Sim Senhor.
7 Um encontro inesperado.
Na manhã seguinte Vegeta se levanta e vai se arrumar.
- Aulas de violão. Humpf... Será que eu devo fazer essas babaquices mesmo?_Ele se perguntava já saindo de casa.
Ele chega à casa do professor e toca a campainha.
- Bom dia.
- Só se for para você, ande logo com essa aula.
- Tudo bem, entre e sente-se._Disse o professor e entrega o violão a Vegeta.
Vegeta se senta e pega o violão e fica olhando com sua cara fechada e ouve o professor.
- Vegeta aqui são as cordas onde da o som no violão.
- Jura! Eu não sabia._Ele estava sarcástico.
- Tudo bem antão, aqui e o lá menor._o professor mostra a posição colocando os dedos no braço do violão.
Vegeta olhava e tentava fazer o mesmo.
- Grsss, isso é muito difícil._Ele falava imponente.
- Aqui e o dó maior. _ O professor mostrou outra posição.
Vegeta tenta fazer.
“Maldição, por que fui inventar essa droga de aula.” Ele pensa tentando.
Algumas horas depois Vegeta tirava uma musica junco com o professor com certa dificuldade.
- Agora cante Vegeta.
“Grsss, eu vou ter que fazer isso. Maldição dupla.” Ele pensa já nervoso e começa a tocar e a cantar.
- Posso pressentir o perigo e o caos... _Vegeta tentava acertar as cordas formando o som e acompanhava com a sua voz rouca e prosseguiu. – E ninguém agora vai me amedrontar, com a minha mente vou a mil lugares e a imaginação..._Vegeta erra o tom.
- Está indo bem Vegeta agora vamos tentar outra musica.
- Grsss._Ele só rosnou.
- O que está esperando Vegeta vamos lá juntos.
- Grss, não me de ordens._Ele disse nervoso e começa a tocar e cantar novamente. – Eu vou entenderrrrrrrr..._ Vegeta tentava tocar. – Eu vou entenderrrrr...
- Muito bem Vegeta você pegou as notas direitinho.
- Que seja.
- Por hoje é só Vegeta, volte amanhã.
- Sim._Foi sua resposta retirando o dinheiro do professor.
Vegeta saiu da aula de violão e foi para a aula de voou.
Assim que chegou lá o piloto disse:
- Bom dia Vegeta bem vindo a sua primeira aula de voou, você vai amar as alturas.
- Humpf..._Foi à resposta dele.
- Esse será o nosso avião e eu te ensinarei a piloto.
“Não, eu mesmo vou me ensinar, idiota.” Vegeta pensava sarcástico.
Eles adentram o avião e o piloto diz:
- Aqui é o painel de controle, esse aqui é o volante do avião. Aqui se da à partida..._Assim ia explicando o piloto até que por fim ele ergueu voou mostrando a Vegeta como se fazia.
Vegeta sorria de canto ao ver que o piloto o ajudava pilotar e o Japão lá de cima era muito mais bonito que ele imaginava.
- Muito bem Vegeta, se continuar assim logo estará voando sozinho.
Vegeta sorriu de canto a ele e voou mais um pouco até que a aula terminou.
- Parabéns Vegeta você foi muito bem.
- Obrigada._Ele agradeceu com a sua voz de sempre. “Foi uma sensação incrível estar lá no auto, foi à aula que eu mais gostei. Vegeta pensava enquanto sorria de canto.
Depois da aula de voou, Vegeta partiu para a aula de italiano. Chegando lá a aula estava começando.
- Maldição me atrasei._Ele fala a si mesmo batendo a porta da sala.
A mesma e aberta pelo o professor que diz:
- Bom dia, seja bem vindo a nossa aula de italiano. Qual é o seu nome?
- Vegeta._Ele estava um pouco rubro.
- Dêem boas vindas ao vegeta em italiano._Diz o professor.
-Benvenuto Vegetazione. _ Os alunos uníssonos. (Tradução: Bem vindo Vegeta).
Vegeta ficou mais rubro ainda e ouviu a voz do professor.
- Pode se sentar Vegeta, e vamos continuar a aula.
Vegeta ainda meio rubro se sentou e a aula e o professor deu sequência.
- Qual è il clima in Italia? (Tradução: Qual é o clima na Italia?)
- Qual è il clima in Italia?_Repetia os alunos aprendendo italiano.
- La sua vita è come il vento o come il fiume che scorre giù per la montagna._ O professor continuou e os alunos repetiam. (Tradução: Sua vida é como se fosse o vento que sopra ou como o rio que desce a montanha.)
“Esse cara parece mais que está xingando alguém.” Pensa Vegeta vendo a aula acabar.
Depois de sair da aula Vegeta passa em uma lanchonete e vê outro mural e lê.
- Você não vai ajudar o sem tento?_Ele leu em um tom que só ele pode ouvir. – Sim._Vegeta arranca um papelzinho e vai ajudar os sem tetos.
Vegeta foi até lá e começou a ajudar, quando ele viu um mendigo se aproximar dele.
- Ai, tu é o cara que me deu carona outro dia.
- E você é o que se aproveitou da minha boa vontade._Ele disse olhando para ele e com a sua imponência de sempre.
- Me empresta seu celular de novo.
“Esse verme está querendo se aproveitar de mim de novo, mas não tenho outra opção.” Pensa Vegeta pegando o celular e entregando para ele.
O mendigo começa a ligar enquanto o Vegeta serve a comida as pessoas sem tento que vive nas ruas.
Vegeta via o sorriso no rosto das pessoas, e sorria de canto, de certa forma fazer tudo aquilo era gratificante. “Até que dizer sim não é tão ruim assim.” Pensa Vegeta ajudando as pessoas.
Depois de ajudar as pessoas sem tento Vegeta passou em casa tomou um banho rápido e foi para o seu trabalho.
Chegando lá ele faz vários empréstimos principalmente pequenos empréstimos aos seus clientes. Depois do trabalho Vegeta passa na cafeteria de sempre e o rapaz expondo um cartaz.
- Venha ver o nosso show hoje à noite._Raditz não tinha visto que era o cara do não, mas quando o viu. – Desculpe-me, eu não vi que era o senhor.
- Eu vou._Ele tomou o papel do rapaz com certa estupidez. – Quem sabe a sua insistência vale à pena._Vegeta com seu mau humor de sempre.
- Obrigada._Raditz olhou meio assustado e viu Vegeta sair com o folheto na mão. – E cada maluco que eu me deparo._Raditz fala para ele mesmo.
Depois de chegar a sua casa, Vegeta toma um belo banho relaxante e se prepara para ir ao show. Ele Veste uma calça preta meio social na cor preta, uma camisa azul clara e uma jaqueta para tampar o frio na cor preta.
Ele saiu para o show, após alguns minutos ele chega ao local e vê escrito.
- Hoje à noite a banda Síndrome de Munchausen._Ele lê escrito na entrada a sim mesmo e olha no folheto, conferindo se realmente era o local.
- E aqui mesmo._Ele fala a si mesmo e adentra o local.
Vegeta chega ao balcão e da de cara com Raditz.
- Não é que você veio mesmo.
- Vim sim algum problema?_ele perguntou sarcástico.
- Não nenhum, daqui a pouco nós começaremos a tocar.
- Humpf._Foi à resposta de Vegeta ao rapaz e prosseguiu. – Cerveja, por favor._Ele gesticula ao balconista e vê o show começar.
Vegeta se volta ao balcão, pega a cerveja e olha novamente ao palco e vê uma moça de cabelos azuis, um belo vestido e com os olhos vendados e com dificuldades para chegar ao microfone. A moça retira a venda mostrando seus belos olhos azuis e começa a cantar.
- Não pode ser! Aquela mulher. _Vegeta ficou surpreso e sorriu de canto a vendo cantar.
Vegeta continuava olhando aquela moça cantando e ainda não estava acreditando no que estava vendo. Ele sorria de canto sem perceber.
As poucas pessoas que estavam ali dançavam no rito do som daquela banda e até mesmo Vegeta começou a curtir a musica deles e principalmente a voz da moça.
Varias musicas foram tocadas incluindo o ino nacional do Japão. Vegeta a olhava e sorria imperceptivelmente de canto. A moça junto com a banda cantou mais algumas musicas até que o show acabou.
A moça trocou de roupa, se despediu do pessoal e começou a se aproximar do balcão. Vegeta começou a ficar rubro e a disfarçar, meio sem jeito, até que ela a finalmente ficou em pé ao lado de Vegeta que estava sentando a beira do balcão.
- Me vê uma água, por favor._Ela pede sem perceber que ele estava ao seu lado.
Enquanto ela aguardava, ela olha para o lado e o reconhece.
- Oi.
- Oi. _Vegeta a olhou tentando não mostrar que estava sem jeito.
- Você é o cara sem gasolina que eu beijei._Ela olha surpresa.
-Isso aconteceu com a gente?! Eu não me lembro de nada disso! Você deve estar me confundindo._Ele tentava não olhar para ela, pois estava com seu rosto rosado.
- Eu não estou te confundindo. Eu ainda lembro suas palavras e seu nervosismo.
- A foi mesmo, agora eu me lembrei, mulher. _Ele respondeu imponente.
- O que você está fazendo aqui?
- Isso não é da sua conta.
- Pelo visto continua nervosinho e agora grosso._Ela olhou bem para ele e prosseguiu ou será que gostou tanto daquele beijo que mandou um detetive me procurar e vir até onde eu estava._Ela sorriu com o tom da brincadeira.
- Foi só um coincidência, mais nada._Ele tentava manter a sua imponência.
- Sei eu vou fingir que acredito._Ela sorriu novamente.
- Seu show foi muito bom._Ele tentava mudar de assunto e se acalmava um pouco.
- Que bom que gostou.
- Realmente são letras fortes, você que escreve?
- Eu me inspiro nas coisas que acontece comigo.
- Quer um drink._Ele oferece.
- Olha só, o senhor nervosinho começou a ficar mais gentil, mas infelizmente eu não posso amanha eu tenho que acordar cedo, eu tenho que ir embora agora.
- Um..._Vegeta a olhava.
- Mas você pode me acompanhar até a moto se você quiser.
Vegeta sorriu de canto e se levantou, pagou a água dela e sua cerveja e eles saíram conversando.
- Então eu posso saber o nome do nervosinho.
- Vegeta._Ele a olhava enquanto caminhava. – E o nome da mulher que nunca se esquece._Ele sorri de canto a ela.
- Me chamo Bulma._Ela olha para ele. – E a primeira vez que o vejo sorrir.
Vegeta fica um pouco rubro novamente e desvia o olhar.
- O que você faz Vegeta?_Ela pergunta.
- Eu trabalho em um banco._Ele responde com a sua imponente mais calma. – E você?
- Eu sou formada em ciências, mas atualmente estou afastada do ramo, também faço foto jog.
- Como é isso?
- Você tira fotos com movimentos, com pessoas que querem correr e fotografar ao mesmo tempo.
- Interessante.
- Nós fazemos assim; damos uma volta completa no parque, que dá mais ou menos uns nove quilômetros e tiramos varias fotos. Levantamos a seis da manha.
_Ela sorri contando a ele.
- Não sei se levantaria tão cedo.
- Mais é uma ótima hora para fotografar.
- Estou impressionado. Você tem uma banda, faz foto Jog é formada em ciências e o que mais você faz?_Vegeta também a olhava enquanto conversava.
- Eu faço muitas coisas tipo; Eu as vezes ajudo meu pai com empresa dele, eu faço trabalhos voluntários, pinto.
- Quanta coisa você faz!_Vegeta a olhava e já chegavam à moto dela.
- Sim, eu não gosto de ficar parada._Ela sorri.
Vegeta olha a moto dela e vê um símbolo CC com uns círculos azuis em volta dos dois cs.
- Essa logomarca não é da Corporação Capsula?
- Sim é.
Vegeta começou a juntar às coisas que ela havia dito.
- Não me vai dizer que é filha do cientista mais famoso?
- Sim eu sou, mas não gosto da minha casa, por isso eu resolvi morar sozinha, essa moto ai, eu que projetei, para mim.
- Mais eu não gosto muito que me vejam como Bulma Briefs.
- Me desculpe eu ter perguntado, mas eu só liguei o que tinha me dito.
- Olha só, eu não sabia que você sabia pedir desculpas.
- Grsss._Ele ficou rubro.
- Ai por que você não vem amanhã e tira umas fotos conosco. Será muitas fotos legais principalmente com esse seu rosto rosado._Ela sorriu.
- Hora sua..._Ele parou e sorriu de canto. – Aceito o convite. Eu vou.
- Devia controlar mais seus nervos sabia isso faz mal.
- Vou tentar._Ele sorri de canto.
- Bom nos vemos amanhã então._Ela já subindo na moto.
- Até amanhã._Ele ficou meio sem jeito e a viu dando partida na moto.
Ele voltou até o seu carro e logo voltou para casa. Chegando lá ele relaxou em um banho, colocou uma camisa mais confortável e uma bermuda, colocou o relógio para despertar e deitou para dormir. “Nunca imaginei que eu ia ver aquela garota de novo. “Destino? Coincidência?... Eu não sei, mas foi muito bom ter ido aquele show.” Vegeta pensa sorrindo de lado fechando seus olhos.
Alguns minutos o telefone toca.
Vegeta pega o aparelho e vê o numero.
- O que quer a essa hora da noite Kuririn?
- E ai Vegeta, estamos indo para balada, com uma caixa de red bull, vamos virar a noite está dentro.
- Sim..._Ele desliga o telefone se veste e vai para balada.
Continua...
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