Notas iniciais
Ei, caro leitores! Aqui está o segundo capítulo, cheio de novidades. Esperamos que gostem!!

Anna POV.

Assim que chegamos na cabana, logo percebemos a mudança de ar. Era um ar sufocado, abafado e ao mesmo tempo mórbido. Pegamos nossas coisas e fomos entrando na cabana que era dos tios de Charlie.

Hazel foi na frente, e ao abrir a porta a casa inteira estremeceu. Era uma casa velha, suas portas e janelas rangiam ao bater do vento. Olhamos em todas as partes, e tecnicamente a casa não era ruim. Tinha dois quartos, uma sala ligada à cozinha, um banheirinho e um sótão. Claro, tinha que ter um sótão!

Fomos nos hospedando. Eu e Hazel iríamos dormir num quarto; Débora e Allan em outro e o pobre Charlie iria dormir na sala. Azar o dele. Quando deu por volta das oito horas da noite, nos reunimos na pequena mesinha que havia ali na cozinha, e jantamos uma deliciosa refeição feita por Allan.

Depois, passamos um tempo conversando na sala, até que o sono bateu nos olhinhos de todos e fomos então, dormir.

No dia seguinte, acordamos cedinho para tomarmos café e explorarmos um lago que havia à uns quilômetros dali.

Charlie POV.

Bem, a cabana era até melhor do que eu pensava. Achei que estaria faltando telhas e teria buracos nas paredes mas, até que estava boa. Juntamos duas pessoas para dividirmos os dois quartos. Anna e Hazel ficaram com o quarto maior; Débora e Allan ficaram com o quarto do lado do banheiro e eu, como sempre pago o pato, fiquei pra dormir na sala...sozinho. Bem, você deve estar se perguntando “por quê Hazel e Débora não dormem no mesmo quarto?!”. Minha resposta é, “por que nós queremos dormir também, se é que você me entende!”.

Enfim, a noite chegou rápido naquele dia. Allan resolveu cozinhar um ótimo escondidinho de frango para nós, e acreditem, estava muito bom. Após a refeição, nos juntamos na sala para conversarmos, mas não foi por muito tempo pois estávamos cansados. Decidimos nos deitar.

Passei a noite até que bem para alguém que estava num lugar novo e sozinho. Algumas vezes eu sentia meus dedos dos pés frios, mas acredito que era porque eu não estava acostumado com aquele clima ainda.

Tirando isso, tudo ocorreu bem. No dia seguinte, acordamos cedo pois queríamos desfrutar do lago que tinha perto da estrada. Chegando lá, avistamos uma neblina incrível em cima da lagoa.

– E agora? Nadamos mesmo assim? – Perguntou Débora.

Allan deu um pulo na água. Bem, isso respondia à pergunta. Todos seguimos Allan e eu, como sou incrivelmente inovador, dei um salto triplo com um final eletrizante direto à água. Passamos o dia inteiro lá, e por incrível que pareça, nem vimos o anoitecer chegar. Fomos pra casa no breu absoluto e pingando, afinal, havíamos esquecido as toalhas.

Chegando na cabana, notamos que as janelas dos quartos estavam abertas, diferente de quando deixamos a casa.

– Que estranho. – Murmurou Hazel.

– Será que alguém entrou aqui? – Perguntou Anna, assustada.

– Calma gente! Talvez tenha sido apenas o vento. Essas janelas estão fracas. – Disse Allan, com extrema confiança.

Deixamos de pensar nisso por um tempo, afinal nossas barrigas estavam falando mais alto, quero dizer, roncando mais alto!

Hoje era meu dia de fazer a refeição, então fiz um macarrão delicioso!!

Allan POV.

Acordamos bem cedo no dia seguinte e fomos diretos procurar o tal lago do outro lado da estrada. Chegando lá, vimos muita neblina em cima dele, mas nada que nos impedisse de nadar.

– E agora? Nadamos mesmo assim? – Perguntou Débora.

No mesmo instante, eu dei um pulo na água. Respondi à pergunta sem nem mesmo abrir a boca. Todos me seguiram e entraram no lago. Charlie, exagerado do jeito que é, deu um mega salto e caiu de ponta na lagoa. Todos aplaudiram.

Passamos o dia todo lá, na maior brisa. Charlie havia levado bebida para nós, sem contar o LSD. Acredite, vimos gnomos naquele lago!! Quando nossa fixa caiu, percebemos o quanto escuro estava. E ainda por cima, pra piorar, esquecemos as nossas toalhas. Voltamos ensopados para casa e não conseguíamos enxergar o caminho direito. Estava MUITO escuro!!

Entramos na casa e em menos de um minuto, Hazel chama a gente no quarto. Todas as janelas estavam abertas, e não tinha sido nós que as deixamos assim. Pelo contrário, as deixamos fechadas pois estávamos com medo de chover e molhar tudo

– Que estranho. – Murmurou Hazel.

– Será que alguém entrou aqui? – Perguntou Anna, assustada.

– Calma gente! – Exclamei. – Talvez tenha sido só o vento. Vocês sabem como essas janelas estão fracas!

Todos concordaram, mas ainda estavam com uma expressão assustada no rosto. Enfim, concordamos que nossa fome estava maior que a curiosidade, então naquele momento decidimos jantar. Quem iria preparar naquela noite era nosso querido Charlie!

Débora POV.

Após a tarde brisada que tivemos naquele lago, percebemos que a escuridão havia tomado conta do céu. Voltamos naquele breu direto à cabana. Ainda por cima tivemos que voltar pingando e com frio pois esquecemos nossas toalhas. Chegando lá, Hazel nos chamou desesperadamente em seu quarto.

– As janelas...Elas estão abertas! Que estranho. – Murmurou Hazel.

Todos se espantaram ao notar o estranho fato ocorrido.

– Será que alguém entrou aqui? – Perguntou Anna, assustada.

– Calma gente! – Exclamou Allan. – Talvez tenha sido só o vento. Vocês sabem como essas janelas estão fracas!

Bem, nossa fome estava maior do que nosso medo diante às janelas abertas. Entrava muito vento por ali, então as fechamos e fomos comer alguma coisa. Naquela noite, era macarrão feito por Charlie.

Não demorou muito para que o sono puxasse-nos para as camas. Lembro de ir para meu quarto, deitar-me na cama e olhar para Allan, que estava puxando minhas cobertas. Lembro também que xinguei sua mãe, mas isso vou deixar em off, afinal, estávamos cansados de mais e me deixei levar pelo sono e a irritação...

...Porém, tudo mudou a partir desta noite!

Durante aquela noite, acredito ter escutado várias batidas de portas, mas eu relevei. Podia ser qualquer um na casa usando o banheiro ou, sei lá. Eu só não queria pensar em coisas ruins naquele lugar.

No dia seguinte, resolvi perguntar quem era o mijão/cagão que ficou a noite inteira indo no banheiro. O mais estranho foi ouvir que ninguém, NINGUÉM havia levantado. Comecei a pensar que eu estava ficando louca, até a noite seguinte chegar...

Hazel POV.

Quando levantamos, Débora perguntou à nós quem é que tinha levantado a noite. Nos entre-olhamos. Quando Allan disse que ninguém havia se levantado, percebi a feição estranha de Débs. Ela olhava-nos assustada, com medo. Parecia uma criança recebendo a notícia que havia perdido seu ursinho.

Aquilo foi realmente muito estranho, mas comecei a entender a partir da noite seguinte.

Durante a noite, eu escutei passos. Passos como se fossem de um homem com sapatos sociais. Eles ecoavam pela casa inteira e pareciam penetrar nos meus ouvidos. O medo daquilo ser real me tomava e meus braços se arrepiaram. Eu comecei a cantar dentro de minha mente, mas os passos pareciam persistir mais forte dentro de mim.

No mesmo segundo, me levantei assustada e a noite virou dia. Foi muito rápido, como se fosse um sonho. Olhei para Allan, e nada parecia ter acontecido com ele.

Me levantei e fui ver como estavam as meninas. Alguém deve ter percebido além de mim. Abri a porta, e lá estavam elas dormindo... Aquilo era um pesadelo!!

Resolvi ir a sala e me acalmar. Chegando no cômodo, me deparei com Charlie chorando.

– Charlie? O que houve?

Ele se virou pra mim com os olhos avermelhados.

– Não consegui dormir. Coisas estranhas aconteceram essa noite.

Será que Charlie também escutou? – Pensei.

– O que aconteceu, exatamente?

– Sons, sons estranhos por toda a casa. Eu estava achando que era apenas minha imaginação fértil mas... algo tocou meus pés. – Disse, com as mãos no rosto.

– Charlie, talvez...

– ...NÃO, EU NÃO SOU LOUCO! – Gritou Charlie, me interrompendo.

– Não Charlie, você não é. Pelo contrário, está noite eu escutei barulho de passos por toda a casa, e parecia estar bem perto.

Eu e Charlie nos olhamos. Sabíamos que estava acontecendo algo naquele lugar.

– Eu sentia algo aqui dentro Hazel. Só não tive coragem de abrir meus olhos.

– Entendo. Bem, vamos nos acalmar agora. Depois, vamos conversar com o pessoal.

Charlie POV.

Na hora em que Débora nos falou aquelas coisas estranhas, eu juro que pensei que ela precisava de um psicólogo, mas essa ideia mudou naquela noite. Depois que todos foram se deitar, eu resolvi que eu TINHA que me masturbar alí, naquela hora. Ignorei o fato de alguém aparecer, e simplesmente peguei um lubrificante que eu tinha levado. Passei nas mãos e comecei o trabalho ali mesmo. Mais tarde eu estava cansado, então finalmente resolvi dormir. Passou um tempo que eu estava deitado e eu ainda não tinha conseguido pegar no sono, apenas estava com os olhos fechados.

Foi aí que senti uma presença na sala. Uma presença fria, ruim... maligna. Meu medo foi maior do que a curiosidade, portanto nem cogitei a possibilidade de abrir os olhos. Eu estava quieto, aliás, tudo estava quieto. Aquele momento parecia ser infinito. Eu sentia meu oxigênio se esgotando na minha garganta. Bem, talvez fosse coisa da minha cabeça. Porém, eu estava errado. Senti meus dedos frios, novamente, assim como senti na primeira noite em que dormi na casa. Mas dessa vez, parecia a mão fria de alguém que havia encostado nos meus pés. Pensei em todas as possibilidades. Talvez fosse um bandido, ou talvez um demônio. Mas afinal, que bandido ou demônio encosta nos pés das vítimas. Enfim, eu não tinha coragem pra descobrir! Bastava eu abrir os olhos...Mas, e se eu morresse ali?! Não, eu não podia abrir meus olhos. Me fingir de morto era o melhor a se fazer.

No mesmo segundo em que meus pensamentos do que estava acontecendo acabaram, eu acordei assustado e percebi que já era dia. Aquilo foi muito estranho porque amanheceu muito rápido. Parecia que aquilo tinha sido um pesadelo, mas ao mesmo tempo eu sentia que não.

Eu estava assustado. Minhas mãos estavam pálidas, eu as passava em minha cabeça diante aos cabelos. O medo estava em mim. Aquilo era muito estranho! O problema é que ninguém vai acreditar se eu contar...Comecei a chorar e a duvidar de mim mesmo. Hazel apareceu atrás de mim depois de um tempo.

– Charlie? O que houve? – Perguntou.

Me virei pra ela. Não pude esconder meu medo e minhas lágrimas.

– Não consegui dormir. Coisas estranhas aconteceram essa noite Hazel...

– O que aconteceu, exatamente?

No mesmo instante, Hazel fez cara de quem sabia do que eu estava falando.

– Sons, sons estranhos por toda a casa. Eu estava achando que era apenas minha imaginação fértil mas... algo tocou meus pés, acho.

– Charlie, talvez...

– ...NÃO, EU NÃO SOU LOUCO! – Gritei.

– Não Charlie, você não é. Pelo contrário, está noite eu escutei barulho de passos por toda a casa, e parecia estar bem perto.

Eu e Hazel trocamos olhares, e naquele momento percebemos que alguma coisa muito horrível e estranha estava acontecendo durante a noite naquele lugar.

– Eu sentia algo aqui dentro Hazel. Só não tive coragem de abrir meus olhos. – Falei.

– Entendo. Bem, vamos nos acalmar agora. Depois, vamos conversar com o pessoal.

Esperamos todo mundo acordar e tomar seu café-da-manhã em paz, pois era o que eles não teriam mais após escutarem o que tínhamos a dizer.

– Temos que sair daqui! – Exclamou Hazel.

Allan POV.

Quando me levantei, percebi que alguém já estava acordado. Joguei uma almofada em Débora, que estava deitada na cama do lado do meu colchão.

– Que foi? – Murmurou.

– Levanta, está na hora.

Peguei a roupa que iria vestir e fui ao banheiro. Saí de lá e fui acordar as meninas. Notei que Hazel já havia levantado, então fui direto à sala. Chegando lá, encontrei Hazel e Charlie conversando. Eles já haviam preparado o café-da-manhã para nós.

– Bom dia. – Falei.

Eles não estavam com uma feição boa, mas se esforçaram em responder. Após todos se sentarem na mesa e degustarem a manhã, Hazel nos olhou com um olhar de pânico.

– Temos que sair daqui!

Eu, Anna e Débora nos olhamos e em seguida os olhamos.

– Aconteceu alguma coisa? – Perguntou Débora.

– Sim, algo muito estranho. Me desculpa duvidar de você amor. Agora eu acredito que coisas terríveis acontecem aqui.

Eu ainda não estava entendendo, e acredito que Anna também não.

– Gente, do que estão falando?

– Ah Allan, não é possível você não ter notado nada de estranho aqui nesse lugar... – Disse Anna.

– Até você? Bem, juro que não notei. Agora dá pra vocês me explicarem?

Eles se olharam.

– Allan, quando a noite cai por aqui, coisas estranhas acontecem. Por exemplo, na segunda noite aqui na casa, Débora ouviu as portas abrirem várias vezes durante a noite só que NINGUÉM levantou. Ontem, eu escutei passos altos em toda a casa e Charlie sentiu alguém tocando seus pés. Charlie sentiu uma presença na sala...

– E além do mais, na mesma noite em que Débora falou das portas, as janelas do nosso quarto se abriram Allan. Hazel estava dormindo profundamente e acho que nem sequer percebeu, mas elas se abriram e entrava um vento terrivelmente frio! Porém, elas se abriram lentamente... acredito que não foi o vento.

– Não pode ser. Por quê só eu não fui evidência de que algo sobrenatural está ocorrendo na casa?

– Eu não sei, mas não quero mais ficar aqui dentro. – Disse Anna.

– É isso! – Pensei. – Vamos acampar.

Todos concordaram que talvez a casa é que fosse o problema, então pegamos nossas coisas para naquela noite, fossemos dormir fora. O problema seria os insetos! Bem, melhor que assombrações. Durante o dia, fomos nadar no lago novamente, porém levamos as toalhas. Era tardinha quando saímos e fomos montar nossas barracas.

– Vai Charlie, me ajuda ai. – Disse.

Após montarmos as barracas, as meninas já foram se ajeitando. Fiquei por um tempo, do lado de fora observando o balbuciar dos grilos. Percebi uma movimentação, era Anna vindo até mim.

– E aí. O que ta fazendo de bom aqui fora?

– Bem, conversando com uma menina bonita...

Anna deu uma risadinha. Cara, eu estava afim dessa menina desde o 9º ano! Um sorriso pra mim foi tipo, Rei Arthur tirando a espada da pedra.

– Bem, e se essa menina fizesse mais do que apenas conversar?

– Ah, como o que por exemplo? – Perguntei, olhando diretamente aos seus olhos.

– Aí você que decide...

No mesmo instante, peguei-a pela cintura e a beijei. Todos precisavam se distrair diante aquela tensão toda. Enfim, aquela era a minha vez! Fui a levando para a barraca.

– Quem vai dormir comigo? – Gritou Charlie do lado de fora.

– Vem dormir com a gente Charlie. Acho que a barraca ao lado está cheia. – Respondeu Hazel.

Bem, Hazel sabia a hora de me ajudar. Agradeci aos céus por ela estar lá aquela hora, porque Charlie é meio sem noção. Enfim, continuamos naquele clima sem deixar Charlie “broxar o momento”. Lembrei que levei camisinha na viajem porque tinha que haver alguma emoção, só não sabia que ia rolar no meio da floresta.

Tá, peguei a camisinha que estava na mala ao lado do colchonete em que estávamos.

– Você já fez isso antes? – Perguntou.

– Er, digamos que só com a minha mão.

Anna riu e ficou corada.

– Enfim. Está nervosa? – Perguntei.

Ela fez que sim com a cabeça, mas percebi seu olhar confiante olhando pra mim.

Peguei a camisinha e coloquei no meu... er, vocês sabem. Nunca o vi tão ereto na minha vida!! Enfim, aquela noite foi perfeita. Apesar do nervoso, deu tudo certo. Nossa primeira vez...numa floresta.

Bem, tudo estava bem quando escutamos um barulho no mato.

– Quem é? – Perguntei.

Nenhuma resposta foi dada. Tudo estava quieto novamente até que...

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! – Um longo e alto grito ensurdece a floresta.

Saímos todos da barraca, quando nos demos por falta de Débora. Saímos todos em busca da menina. Tínhamos lanternas e lampiões para iluminarmos o caminho. Procuramos Débora por um bom tempo, até a hora em que tivermos que dar uma pausa, Charlie tinha asma e havia ficado sem ar. Porém, parar lá foi uma má ideia, pra falar a verdade, a pior que tivemos! Quando todos pararam, percebemos uns passos atrasados atrás de nós. De repente, Charlie se vira e rapidamente nos puxa ao mesmo tempo em que sai correndo.

– Não olhem para trás!! – Gritou.

Porém, não tivemos escolha. Ao mesmo tempo em que corríamos, Anna se virou para olhar e tropeçou em um galho. Puxei-a no mesmo instante. Eu não podia deixá-la para trás!

– É horrível! É horrível! – Anna ficava repetindo.

Após muito tempo correndo, paramos em uma caverna curtinha.

– O que é horrível Anna?

Anna me olhou de uma forma espantada. O medo estava em seus olhos.

– Não tem face. Não tem expressão... ele vai nos matar! – Gritou.

Ao mesmo tempo coloquei minha mão sobre a boca de Anna. Se ela continuasse gritando, aí sim que “ele” nos mataria!

– Eu não faço ideia do que seja o “ele” de quem está falando, mas sei que temos que nos abrigar em algum lugar em que estejamos escondidos.

Decidimos então ficar ali naquela caverninha, onde o tal ser não havia nos achado inicialmente. "Aquilo" não estava apenas na cabana!

[CONTINUA]

Notas finais
E então, gostaram? Aguardem o próximo capítulo!! Abraços, Clara e Renan.