Sobrenatural - o Filme 2

5 Need you and you to me - Eu preciso de você de mim


Notas iniciais
Neste capitulo terá um pouco de Hentai, quem não quiser ler é só não ler de onde começa a música até o fim dela, mas perderá uma parte importante.
Peço desculpas pelos que leram a hentai e que eu simplesmente não consigo escreve muito bem essa parte.

Sam acordou desnorteado naquela manhã.

- Finalmente, achei que ia ter que chamar um principe para te acordar.

- Cadê a Ruby? — Dean hesitou. — Dean? Ela não...

- Ela está bem...

- E o bebê.

- Ele não sobreviveu, Sam. — ele se recusava a acreditar. Por que talves a ficção fosse melhor que a realidade. Depois pensou em algo mais importante no momento.

- Como ela está?

- Mal.

- Vou ver ela. — Dean correu até a porta e impedio a passagem dele. Sam desconfiou, o irmão poucas veses fez isso, e em nenhuma delas era bom. Pedio explicações ao mais velho, que hesitou em responder.

- Dean?

- Sam, quando eu disse que ela estava mal, era do tipo, \"ela está muito abalada\".

- Eu sei disso. — novamente tentou passar e novamente foi impedido pelos braços do irmão. Sam não entendia mais nada.

- Ela... Er... Ela não tá aqui,

- E onde está?

- Ar...Eu não sei. Ela disse que não era como pensou e que o lugar dela não é nos colocando em perigo, e mais umas coisas e ai... Ela fugio.

- O QUE????? COMO?????

- Ela não se sentia bem aqui, Sam você tem que deixá-la ir. — Aquilo doia mais em Dean, falar assim com o Sam. Vê-lo chorar e se desesperar. Naquele momento Dean sabia que o amor dele não era uma paixonite, ele realmente amava Ruby com todo o coração, vê-lo daquela forma o fez... Quase desabar também. Dean abraçou o irmão, que chorava muito, para tentar acalmá-lo. Samuel lembrava dos detalhes da face dela, os cabelos, os olhos idêntico aos seus, a pele, cada minimo detalhe.

Depois de alguns minutos, que foram eternidades para o mais novo, ele conseguio se acalmar, lavou o rosto e fez sua higiene diária antes de descer e encontrar a familia e Jo lá.

- Sam você...

- Eu estou bem pai. — falou rápido, todos sabiam que ele não tinha nada de bem. Dean olhava constantemente para Jo que parecia distraida, Mary percebeu isso. Eles foram para a casa de Ellen, ninguém estava lá, não esperavam que tivesse.

- Bom, temos que nos preparar, caso eles voltem e vão voltar.

Sam não aguentava ficar ali, mesmo que quisesse, e ele sabia o que queria, foi para um lugar vasio.

- Melissa! Isabelly!

Em segundos elas estavam ali.

- SAM! — a menor foi abraçar ele que retruibuio — Não muito longe.

- O que?

- Ruby.

- Melissa! — repreendeu Isa — ela pedio para não dizer.

- Ela precisa disso, e não percebe, só estou sendo uma boa irmã cuidando dela. — Isa revirou os olhos e sumio. Mel deu a mão para Sam, ele sentio um frio cobrindo-o todo. — Aliás, todas nós temos os mesmos poderes, sabe teleportar, unhas grandes, força, menos escutar os demônios...

Ela apontou para a frente, um quarto de motel, Ruby estava ali? Ele olhou para o lado, mas ela já tinha sumido. Ele bateu de leva na porta, e uma garota foi abrir.

- Sam? — ela ia fechar a porta, mas o pé dele a impedio.

- Por favor Ruby não faça isso.

- Sam, eu coloquei você e a sua familia em risco.

- Se não percebeu eu e a minha familia já somos assim. — Sam entrou no quarto, e impedio que ela fugisse.

- Sam saia da frente eu não quero te machucar.

- Já está fazendo isso, tente entender que ir embora está causando uma dor ainda maior, sei, ou melhor, tenho certesa que esta sofrendo, perder um filho não não deve ser fácil, mas sem você nada mais tem sentido para mim.

- Eu... Eu... Eu não posso fazer isso de novo, eu não quero mais.... Que ninguém sofra.... Não mais... Então me deixa ir... — Samuel colocou os dois braços pressionando-a contra a parede.

- Então diga que me odeia.

- Eu te odeio... Odeio por me fazer te amar tanto... E por saber exatamente o que eu penso e.... Por nunca me deixar ir.... — Ele encostou a testa na dela e olhou profudamente nos olhos dela. Olho com olho. Verde com verde. Ela tentava se livrar del por que sabia o que viria a seguir, e isso a deixava com medo, medo de se perder, nele.

z88;

Assisto minha vida passar

Na visão de trás do espelho

Retratos paralisados no tempo

Vão se tornando mais nítidas

Então ele a beijou, calmamente, mas era o beijo em que eles mais demostravam sentimentos. As mãos dela que o empurravam agora fora ao cabelo dele, uma lágrima de amor desceu pelo rosto dela.

Não quero desperdiçar mais um dia

Preso na sombra dos meus erros

Agora eles não pensavam em mais nada, o mundo era só eles, e só aquele momento. Seus lábios se tornaram mais agéis, ele se beijassem como se fosse acabar.

Porque eu quero você

E eu sinto você

Espalhando-se debaixo da minha pele

As pernas delas grudaram na cintura dele e as mãos desceram pela camisa do Winchester e a tirou. O fogo queimava os dois, Sam parou de beijá-la e desceu para o pescoço e ela empurrou a cabeça para trás e puxava os cabelos dele enquanto o própria a beijava.

Como a fome

Como uma queimadura

Para achar um lugar que eu nunca estive

Samuel voltou a beijar a boca dela e jogou-a com força na cama, que por coencidência era de casal, rapidamente desabotou os botoes da blusa de Ruby ainda a beijando, e a cada segundo o foga queimava-os mais.

Agora estou despedaçado

E estou perdendo força

Não sou metade do homem que eu pensei que seria

Talvés fosse o amor ou o desejo, quem sabe o fogo, mas nada mais os separaria naquele momento. Havia horas em que nenhum sabia onde estava mias, Eram um só. Homem e mulher em um só corpo. Sam a puxava para si e Ruby se empurrava para ele. Em um só ritmo e em grande intensidade.

Mas você pode ficar com

Aos poucos eles foram juntos diminuindo o ritmo. Olhava um para o outro. Ruby por cima segrava os obros de Sam que por sua vez a agarrava pela cintura. Nos olhos não havia arrependimento. Ela saiu de cima do caçador e se aconchegou ao lado do próprio que manteve a mão direita na cintura dela e acariciava os cabelos ruivos dela com a outra.

O que restou de mim

Ambos estavam suados e ofegante, a mão direita de Ruby repousava no peitoril de Samuel.

- Ainda quer ir?

- Não vou a lugar nenhum que não esteja.

Ele sorrio satisfeito.

Ainda recuperavam o fólego e haviam selado o que já tinham certesa, se amavam intensamente.

De repente o celular toca.

- Alô?

- Sammy, onde você está?

- Bem, me deixa em paz, Dean! — e desligou colocando o aparelho no criado mudo.

Voltou a olhar a mulher ao seu lado que agora dormia. Pegou um lençol fino e cobrio, e apagou também.

- Sam deve estar com Ruby, e havia uma certa alegria na voz dele. — dizia o irmão aos pais, mesmo ainda preocupados sairam. Ele olhou para Jo sentada no balcão com as pernas crusadas e apoiada nas mãos.

Dean se aproximou e com um pulo estava ao lado da garota.

- O que foi?

- Você foi a primeira garota que demorei mais de dois dias para ir para cama. — ela se sentou com a coluna reta.

- Você tentou da primeira vez, mas eu era jogo duro e minha mão arrancaria suas tripas. — riram juntos.

Ela desceu e ficou perto dele, deu-lhe um beijo calmo, suas linguas brincavam na boca, mas foi rápido. Dean percebeu uma ceta timidez em Jo.

- Qual o problema? — ela hesitou e desviou o olhar. Dean forçou-a a olhar para si. — Jo...

- Eu quero você, mas... — ela o puxou para si — Tenho medo.... É que eu... Sou virgem.

Notas finais
E ai?
Reviews?