Shelter

28 Revelações


Notas iniciais
OIE! Mds, quanto tempo meus leitores queridos ;-; Peço desculpas pelo atraso enooooorme, mas as coisas não andam fáceis, e se tratando de Shelter então... Piora. Não tenho nem um pingo de criatividade para a fanfic, mas não pretendo, em hipótese alguma, desistir! Fico muito preocupada, já que os capítulos, agora em diante, não serão tão engraçados, empolgantes, divertidos... Como eram. Não quero ser um fracasso, e nem escrever qualquer coisa, e sair postando só para atualizar a fanfic, mesmo que demore, quero trazer um capítulo ao menos bom para vocês... Postarei dois capítulos que escrevi, como eu disse, nem tão divertidos e interessantes como antes... Mas juro que estou tentando o meu melhor! Muito obrigada pela compreensão, fico muito feliz a cada comentário que recebo, a cada favorito, espero de coração não decepcioná-los! Boa leitura ♥

Os cantos dos lábios de Tayuya ergueram-se, uma risada debochada escapou, tornando-se uma gargalhada de puro sarcasmo. Apesar de seu comportamento não deixar explícito, eu sabia que ela estava nervosa, afinal também não devia esperar me encontrar por ali.

Olhei rapidamente para o meu carro, Ino e as outras haviam se escondido novamente.

–E o que você pretende fazer? – Perguntou-me após alguns instantes de gargalhada – Me matar?

–Absolutamente não – Respondi tranquilamente – Não sou como você, um ser humano tão sujo ao ponto de ter coragem de tirar a vida de alguém – A vi estreitar os olhos – Eu não tenho esse direito.

– Claro que você não é como eu – Concordou sorrindo de canto – Até porque eu sou muito melhor do que você.

Foi a minha vez de rir, Tayuya era tão absurda que chegava a ser cômico.

–Muito melhor – Ironizei – Tanto que o que você mais quer, sou eu que tenho.

O sorriso da ruiva se desfez após o meu comentário, eu havia tocado em sua ferida.

–Eu não teria tanta certeza – Retrucou após segundos – O Sasuke não é esse santo que você pensa – Sorriu com escárnio – Eu sei muito mais sobre ele do que você Sakura.

Talvez aquilo fosse verdade, mas eu não deixaria me levar pelo papo dela. Tayuya era traiçoeira, manipuladora, não perderia a oportunidade de me fazer pensar coisas ruins sobre Sasuke.

–O Sasuke me ama. – Eu disse, para então ouvir a gargalhada venenosa de Tayuya.

–Ama? – Indagou zombeteira – O Sasuke não ama ninguém, ele podia até amar aquelazinha... – Ergueu os ombros.

–Aquelazinha?

–Vai me dizer que não sabe sobre a Matsuri? – Arqueou uma sobrancelha – Inclusive Sakura – Prosseguiu – Você devia ser grata a mim, pois se não fosse por essa pessoa aqui – Apontou para si mesma – O Sasuke estaria casado, com filhos, e esse romancezinho de vocês não existiria.

Arregalei os olhos, perplexa. Como ela era capaz de falar sobre aquele assunto tão naturalmente, quando Sasuke sofria a todo o momento que se recordava dele, intitulando o irmão como responsável pela morte de sua noiva? A verdadeira assassina estava ali, na minha frente, gabando-se de seu feito, era repugnante.

– E o que você fez para eu ter tamanho agradecimento por ti? – Perguntei sugestivamente.

–Algo que você jamais seria capaz de fazer – Respondeu sarcástica – Nem sei por que o Sasuke está com alguém como você – Percorreu os olhos pelo meu perfil – Tão ridícula – Riu após o comentário.

Eu também ri.

–Você fala como se fosse muito melhor – Eu disse – Mas parece que esquece que o Sasuke está comigo, que me escolheu para ser a namorada dele, já você que se considera superior, é rejeitada, só te resta ficar invejando o meu relacionamento, já que está longe de viver algo assim com ele.

Tayuya estreitou os olhos, era notável a sua irritação, já que em relação ao seu fracasso com Sasuke, ela era vulnerável, era perceptível que a rejeição a tocava.

–Você é muito ingênua – Proferiu após segundos – Eu moro no mesmo prédio em que o Sasuke, sabia? – Indagou.

Dei de ombros.

–Eu não me surpreendi afinal você é uma louca obsessiva, não esperaria menos – Disse firmemente.

–Sabe quem me faz uma visitinha todas as noites Sakura? – Inquiriu sorrindo maldosa – Todas as manhãs eu tenho o prazer de acordar ao lado dele – Prosseguiu com sua farsa – Nos braços dele, sentindo aquele cheiro gostoso, aquele corpo, aquele calor...

–Cale a boca – Ordenei tranquilamente – Eu nunca irei acreditar em você – Sorri de canto – O seu veneno não me afeta, Tayuya.

–Você terá o mesmo fim que eu tive – Disse ela – O Sasuke não ama ninguém Sakura, ele engana, ilude, e depois te larga como se não fosse nada, por outro rostinho qualquer.

Arqueei uma sobrancelha.

–Você já teve algo com o Sasuke? – Indaguei, aquela informação era nova.

–Eu fui uma das primeiras namoradas do Sasuke – Respondeu – Ele me iludiu me trocou pela Matsuri... Eu fiquei grávida do Sasuke, e ele preferiu outra a ficar comigo, a mãe do filho dele! – Ela gritou me calando de imediato – Eu que carregava um pedaço dele dentro de mim – Levou a mão à barriga – Com apenas 17 anos... – Murmurou, baixando a cabeça – Mas ele não se importou, estava cego de amor por ela, e me deixou sozinha! – Voltou a gritar – Me fez perder o nosso filho, acabou com a minha vida!

Mantive-me estática, com os olhos arregalados, apenas escutando-a. Não consegui dizer uma palavra sequer, e não queria acreditar no que ela dizia. Tayuya era perigosa, mas falava com tanta firmeza, que acabava por me fazer acreditar que não era mentira. E assim que vi lágrimas escorrerem pelo seu rosto, acabei tendo a certeza de que era tudo verdade. Eu estava pasma com as novas informações, então Sasuke defendia Tayuya apenas para se redimir pelo passado? Talvez fizesse sentido, mas eu não tinha tempo para tirar conclusões naquele momento e Tayuya não era uma vítima. Eu só sabia que não sabia de nada sobre o passado de Sasuke afinal.

–Nada mais justo eu acabar com a vida dele – Ela disse, passando o dorso da mão direita pelos olhos, limpando as lágrimas – E isso inclui você também – Apontou o indicador até mim – Eu odeio você, assim como odiei a Matsuri, e de certa forma você me lembra ela, e é por isso que Sasuke está com você, porque você é parecida com ela – Cuspiu as palavras, cerrando os punhos – O mesmo temperamento ridículo, até o rosto tem alguns traços parecidos – Estreitou os olhos – Eu odeio vocês.

–Então você matou Matsuri por vingança – Conclui.

Tayuya voltou a sorrir.

–Vai me dizer que não contribui para a sua felicidade?

A única coisa que se ouviu em seguida foi o estalo da palma da minha mão contra a face de Tayuya. Ela deu um passo para trás, mas antes que se afastasse o suficiente, estiquei meu braço até ela e agarrei o tecido do casaco que a mesma trajava. Em um gesto rápido e violento a trouxe para perto novamente. A ruiva atacou, agarrando uma mecha do meu cabelo entre os dedos, puxando com violência, enquanto sua mão vinha de encontro ao meu rosto, no entanto fui capaz de impedir o tapa, segurando firme no pulso de Tayuya, que insistiu em puxar o meu cabelo. Curvei minha cabeça para baixo, e assim que a levantei, senti o alto chocar-se contra o queixo da mulher, causando dor em mim, e muito pior nela, que assim que recebeu o golpe, me soltou, cambaleou para trás, acabando por se equilibrar.

–Eu vou acabar com você! – Gritou segurando o queixo – Eu vou acabar com a sua vid...

Antes que terminasse o seu corpo foi empurrado, fazendo-a cair de joelhos e mãos espalmadas contra o asfalto.

–Você fala demais – Resmungou Karin, parada atrás de Tayuya junto a Ino e Hinata.

Tayuya virou o rosto, olhando na direção de Ino, Karin e Hinata.

–Acho que a Sakura tem contas a acertar contigo – Disse Ino, com um sorriso divertido.

A ruiva voltou o olhar para mim, pude notar seu espanto, afinal quatro contra uma era algo para se temer. Ela levantou-se aos poucos, com dificuldade pondo-se de pé.

–Eu vou acabar com a carreira de médicas de vocês – Ameaçou com a voz aguçada.

Eu gargalhei, dando um passo em direção a ela, que recuou um imediatamente.

–Então acabe – Desafiei – Acabe com a minha carreira, mas daqui eu não saio até acabar com você!

–Você vai pagar por isso.

E após a ameaça, começou a correr.

–Por essa eu não esperava – Disse Ino perplexa, olhando na mesma direção que eu as demais, observando Tayuya correr pela rua deserta.

Entreolhamos-nos, e sem perder mais tempo começamos a correr atrás da megera.

–Vamos encurralá-la – Disse Karin, enquanto seguíamos Tayuya.

Ela não estava muito distante, caso olhasse para trás nos veria, entretanto ela acabava por virar a esquina, entrando em outra rua.

–Eu vou por ali – Karin apontou para o outro lado da rua, onde havia um beco estreito que caso ela seguisse, iria ao encontro de Tayuya – Vocês a seguem – Apontou adiante.

Assenti, Karin atravessou e entrou na rua que seguia à esquerda. Olhei para trás e vi que Ino e Hinata vinham logo atrás, mas eu não as esperei, andei o mais depressa possível até a esquina, aonde virei e vi Tayuya já quase na avenida. A rua estava completamente deserta, a garoa caia fina e as luzes dos postes eram fracas, iluminando apenas os pontos onde se encontravam.

–Não fuja! – Gritei, vendo-a parar de andar – Além de fracassada é covarde!

–Você não sabe com quem está mexendo! – Retrucou virando ao meu encontro – Eu vou fazer da sua vida um inferno, você vai se arrepender pro resto da sua vida Sakura!

–Na verdade, quem vai se arrepender aqui é você – Apontei para ela, já estando quase frente a frente – Vou fazer você se arrepender de tudo o que me fez, e tudo o que fez ao Sasuke.

A ruiva gargalhou sarcástica.

–Quando é que você vai entender que não importa o que eu faça o Sasuke nunca terá raiva de mim? – Indagou.

–Ele odeia você agora. – Afirmei.

Ela balançou a cabeça negativamente.

–Só porque eu joguei a namoradinha dele na água? – Inquiriu debochada – Eu matei a noiva e o filho dele, não acha que é um motivo ainda mais forte para ele me odiar? – Perguntou aos risos, enquanto meus olhos arregalavam-se – Matsuri estava grávida de dois meses do seu atual namoradinho Sakura – Disse tranquilamente – Esse era o motivo porque estavam se casando, e o que eu fiz? Simplesmente tirei os dois de uma vez do meu caminho – Gesticulou as mãos, como se arrastasse algo de sua frente – Acabei com as provas e joguei toda a culpa no irmãozinho dele – Voltou a rir – Itachi é tão idiota, sabe? Ao invés de se defender, apenas fugiu, só reforçando a suspeita sobre ele.

Estávamos frente a frente, eu estava horrorizada com a naturalidade com a qual Tayuya tratava aquele assunto, e ali estava, admitindo o seu feito, como se fosse algo para se glorificar.

–Sasuke pode não ter ódio de você agora – Desviei meus olhos da ruiva, após outra voz se fazer presente, era Hinata, que aparecia atrás de Tayuya – Mas depois que eu entregar isso aqui na mão dele – Tayuya virou, Hinata ergueu o celular em sua mão – Tenha certeza que a última coisa que ele terá por ti será compaixão.

Arqueei as sobrancelhas surpresa, Hinata e Ino estavam paradas bem próximas de mim e Tayuya, sorri não conseguindo acreditar que Hinata havia gravado tudo o que Tayuya havia dito. Finalmente desmascararíamos aquela víbora.

Assim que Hinata se preparou para colocar o celular no bolso do jeans, Tayuya avançou contra ela, agarrando seu antebraço bruscamente, puxando-a. Hinata soltou um grito apavorada, mas antes que Tayuya pudesse pegar o aparelho das mãos da Hyuuga, agarrei-lhe pelos cabelos, puxando-a com violência para trás. Tayuya curvou-se, empurrando Hinata, que acabou caindo sentada no asfalto, e o celular espatifando contra o chão.

Com os dedos entrelaçados nos fios de cabelo de Tayuya, eu a puxava para longe de Hinata, ao tentar se livrar de mim, girou o corpo, fazendo com que seu cabelo enrolasse ainda mais em minhas mãos, ergueu ambas as mãos até o meu rosto, e logo senti as unhas afundarem em minha pele.

–Arg, maldita – Grunhi, soltando-a.

Ela se afastou, mas assim que ergueu o rosto coberto por seu cabelo, acertei-lhe um soco no rosto, fazendo-a cair no chão.

–AH! – Gritou ela, assim que Karin, que havia chegado, a ergueu pelos cabelos.

–Sabe qual é a minha vontade? – Perguntou Karin, com o rosto próximo ao de Tayuya, que massageava a lateral do rosto – Matar você!

Meus dedos doíam muito, consequência do soco.

–Vocês vão se arrepender pelo resto da vida – Tayuya murmurou, sorrindo minimamente, apesar de fechar os olhos ao sentir dor.

Karin riu.

–Até mesmo nessas condições você não deixa de ser audaciosa – Dito isso, Karin a empurrou.

Minha mão latejava, era como se todos os ossos houvessem moído. Karin e Ino haviam encurralado Tayuya, que recuava alguns passos, acabando por encostar-se a uma caçamba lotada de lixo, que se localizava na entrada de um beco.

–Sakura, está tudo bem? – Hinata prontamente veio até mim, pegando em minha mão com delicadeza – Golpeou de mau jeito – Deduziu e eu sorri forçado.

–Está tudo bem – Garanti, me endireitando – Temos algo pra terminar – Gesticulei Tayuya, que se encolhia para perto da caçamba, à medida que Ino e Karin se aproximavam.

Sorrimos perversas uma para a outra, e eu que pensava que Hinata não podia fazer mal a nenhuma mosquinha, estava ali me ajudando com a vingança.

–KONOHA INTEIRA VAI SABER! – Tayuya berrava, gesticulando a rua deserta – MEU PAI TEM MUITA INFLUÊNCIA, VOCÊS VÃO PARA A CADEIA!

–Quem vai para a cadeia aqui é você, depois que isso parar nas mãos das autoridades! – Hinata interveio, erguendo o celular novamente, que apesar de ter caído, ainda parecia inteirinho.

–Acha que vão acreditar em uma gravaçãozinha que pode muito bem ser falsa? – A ruiva debochou – Eu não me importo! Vocês não sabem com quem estão lidando – Tagarelava sem parar – Não sou essas garotinhas com quem podem mexer e sair barato, meus pais são influ...

Sua voz por outra vez foi interrompida, agora por Karin, que não se conteve em acertar um tapa em cheio contra o rosto já inchado de Tayuya.

–Cala essa boca cadela! – Gritou a Uzumaki – Você é uma vagabunda nojenta! Acha que depois de tudo o que causou, ainda é a certa? O Sasuke sofreu muito por sua causa, você quase matou a minha melhor amiga – Apontou para mim, que já estava ao seu lado – Isso não é nem um pouco do que eu gostaria de fazer com você! Por mim daqui você já iria direto para um caixão!

Deu um passo a frente, no entanto a impedi, esticando meu braço a sua frente. Lançou-me um olhar indagador, que ignorei. Meu braço esticou-se na direção de Tayuya, agarrei sua blusa e a puxei com força contra mim. Sangue escorria de sua testa, onde um corte havia sido feito.

–O que é? – Ela perguntou, me encarando – Vá em frente, você sabe que isso não vai acabar por aqui.

Sorri não me intimidando.

–Já chega de ameaças – A interrompi – Terá o que merece.

Logo a empurrei com força para trás, Tayuya cambaleou tentando se equilibrar, conseguindo ao encostar contra a caçamba de lixo, no entanto, foi novamente empurrada, dessa vez por Hinata, onde acabou caindo dentro da caçamba, afundando no amontoado de lixo. Tayuya gritou horrorizada, se debatendo, enquanto Hinata se esticava para conseguir alcançar a tampa da caçamba.

–Fique quietinha no seu lugar – Ino murmurou, assim que Tayuya levantou. A loira agarrou-lhe pelos cabelos, afundando-a novamente.

Ergui meu braço, agarrando a tampa da caçamba junto a Hinata, fechando-a rapidamente sem dar tempo de Tayuya reagir novamente. Karin retirou um cadeado que pendia na fechadura, impossibilitando de fechar a caçamba, e assim que conseguimos fechar completamente, Ino tomou o cadeado de Karin, sorrindo perversa.

–Ino...

E antes que nos pronunciássemos, Ino trancou a caçamba, fechando o cadeado.

–Me tirem daqui! – Ouvíamos os gritos apavorados de Tayuya, juntamente aos barulhos de seus socos contra o metal, não demoraria muito para arranjar socorro.

–Imaginem a quantidade de ratos e baratas ai dentro... — Murmurou Hinata, observando fixamente a caçamba.

–Só acho que deveríamos fugir – Karin disse, olhando para a caçamba trancada.

Nos entreolhamos, e num segundo já corríamos em direção ao carro.

*

Após deixar minhas parceiras de crime em suas devidas residências, fui para o meu apartamento, estava exausta em plena sexta-feira. Entrei no elevador, deparando-me com a senhora Chiyo, que, como de costume, me deixou a par de todas as fofocas dos outros inquilinos.

“Imagino o que essa velha conta sobre Sasuke e eu para os outros”, pensei, enquanto a velha tagarelava.

Enfim as portas de aço abriram, suspirei aliviada e me despedi da senhora. Abri a porta do meu apartamento, estranhando ao constatar que já estava aberta. Empurrei lentamente, observando a escuridão no interior da minha residência. Desconfiada, entrei, ligando a luz da sala, me preparando para meter uma voadora na cabeça do indivíduo que aparecesse na minha frente, no entanto, tudo estava em completa ordem.

Apossei-me do bastão de beisebol, largando minha bolsa no chão, caminhando vagarosamente até a cozinha. Acendi a luz do cômodo, ninguém estava lá, vasculhei cada canto da cozinha, para ter certeza de que nenhum indivíduo se escondia no espaçamento entre a geladeira e o armário.

–Só impressão? – Murmurei para mim mesma.

–Não – Uma voz súbita murmurou em meu ouvido.

Saltei assustada, soltando um grito feminino, virando rapidamente, dando de cara com uma pessoa mascarada, e logo algo foi preso ao meu rosto, tapando os meus olhos.

Notas finais
Obrigada por tudo e até a próxima! Beijinhos no core ♥