Sobrenatural - o Filme 2

3 Sentimentos se une a indiferença


Notas iniciais
Pronto pessoal, vou completar, me desculpem os erros de ortografia.

Aquelas palavras atiginram forte Sam. Ele tentou disfarçar, mas foi impossível.

- Vamos encontrá-la. — falou firme, esse concertesa agora era seu objetivo.

Aquilo ainda afetava Sam, não que ele não gostasse da ideia, tá ele não gostava, mas era o que aquela coisa poderia fazer a ela que ele não gostava, concertesa a criança seria forte. E concertesa a machucaria, e seria como o... Pai. E isso o irritava.

- Bom por que ninguém pense em aborto? — Realmente isso não passou pela cabeça de Samuel.

- Não dá. — disse Jo.

- Por que não? — perguntou O mais novo.

- Relógio biológico.

- Ãn?

- Até eu que sou inteligente não sei disso, Jo. — ela suspirou, como explicar?

- Bom... Nenhuma criança.... Ou melhor... Quando uma mulher engravida, pode ser o bebê menos querido da terra, depois de um tempo ela se apega a ele, com um afeto forte, o relógio biológico é o.... Instinto de mãe de cada mulher. Quando ele reage, não dá para separar a mãe da criança assim, é como arrancar uma parte de si.

- Nossa vocês são foda, ein?

- Não é isso Dean, não somo nós, são nossos sentimentos, é mais forte que nós. Algumas veses de tanto odiar a criança ela acaba a amando.

- Continua sendo foda.

- Você tanbém teria isso se estivesse no nosso lugar.

- Credo, saber que tem uma coisa viva dentro de você, crescendo e se alimentando do que você come... Arg!

- Aqueles pesinhos pequenos, os olhinhos te olhando... É fofo demais... — Sam e Dean olharam para ela sem endender — Que foi? Todo mulher tem um sonho de ter um filho.

Eles continuaram a viagem a procura da Ruby, ele ainda não entendia essa tal ligação entre mãe e filho, não dessa forma. Dean também ligava para uns amigos para saber se alguém sabia do paradeiro de Ellen.

Depois de rodarem muito descidiram se instalar em um motel na beira da estrada. Samuel quase não conseguio dormir pensando em tudo o que estava acontecendo. Ruby grávida? Ellen desaparescida...

- Cara coitado do meu irmão. — Dean terminara de contar a história toda para Jo.

- Ele vai superar, se realmente a ama.

- Não é isso, Jo. É que a Ruby ainda está sumida e agora isso?

- Eles vão ficar juntos.

- Como sabe?

- Por que está parescendo histórias de livros com final feliz.

Sam acordou na manhã seguinte e foi para a cosinha, assim que se sentou sua mãe colocou um sanduiche na sua frente.

- Você está bem?

- Vou ficar. — respondeu Sam.

Ele pegou o laptop e o abrio.

- Ah Sam, chega com isso por um minuto. — disse Dean vindo da escada. — Deixa essa coisa descançae, você está com ela 24 horas por dia. — Dean pegou ele, desligou e fechou, colocando-o longe do alcanço do irmão.

- Dean!

- Esqueça isso pelo menos no café da manhã. — disse ele mordendo o sanduiche.

- Vocês parecem duas crianças. — disse Jo se juntando a eles.

Sam suspirou e começou a comer também.

- Tenho uma teoria para onde podem ter levado a Ruby. — disse Mary.

- Onde? — disse o mais novo rapidamente.

- Em uma mansão do norte de Kissimmee, há uma cidade abondonada e essa mansão fica perto de uma encruzilhada.

- Por que tão obvio?

- Armadilha. — disseram Bobby e Mary juntos.

- Mas tenho certesa de que eles querem que pensamos que ela esteja lá, mas acho que ela pode estar em Denver, umas outra mansão, não abondonada, na verdade apenas sem moradores.

- E por que isso?

- Querem nos fazer cair na armadilha, se nos separarmos somos alvos fáceis, mas... — Jonh suspirou antes de dizer — Se Jo, Dean e Mary formas para Kissimmee, Sam terá uma chance de pegar Ruby, por que os demônios não o machucariam, o perigo seria Lúcifer.

- Não! — protestou Dean.

- Sei me cuidar, me preocupo com vocês.

- Somos muito fortes, Sam. — respondeu Jo.

- Então nos encontramos onde?

- Corolina do Sul?

- É. Partimos daqui a pouco. — Dean terminou de comer e eles subiram para pegar as coisa e sairem, Sam pegou o carro de Bobby e eles foram para o lado oposto do outro.

Sam dirigia o mais rápido que podia, ele não podia mias pensar em nada, só em ver o rosto de Ruby novamente, ele queria tocá-la, sentí-la. Também queria ver como estava a... Coisa. Ele não conseguia chamá-la de bebê, ou criança. Assim que chegou a tal mansão, nem se deu ao trabalho de tirar a chave da iguinição e correu para dentro. Procurava por todos os comodos, mas não a encontrava, até ouvir um choro baixinho que vinha de um quarto.

Assim que abrio a porta pode ver Ruby sentada no canto mais longe da porta, ela tinha as mãos segurada no ventre e chorava. Seus cabelos estavam bagunçados, ele se aproximou de vagar com medo de assutá-la, depois sentou-se ao lado dela.

- Ruby...

- Como ainda tem coragem de olhar para mim?

- Não faça isso, não há nada no mundo que eu queria ver mais do que você.

- Eu? Uma bastarda?

- Ruby não...

- Sam olha para mim, eu estou grávida, de um demônio, e é você quem eu amo.

- Ruby não importa, não para mim.

- Não é isso, o problema é que eu... Gosto desta criança, não sei como, mas... — ela não continha mais o choro — Me apeguei a esse mostro. — Samuel não se conteve a bejou segurando a cabeça dela.

- E dai? Você é mãe, Ruby.

- Essa palavra soa tão ruim.

- Olha... Talvez essa criança possa ser diferente, como você foi e é, não se preocupe com isso.

- Como meu sentimentos pode se unir a uma coisa que eu nem vi, e que era para eu odiar?

- Talves seja para ser assim, agora venha temos que sair daqui. — Ele só agora percebeu o tamanho ba barriga dela, já um pouco a vista, ela se agarrou a ele que a levava para fora, de repente um homem de branco aparesce na frente dos dois. Sam coloca ela no chão.

- Sai daqui, tem um carro lá fora.

- Nem pensar.

- Vai, por favor, por mim. — ela o olhou pela última vez e saiu, mas Lúcifer a pegou pelo pescoço — Solta ela, desgraçado.

- Então me diaga sim, ou ela morre! — ameaçou. Ruby começou a sufocar, de repente, Lúcifer some e ela cai no chão. Sam corre para ajudá-la.

Notas finais
Pessoal eu tive um pouco de pressa em postar esse capitulo, me delcupem os erros de ortografia.