Sobrenatural - o Filme 2
4 Quando uma luz se vai, outra vem
Notas iniciais
Flashback on...
O irmão olhou para a porta e pode ver o que aconteceu, Dean e Jo estava ali e seus pais também.
- O que....?
- Lúcifer estava de olho em você, se ele pensasse que tinhamos caido na armadilha, poderiamos te ajudar. — Disse Mary contente.
- Você está bem? — Perguntou Dean.
- Sim... — disse ela recuperando a respiração.
Os outros a ajudaram a entrar no carro, pois ela estava um pouco tonta. Logo chegaram a um motel e ficaram por ali. Todos ainda estavam procupados com Ruby, mas ela dizia estar bem, porém Sam sabia que ela não estava.
- Licença...
- Sam, não precisa perdir permição.
- Dá para parar de mentir e falar como está? — ela estremeceu e desviou o olhar, ainda abraçava as pernas mostrando o medo.
- Enjoada.
- Isso é comum, Ruby... Não falo disso e sabe.
- Eu... Estou... Com... Muito.... Medo....
- Ele não a tocaram mais, nunca mais. Nem se quer chegarão perto de você e da... Criança
. — Ruby o abraçou e por alguns segundo se desequilibrou quase foi ao chão, Samuel a segurou.- Ruby? Ruby! Você está bem?
- Acho que não Sam, eu não posso estar bem. Não com isso dentro de mim
- Eu vou cuidar de você — ele a abraçou mais forte, segurou no ombro dela e olhou dentro dos seus olhos, depois tocou de leve o ventre agora amostra da garota ambos olharam para a barriga — de vocês dois.
Ela sorrio.
Os dois ficaram naquele quarto por hora, conversando um com o outro. Ele tentava fazê-la rir, e mesmo que ele odiasse aquele bebê, estava começando a entender a frase de Jo, \"Algumas veses de tanto odiar a criança ela acaba a amando\". E estava começando a gostar daquele pequeno ser. Talves não fosse tão ruim assim, vê-lo, ou vê-la. Não seria um pedaço dele, mas seria um pedaço de Ruby, e só isso importava. Seria como um humando ele esperava, só que pequeno e fragil, talves não tão fragil assim.
Flashback off...
Sam se lembrava de quando começou a gostar fa criança, que por incrível que pareça foi dois dias atrás. Agora ele olhava para a faca de prata atravessada no ventre de Ruby, ela estava fraca e perdia muito sangue que escorria pelo chão, assim como as lágrimas no rosto do garoto. Dean, Mary e Jonh estavam fracos também, mas de tanto lutar com aqueles demônios, Isabelly e Melissa lutavam também, mas eles eram muitos e fortes, Samuel temia que perdesse a todos, mas iria comprir sua promeça a Bobby, foi seu último desejo.
- Se não tivesse... Matado Bobby.... Eu até diria sim, mas você errou, e por isso.... Nunca!
- Não teme perder todos novamente? — ele não prestava muita atenção em Lúcifer, olhava apenas para Ruby, o bebê já havia morrido havia muito tempo e ela não queria perdê-la.
Ela gemia de dor, e chorava, por que com a ajuda de Sam, havia se apegado mais ainda a criança que haviam descoberto ser um menino. Ele estava perdendo os dois... E isso o fazia chorar e doia, muito.
Houve um tempo que ele não sabia mais onde estava, apenas pode ouvi um barulho muito grande e uma luz forte, antes de perder a conciência.
Castiel aparesceu, junto com doze anjos na sua forma real, por alguns segundo Dean pode jurar que entendeu o que ele dizia, os anjos levaram Lúcifer antes de Castiel entrar em Ruby, eles iriam protestar, mas viram o que ele fez, curou-a. Por dentro Ruby sentiu o calor voltar. Castiel ficou apenas alguns segundos nela para curá-la e depois sumio. Os outros ajudaram Sam e Ruby a voltar para um sugar seguro, que acreditaram ser uma casa, então foram para um motel, mas na manhã seguinte iriam para a casa de Ellen.
- Dean! Dean! Acorda! — Jo tinha cuidado de acordar apenas o Dean, ele abrio os olhos confuso.
- Jo? O que... — ele deu um grande bocejo — foi?
- Quero te falar uma coisa... Antes de irmos para a casa da minha mãe, levanta, quero falar com você a sós... — Dean demorou para descer e cheagar fora do motel, mas como era importante para ela esperou.
- O que é? Por que teve que me acordar as 2 da madrugada? — perguntou bocejando.
- Primeiro prometa não contar para ninguém, nem para Sam.
- Tá.
- Segundo, não vai me culpar antes de eu dizer minhas rasões.
- Ok, ok, fala logo.
- E terceiro, me delculpa. — ele já estava ficando impaciente, Jo sorrio e o deixou confuso — Minha mãe não sumio.
- O QUE?
- Dean!
- Tá tô calmo fala, sua rasões. — disse com raiva.
— Minha mãe morreu, foi atacada por um demônio há alguns meses, e ela pedio para eu me desculpar com vocês, então eu aceitei, mas não sabia como fazer isso. Então bolei um plano. Fingi que minha mãe tinha sumido para me aproximar de vocês, principalmente... De você, Dean.
-
De... Mim?- Sabe por que?
- N... Não. — ele se atrapalhou todo e Jo riu da cena.
- Por que eu te amo. — ele riu.
- É sério, Dean. Eu gosto de você, muito.
- É engraçado, Jo.
- Por que?
- Eu também, nunca pensei que poderia acontecer. Eu deveria estar com raiva, mas não estou, eu gosto de você, muito. — ela sorriu animada, e ele deu a ela um beijo carinhoso.
Notas finais
Coitada da Ruby e do Sam, eles sofrem demais.
Parabens para o Dean e a Jo, e aliás ela é... Inteligente, até.
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