Sobre Aliens E Irmãos
10 I - Décimo I - Sobre Desejo e Impaciência - +18/hentai
Notas iniciais

O corpo reage mais rápido que a mente. E disto Ayuzawa pode comprovar da maneira mais excepcional possível.
Ao ouvir a porta do banheiro ser aberta, antes de tudo censurou a si mesma por ser tão descuidada. No entanto, embora o ambiente estivesse encoberto com o vapor do banho quente, sabia muito bem quem havia entrado ― talvez porque a presença já fosse tão familiar. Prestes a avisar que já estava terminando, contudo, foi surpreendida por um beijo faminto. Voraz.
Tudo ― absolutamente tudo ― sumiu. Não lhe importava que Usui entrara no compartimento o chuveiro ainda vestido das calças, ou que o corpo fora violentamente pressionado contra a cerâmica já aquecida da parede. Mesmo que em qualquer ocasião os pensamentos viessem de imediato, nesta em especial os hormônios tomaram seu lugar. Como algo contagioso, todo o desejo do rapaz ao beijá-la foi transmitido a ela diretamente.
Passou a correspondê-lo de imediato, saboreando tudo o que o namorado podia lhe fornecer. Apenas com aquele roçar e contorcer de línguas ferozes, as entranhas pulsaram em excitação. Num rastro incandescente, a boca de Takumi desceu pelo pescoço, queimando-a bem mais que a água aquecida a cair sobre ambos.
Arfou com a carícia urgente, com os lábios ávidos a sugar a garganta com veemência. Provavelmente, a intensidade daqueles chupões se converteria em uma coloração escandalosa, mas no momento aquela era a última das preocupações de Misaki. Apenas sentia as lambidas converterem-se em um delicioso arrastar de dentes, incitando-a a reagir contra aquele maníaco por sexo.
Quando o loiro alcançou os seios, os dedos dela já haviam se agarrado aos ombros largos, trazendo-o para mais perto de si mesma. Gemeu de modo libidinoso com o toque, fincando as unhas sobre a pele nua que fazia crescer a vontade de arranhá-la. Excitado tanto com aquele ruído tão sensual quanto com o rastro que a universitária produzia no dorso, Usui aplacou a própria fome ao beijá-la novamente.
Enlouqueceu a namorada com isso, sobrecarregando-a com a boca a consumi-la enquanto as mãos castigavam o busto. Ora agarrava as mamas com ânsia, ora torcia os mamilos entre os dedos, alternando os movimentos entre ambos ou simplesmente acariciando-os e beliscando-os por igual. Absorvia todos os gemidos femininos, que tornaram-se muito mais eróticos quando abafados por seus lábios.
Mas queria ouvi-los com clareza, e foi por este motivo que voltou ao maxilar da morena, avançando rumo ao ombro enquanto a mordia e lambia sem restrições. Apesar de deliciada com o que o pervertido fazia, Misaki não deixaria por aquilo mesmo: desceu as mãos pelo peito dele, apreciando orgulhosa os arrepios que proporcionava, até alcançar o cós da calça.
O fato de que ele mordiscava a orelha e apertava os seios dificultavam o processo ― por várias vezes deixou de arranhá-lo para arquejar e gemer. No entanto, ao encontrar-se tão próxima da ereção, foi o rosnar dele que ouviu sobre o ouvido. E céus, como aquele som a excitava! Principalmente porque o deixara irritado: o maior provocador odiava ser provocado.
Mesmo que tenha suspirado com o grunhido selvagem, não se deixou levar pela ameaça naquele tom: ele merecia aquilo, depois do ataque tão repentino. Deslizava os dedos por entre a extremidade da calça completamente úmida, atiçando-o por não tocar de fato onde ele mais desejava. Deixando os seios, Takumi passou a comprimir possessivamente os quadris de Ayuzawa (provavelmente marcando-os com a força ali depositada).
Vitoriosa, prosseguiu na pequena vingança; a língua e os dentes a trilharem seu pescoço tornaram-se mais sedentos conforme aquela voz grave e rouca demonstrava o quão próximo do limite da sanidade ele se encontrava. Mas, como sempre, foi injusto: também raspou as unhas pelas costas estreitas da namorada, que arqueou-as enquanto suspirava. Aproveitando-se o breve deslize, o rapaz apanhou os pulsos dela, suspendendo-os acima da cabeça dela com apenas uma das mãos.
No entanto, a noção de injustiça desapareceu quando Misaki anteviu os orbes quase negros com o desejo lascivo. Não havia tempo para provocações, somente a necessidade insana, a vontade carnal. Devore-me inteira. Aqui. Agora. Quase se contorceu na expectativa quando ele livrou-se do que vestia num gesto rude. Mal ouvira o estalar das roupas contra o chão, na verdade.
Porque, aproveitando-se da sensibilidade causada pelos braços erguidos, Usui foi de encontro aos seios que imploravam pelo calor de sua boca. Apesar de remexer-se contra o que aprisionava os punhos, e frustrar-se com a pressão gradativamente maior, a mulher não poderia negar o quão prazeroso aquilo era. Cada vez que a língua dele esfregava-se pelos mamilos endurecidos ou cada chupão e mordida que recebia nas mamas repercutia de maneira imediata no baixo-ventre.
Enquanto ele revezava as carícias no busto, a morena comprimia as coxas uma à outra, enquanto gemia sem pudores. Entregar-se daquela maneira não era o que queria de início, mas era impossível não render-se quando o namorado a incendiava a sugar dos seios com tanta luxúria, e sobretudo, gemer enquanto o fazia.
Oh, sim, esta era a pior parte. Porque cada gemido que Takumi proferia ao tocá-la e chupá-la a deixava consciente do quanto tinha poder sobre ele ― o quanto seu corpo, seus gestos, seus olhares eram capazes de excitá-lo. Ambos pertenciam um ao outro, dominavam-se irrevogavelmente. E estavam famintos.
Tão logo o universitário a liberou, enroscou os dedos aos cabelos dourados, tão veemente quanto ele ao agarrá-la pelas nádegas com ferocidade. Rapidamente entendeu o que ele queria, e facilitou o processo de içar as pernas para envolvê-las no quadril dele. Foi mais uma vez pressionada contra a parede, invadida por lábios viciantes e deliciosos enquanto o loiro apertava a carne das coxas com vontade ao segurá-las para que se prendesse a ele. Com a proximidade, pode sentir como ele já estava excitado ― as pernas enlaçaram-no ainda mais, estreitando o contato e o friccionar do sexo ao dele.
Era praticamente intoxicante aquela torrente de sensações ― nem sequer lembrava-se do que havia pensado minutos antes. Nada existia além dos dois e da névoa ardente e voluptuosa que os envolvia. Não era o bastante somente beijarem-se, e Usui desceu pela mandíbula, garganta, até os seios; a morena estava ocupada mordendo e acariciando com a língua a pele masculina que conseguia alcançar.
Após roçarem minimamente um ao outro, não suportaram muito mais: em um movimento lento, embora intenso, o namorado penetrou-a, centímetro por centímetro. Num gemido longo e arrastado, Misaki foi invadida pelo membro a deslizar no interior que o comprimia e umedecia. No entanto, ansiava por mais: queria senti-lo em toda a extensão, com toda a força. E o rapaz estava ávido para atendê-la.
Quando começou a chocar-se contra a pélvis dela, Ayuzawa agarrou-o pelos ombros, tomada por aquilo que lhe embriagava. Todas as sensações mesclavam-se, sinestésicas: as respirações ofegantes, a textura macia do dorso em que ela impiedosamente fincara as unhas, como ele o fazia com as coxas; e principalmente, aquilo que continuamente a preenchia a cada estocada.
O gosto da língua de Takumi somou-se à confusão dos sentidos, e poucas vezes esteve tão satisfeita por estar confusa. Saboreou o quanto pôde daquele beijo necessitado, pois ao aumentar a velocidade e a profundidade das investidas, o loiro tornou-os incapaz de manterem-se minimamente imóveis para compartilhar dos lábios um do outro.
Gemiam e grunhiam, ultrapassando o ruído provocado pelo chuveiro; além disso, havia o som dos corpos a se encontrarem, que tornava a atmosfera muito mais erótica, superando todas as espectativas. Estavam alucinados, prisioneiros do prazer e excitação que podiam proporcionar um ao outro. Enquanto uma perdia a (pouca) sanidade cada vez que a ereção era introduzida para saciá-la por completo, o outro era tragado pelo delicioso aperto das entranhas a recebê-lo, pelo intenso e constante atrito de si mesmo contra ela.
― Takumi... ― Foram as primeiras palavras ditas pela jovem, e traduziam toda a veemência que esta sentia. ― Taku- ― Tentou repetir o nome, mas uma arremetida em especial atingiu-a num ponto sensível, fazendo com que a voz se perdesse por alguns segundos. Repetiu, num gemido lânguido, pausado devido ao vigor com que era invadida: ― Ta... ku... mi...!
Como eram sensuais aqueles gemidos a provocá-lo, assim como as pernas e mãos a agarrá-lo com urgência, como as curvas cálidas a tocá-lo de tantas maneiras. Ou aquele rosto tão lindo a expressar-se da forma mais prazerosa possível. Inferno, Misaki não era apenas tentadoramente desejável ― sem dúvidas, a namorada era tão gostosa quanto possível.
Afinal, de que maneira poderia descrever a sensação de estar dentro dela? De mergulhar-se mais e mais, arrancando dela aqueles ruídos eróticos? De despertar nela aquela fome carnal que apenas ele conhecia? Ou ainda, das paredes internas a agitarem-se e contorcerem-se em volta dele quando ela estava tão próxima do orgasmo?
― Quero sentir você gozar, Misaki. ― A voz era grave ao comandá-la; quase autoritária.
E não importava quanto tempo passou sem ouvi-lo dizer nada: sempre iria enlouquecer com aquele timbre. Se já estava perigosamente próxima, ao ouvir as palavras ousadas, ditas daquela maneira e combinadas às estocadas violentas, a morena entregou-se à explosão férvida que a tomou em cadências abrasadoras. Como se diretamente vinculadas aos batimentos cardíacos. Não reprimiu-se nem por um segundo, gritando incoerente enquanto a consciência era domada pelo êxtase.
Não era fácil resistir com tantos estímulos: o sexo de Ayuzawa a comprimi-lo ao máximo enquanto ela delirava durante o clímax, a pele em chamas a agarrá-lo em toda a parte, os gemidos e gritos capazes de levá-lo à loucura também. Enchiam-no de avidez para impulsionar-se com força ― tamanha a ponto de prensá-la completamente contra a parede. A cada movimento de afundar-se e voltar, sentia-se mais e mais próximo. Até que, enfim, pôde deixar-se verter no interior dela, num último e arrastado gemido.
Mesmo ainda ofegante e abraçada a ele, ao recuperar-se minimamente a jovem questionou, em pausas devido à respiração difícil:
― O que... foi... isso?
Após uma risada leve, Usui respondeu sobre o ouvido: ― Achei que sabia o que era sexo, Mis-
― Você me entendeu, babaca ― interrompeu-o, afastando-se para voltar os pés ao chão. “Nada de humor estúpido”, reclamou mentalmente.
Como primeiro gesto, estendeu-se para desligar o registro do chuveiro. Esforçou-se para não pensar no desperdício agora que a lascívia já havia passado, mas ao menos toda aquela água fora útil para que ambos não estivessem encobertos de suor. Ao apanhar toalhas, os orbes amarelados fixaram-se na porta aberta do banheiro. Nenhum ruído de fora, nenhum indício de mais alguém na casa.
― Por algumas horas o apartamento é só nosso ― explicou o loiro, sanando suas dúvidas.
Mesmo de costas pôde visualizar o sorriso pervertido e satisfeito dele com aquela situação. E, de alguma maneira, ao virar-se, o imbecil já secara o corpo completamente. Apenas as madeixas claras estavam úmidas, e ele esfregava o tecido a elas com displicência. Talvez por isso mantivesse aquele penteado rebelde. Lembrou-se de repente, enquanto a toalha absorvia as gotículas no tronco:
― Mas hoje não é a- ― Desistiu de perguntar, estreitando os olhos. ― Esquece, é pedir demais de você.
Bem, já o conhecia há dois anos; era capaz de antever algumas das suas intenções. E isto pareceu despertar o bom humor de Takumi, que atreveu-se a provocá-la. Arqueou as sobrancelhas, indagando divertido:
― O quê? Quer que eu te convença a ficar?
Num instante, as chamas competitivas acenderam-se na antiga presidente do Seika. Quer dizer, ele estava desafiando-a! Descaradamente! Não iria mesmo deixar por isto, tanto que esboçou um sorriso irritado de modo instintivo. E este foi o único aviso antes de empurrá-lo contra a porta, para fora do banheiro.
Agora era ele o pressionado contra a parede, no corredor.
― Se estou aqui, é porque eu quero ― esclareceu, quase zangada, para um rapaz que a fitava de olhos arregalados.
Convencê-la a ficar, que ideia! Mostraria a ele do que era capaz, e assim o fez. Encaminhou-se à base do pescoço, pois devido à diferença de altura o máximo que conseguia atingir sem estender-se sobre a ponta dos pés era a clavícula. Lá depositou um chupão intenso, que provavelmente o deixaria marcado por algum tempo. Nada que o terno não fosse esconder, pensou despreocupada.
Com prazer, notou a respiração dele falhar um pouco, mas queria mais: impetuosamente, dirigiu-se até a ereção dele, envolvendo-a com os dedos travessos. Ouviu satisfeita o ofegar surpreso de Usui, seguido de um gemido que era capaz até mesmo de excitá-la. Além disso, senti-lo enrijecer com seu toque era uma vitória deliciosa.
Então adotou um ritmo que era tanto vagaroso para que despertasse nele a impaciência quanto ágil para alcançar logo a região pelo qual os dois ansiavam. Enquanto descia pelo tórax, mordiscando e lambendo cada mínimo indício de musculatura, Misaki também percorria toda a extensão do volume em sua mão, em movimentos lentos.
Aquele alien não era o único a gostar de torturas. Na verdade, (e a morena preferia não pensar muito nisso) foi Takumi a ensiná-la o quão prazeroso era a posição de quem provoca. E até mesmo ele não seria contrário àquele tipo de provocação.
Tanto que jogou para trás a cabeça, cerrando as pálpebras, quando ela desceu do umbigo até o membro que pulsava com as carícias. Aguardou, ávido, pela boca a envolvê-lo por inteiro, mas não foi isto que recebeu. Desde a base até o topo, Ayuzawa o lambeu. Com habilidade, contornou a glande, e de imediato os orbes esverdeados focaram-se nela, assistindo aquela cena em particular.
Só então notou que ela o fitava de volta, enquanto o fazia. Aquela mulher queria mesmo enlouquecê-lo. Persistiu no estímulo, roçando-o externamente. Estava corada, é verdade, mas não deixou de observar cada reação dele ao delineá-lo com a língua. A curiosidade ultrapassava a vergonha, e um brilho atrevido e inquieto surgiu em seus olhos ao perceber como as íris do rapaz estavam escurecidas, ou como ele parecia tão faminto.
No entanto, era inegável o leve rubor causado pelo desconforto, e preferiu privar-se da visão do loiro ao encobri-lo com os lábios. Recebeu como resposta o grunhido grave e rouco que tanto queria, o que a incentivou a prosseguir. Chupou todo o comprimento que conseguia alcançar sem engasgar-se, lenta e vorazmente.
Era impressionante como seu nome tornava-se uma palavra tão obscena dito por Usui naqueles momentos. Deveria ser o desejo que ele transmitia com ela ― desejo que se intensificava ao ouvi-la gemer enquanto o sugava com cada vez mais rapidez e intensidade. Com vontade, deslizava-o, friccionava-o, saboreava-o.
Movia-se com liberdade, ajoelhada à frente dele. Até porque as reações do namorado eram tão prazerosas: além do arfar impaciente, o constante latejar entre a boca que o comprimia e os dedos que insistiam em acariciar-lhe os cabelos. Estes, no entanto, travaram e puxaram-na de repente, impedindo-a de continuar a esfregar os lábios por ele.
Como substitutos, os próprios lábios de Takumi, que se abaixara e passara a agarrá-la onde as mãos alcançavam. Mal percebera, já estava deitada sobre o piso; o corpo masculino sobre o seu. Prestes a protestar, foi convencida com a avidez com que ele a beijava. Compreendeu as intenções dele: sua boca podia ser quente e úmida, mas o universitário desejava invadir algo que era muito mais. Contraiu-se, esfregando as coxas uma à outra, com este pensamento.
Ainda estavam no corredor de entrada, porém, e transar ali quando qualquer um que chegasse iria vê-los de imediato era abusar da sorte. Mas não encontrava em si mesma disposição para impedi-lo, correspondendo à língua que enroscava-se à sua de tantas formas, arqueando-se quando os mamilos foram puxados rudemente. Contorceu-se abaixo dele, quando a boca trilhou a garganta exposta.
― E-Ei, Takum- ― Tentou chamar a atenção, com a voz falha. Suspirou fundo quando o lóbulo foi mordido enquanto as coxas eram atacadas por unhas sôfregas. ― O sofá está logo ali, idiota.
―Eu sei ― respondeu ele de imediato, e penetrou-a dois dedos enquanto o dizia. Misaki mordeu os lábios para não manifestar-se alto demais. Prosseguiu, em uma promessa indecente: ― Pode ter certeza de que vou te levar pra lá mais tarde. ― Lambeu todo o pescoço da morena ofegante, e murmurou o restante ao apanhá-la pelas pernas e posicionar-se entre elas: ― Mas antes vou te dar o que você pediu, me provocando em primeiro lugar.
Se para Usui a perdição era o atrevimento da jovem, para ela era ouvir aquele timbre sério e arrastado ― era capaz de enlouquecer somente com aquilo. Se já não bastasse ter lambuzado os dedos dele com a lubrificação, sentiu-se mais e mais úmida, mais e mais necessitada. Tanto que quase gritou com a forte investida em seu sexo.
― É isso que você quer, Misaki? ― sussurrou, rouco.
Estava ocupada demais gemendo para respondê-lo. A posição que o loiro escolhera propositalmente deixava-a mais sensível ― impulsionava os quadris de joelhos, enquanto a erguia pelas coxas. Apenas parte das costas da namorada tocava o chão, mas esta se concentrava no atrito delirante e contínuo, e não na estranheza ou desconforto.
Repetidas vezes, empurrou-se contra Ayuzawa, invadindo-a o mais profundamente possível. Devorava-a também com os olhos, diante daquele espetáculo privilegiado. Nunca esteve tão linda quanto daquele modo: completamente vulnerável, excitada, gemendo a plenos pulmões. A pele queimava sob os dedos, e o suor de ambos mesclava-se com as arremetidas veementes.
Mergulhada naquele gradual êxtase, as preocupações sobre possíveis interrupções foram esquecidas da mente da jovem. Havia apenas o namorado a enterrar-se com mais força dentro dela. E, ao contrário da última vez, a porta permaneceu fechada.
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