Sobre Aliens E Irmãos

10 I - Décimo I - Sobre Desejo e Impaciência - +18/hentai


Notas iniciais
Hey. Na super velocidade da luz: obrigada a todos que comentaram e favoritaram, me deixam super feliz. Foi mal pelo atraso. Eu odeio essa copa que adiantou toda a minha semana de entregas. Eu odeio a professora que quase me reprovou. Boa leitura!

O corpo reage mais rápido que a mente. E disto Ayuzawa pode comprovar da maneira mais excepcional possível.

Ao ouvir a porta do banheiro ser aberta, antes de tudo censurou a si mesma por ser tão descuidada. No entanto, embora o ambiente estivesse encoberto com o vapor do banho quente, sabia muito bem quem havia entrado ― talvez porque a presença já fosse tão familiar. Prestes a avisar que já estava terminando, contudo, foi surpreendida por um beijo faminto. Voraz.

Tudo ― absolutamente tudo ― sumiu. Não lhe importava que Usui entrara no compartimento o chuveiro ainda vestido das calças, ou que o corpo fora violentamente pressionado contra a cerâmica já aquecida da parede. Mesmo que em qualquer ocasião os pensamentos viessem de imediato, nesta em especial os hormônios tomaram seu lugar. Como algo contagioso, todo o desejo do rapaz ao beijá-la foi transmitido a ela diretamente.

Passou a correspondê-lo de imediato, saboreando tudo o que o namorado podia lhe fornecer. Apenas com aquele roçar e contorcer de línguas ferozes, as entranhas pulsaram em excitação. Num rastro incandescente, a boca de Takumi desceu pelo pescoço, queimando-a bem mais que a água aquecida a cair sobre ambos.

Arfou com a carícia urgente, com os lábios ávidos a sugar a garganta com veemência. Provavelmente, a intensidade daqueles chupões se converteria em uma coloração escandalosa, mas no momento aquela era a última das preocupações de Misaki. Apenas sentia as lambidas converterem-se em um delicioso arrastar de dentes, incitando-a a reagir contra aquele maníaco por sexo.

Quando o loiro alcançou os seios, os dedos dela já haviam se agarrado aos ombros largos, trazendo-o para mais perto de si mesma. Gemeu de modo libidinoso com o toque, fincando as unhas sobre a pele nua que fazia crescer a vontade de arranhá-la. Excitado tanto com aquele ruído tão sensual quanto com o rastro que a universitária produzia no dorso, Usui aplacou a própria fome ao beijá-la novamente.

Enlouqueceu a namorada com isso, sobrecarregando-a com a boca a consumi-la enquanto as mãos castigavam o busto. Ora agarrava as mamas com ânsia, ora torcia os mamilos entre os dedos, alternando os movimentos entre ambos ou simplesmente acariciando-os e beliscando-os por igual. Absorvia todos os gemidos femininos, que tornaram-se muito mais eróticos quando abafados por seus lábios.

Mas queria ouvi-los com clareza, e foi por este motivo que voltou ao maxilar da morena, avançando rumo ao ombro enquanto a mordia e lambia sem restrições. Apesar de deliciada com o que o pervertido fazia, Misaki não deixaria por aquilo mesmo: desceu as mãos pelo peito dele, apreciando orgulhosa os arrepios que proporcionava, até alcançar o cós da calça.

O fato de que ele mordiscava a orelha e apertava os seios dificultavam o processo ― por várias vezes deixou de arranhá-lo para arquejar e gemer. No entanto, ao encontrar-se tão próxima da ereção, foi o rosnar dele que ouviu sobre o ouvido. E céus, como aquele som a excitava! Principalmente porque o deixara irritado: o maior provocador odiava ser provocado.

Mesmo que tenha suspirado com o grunhido selvagem, não se deixou levar pela ameaça naquele tom: ele merecia aquilo, depois do ataque tão repentino. Deslizava os dedos por entre a extremidade da calça completamente úmida, atiçando-o por não tocar de fato onde ele mais desejava. Deixando os seios, Takumi passou a comprimir possessivamente os quadris de Ayuzawa (provavelmente marcando-os com a força ali depositada).

Vitoriosa, prosseguiu na pequena vingança; a língua e os dentes a trilharem seu pescoço tornaram-se mais sedentos conforme aquela voz grave e rouca demonstrava o quão próximo do limite da sanidade ele se encontrava. Mas, como sempre, foi injusto: também raspou as unhas pelas costas estreitas da namorada, que arqueou-as enquanto suspirava. Aproveitando-se o breve deslize, o rapaz apanhou os pulsos dela, suspendendo-os acima da cabeça dela com apenas uma das mãos.

No entanto, a noção de injustiça desapareceu quando Misaki anteviu os orbes quase negros com o desejo lascivo. Não havia tempo para provocações, somente a necessidade insana, a vontade carnal. Devore-me inteira. Aqui. Agora. Quase se contorceu na expectativa quando ele livrou-se do que vestia num gesto rude. Mal ouvira o estalar das roupas contra o chão, na verdade.

Porque, aproveitando-se da sensibilidade causada pelos braços erguidos, Usui foi de encontro aos seios que imploravam pelo calor de sua boca. Apesar de remexer-se contra o que aprisionava os punhos, e frustrar-se com a pressão gradativamente maior, a mulher não poderia negar o quão prazeroso aquilo era. Cada vez que a língua dele esfregava-se pelos mamilos endurecidos ou cada chupão e mordida que recebia nas mamas repercutia de maneira imediata no baixo-ventre.

Enquanto ele revezava as carícias no busto, a morena comprimia as coxas uma à outra, enquanto gemia sem pudores. Entregar-se daquela maneira não era o que queria de início, mas era impossível não render-se quando o namorado a incendiava a sugar dos seios com tanta luxúria, e sobretudo, gemer enquanto o fazia.

Oh, sim, esta era a pior parte. Porque cada gemido que Takumi proferia ao tocá-la e chupá-la a deixava consciente do quanto tinha poder sobre ele ― o quanto seu corpo, seus gestos, seus olhares eram capazes de excitá-lo. Ambos pertenciam um ao outro, dominavam-se irrevogavelmente. E estavam famintos.

Tão logo o universitário a liberou, enroscou os dedos aos cabelos dourados, tão veemente quanto ele ao agarrá-la pelas nádegas com ferocidade. Rapidamente entendeu o que ele queria, e facilitou o processo de içar as pernas para envolvê-las no quadril dele. Foi mais uma vez pressionada contra a parede, invadida por lábios viciantes e deliciosos enquanto o loiro apertava a carne das coxas com vontade ao segurá-las para que se prendesse a ele. Com a proximidade, pode sentir como ele já estava excitado ― as pernas enlaçaram-no ainda mais, estreitando o contato e o friccionar do sexo ao dele.

Era praticamente intoxicante aquela torrente de sensações ― nem sequer lembrava-se do que havia pensado minutos antes. Nada existia além dos dois e da névoa ardente e voluptuosa que os envolvia. Não era o bastante somente beijarem-se, e Usui desceu pela mandíbula, garganta, até os seios; a morena estava ocupada mordendo e acariciando com a língua a pele masculina que conseguia alcançar.

Após roçarem minimamente um ao outro, não suportaram muito mais: em um movimento lento, embora intenso, o namorado penetrou-a, centímetro por centímetro. Num gemido longo e arrastado, Misaki foi invadida pelo membro a deslizar no interior que o comprimia e umedecia. No entanto, ansiava por mais: queria senti-lo em toda a extensão, com toda a força. E o rapaz estava ávido para atendê-la.

Quando começou a chocar-se contra a pélvis dela, Ayuzawa agarrou-o pelos ombros, tomada por aquilo que lhe embriagava. Todas as sensações mesclavam-se, sinestésicas: as respirações ofegantes, a textura macia do dorso em que ela impiedosamente fincara as unhas, como ele o fazia com as coxas; e principalmente, aquilo que continuamente a preenchia a cada estocada.

O gosto da língua de Takumi somou-se à confusão dos sentidos, e poucas vezes esteve tão satisfeita por estar confusa. Saboreou o quanto pôde daquele beijo necessitado, pois ao aumentar a velocidade e a profundidade das investidas, o loiro tornou-os incapaz de manterem-se minimamente imóveis para compartilhar dos lábios um do outro.

Gemiam e grunhiam, ultrapassando o ruído provocado pelo chuveiro; além disso, havia o som dos corpos a se encontrarem, que tornava a atmosfera muito mais erótica, superando todas as espectativas. Estavam alucinados, prisioneiros do prazer e excitação que podiam proporcionar um ao outro. Enquanto uma perdia a (pouca) sanidade cada vez que a ereção era introduzida para saciá-la por completo, o outro era tragado pelo delicioso aperto das entranhas a recebê-lo, pelo intenso e constante atrito de si mesmo contra ela.

― Takumi... ― Foram as primeiras palavras ditas pela jovem, e traduziam toda a veemência que esta sentia. ― Taku- ― Tentou repetir o nome, mas uma arremetida em especial atingiu-a num ponto sensível, fazendo com que a voz se perdesse por alguns segundos. Repetiu, num gemido lânguido, pausado devido ao vigor com que era invadida: ― Ta... ku... mi...!

Como eram sensuais aqueles gemidos a provocá-lo, assim como as pernas e mãos a agarrá-lo com urgência, como as curvas cálidas a tocá-lo de tantas maneiras. Ou aquele rosto tão lindo a expressar-se da forma mais prazerosa possível. Inferno, Misaki não era apenas tentadoramente desejável ― sem dúvidas, a namorada era tão gostosa quanto possível.

Afinal, de que maneira poderia descrever a sensação de estar dentro dela? De mergulhar-se mais e mais, arrancando dela aqueles ruídos eróticos? De despertar nela aquela fome carnal que apenas ele conhecia? Ou ainda, das paredes internas a agitarem-se e contorcerem-se em volta dele quando ela estava tão próxima do orgasmo?

― Quero sentir você gozar, Misaki. ― A voz era grave ao comandá-la; quase autoritária.

E não importava quanto tempo passou sem ouvi-lo dizer nada: sempre iria enlouquecer com aquele timbre. Se já estava perigosamente próxima, ao ouvir as palavras ousadas, ditas daquela maneira e combinadas às estocadas violentas, a morena entregou-se à explosão férvida que a tomou em cadências abrasadoras. Como se diretamente vinculadas aos batimentos cardíacos. Não reprimiu-se nem por um segundo, gritando incoerente enquanto a consciência era domada pelo êxtase.

Não era fácil resistir com tantos estímulos: o sexo de Ayuzawa a comprimi-lo ao máximo enquanto ela delirava durante o clímax, a pele em chamas a agarrá-lo em toda a parte, os gemidos e gritos capazes de levá-lo à loucura também. Enchiam-no de avidez para impulsionar-se com força ― tamanha a ponto de prensá-la completamente contra a parede. A cada movimento de afundar-se e voltar, sentia-se mais e mais próximo. Até que, enfim, pôde deixar-se verter no interior dela, num último e arrastado gemido.

Mesmo ainda ofegante e abraçada a ele, ao recuperar-se minimamente a jovem questionou, em pausas devido à respiração difícil:

― O que... foi... isso?

Após uma risada leve, Usui respondeu sobre o ouvido: ― Achei que sabia o que era sexo, Mis-

― Você me entendeu, babaca ― interrompeu-o, afastando-se para voltar os pés ao chão. “Nada de humor estúpido”, reclamou mentalmente.

Como primeiro gesto, estendeu-se para desligar o registro do chuveiro. Esforçou-se para não pensar no desperdício agora que a lascívia já havia passado, mas ao menos toda aquela água fora útil para que ambos não estivessem encobertos de suor. Ao apanhar toalhas, os orbes amarelados fixaram-se na porta aberta do banheiro. Nenhum ruído de fora, nenhum indício de mais alguém na casa.

― Por algumas horas o apartamento é só nosso ― explicou o loiro, sanando suas dúvidas.

Mesmo de costas pôde visualizar o sorriso pervertido e satisfeito dele com aquela situação. E, de alguma maneira, ao virar-se, o imbecil já secara o corpo completamente. Apenas as madeixas claras estavam úmidas, e ele esfregava o tecido a elas com displicência. Talvez por isso mantivesse aquele penteado rebelde. Lembrou-se de repente, enquanto a toalha absorvia as gotículas no tronco:

― Mas hoje não é a- ― Desistiu de perguntar, estreitando os olhos. ― Esquece, é pedir demais de você.

Bem, já o conhecia há dois anos; era capaz de antever algumas das suas intenções. E isto pareceu despertar o bom humor de Takumi, que atreveu-se a provocá-la. Arqueou as sobrancelhas, indagando divertido:

― O quê? Quer que eu te convença a ficar?

Num instante, as chamas competitivas acenderam-se na antiga presidente do Seika. Quer dizer, ele estava desafiando-a! Descaradamente! Não iria mesmo deixar por isto, tanto que esboçou um sorriso irritado de modo instintivo. E este foi o único aviso antes de empurrá-lo contra a porta, para fora do banheiro.

Agora era ele o pressionado contra a parede, no corredor.

― Se estou aqui, é porque eu quero ― esclareceu, quase zangada, para um rapaz que a fitava de olhos arregalados.

Convencê-la a ficar, que ideia! Mostraria a ele do que era capaz, e assim o fez. Encaminhou-se à base do pescoço, pois devido à diferença de altura o máximo que conseguia atingir sem estender-se sobre a ponta dos pés era a clavícula. Lá depositou um chupão intenso, que provavelmente o deixaria marcado por algum tempo. Nada que o terno não fosse esconder, pensou despreocupada.

Com prazer, notou a respiração dele falhar um pouco, mas queria mais: impetuosamente, dirigiu-se até a ereção dele, envolvendo-a com os dedos travessos. Ouviu satisfeita o ofegar surpreso de Usui, seguido de um gemido que era capaz até mesmo de excitá-la. Além disso, senti-lo enrijecer com seu toque era uma vitória deliciosa.

Então adotou um ritmo que era tanto vagaroso para que despertasse nele a impaciência quanto ágil para alcançar logo a região pelo qual os dois ansiavam. Enquanto descia pelo tórax, mordiscando e lambendo cada mínimo indício de musculatura, Misaki também percorria toda a extensão do volume em sua mão, em movimentos lentos.

Aquele alien não era o único a gostar de torturas. Na verdade, (e a morena preferia não pensar muito nisso) foi Takumi a ensiná-la o quão prazeroso era a posição de quem provoca. E até mesmo ele não seria contrário àquele tipo de provocação.

Tanto que jogou para trás a cabeça, cerrando as pálpebras, quando ela desceu do umbigo até o membro que pulsava com as carícias. Aguardou, ávido, pela boca a envolvê-lo por inteiro, mas não foi isto que recebeu. Desde a base até o topo, Ayuzawa o lambeu. Com habilidade, contornou a glande, e de imediato os orbes esverdeados focaram-se nela, assistindo aquela cena em particular.

Só então notou que ela o fitava de volta, enquanto o fazia. Aquela mulher queria mesmo enlouquecê-lo. Persistiu no estímulo, roçando-o externamente. Estava corada, é verdade, mas não deixou de observar cada reação dele ao delineá-lo com a língua. A curiosidade ultrapassava a vergonha, e um brilho atrevido e inquieto surgiu em seus olhos ao perceber como as íris do rapaz estavam escurecidas, ou como ele parecia tão faminto.

No entanto, era inegável o leve rubor causado pelo desconforto, e preferiu privar-se da visão do loiro ao encobri-lo com os lábios. Recebeu como resposta o grunhido grave e rouco que tanto queria, o que a incentivou a prosseguir. Chupou todo o comprimento que conseguia alcançar sem engasgar-se, lenta e vorazmente.

Era impressionante como seu nome tornava-se uma palavra tão obscena dito por Usui naqueles momentos. Deveria ser o desejo que ele transmitia com ela ― desejo que se intensificava ao ouvi-la gemer enquanto o sugava com cada vez mais rapidez e intensidade. Com vontade, deslizava-o, friccionava-o, saboreava-o.

Movia-se com liberdade, ajoelhada à frente dele. Até porque as reações do namorado eram tão prazerosas: além do arfar impaciente, o constante latejar entre a boca que o comprimia e os dedos que insistiam em acariciar-lhe os cabelos. Estes, no entanto, travaram e puxaram-na de repente, impedindo-a de continuar a esfregar os lábios por ele.

Como substitutos, os próprios lábios de Takumi, que se abaixara e passara a agarrá-la onde as mãos alcançavam. Mal percebera, já estava deitada sobre o piso; o corpo masculino sobre o seu. Prestes a protestar, foi convencida com a avidez com que ele a beijava. Compreendeu as intenções dele: sua boca podia ser quente e úmida, mas o universitário desejava invadir algo que era muito mais. Contraiu-se, esfregando as coxas uma à outra, com este pensamento.

Ainda estavam no corredor de entrada, porém, e transar ali quando qualquer um que chegasse iria vê-los de imediato era abusar da sorte. Mas não encontrava em si mesma disposição para impedi-lo, correspondendo à língua que enroscava-se à sua de tantas formas, arqueando-se quando os mamilos foram puxados rudemente. Contorceu-se abaixo dele, quando a boca trilhou a garganta exposta.

― E-Ei, Takum- ― Tentou chamar a atenção, com a voz falha. Suspirou fundo quando o lóbulo foi mordido enquanto as coxas eram atacadas por unhas sôfregas. ― O sofá está logo ali, idiota.

―Eu sei ― respondeu ele de imediato, e penetrou-a dois dedos enquanto o dizia. Misaki mordeu os lábios para não manifestar-se alto demais. Prosseguiu, em uma promessa indecente: ― Pode ter certeza de que vou te levar pra lá mais tarde. ― Lambeu todo o pescoço da morena ofegante, e murmurou o restante ao apanhá-la pelas pernas e posicionar-se entre elas: ― Mas antes vou te dar o que você pediu, me provocando em primeiro lugar.

Se para Usui a perdição era o atrevimento da jovem, para ela era ouvir aquele timbre sério e arrastado ― era capaz de enlouquecer somente com aquilo. Se já não bastasse ter lambuzado os dedos dele com a lubrificação, sentiu-se mais e mais úmida, mais e mais necessitada. Tanto que quase gritou com a forte investida em seu sexo.

― É isso que você quer, Misaki? ― sussurrou, rouco.

Estava ocupada demais gemendo para respondê-lo. A posição que o loiro escolhera propositalmente deixava-a mais sensível ― impulsionava os quadris de joelhos, enquanto a erguia pelas coxas. Apenas parte das costas da namorada tocava o chão, mas esta se concentrava no atrito delirante e contínuo, e não na estranheza ou desconforto.

Repetidas vezes, empurrou-se contra Ayuzawa, invadindo-a o mais profundamente possível. Devorava-a também com os olhos, diante daquele espetáculo privilegiado. Nunca esteve tão linda quanto daquele modo: completamente vulnerável, excitada, gemendo a plenos pulmões. A pele queimava sob os dedos, e o suor de ambos mesclava-se com as arremetidas veementes.

Mergulhada naquele gradual êxtase, as preocupações sobre possíveis interrupções foram esquecidas da mente da jovem. Havia apenas o namorado a enterrar-se com mais força dentro dela. E, ao contrário da última vez, a porta permaneceu fechada.

Notas finais
So... É, eu sempre me empolgo nessas partes. Malz, é minha natureza. Vou dizer um segredo (que não é mais segredo) pra vocês: esse hentai tá dividido no meio (eu ainda não escrevi o resto, já que estou super atrasada, wathever). Mas o restante do que eles fizeram eu só vou mostrar mais tarde. “Por quê?” Você me pergunta desesperada. Porque: 1. Eu quero terminar esse arco. Eu quero a festa com tretas. Eu quero foco em outros casais. (SuzuHina, ToraYuka, estou falando de vocês) 2. Assim, depois dessa cena não vou escrever um hentai deles por um BOM TEMPO por n motivos. Então, entre acabar com todos os bombons da Páscoa de uma vez ou guardar para o mês seguinte, prefiro inserir isso como flashback mais tarde. 3. Não tem número 3, mas eu quis acrescentar HSUAHSUAHAS Well, até o próximo, que será o último capítulo do arco ~~