No presídio de Rikers Island, um homem caminhava silenciosamente pelos corredores. Ele passava por alguns portões até chegar a uma sala com vidros e paredes marrom, uma sala que ele conhecia muito bem. O homem, conhecido como Ryan Cullen, entrou e foi recebido por seu advogado, o Sr. Miller.

— Ryan Cullen — chamou o advogado, sorrindo. — Tenho ótimas notícias. O juiz acatou o pedido de liberdade condicional. Faltam poucos meses para que você termine de cumprir sua pena.

Ryan sorriu e agradeceu ao Sr. Miller, apertando a mão do advogado.

— No final de semana, você estará livre — acrescentou o advogado.

Ryan assentiu, seus olhos brilhando com uma mistura de alívio e determinação. Ele deixou a sala e retornou ao seu quarto, um espaço pequeno e austero que havia sido seu lar nos últimos cinco anos. Esse tempo dentro da prisão havia sido seu pior castigo, os prisioneiros não davam um bom tratamento para condenados pelo crime que ele havia cometido. Ele não era mais o mesmo homem que entrou ali, e o tempo passado em cativeiro havia transformado seu desejo de vingança em uma chama ardente.

Sentado na cama estreita, Ryan refletiu sobre os últimos cinco anos. Ele havia sido forçado a enfrentar a dura realidade da vida na prisão, onde cada dia era uma luta pela sobrevivência. A humilhação, o isolamento e a constante violência que sofria tinham deixado marcas profundas nele. Mas agora, com a liberdade ao alcance, ele sentia uma nova energia correndo por suas veias.

Ele não via a hora de estar livre para fazer com que todos pagassem por isso. Ryan não era mais o homem quebrado que entrou em Rikers Island. Ele havia se tornado mais forte, mais calculista e determinado a recuperar tudo o que havia perdido. Ele faria todos aqueles que contribuíram para sua queda pagarem caro, e estava disposto a ir até o fim para conseguir sua vingança.

Ryan olhou pela pequena janela de sua cela, sentindo uma mistura de raiva e antecipação. Ele sabia que a liberdade estava perto e que seu tempo de vingança estava chegando. O mundo lá fora ainda não sabia o que estava por vir, mas ele faria questão de lembrá-los.

Enquanto aguardava o fim de semana e sua libertação, ele começou a planejar seus próximos passos com cuidado, cada detalhe pensado meticulosamente. Ele sabia que não poderia falhar, não depois de tudo que havia passado. E com um último olhar para o céu através da janela gradeada, Ryan se comprometeu a nunca mais ser preso ou controlado por ninguém.

A primeira noite do final de semana finalmente chegou, e Ryan Cullen sentia o cheiro da liberdade depois de muitos anos. Ao sair do presídio, ele viu sua mãe, Caroline, esperando por ele. Um sorriso se espalhou pelo rosto de Ryan, e ele se aproximou, dando nela um abraço forte e apertado.

— Estou tão feliz por ter você de volta, meu filho — disse Caroline, com lágrimas nos olhos.

— Eu também estou feliz em estar livre, mãe — respondeu Ryan, segurando-a com força.

Eles entraram no carro de Caroline e seguiram para o bairro de Brooklyn, em Nova York. Enquanto sua mãe dirigia, ela perguntou quais os planos de Ryan agora que estava solto e se ele não pretendia ir para Madri com ela.

— Ainda não tenho planos definidos, mãe. Preciso pensar em tudo — disse Ryan, olhando pela janela, absorto em seus pensamentos.

De repente, ao passar por um cruzamento, um veículo bateu forte na lateral do carro de Caroline. O impacto foi brutal, e Caroline ficou desacordada no volante. Ryan, atordoado, tentou soltar a mãe, mas os cintos de segurança estavam presos, e a porta estava amassada.

— Mãe! — gritou Ryan, desesperado. Ele tentou abrir a porta novamente, mas estava presa. — Socorro! Alguém me ajude!

Olhou em volta e percebeu que estavam em uma estrada deserta. O pânico começou a tomar conta dele enquanto o cheiro de gasolina se intensificava. Ele sabia que não tinha muito tempo antes que o carro pudesse pegar fogo. Com todas as suas forças, ele continuou tentando soltar a mãe, puxando o cinto de segurança e tentando abrir a porta.

— Por favor, alguém, nos ajude! — gritou Ryan, sua voz ecoando na estrada deserta.

Minutos pareciam horas enquanto ele lutava para libertar Caroline. Seu coração batia acelerado, e ele suava frio. Ele não podia perder sua mãe, não depois de tudo pelo que haviam passado. Ryan olhou desesperadamente pela janela, torcendo para que algum veículo passasse e os resgatasse antes que fosse tarde demais.

Seu pedido pareceu ter sido ouvido. Um veículo passou ao lado e estacionou a alguns metros do veículo deles. Ryan viu a mulher sair do veículo e caminhar lentamente até o veículo deles. Ao ver quem era os olhos de Ryan se arregalaram, aquilo não era possível.

— Rosalie?

A loira sorriu é tirou algo de dentro da bolsa. Os olhos de Ryan se arregalaram ainda mais e o som dos tiros ecoaram pelas ruas vazias.

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Renesmee terminava de tomar seu café da manhã enquanto Jacob ajudava a pequena Mel a organizar seus materiais escolares para a aula. Nessie se aproximou de Jake com um copo de suco na mão e perguntou:

— Você realmente não poderá almoçar em casa hoje?

Jacob suspirou e respondeu:

— Desculpe, Nessie. Eu realmente preciso estar na sede da NASA o dia todo. Mas prometo que vou organizar melhor meus horários.

Jacob deu um beijo na testa de Renesmee, deixando Mel com ela na sala, e foi buscar sua mochila no quarto. O som da TV ligada ecoava pela sala, com o noticiário da manhã. Renesmee, distraída, olhou para a TV, onde a notícia urgente começava a ser transmitida.

Interrompemos nossa programação para uma notícia de última hora. Um veículo foi encontrado destruído próximo ao cruzamento da Rodovia BQE, em Brooklyn. Os serviços de emergência chegaram ao local, mas infelizmente os dois passageiros foram encontrados mortos. Um dos passageiros foi identificado como Ryan Cullen, recentemente libertado após cumprir sua pena.

O copo de suco caiu da mão de Nessie, estilhaçando-se no chão. Seu rosto ficou pálido, e sua mente girou com a informação que acabara de ouvir. Jacob voltou à sala, segurando a mochila, e imediatamente percebeu a expressão de Nessie e o copo quebrado no chão.

— Nessie, o que aconteceu? — ele perguntou, preocupado, aproximando-se rapidamente dela.

Renesmee apenas apontou para a TV, onde as imagens do acidente eram exibidas. Jacob viu a notícia e entendeu imediatamente o motivo da reajção de sua esposa. Ele a envolveu em seus braços, tentando confortá-la enquanto Mel, sem entender muito bem o que estava acontecendo, observava os pais com curiosidade e preocupação.