fosse algo muito valioso, em tensa explicação a pena poderia valer muitos pela essa Aldeia.

- Essa é uma pena de Graúna. — disse Aqueny. É nela que fazem os seus pós para ressuscitar seres humanos e tornarem seres habitáveis de pássaros.

- E é você que traduz esse pó? pergunto em forma desconfiável.

- Eu sei fazer a metade do pó especial, mas, apenas o Guardião focalizaria o pó perfeito em forma certa. disse em tom meio triste.

- Entendi.

Continuei em busca de novidades, as plantas Aqueny limpava para fazer um chá. Ela colhera uma folha de menta e outra de canela. Era incrível que varias variações de plantas fazia parte de seu cotidiano. E de vez em quando colhia algumas para trazer a sua casa ou preparar um chá para si mesmo e tomar alguns goles nesse bosque.
E nesse dia ela esquentara num fogão de barro, uma chaleira velha a água. Junto trouxe em sua cesta duas xícaras com colheres. Na mesa ela colocava as folhas limpas na xícara pequena e juntava a água quente que evaporava em formas desenháveis. Retiremos-me de fora e sentamos numa área cativante, onde duas cadeiras plásticas colocadas.
E nessa curta vida eu apreciava o aroma da canela e menta. O sol se colocava em forma radiante seus raios penetravam orgulhos.

- Eu conheci uma menina que adorava olhar o sol se pondo! Aqueny disse. Ela era adorável, mas, muito quieta para o povo graunense.

- Me conta mais sobre ela! Qual era o seu nome? perguntei curiosa.

Aqueny lhe contava uma história muito penetrante de se ouvir, com a cada palavra cativava um aprendizado inútil, em suas localidades teremos que ser forte:
- Joenmy Wenner era uma pequena menina que morava nos campos juntos com os pais, perto da vila ela brotava uma vista para uma tremenda floresta, e foi lá que ela apreciava o por do sol. A vila achava a pequena muito quieta e estranha, mas, os pais não lhe tinham essa preocupação com a filha mais nova.
Em certo momento numa tarde de sol muito radiante, Joenmy focalizou algo estranho em sua Aldeia. Apertou com as contradições seus olhos e buscou coragem para entrar na floresta até ficar escuro. Não sabia por que temas em ficar até a noite ficar em brilho pela lua.
Pegara-lhe uma cesta e colocará seus hábeis precisares, comidas e um pouco de água. E lá fora visitar num topo de uma montanha a encantação do sol ir embora. E a noite caíra em recompensação, de repente. Ela ficara com medo de ficar em som sozinha temes. Em meia-noite, ela colocará sua capa e iria partir a sua casa. Mais em sua entrada, um ser maligno invadirá sua correspondência.
O ser vestia uma capa, e suas mãos pareciam cadáveres, os olhos vermelhos quando abriam. Joenmy ficara com o medo mais aguantei de sua vida. Não tinha como fugir e escapar da tremenda armadilha. Mais havia uma com tanta experiência. Cair do topo da montanha e voar. Sim, ela era uma tremenda pássara Graúna. Todos os povos eram. E foi isso que ela fizera.
O oficial da sombra negra não ó impediu, pois a sombra foi muito rápida. Segurou-lhe o braço da jovem. Ela tentava com suas forças lhe sair. Mas, era impossível, quando tocavas formavas nuvens e pós sobre o nada.
A sombra negra sugou toda a alma de Joenmy. E na manhã seguinte seus pais lhe procuraram. E quase todos da Aldeia. E encontraram. Joenmy estava jogada morta no chão em topo da montanha onde fora naquela noite. E nunca mais fora vista. Pois seu corpo desapareceu em tremendos pedaços de nuvens negras. E levados aos ventos que passavam pelo seu ao redor.
Joenmy nunca mais foi olhar o sob do sol se pondo. E a Aldeia ficara intacta de nunca mais ver a pequena menina saindo correndo a trilhos desvendados a floresta. E seus pais foram um mistério, após a morte de Joenmy desapareceram do nada. Aqueny terminara de contar a história. Mas, dúvidas brotavam em mim.

- Sei, eu não entendi a história que você falara. disse.

Aqueny tomara um gole de seu chá e voltara a falar:

- Que todos devemos estar atendo com essa armadilha a impressão que Joenmy teve foi uma armadilha, dela ficar até a noite no topo da montanha. Pois o inimigo chega e pensamos ter uma saída por termos asas. Mais muitas vezes não escapamos, eles nos seguram e sugam nossa alma e nos matam, e depois nosso corpo vai parar em ventos por ser transformado em nuvens ou sombras negras. E não sabemos onde essas sombras seguem.

- Entendo. disse, não conseguia mais falar. A história que Aqueny acabara de contar tornou contemporiza e assustadora. Após o sol estar sumindo. Aqueny pegará de volta as sua cesta de palha, colocando as duas xícaras e colher com ela. E depois colocara umas ervas para leva-la junto.

Fechara a porta da casa e escondera novamente na cesta. E seguimos a estrada da floresta deixando sumindo de vista o bosque. Que pelos meus olhos eram mais conhecidos como a Casa das Ervas.

Notas finais
:)