Shikashi, Watashi Wa...
6 O vizinho novo
Notas iniciais
Me perdoem por favor se acharem que eu pirei na batatinha.
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Dedico este capítulo a Uzumaki Debi por ter me dado uma recomendação tão fofa *--*
E nicethais: cumpri com o prometido, agora leia e deixe o seu review! *leva um soco no estômago*
Chega de enrolar (pra quem leu) e vamos à história?
E no capítulo anterior...
– Você ainda não respondeu a minha pergunta. – Ahn?
– Qual?
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Enquanto Ichigo e Rukia se conciliam por causa do mal entendido gerado pelo Kon, (não faço ideia de como isso foi acontecer) outra pessoa ainda está no colégio com sua melhor amiga, comendo seu almoço, digamos peculiar, para não dizer outra coisa...
– Itadakimasu! – disse Orihime como sempre antes de qualquer refeição.
– Orihime, não fale tão alto, disse Tatsuki com a mão na orelha.
Inoue fora até o colégio como sempre. Teve suas aulas normalmente, mostrou seu desenho a Tatsuki, que, de novo, não entendeu o que aquilo significava.
Ela percebeu que alguma coisa estava faltando.
“Onde é que o Kurosaki-kun está? Será que ele está lutando contra algum Hollow? Ou será que... hum... talvez tenha acontecido algo na cidade, como alguma celebridade ter vindo e ele quis ver quem é. É só pode ser isso.”
No almoço, começou a comer seu onigiri (bolinho de arroz, pra quem não sabe) recheado com umebochi (tipo uma conserva de ameixa salgada e azeda) e um copo de suco de laranja com maçã. Essa era uma comida típica, sem nada de estranho, mas ninguém quis experimentar. “Já que ninguém quer, sobra mais pra mim! Itadakimasu!”
– Orihime, não sei como você consegue comer coisas tão estranhas, disse Tatsuki mordendo um pêssego.
– Hoje eu não trouxe nada de estranho. Experimente. É só um onigiri comum, respondeu Orihime tentando se defender.
– Tudo bem, eu acredito em você, mas, e aquela tigela?
– É a minha sobremesa: Sorvete de wasabi com morango.
– Depois diz que não come coisas estranhas, murmurou Tatsuki.
– Falou alguma coisa? – perguntou Inoue com a boca suja de arroz.
– Não, nada. Tsc. Você tá engraçada. Toma um guardanapo e limpa a sua boca.
– Não, não. Deixa que eu limpo Hime-chan!! – gritou Honshou Chizuru abraçando-a fortemente pela cintura.
“De onde ela surgiu?”, pensou a morena.
– AAAH! Na-não precisa.
Chizuru estava prestes a beijar Orihime quando uma mão aparece do nada e puxa a garota de óculos pela gola do uniforme.
– Tá maluca garota? O que você pensa que está fazendo? – gritou Tatsuki cerrando o punho.
– Arisawa-san, por que você sempre faz isso, hein? Eu não sou apaixonada por você, eu já disse que você não faz meu tipo. Ou você tá com ciúmes da minha Hime-chan? – disse a ruiva deixando a morena mais nervosa do que já estava.
– Olha aqui sua tarada! A Orihime é minha amiga e ela não gosta de você. Vê se deixa ela em paz e para de ficar tentando beijá-la a força ou arrancar a roupa dela. – Tatsuki não aguentou e deu um murro na boca do estômago da ruiva de óculos. Depois se virou para sua amiga. – Orihime, já terminou de comer? Acho que vou voltar para a sala, não to me sentindo bem. Se quiser vir junto.
– Ahn, claro Tatsuki-chan. Só vou terminar meu sorvete e já vou.
– Ah, Orihime... você sabe que fica com dor de cabeça quando toma sorvete, mas mesmo assim você não desiste né? – disse a garota de cabelos curtos rindo.
– É que é gostoso, ainda mais hoje que está quente. Quer um pouco?
– Ah não, arigatou. Não gosto muito desse sabor.
*sinal tocando*
– AAAH! Tenho que terminar depressa! Mas se eu fizer isso, minha cabeça vai doer. AAAH! Itte-te-te! Só mais um pouco... Itte-te-te... Terminei.
– Hahaha! Toma um copo d’água, talvez isso ajude a dor de cabeça passar.
– Arigatou ne, Tatsuki-chan. Vamos para a sala.
–-
Depois do almoço, elas voltaram para a sala de aula, onde a professora passou um trabalho em duplas. Inoue ficou com a Tatsuki, Ishida com Sado, Keigo com Mizuiro e Ichigo com Rukia. Já que os dois últimos não estavam na sala, alguém teria de avisá-los depois. "Será que a Kuchiki-san voltou da Soul Society?"
Orihime ficou pensativa e com uma pontinha de ciúmes de Rukia, mas não ia pedir para trocar de dupla porque iria magoar a sua amiga.
–-
As últimas aulas se foram e o sinal tocou para que todos pudessem ir para suas casas.
– Tatsuki-chan? Quer ir lá em casa hoje a tarde para fazer o trabalho?
– Eu até iria, mas hoje tem treino de karatê. A gente pode deixar isso para amanhã? O trabalho é pra sexta-feira e hoje ainda é segunda-feira.
– Tudo bem então. Tenha um bom treino, Tatsuki! Sayounara!
– Hai. Sayounara, Inoue.
Assim que elas se despediram, cada uma foi para o lado oposto da outra.
Inoue foi andando para casa. No caminho, ela parou numa mercearia comprar alguma coisa para fazer para o jantar. “Hum, o que será que eu faço? Já sei, vou fazer um assado com batatas, pimenta e bastante queijo e vou comer um pouco de natoo; onde ficam os ovos? Vou precisar de pelo menos um para colocar sobre o natoo. Vai ficar gostoso... Por que será que todo mundo acha esquisito?”
– On’nanoko? (moça?) É isso o que vai levar hoje? – perguntou a atendente no caixa do mercado
– Ahn? Ah, gomen ne. Hai, é isso o que vou levar, respondeu Orihime acordando de seus devaneios.
– Aqui está.
– Arigatou. Sayounara.
– Sayounara. “Essa garota, está cada dia mais distraída.” Pensou a atendente.
–-
O relógio de sua casa mostrava que eram 17:45.
Inoue deixou as compras na cozinha e foi tomar um banho.
–-
Inoue’s POV
– Ah, tadaima! Acho que vou tomar um banho. Depois eu faço minha janta.
Coloquei as compras na bancada da cozinha e fui para o meu quarto pegar uma roupa confortável. Depois entrei no banheiro e enchi o ofuro (banheira).
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Peguei uma toalha para secar o cabelo e depois enrolei-a sobre a cabeça.
Enxuguei meu corpo e coloquei um vestido florido curto.
Esse é o vestido que ela escolheu. Não sei o que acham mas ficaria uma graça nela *-*
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Voltei para o meu quarto e fiquei em frente a janela enquanto secava o cabelo.
– Pode colocar ali perto da porta, por favor? – quem será que é ele? Está de mudança para a casa ao lado desde que eu cheguei em casa. É um homem. Huum, será que é um agente secreto? Ou será que é um ator, demo (mas) eu nunca vi ele na TV antes. Huum...
– Arigatou. – O novo morador entrou dentro da casa. Acho que vou fazer o jantar e convidá-lo para vir aqui em casa. Soka! (É isso!)
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Desci as escadas e fui até a cozinha. Comecei a descascar as batatas, cortar umas cebolas, cortar umas pimentinhas...
–-
Já está quase pronto. Agora, onde deixei os ovos mesmo? Ah ali está. Deixa eu ver: natoo, shoyu, um pouquinho de suco de limão, cebolinha, mostarda picante e um ovo. Misturar com cuidado... Pronto. Ah, o arroz ficou pronto bem a tempo também.
Deixa eu colocar uma toalha bem bonita na mesa e a comida também, é claro.
Vou deixar dois pratos, dois copos e dois pares de talheres. Se ele aceitar jantar comigo, já está tudo preparado.
Que horas são... Huum, 19:10 Bem a tempo. Nem muito cedo nem muito tarde para jantar.
Corri até o espelho do quarto, penteei meu cabelo e peguei uma sapatilha confortável.
–-
Fui até a casa do vizinho. Respirei fundo para me acalmar um pouco e toquei a campainha.
– Já vou abrir, ouvi a voz baixa e abafada vindo de dentro da casa. – De... Olá!
– Konbawa! Me chamo Inoue Orihime. Sou sua nova vizinha. Eu vi que você acabou de se mudar e se não tiver nada para fazer, gostaria de jantar lá em casa? – Ele é bonito mesmo, mas é tão pálido e esse olhos... parecem ver através de minha alma.
– Ahn... Tudo bem. Não vai incomodar?
– Imagina. Vamos lá, huum... qual é o seu nome mesmo?
– Eu sou Schiffer Ulquiorra.
–-
Ulquiorra’s POV
Qual é o nome dessa cidade mesmo? Acho que é Karakura. Parece ser uma cidade bem legal para se viver. Amanhã mesmo, vou até o colégio Karakura (quanta criatividade) dar aulas de matemática para os alunos que precisarem ou ficarem na detenção. Isso é muito divertido.
Finalmente o caminhão de mudanças chegou.
–-
– Pode colocar ali perto da porta, por favor? – disse ao homem que terminava de descer as coisas da mudança. – Arigatou.
Fui para dentro da casa nova colocar as coisas no lugar certo.
Olhei o relógio que pendurei na parede. Estava marcando 18:18.
Comecei a arrumar a sala. Já que não tenho muitos móveis, não vai ser tão difícil de organizar tudo. Arrastei os dois sofás para um lugar de modo que formasse um L; coloquei um tapete e uma mesinha na frente dos dois e uma estante com uma televisão na frente da mesa.
A sala até que ficou bem apresentável. Agora é hora de arru... *ding dong* “Quem será que é?”
– Já vou abrir, gritei da cozinha vindo correndo abrir a porta. – De... Olá!
Eu realmente me surpreendi quando atendi a porta. Nunca que iria passar pela minha cabeça que uma garota apareceria aqui, ainda mais hoje que me mudei. E ela é bem bonita também. É uma garota ruiva de cabelos compridos e lisos, tem grandes olhos castanhos e um sorriso bem bonito. Está usando um vestido que caiu muito, ahn, bem em seu corpo, por sinal.
– Konbawa! Me chamo Inoue Orihime. Sou sua nova vizinha. Eu vi que você acabou de se mudar e se não tiver nada para fazer, gostaria de jantar lá em casa?
– Ahn... Tudo bem. Não vai incomodar? – O que eu to fazendo? Mal conheço a garota e já vou aceitando jantar com ela.
– Imagina. Vamos lá, huum... qual é o seu nome mesmo?
– Eu sou Schiffer Ulquiorra.
– Vamos, Schiffer-kun?
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Fomos até a casa dela, que era ao lado da minha. (Já devem ter percebido isso né?)
O cheiro que veio quando ela abriu a porta, me fez sentir meio tonto. Não sabia que estava com tanta fome assim. E parecia estar muito bom.
Tirei os sapatos e deixei onde ela havia deixado os dela.
– Sumimasen.
– Pode entrar. O jantar já está pronto, pode se sentar.
Ela preparou o jantar tendo a certeza de que eu iria aceitar? Ela deve ter me visto com a mudança quando chegou em casa. É um lugar bem aconchegante.
– Arigatou, esperei ela se sentar primeiro e empurrei a cadeira para ela, depois me sentei de frente para ela.
– Ne, você se mudou para cá hoje. De onde você veio? – perguntou ela, servindo um pouco de arroz e batatas para mim.
– Vim de Shizuoka-shi. Fui transferido para um colégio.
– Sério? Em que ano você está?
– Não tenho mais idade para ser um aluno, quero dizer, na verdade até tenho mas vou ser professor de matemática para os alunos que tiverem dificuldade ou ficarem de castigo.
– Achei que você tivesse 15 ou 16 anos. Quantos anos você tem?
– Tenho 19. – Ela é bem curiosa e gosta de conversar. Ah, se fosse um pouco mais velha... mas quem sabe? O único problema é que talvez eu dê aula a ela. Isso não vai dar certo. É errado.
– Só isso? Como você conseguiu ser professor? Quando se formou na faculdade, Ulquiorra-san?
– Bem, é que eu sempre tive facilidade nas matérias da escola. Um dia, um médico disse que eu tinha uma inteligência fora do comum e que eu deveria pular alguns anos de estudo. Os professores concordaram em fazer isso. Com 14 anos, terminei o ensino médio e prestei alguns vestibulares. Passei em todos. Minha classificação foi desde o 5º lugar até o 1º lugar. Eu sempre gostei de matemática, então resolvi ser professor.
– Mas não teve problema em aceitar alguém tão jovem?
– No começo sim, mas eu fiz algumas provas e duas faculdades permitiram minha entrada. Entrei na que ficava mais perto para mim, em Shizuoka-shi.
– Sugoi! Então assim que eu tiver dificuldades em matemática, vou pedir ajuda ao Ulquiorra-kun! – disse Inoue-san sorrindo e comendo uma batata.
– A comida está muito boa. Você cozinha bem, Inoue-san.
– Que isso. Sabia que é a primeira pessoa que elogia minha comida? Os outros dizem que eu faço coisas muito esquisitas.
– Sério? Então somos dois. Porque minha família dizia a mesma coisa.
Rimos das nossas comidas. É tão bom encontrar alguém que tenha o mesmo gosto culinário que eu. E sinceramente, tudo estava ótimo. Até o natoo com ovo. Já fazia muito tempo que eu não comia isso.
O tempo foi passando e ela contava suas histórias. Ajudei-a a lavar a louça e limpar a mesa. Depois fomos para a sala conversar mais um pouco. Quer dizer, ela falou bastante coisas sobre si mesma e perguntou muitas coisas a mim, mas eu não falei tanto assim. Pra que falar? Da minha boca só saem coisas que magoam pessoas. Não consigo entender por que.
– Já está ficando tarde, amanhã tenho que acordar cedo para ir para o colégio novo. Primeiro dia de aula, até me desanima. Que hora seus pais chegam?
– Ah, eu não vejo meus pais há muito tempo, disse Orihime-san tristemente.
– Me desculpe. Se não quiser falar sobre isso... – Falei coisas demais agora. Mas a culpa não é minha. Como eu ia saber disso?
– Não, tudo bem. É que eu era muito pequena quando saí de casa com o meu irmão. Nossos pais batiam muito na gente, aí quando ele completou 18 anos, fugiu de casa e me levou junto com ele.
– Então você vive com o seu irmão?
– Também não. Ele morreu há alguns anos.
– Sinto muito. Eu não deveria ter tocado nesse assunto. – de novo.
– Daijobu. Moro sozinha já faz um tempo, mas eu sei que ele sempre me protege. Tenho uma foto dele, olha.
Orihime-san me mostrou um porta-retrato com a foto de um homem de cabelos castanhos, vestido de terno e gravata.
– Vocês têm os mesmos olhos. – Por que eu disse isso?
– Soka. Eu o amo muito. Ele sempre vai estar comigo, aqui no meu coração. – Ela colocou a mão em cima do seu seio esquerdo. Desviei o rosto para o relógio para ela não ver que eu tinha ficado um pouco corado.
– Mas como você sabe que ele te protege e que está sempre com você, se ele morreu? Mortos não falam e não tem sentimento, perguntei a ela tentando entender.
– E-eu só sei disso. Nossos laços ainda estão ligados. Um dia, eu o verei de novo e seremos novamente, os irmãos mais felizes e unidos que sempre fomos. – Ela me respondeu tentando sorrir.
– Eu... não... entendo. – “Espera aí, por que eu estou me sentindo assim? Eu nunca me senti... ahn, envergonhado ou mal por ter falado a verdade para as pessoas. O que está havendo comigo?” – Acho melhor eu ir para casa. Já está tarde.
– Arigatou, por ter aceitado meu convite para jantar. Espero que não tenha me achado uma vizinha chata.
– Claro que não. Mas eu já vou indo, disse me levantando rapidamente e indo para a entrada.
– Deixa que eu abro a porta. É um costume que tenho. Dizem que quando a gente quer que alguém venha nos visitar mais vezes, temos que abrir a porta para a pessoa que sair.
– Quer que eu volte? Mesmo eu tendo falado essas coisas para você?
– Sim, se não for incomodar. Mas essa é a sua opinião, se você acha isso, quem sou eu para mudar? – ela disse forçando um sorriso. “Você não me engana. É claro que ficou triste com o que eu disse.”
Orihime’s POV
Ulquiorra-kun já estava saindo pela porta aberta, mas de repente deu meia-volta e parou na minha frente.
– Desculpe-me pelas coisas que eu disse essa noite. Não queria te magoar ou te deixar triste. Sei que isso trás uma impressão ruim de mim, disse ele sem olhar nos meus olhos, dando-lhe uma expressão melancólica de choro.
– Não se preocupe com isso. Sei que você não quis dizer por mal.
– Tudo bem, então. Tenha uma boa noite, disse ele se virando rapidamente e descendo os dois degraus.
– Espere. Queria te dar uma coisa antes.
–-
Não sei o que deu em mim para fazer isso, mas foi... diferente.
Flashback’s on:
Pedi para ele esperar um pouco antes de ir embora. Ulquiorra-san ficou de frente para mim. Andei até onde ele estava parado.
Minha respiração se acelera junto com meu coração que bate freneticamente, loucamente.
– Espero que me perdoe por isso, mas...
– Shh. Não diga nada que vá se arrepender depois. Tenho que ir.
Eu não ia deixa-lo ir embora sem me despedir primeiro.
Encarei seus lindos, mas sombrios olhos verdes. Sorri uma última vez e dei um beijo terno em sua bochecha.
– Boa noite, Schiffer-kun.
Deixei-o parado e entrei correndo dentro de casa. “Não fique bravo comigo”.
Flashback’s off.
Nunca me senti assim por ninguém. Nem mesmo pelo Kurosaki-kun. AAAH! Que confusão! Isso me dá dor de cabeça, mas eu nem tomei raspadinha. Itte-te-te!
Ulquiorra’s POV
Ela... beijou... meu rosto?!
Por que ela faria isso?
Continua...
Notas finais
Se alguém quiser recomendar também, eu agradeço. (quem vai recomendar?) Tá parei de ficar apelando. u.u
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Próximo capítulo mais IchiRuki para quem gosta. õ/
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