Sim Senhor.
6 Azarado.
Mais a noite ele se sentiu mais mal e correu para o banheiro, jogando tudo que estava no seu estomago fora.
- Maldição eu bebi de mais._Ele falava passando mal.
De tanto beber Vegeta acaba dormindo aos pés do vaso sanitário deitado ao chão com a roupa de ontem e tudo mais.
Na manha seguinte Vegeta abre seus olhos negros lentamente.
- Que maldita dor de cabeça. _Ele a segurava se levantando. – Por que eu estou dormindo no banheiro._Ele olhou em sua volta se levantando lentamente.
Ele se lembra da farra da noite anterior e sorriu de canto.
Alguns minutos depois ele sai à porta do seu apartamento e já encontra a velhinha.
- Uranai!_Ele se espantou ao dar de cara com a velhinha.
- Bom dia Vegeta?_Ela sorriu a ele.
- E o que tem de bom._Ele responde imponente e ainda com um pouco de dor de cabeça.
- Esse seu humor, sempre me agrada._Ela sorri novamente.
- Diga logo o que quer sua velha, eu estou de saída._Ele disse meio mal humorado.
- Será que você poderia colocar umas prateleiras no meu apartamento Vegeta._ Uranai segurava um martelo.
- Humpf._Foi à resposta de Vegeta pegando o martelo das mãos da senhora e indo até o apartamento dela.
Alguns minutos depois Vegeta já estava quase terminando de colocar as prateleiras. Enquanto Uranai tricotava na poltrona.
- Acabei._Ele diz imponente colocando o ultimo encaixe da prateleira. – Agora preciso ir._Ele colocou a furadeira e a olhou.
- Ficou ótimo Vegeta, adorei.
Vegeta apenas sorriu de canto e começou a caminhar até aporta louco para sair dali.
- Vegeta espere!_Ela tirava a bolsa do bolso.
- O que quer agora._Ele viu a olhando na mesma.
- Que azar Vegeta, me esqueci de passar no banco.
- Eu não preciso de esmolas, agradeço.
- Que isso Vegeta, você foi tão gentil, tenho que arrumar uma maneira de recompensá-lo.
- Eu só fiz um favor, não e nada de mais._Ele estava com seu jeito de sempre.
- Vegeta, você é tão charmoso._Ela começou a acariciar seu rosto e ele tenta desviar. – Por que eu nunca te vejo com uma namorada?
- Por que isso não é da sua conta._Ele começa a se afastar um pouco.
- Esse seu jeito durão e tão sexi Vegeta.
“Essa velha esta dando de cima de mim, grsss, maldição.” Pensa ele tentando ir embora.
- Humpf._foi à resposta dele.
- Gostaria de relaxar Vegeta.
- Como assim?_Ele perguntou meio sem entender.
- Um sexo relaxante Vegeta.
- Ficou maluca velha, nem em seus sonhos eu faria isso com você._Ele estava muito nervoso.
- Mais Vegeta, você não precisa fazer nada, deixa tudo comigo.
- Nem nos meus piores pesadelos._ele sente as mão delas passar em seu tórax, porem desvia e sai pisando alto batendo a porta.
- Sexo com ela, nem nos meus piores pesadelos. _Ele prende a camisa na porta. – Maldição, eu não vou dizer sim a isso, mas nem morto._Ele puxava a camisa com força. – Se eu quiser dizer não, eu vou dizer não._Vegeta puxa a camisa a rasgando-a e com a força que usou rolou escada a baixo. – Ai, ao..._Ele ainda rolava as escadas. – Ai, ui. Ao..._Até que ele chegou ao solo todo dolorido.
Ainda deitado ao chão Vegeta vê um cachorro preso a uma corrente que vai até ele o avançando.
- Droga, esse cão sarnento vai me morder._Ele se assusta com um pouco de medo do cachorro.
- Calma Totó._Ele tentava manter a postura quando olhou e viu que o cachorro estava amarrado. Vegeta respirou mais aliviado e se levantou.
Ele caminhou até a beira da rua para poder atravessar, mas bem na hora passou um carro em uma poça de água e jogou água nele.
- SEU VERME INSOLENTE, VE SE OLHA POR ONDE ANDA.__Ele gritou furioso. – Agora eu vou ter que me trocar maldição, maldição. _Ele resmungava indo novamente ao seu apartamento.
“Será que tudo isso aconteceu por que eu disse não a velha?” Ele pensava trocando de roupa. “Seria idiotice de mais, mas e se for isso?_Ele saiu novamente e foi para o apartamento da Uranai.
- Que bom que voltou Vegeta.
- Bem... Eu... Mudei de idéia._Ele estava meio rubro e ao mesmo tempo enojado.
Uranai o puxou pela mão e o jogou na cama e disse frente a frente a ele.
- Relaxe Vegeta e deixe o resto comigo._Ela deslizou as mão pelo tórax coberto pelas roupas de Vegeta e tirou a sua dentadura.
Vegeta a olhava com muito nojo e na hora que ela tirou a dentadura, ele levou uma das mãos à boca, fazendo alguns vômitos que quase vomitou.
“Eu tenho mesmo que me subestimar a isso?” Ele pensa e continua pensando. “Terei muitos pesadelos à noite depois de hoje.” Ele a vê desabotoar a sua calça e sentindo muito nojo.
-Ah, Hum, ham..._ Vegeta sentia as caricias da velha Uranai.
Vegeta gemia e virava seus olhos segurando nos lençóis, sentindo todo o prazer que a velha enrugada lhe causava.
- Sua velha... Maldita..._Ele a via muito sensual, mesmo velha causava-lhe um clímax perfeito.
Depois de algumas horas Vegeta voltou ao seu apartamento e achou que até que não foi tão ruim, apesar de nojento. Ele assistiu alguns filmes e foi dormir para tirar o cansaço da noite anterior.
Na manhã seguinte Vegeta já estava trabalhando no banco em frente ao seu computador, ele abre um de seus e-mails e lê:
- Festa a fantasia._Ele lia para si mesmo.- Venha fantasiado com seu personagem favorito de Harry Potter. “Quanta babaquice e pagação de mico, mas eu tenho que dizer sim a essas tolices ou me dou mal de novo”._Ele pensa e prossegue para si mesmo. – Estou nessa Cutelo._Ele responde o convite.
Cutelo abre a resposta no computador de sua sala.
- Convidado Vegeta. Resposta sim. _Cutelo lia para ele mesmo.
Cutelo se levantou da sua mesa e foi até a vidraça de sua sala para acenar positivo a Vegeta.
Vegeta o olhou e penso. “Ele é louco ou o que?” E sorriu de canto para ele mantendo o olhar para a sala de seu chefe vendo o fazer brincadeiras. “Quanta idiotice, humpf.” Ele olhava ainda sorrindo de canto.
Depois de algumas horas de trabalho Vegeta voltava a sua casa toma um banho para relaxar, se veste e senta em frente à televisão e começa a ver propaganda dede vendas de colchão e liga imediatamente.
- Sim eu gostaria de experimentar. Vocês podem entregar entre as oito da manha e a uma da tarde? _Ele já falava ao telefone vendo a propaganda.
Após alguns minutos ele ouve a camainha tocar. “Quem será, que veio me perturbar agora?” Ele se pergunta indo até porta e a abre.
- Boa tarde!
- Boa tarde, o que querem?_Ele manteve a sua postura.
- O senhor tem um minuto para ouvir sobre o templo de Kami-sama.
- Sim, entrem._Ele disse imponente e de braços cruzados.
Depois de ouvir sobre Kami-sama e os pregadores irem embora. Vegeta ouve novamente a campanhinha tocar. Vegeta abre a porta e vê duas garotinhas.
- Biscoitinhos...
- Humpf..._ Vegeta retira o dinheiro do bolso e ele compra os biscoitos, logo elas vão embora.
Depois de mais uns minutos Vegeta ouve a campainha tocar novamente.
- Mas que bando de insuportáveis._Ele resmunga abrindo novamente a porta e vê dois entregadores com um colchão.
- Seu colchão senhor.
- Que ótimo._Ele sorriu de canto e prosseguiu. – Coloque no quarto, por favor._Ele pediu com seu tom ríspido.
Assim os entregadores o fizeram e foi embora.
Vegeta retira o papel do colchão pega uma taça com vinho sobre o mesmo, sobe em cima do colchão e começa a pular igual ele viu na propaganda. Ele pega o telefone e liga.
- Ai, funciona mesmo._Ele diz com a voz ríspida.
Vegeta continua pulando em cima do colchão, da cambalhota, piruetas e o vinho não derramava de jeito nenhum. Vegeta para um tempo e sorri muito ali em seu quarto sozinho.
- Cara isso e ótimo._Vegeta continuava pulando e com a voz dele ele desliga o telefone.
- De certa forma fazer umas idiotices me fez sentir bem, ainda bem que ninguém estava vendo._Ele sorri para si mesmo em seu quarto.
Mais tarde Vegeta se arruma e sai e vai a uma lanchonete, ele adentra e vê um mural, com varias coisas escritas.
- Eu quero aprender violão._Ele dizia a se mesmo em um tom inalditivel. – Eu quero pilotar. Sim eu quero aprender italiano._Ele sorria de canto enquanto pegava os papeis.
Vegeta voltou para a sua casa. “Realmente muitas coisas estão mudando na minha vida depois daquela reunião, apesar de algumas não foram muito agradáveis, mas está valendo à pena”._Vegeta pensa adentrando seu apartamento.
Ele toma um banho e vai descansar, para começar mais um novo dia.
Continua...
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